O Chefe da Casa Real classifica de “situação humilhante” o cenário em que Portugal se encontra actualmente, o que obriga a “reflectir sobre novos modelos de desenvolvimento económico e de vida em sociedade, inspirados na caridade”. É nesse campo que considera “desejável dinamizar as antigas tradições de voluntariado” e sobretudo que se recorra “aos beneficiários de subsídios do Estado, como condição para receberem esses subsídios”. “Receber subsídios sem dar a sua contribuição para a sociedade equivale a receber esmolas, o que não é bom”, aponta.
Outro factor de valorização da sociedade, aponta D. Duarte, é a educação, cujo sistema deve ser todo repensado, do pré-primário ao superior, “adaptando os cursos às necessidades profissionais actuais e futuras”, e criando condições para que as famílias com menos recursos possam escolher os estabelecimentos para os seus filhos frequentarem, sem que isso implique aumento de encargos para o Estado.
“Hoje é no mar e na lusofonia que a nossa atenção deve ser focada como áreas de eleição para realizar um projecto de futuro para o país” e para a CPLP, adianta, na mesma linha que o actual Presidente da República vem defendendo.
D. Duarte deixa também o seu apoio expresso à constituição de uma Confederação de Estados Lusófonos, “cuja adesão não comprometeria as alianças regionais existentes” – e exemplifica com o caso de o Reino Unido pertencer à Commonwealth e isso não prejudicar a sua participação na União Europeia, antes a “valoriza”.
PS: Duarte Pio compara, acertadamente, a situação que atravessamos aos tempos da 1ª República.
30 Novembro 2010
Duarte Pio apresenta reflexão estratégica
Publicada por
Joaquim
em
19:57
|
Hiperligações para esta mensagem
Zurueck zum Ursprung
Zurueck zum Ursprung ( de volta às origens)...
No Bundesbank já se estuda a saída do Euro.
Publicada por
Joaquim
em
17:11
|
Hiperligações para esta mensagem
multibanco "sem levantamentos"
Para o economista-chefe do Citigroup, não há volta a dar. Portugal está “insolvente” e terá muito provavelmente de se juntar à Irlanda e à Grécia e pedir ajuda externa.
Neste momento, o pedido de ajuda de Portugal à UE/FMI parece apenas dependente de factores políticos. Quando o Sr. Sarkozy quiser e estiver para aí virado. Não devemos esquecer, contudo, que quanto mais tarde pior.
Publicada por
Joaquim
em
16:07
|
Hiperligações para esta mensagem
multibanco
Publicada por
Ricardo Arroja
em
15:18
|
Hiperligações para esta mensagem
já não há banqueiros
O futuro a curto prazo da banca portuguesa depende do sucesso na redução do défice público, enquanto meio para abrir o acesso aos mercados financeiros externos. Ao mesmo tempo, tal como toda a economia, a banca terá de reduzir a sua dívida, aumentar o capital e contrair a actividade. São as perspectivas gerais do Relatório de Estabilidade Financeira elaborado pelo Banco de Portugal.
PS: Conclusão, a estratégia da banca privada é definida pelo Banco de Portugal.
Publicada por
Joaquim
em
07:43
|
Hiperligações para esta mensagem
29 Novembro 2010
o meu manifesto presidencial
Publicada por
Ricardo Arroja
em
22:30
|
Hiperligações para esta mensagem
porra, negoceiem perdões de dívida!
Publicada por
Ricardo Arroja
em
16:51
|
Hiperligações para esta mensagem
desafiando a História financeira
Publicada por
Ricardo Arroja
em
15:41
|
Hiperligações para esta mensagem
é assim...
O ano de 2011 vai ser o início da mudança radical na realidade do sector da saúde. O corte orçamental superior a 6% sem planeamento, claramente imposto pelas finanças e não por um pensamento estratégico, vai resultar em processos extremamente complexos, conflituosos e que poderão parecer perfeitamente irracionais a nível local. Podem ter alguma racionalidade macro, mas depois as implicações pelo país fora serão difíceis de entender. Não tendo havido um debate alargado entre as várias forças políticas, não havendo um plano para os próximos anos com o que deve ser atingido, em que áreas, sacrificando o quê, concentrando onde, vai ser um processo perfeitamente improvisado num contexto de fragilidade política. Não será a melhor forma de entrarmos na grande mudança do serviço de saúde português. Mas acredito que daqui a quatro anos o sistema será completamente diferente, estará irreconhecível.
Entrevista de PKM ao ionline.
Publicada por
Joaquim
em
10:04
|
Hiperligações para esta mensagem
28 Novembro 2010
resultado do socialismo
PS: É melhor os socialistas começarem a pensar num muro que limite a fuga da população. Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
09:24
|
Hiperligações para esta mensagem
27 Novembro 2010
custa a crer
All of us citizens of Europe have grown up with schoolbooks highlighting the reckless follies of the late 1920s, when a financial system gone mad coupled with miserable state management ushered in the most catastrophic economic collapse in the history of humanity, triggering a chain of events leading to the second World War and the Holocaust.
To many of us, including this commentator, the notion that folly on a near-similar scale would be repeated before our eyes, in our lifetime as responsible adults, in other words on our watch, would have seemed until very recently utterly preposterous.
Via IT
Publicada por
Joaquim
em
10:59
|
Hiperligações para esta mensagem
enfermeras de infarto
O Estado Social também pode ser elegante e, acrescento eu, sexy. Ora tomem lá! Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
09:52
|
Hiperligações para esta mensagem
26 Novembro 2010
aéreos
Publicada por
Ricardo Arroja
em
12:25
|
Hiperligações para esta mensagem
alternativas
Publicada por
Ricardo Arroja
em
11:34
|
Hiperligações para esta mensagem
Cuidado (II)
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:05
|
Hiperligações para esta mensagem
Juros
7,0...7,1...
Ler Mais...
Publicada por
Ricardo Arroja
em
09:43
|
Hiperligações para esta mensagem
luz ao fundo do túnel III
Publicada por
Joaquim
em
07:36
|
Hiperligações para esta mensagem
luz ao fundo do túnel II
O Banco Central Europeu e a maioria dos países da Zona Euro está a instar Portugal a recorrer ao fundo de resgate europeu, avança o "Financial Times Deutschland" na edição de hoje. O objectivo é salvar Espanha.
PS: Não é preciso instar muito. O nosso PM está sempre disposto a "baixar as calças" às instâncias internacionais. O socialismo esfumou o que restava da nossa soberania, mas nunca assumirá quaisquer responsabilidades. A culpa é dos mercados, do capitalismo sem rosto, dos especuladores, dos neocons, já sei: a culpa é do Bush.
Como eu disse num post anterior, a crise terminou, no sentido que terminou a incerteza.
Publicada por
Joaquim
em
07:02
|
Hiperligações para esta mensagem
comichão de honra
"Cavaco Silva fez um partido de consumidores e abdicou da bipolarização", afirma Júdice ao PÚBLICO, qualificando ainda o Presidente como "um grande político, que não é ideólogo, e que olha para a sociedade civil com uma certa suspeição". Entre 85 e 95, com duas maiorias absolutas, o então primeiro-ministro "aumentou o peso do Estado e apresentou-se como um líder autoritário, não permitindo a libertação da sociedade civil, como Sá Carneiro sempre defendera".
Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
06:41
|
Hiperligações para esta mensagem
25 Novembro 2010
now that I'm a Lord, I can voice my opinion
Estamos a criar um sistema em que as classes médias são desencorajadas de procriar porque sai caríssimo. Mas para os dependentes de benefícios há todos os incentivos. Ora isto não é muito sensato.
Lord Howard Fight, poucos dias depois de lhe soltarem a língua.
Publicada por
Joaquim
em
15:55
|
Hiperligações para esta mensagem
ora tomem lá
Publicada por
Ricardo Arroja
em
11:49
|
Hiperligações para esta mensagem
Dilma da Silva? (II)
Publicada por
Ricardo Arroja
em
09:41
|
Hiperligações para esta mensagem
(des)esperança
Publicada por
Ricardo Arroja
em
09:26
|
Hiperligações para esta mensagem
imbecis
Ao contrário do que afirma o FMI, as pessoas não recorrem ao crédito por serem pobres. A esses o sistema financeiro não empresta um tostão. As pessoas recorrem ao crédito quando são solventes e pretendem antecipar o consumo, estando dispostas a pagar um preço por isso (uma taxa de juro).
Se esse preço for baixo, em virtude de políticas expansionistas do banco central, então geram-se bolhas que eventualmente vão rebentar.
Publicada por
Joaquim
em
07:38
|
Hiperligações para esta mensagem
uma greve anedótica
Ontem, dia da greve geral, alguns líderes políticos fizeram questão de sublinhar que os trabalhadores estavam a exercer um direito fundamental, um direito sagrado.
Na minha opinião, tal não é verdade. A greve de ontem foi essencialmente uma greve política e as greves políticas não só não são um direito universalmente reconhecido como são estritamente proibidas em países muito mais democráticos do que o nosso. No R.U., por exemplo, a greve de ontem teria sido ilegal, os sindicatos teriam sido multados e os seus dirigentes responsabilizados judicialmente.
As greves políticas constituem uma anomalia nos regimes democráticos. São um meio de pressão política extra-democrático que procura favorecer interesses particulares de certos grupos profissionais sobre o interesse geral.
Nesse sentido, o apoio que alguns partidos (PCP e BE) deram à greve de ontem constitui uma verdadeira aberração. Estão a apoiar métodos políticos que subvertem as próprias instituições em que esses mesmos partidos estão representados. É uma anedota que diz muito sobre a confusão mental que afecta a "esquerda".
Publicada por
Joaquim
em
07:20
|
Hiperligações para esta mensagem
Ein Volk, ein Reich, ein Führer
"My father, as a Spitfire pilot, fought for freedom against Nazi domination of Europe," Bloom said afterwards. "As an MEP, I will fight against the destruction of democracy across Europe. Schulz is an unrepentant Euro nationalist and a socialist. He wants one currency, one EU state, one EU people. These Euro nationalists are a danger to democracy. These people are fanatics."
Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
06:50
|
Hiperligações para esta mensagem
24 Novembro 2010
outras considerações
Publicada por
Ricardo Arroja
em
11:04
|
Hiperligações para esta mensagem
da greve geral
1. dos funcionários públicos contra os privados.
2. dos apparatchicks contra o lumpen.
3. das EP’s contra as E’s.
4. dos vitalícios contra os precários.
5. dos cotas contra os jovens.
6. dos sindicatos contra o País.
Publicada por
Joaquim
em
10:18
|
Hiperligações para esta mensagem
hoje não vou acompanhar as notícias, prefiro a Carmen
Publicada por
Joaquim
em
08:18
|
Hiperligações para esta mensagem
23 Novembro 2010
para o raio que os parta!
Publicada por
Ricardo Arroja
em
22:49
|
Hiperligações para esta mensagem
problemas estruturais
Publicada por
Ricardo Arroja
em
12:05
|
Hiperligações para esta mensagem
execução orçamental (relatório de Novembro)
Publicada por
Ricardo Arroja
em
09:22
|
Hiperligações para esta mensagem
Cuidado
Publicada por
Ricardo Arroja
em
09:12
|
Hiperligações para esta mensagem
os bravos do pelotão
Publicada por
Ricardo Arroja
em
09:03
|
Hiperligações para esta mensagem
já começou (na Irlanda)
...
The retired Irish Nationwide chief executive and ex-Anglo Irish Bank chairman Sean FitzPatrick were both branded "gangsters" by a TD in a Dail debate. Fine Gael chief whip Paul Kehoe said the bankers were "two of the biggest gangsters ever involved in banking institutions". Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
08:44
|
Hiperligações para esta mensagem
22 Novembro 2010
o comportamento mais racional
Suponhamos que C emprestou dinheiro a I e a P. C está preocupado com a solvência de ambos, mas entretanto a situação com I compôs-se. Um tio rico E, avalizou o empréstimo de I. Qual será o comportamento mais racional de C relativamente a P:
1. Continuar a emprestar dinheiro a P, com um risco crescente.
2. Renegociar o empréstimo de P, aceitando uma perda.
3. Solicitar a P um aval idêntico ao que recebeu de E (no caso de I).
Publicada por
Joaquim
em
20:38
|
Hiperligações para esta mensagem
as afirmações dos PM's
El primer ministro portugués, José Sócrates, salió este lunes en defensa de la economía lusa y pronosticó que superará la crisis sin ayuda.
Prime Minister Brian Cowen has insisted the Irish Republic does not need European Union assistance.
Publicada por
Joaquim
em
19:24
|
Hiperligações para esta mensagem
limpar o buracão

Em suma, no próximo ano, apenas neste conjunto de países, as necessidades de refinanciamento (de dívida bruta) serão superiores à dotação do EFSF. Assim, o objectivo não poderá ser o de crescer em cima daqueles montantes. Pelo contrário, o objectivo tem de ser o de começar a limpar aqueles mesmos montantes. E, pelo caminho, pedir aos técnicos do Banco Central Europeu que, de uma vez por todas, encostem os políticos a um canto e que apurem, com o maior rigor técnico possível, qual é, afinal, o passivo dos bancos na Europa. É que, é sempre bom recordar, estes bancos irlandeses, que agora estão muito aflitos, foram os mesmos que ainda há poucos meses passaram naqueles famosos "stress tests" operados pelos reguladores europeus.
Ler Mais...
Publicada por
Ricardo Arroja
em
18:08
|
Hiperligações para esta mensagem
a verdadeira democracia
Publicada por
Ricardo Arroja
em
17:26
|
Hiperligações para esta mensagem
malditas máquinas
Publicada por
Ricardo Arroja
em
17:01
|
Hiperligações para esta mensagem
a corda vai rebentar
Publicada por
Ricardo Arroja
em
14:29
|
Hiperligações para esta mensagem
tigre celta em ameaça de extinção
Quem beneficia?
A Alemanha, a França e o R.U.
Quem perde? Os irlandeses (e todos os amantes da liberdade).
Publicada por
Joaquim
em
13:30
|
Hiperligações para esta mensagem
21 Novembro 2010
o inimigo público
Sucintamente, que regime seria este, essa democracia directa?
Não tenho isto bem escalpelizado, porque não existe esse regime em nenhum país do mundo. Encaro-o...
É por isso que eu lhe faço a pergunta.
E esse era o argumento dos meus camaradas - diziam: "Mas onde é que tu encontras em qualquer país do mundo esse regime?" Eu dizia: "Não encontro em nenhum, mas fazemos nós!"
Entrevista de Otelo ao DN
PS: + de 30 anos depois a coisa ainda não está bem escalpelizada...
Publicada por
Joaquim
em
09:38
|
Hiperligações para esta mensagem
20 Novembro 2010
o fim dos Estados
O IMF propõe o fim da soberania dos Estados membros da UE em assuntos fiscais e laborais. Centralizar e harmonizar são as palavras de ordem.
Via Telegraph
Publicada por
Joaquim
em
08:21
|
Hiperligações para esta mensagem
19 Novembro 2010
conclusões tardias
E necessário racionalizar os preços, os salários e as pensões - Fidel de Castro
...
É necessário que os preços reflictam a realidade do mercado (racionalizar?), assim como os salários e as pensões - Tribunal de Contas
PS: Fidel demorou 50 anos a chegar a uma conclusão que o TC não levou mais de 30 anos a descobrir.
Publicada por
Joaquim
em
11:29
|
Hiperligações para esta mensagem
o Estado controleiro
O Tribunal de Contas acusa o Ministério da Saúde de condicionar a autonomia das administrações hospitalares.
Parem! Parem e não digam mais nada. Então o governo não condiciona todas as administrações de todas as entidades em que está metido? Seja com posições maioritárias, como nos hospitais EP’s, seja com posições minoritárias, seja com “golden shares”.
Claro que este é um dos maiores problemas da nossa economia, mas não fica bem ao TC fazer de conta que não sabia de nada nem que não conhecia a extensão danosa do problema.
Publicada por
Joaquim
em
07:33
|
Hiperligações para esta mensagem
um clássico
Charles McKay, 1841
PS: Não será difícil demonstrar que os portugueses atravessam um periodo alucinatório (que já leva 30 anos) do qual só irão recuperar lentamente e um a um. Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
06:45
|
Hiperligações para esta mensagem
18 Novembro 2010
as armas e os varões assinalados
Publicada por
Joaquim
em
07:20
|
Hiperligações para esta mensagem
17 Novembro 2010
quem não tem dinheiro...
PS: O que estaria o presidente da CPPT a fumar quando fez estas afirmações? Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
16:37
|
Hiperligações para esta mensagem
16 Novembro 2010
nada optimista
Publicada por
Ricardo Arroja
em
16:09
|
Hiperligações para esta mensagem
a apanhar bonés
Publicada por
Ricardo Arroja
em
11:24
|
Hiperligações para esta mensagem
uma opinião III
Mais um artigo excelente do Telegraph sobre a dívida dos PIIGS. Com algumas citações hilariantes de Teixeira dos Santos:
- Estamos à mercê de forças cósmicas... (tradução livre).
Caro TS, devem ser os "espíritos animalescos".
Publicada por
Joaquim
em
08:11
|
Hiperligações para esta mensagem
15 Novembro 2010
uma opinião (II)
Publicada por
Ricardo Arroja
em
09:00
|
Hiperligações para esta mensagem
uma opinião
Portugal is in worse shape than Ireland. Total debt is 330pc of GDP. The current account deficit is near 12pc of GDP (while Ireland is moving into surplus). Portuguese banks rely on foreign wholesale funding to cover 40pc of assets.
The country has been trapped in perma-slump with an over-valued currency for almost a decade. Successive waves of austerity have failed to make a lasting dent on the fiscal deficit, yet have been enough to sap the authority of the ruling socialists and revive the far-Left.
Former ministers are already talking openly of the need for an EU-IMF rescue. It is hard to see how Portugal could avoid being sucked into the vortex alongside Ireland. Europe and the IMF would then face a cumulative bail-out bill of €200bn or so. That stretches the EFSF to its credible limits.
Via Telegraph
Publicada por
Joaquim
em
06:51
|
Hiperligações para esta mensagem
14 Novembro 2010
contributo cívico
Publicada por
Ricardo Arroja
em
22:54
|
Hiperligações para esta mensagem
Pobres, mas não mal agradecidos
Publicada por
Ricardo Arroja
em
22:33
|
Hiperligações para esta mensagem
as causas do desemprego
Uma funcionária que trabalha numa empresa há cerca de dois anos despede-se por ter conseguido um “emprego melhor”. A gerência pede à contabilidade que lhe tire a conta para saldar os seus compromissos com a referida pessoa.
No post anterior resumo a informação recebida da contabilidade. A pessoa em causa trabalhou 9 dias úteis em Novembro. Tem a receber o valor correspondente a esses 9 dias, o proporcional do subsídio de Natal de 2010 (perfeitamente justo, na minha opinião) e ainda o proporcional do subsídio de férias de 2011 e o proporcional das férias de 2011 (perfeitamente injusto, na minha opinião).
Independentemente do valor que o trabalhador representa para a empresa, penso que este exemplo explica porque é que ninguém contrata ninguém.
Publicada por
Joaquim
em
09:39
|
Hiperligações para esta mensagem
contabilidades
Total: 2.110,89 €
Publicada por
Joaquim
em
09:37
|
Hiperligações para esta mensagem
13 Novembro 2010
juiz coloca Alenquer no mapa
É uma medida radical de contestação e já está a causar polémica. O juiz presidente do tribunal de Alenquer decidiu trabalhar menos, porque vai passar a ganhar menos.
Afonso Dinis Nunes fez as contas e percebeu que as medidas de austeridade lhe vão retirar 600 euros por mês da carteira. E se vai ter menos salário, vai apresentar menos trabalho.
O juiz decidiu trabalhar menos duas horas por dia, menos 44 horas por semana, menos quatro dias e meio por mês. Em suma, menos 46 dias de trabalho por ano.
«O signatário terá forçosamente de reduzir (de modo a possibilitar que o seu agregado familiar honre os compromissos financeiros anteriormente assumidos) o seu horário de trabalho (extraordinário e não remunerado) em cerca de duas horas diárias», pode ler-se nos despachos que enviou aos advogados.
Publicada por
Joaquim
em
14:41
|
Hiperligações para esta mensagem
mas os cortes estão à vista II
Camas hospitalares para tratamento de doentes agudos:
Portugal - 2,8 camas / 1000 habitantes = 28.000 camas
Espanha - 2,5
Conclusão: Podem ser encerradas 3.000 camas hospitalares, sem prejuízo da qualidade. Este facto é mais relevante devido ao desenvolvimento da cirurgia ambulatória.
Publicada por
Joaquim
em
08:48
|
Hiperligações para esta mensagem
12 Novembro 2010
catolicismo, conservadorismo & socialismo
Nem todos os conservadores são católicos mas todos os verdadeiros católicos são conservadores. Julgo que este princípio não necessita de qualquer explicação.
Um socialista, por outro lado, nunca pode ser um bom católico porque o socialismo está nos antípodas do catolicismo.
Publicada por
Joaquim
em
20:28
|
Hiperligações para esta mensagem
aleluia
Publicada por
Ricardo Arroja
em
19:41
|
Hiperligações para esta mensagem
no terreno
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:35
|
Hiperligações para esta mensagem
o génio de Laffer
Se o governo pagar a quem não trabalha e taxar quem trabalha, será assim tão difícil de compreender porque é que o desemprego é tão alto?
Via WSJ - Artigo de Arthur Laffer, o homem da curva.
Publicada por
Joaquim
em
08:04
|
Hiperligações para esta mensagem
erros capitais
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, Jorge Ortiga, erra quando clama por medidas que “ponham cobro à atribuição de remunerações, pensões e recompensas exorbitantes, ao lado de pessoas a viver sem condições mínimas de dignidade”.
1. Erra porque a redistribuição dessa riqueza não melhoraria as condições de vida de ninguém.
2. Erra porque a economia não é um jogo de soma zero. O esforço dos melhores, devidamente recompensado, cria riqueza para todos.
3. Erra porque, se aceitarmos que 1 e 2 são pressupostos verdadeiros, as referidas afirmações apenas incentivam a inveja. Um pecado capital.
4. Erra porque o esbulho fiscal do património dos ricos nunca irá parar ao bolso dos pobres.
5. Erra porque o assalto à propriedade privada constituí uma ameaça à vida. Daí que o roubo seja outro pecado capital.
6. Por fim, erra porque nada impede os que têm mais de ajudar os que têm menos, chama-se a isso caridade – uma das maiores virtudes Católicas. A CEP pode e deve dirigir-se directamente aos ricos e solicitar-lhes apoio para as suas obras sociais. Animar o verdugo responsável pela miséria do País a castigar ainda mais, não me parece de todo sensato.
Publicada por
Joaquim
em
07:06
|
Hiperligações para esta mensagem
soma zero
As pessoas, mesmo que façam bom trabalho e tenham bons resultados, não poderão ter pensões, remunerações ou recompensas exorbitantes” que retirem a possibilidade de “dar dignidade a outras pessoas”, disse.
Jorge Ortiga (via Insurgente)
As remunerações meritocráticas (bom trabalho e bons resultados...) não prejudicam ninguém. Pelo contrário, elevam as perspectivas de todos.
Publicada por
Joaquim
em
06:37
|
Hiperligações para esta mensagem
11 Novembro 2010
contra os canhões marchar, marchar
Publicada por
Ricardo Arroja
em
17:39
|
Hiperligações para esta mensagem
luz ao fundo do túnel
A crise terminou. Terminou no sentido em que já não comporta incertezas. A UE vai telegovernar Portugal via FMI, Sócrates está de malas aviadas e o partido socialista prepara-se para a travessia de um deserto com muito poucos oásis.
O corte na despesa que nos vão impor vai provocar uma profunda recessão económica que poderá ultrapassar os 5% do PIB. O desemprego vai rondar os 20% (embora nos dados oficiais possa não passar dos 14 ou 15%). Alguns grandes bancos poderão voltar para as mãos do Estado ou serem vendidos ao estrangeiro e as empresas que vivem à mesa do orçamento vão ter de ir depenicar noutras gamelas (Angola, talvez?).
Os portugueses vão começar a cair na real, vão arregaçar as mangas e fazerem-se à vida, como sempre fizeram ao longo dos séculos. Uma coisa, porém, vai mudar, pelo menos para a próxima geração – nunca mais vão querer ouvir falar de social-democracia, de socialismo ou de comunismo.
Creio que podemos vislumbrar uma luz ao fundo do túnel. Pelo menos o cancro foi identificado, está em vias de ser extirpado e o “doente” tem um óptimo prognóstico. Em vez de serem os governantes a mendigar que os deixem trabalhar, vão ser os portugueses a exigir que os deixem em paz.
Não há mal que nunca acabe!
Publicada por
Joaquim
em
11:59
|
Hiperligações para esta mensagem
sinais do tempo
Publicada por
Ricardo Arroja
em
11:25
|
Hiperligações para esta mensagem
até ao dia...
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:16
|
Hiperligações para esta mensagem
virar a página
Publicada por
Joaquim
em
09:38
|
Hiperligações para esta mensagem
a couple of freaks
No Público de hoje, um “casal” internacional de académicos debita um conjunto de opiniões que me levou a pensar se não estaria a ler o Inimigo Público. Os simpáticos humoristas freakonómicos, o João e o Nuno, propõem o seguinte:
1. Face à ameaça de uma reestruturação da dívida organizada pelos nossos credores, apontada como causa do recente aumento das taxas de juro, Portugal (...) deve responder com a ameaça de uma reestruturação da dívida por si organizada.
2. Suspensão das exigentes regras do mercado interno europeu por forma a permitir ajudas aos sectores inovadores nacionais.
3. Protecção face às importações.
Ahahahahahah. Só mesmo do meio académico é que podiam surgir estas ideias. O João e o Nuno consideram-se economistas e investigadores universitários mas na realidade não passam de ladrões de bicicletas.
Publicada por
Joaquim
em
09:20
|
Hiperligações para esta mensagem
10 Novembro 2010
a peregrinação
As peregrinações nunca são apenas uma viagem. São mais uma caminhada espiritual, uma aventura interior.
Chesterton considerava que as aventuras, pela sua própria natureza, são eventos que vêm ao nosso encontro. São “coisas” que nos escolhem, não são “coisas” que nós possamos escolher. Nesse sentido, todas as peregrinações encerram em si o milagre de terem escolhido o peregrino.
A peregrinação do PA a Fátima é a continuação de uma viagem espiritual que temos tido o privilégio de acompanhar. Um privilégio que nos desafia a vivermos em pleno as aventuras que Deus nos venha a conceder.
Aqui fica um abraço amigo para o PA e os meus votos de uma boa “caminhada”.
Publicada por
Joaquim
em
18:40
|
Hiperligações para esta mensagem
6,806%
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:52
|
Hiperligações para esta mensagem
um grão de areia na engrenagem
O autor apenas se esqueceu de mencionar que as mulheres-ampulheta também são mais apetecíveis para as páginas centrais da Playboy e para alguns calendários, uma informação útil para muitas professoras com ambições. Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
06:25
|
Hiperligações para esta mensagem
09 Novembro 2010
incompreensível
Publicada por
Ricardo Arroja
em
16:22
|
Hiperligações para esta mensagem
flexibilidade inflexível
A partir de Janeiro do próximo ano, o sistema de saúde dos funcionários públicos deixará de ser obrigatório e passará a ser voluntário. Significa isto que os actuais funcionários públicos que beneficiam da ADSE (Direcção-Geral de Protecção Social dos Funcionários e Agentes do Estado) podem "a todo o tempo" deixar o sistema e que os novos funcionários já não serão obrigados a inscrever-se.
A mudança está prevista numa proposta de decreto-lei ontem enviada aos sindicatos e faz com que a ADSE passe a funcionar como um seguro de saúde, cabendo a cada funcionário decidir se quer ou não beneficiar do sistema que comparticipa consultas, cirurgias e medicamentos.
No artigo 17.º da proposta a que o PÚBLICO teve acesso prevê-se que "os beneficiários podem, a todo o tempo, renunciar a essa qualidade" e acrescenta-se que essa "renúncia tem natureza definitiva" e impossibilita uma nova inscrição. Além disso, os beneficiários podem optar por outros sistemas de protecção de saúde integrados na administração pública, desde que o cônjuge ou pessoa a viver em união de facto dele beneficie. Mas também neste caso a decisão será irreversível. Já os novos funcionários terão seis meses, contados a partir do momento em que entram para a função pública, para se inscrever na ADSE.
Via Público
PS: Escusado será dizer que nenhum funcionário público vai abandonar a ADSE, porque essa decisão seria definitiva. Por outro lado, quem entrar de novo para a função pública não vai deixar de se inscrever na ADSE porque se não o fizer nos primeiros seis meses nunca mais o poderá vir a fazer. Conclusão: tudo ficará na mesma devido à inflexibilidade desta medida de flexibilização.
Publicada por
Joaquim
em
11:55
|
Hiperligações para esta mensagem
separar as árvores da floresta (III)
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:54
|
Hiperligações para esta mensagem
separar as árvores da floresta (II)
Publicada por
Ricardo Arroja
em
09:25
|
Hiperligações para esta mensagem
qual é o significado da palavra significado?
Publicada por
Ricardo Arroja
em
08:59
|
Hiperligações para esta mensagem
08 Novembro 2010
separar as árvores da floresta
Publicada por
Ricardo Arroja
em
22:54
|
Hiperligações para esta mensagem
no fio da navalha
Publicada por
Ricardo Arroja
em
15:42
|
Hiperligações para esta mensagem
a reboque
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:13
|
Hiperligações para esta mensagem
"O errático Passos Coelho" (*)
Publicada por
Ricardo Arroja
em
09:12
|
Hiperligações para esta mensagem

























