29 abril 2016

24º

26 abril 2016

IDH

O Índice de Desenvolvimento Humano calculado pela ONU é o índice sintético mais utilizado para medir e comparar o desenvolvimento dos países. Foi calculado pela primeira vez em 1975 (normalmente, é calculado com dados estatísticos dos dois últimos anos, neste caso 1973, 1974).

Nesse ano existiam apenas 23 países com um IDH superior a Portugal (o IDH de 1975 não está calculado para a Alemanha, mas considerei ser superior ao de Portugal). Portanto, o Estado Novo deixou Portugal como o 24º país mais desenvolvido do mundo.

Em 2015 Portugal era o 43º país mais desenvolvido do mundo, segundo o mesmo indicador.

A ideia de que o Estado Novo deixou Portugal como um país de pobrezinhos e coitadinhos é um mito. A democracia partidária é que o está a deixar.

O regime do Estado Novo era uma máquina impressionante de crescimento económico, como não houve igual desde que há registos económicos.

cultura católica de sucesso

25 abril 2016

"A intimidação resultou"

Uma das grandes vantagens do regime político cuja inauguração hoje se comemora foi o facto de deixar de haver censura.

21 abril 2016

Um processo

Aquilo que conduziu à minha celebridade recente é um processo e não um evento, que durava quase  há dois anos. .

Este é um episódio decisivo nesse processo: os fascistas e os nazis são socialistas.


...e fuja

Em relação ao post em baixo do Joaquim, penso que o maior êxito da propaganda socialista do post-Guerra, em todas as suas variantes desde o socialismo democrático ou social democracia até ao comunismo, foi a de fazer passar à população a ideia de que o socialismo não tinha nada que ver com o Hitler e com o nazismo. E menos ainda com o fascismo.

Que o socialismo era de esquerda, enquanto o nazismo e o fascismo eram de direita.

Quando a verdade até uma criança a podia ver. O partido nazi chamava-se Partido Nacional-Socialista. Era o socialismo nacionalista alemão. Quanto ao fascismo era o socialismo nacionalista italiano (Mussolini era um socialista dissidente do Partido Socialista Italiano). Tudo pertencente à família socialista.

Que o socialismo põe uns contra os outros até ao ponto da violência, não há dúvida: tem no Partido Nacional Socialista o seu paradigma.

(Mas não diga nada a ninguém. O lema hoje em Portugal é "Diga a verdade e fuja")

socialistas

20 abril 2016

virilidade suficiente

O BCE considera que o sistema de supervisão bancária de Angola não tem qualidade. Assim, ordenou ao BPI, que tem uma exposição substancial em Angola (através do Banco de Fomento de Angola, de que é o acionista maioritário) que reduzisse a sua exposição a este mercado.

Foi assim que tudo começou.

Antes de prosseguir, convém dizer que em Angola onde, segundo o BCE, o sistema de supervisão bancária não tem qualidade, não há bancos falidos. Pelo contrário, na UE, onde o sistema de supervisão bancária tem alegadamente muita qualidade - ele é presidido pelo BCE e executado pelos bancos centrais nacionais - há vários bancos falidos e outros em vias de falência. Só em Portugal existem quatro casos consumados.

Os dois accionistas principais do BPI (a Santoro Finance de Isabel dos Santos e o CaixaBank da Catalunha) foram chamados para resolver o problema.

Não chegaram a acordo.

Em consequência, o Governo fez uma lei à medida, que o PR prontamente promulgou, na prática entregando o BPI ao CaixaBank, que poderá sozinho resolver o problema (v.g., vendendo parte da posição do BPI no BFA), pelo caminho depreciando a posição da Santoro Finance de Isabel dos Santos.

No final do processo:

1) O BPI fica com menos negócio em Angola (numa altura de enorme fragilidade dos bancos portugueses).
2) O BPI fica nas mãos do CaixaBank (meses depois de o Banif ter ficado nas mãos do Santander).
3) Portugal arranja um conflito com Angola.

Não apareceu ninguém neste processo a defender o BPI e Portugal. Teria de ser um Ministro das Finanças, um Primeiro-Ministro ou um Presidente da República, de preferência todos juntos,  com a virilidade suficiente para dizer ao BCE: Não!

PS. Imagine-se que tinha sido uma autoridade de supervisão nacional (Banco de Portugal ou CMVM) a impor aquela obrigatoriedade ao BPI. Metade do país opinativo ter-se-ia levantado contra, incluindo muitos governantes, e nada iria para a frente. Mas como a imposição veio de fora, ajoelharam todos.

19 abril 2016

o martírio da ridicularização

A expressão foi criada pelo Papa Bento XVI, em 2010, em Londres.

perguntam

Ainda perguntam?

PA
(Em preventiva nos calabouços da PJ do Porto)