30 julho 2015

o conselho da revolução

“Estamos hoje a lutar mais por Abril e pela liberdade do que tantos outros”.
“Nestes 4 anos fomos nós a defender o estado social do socialismo”, reivindicou Passos Coelho.
“Se conseguimos em 4 anos defender o Estado Social, imaginem como não poderemos nos próximos 4 levar mais longe a aposta na educação, na valorização das pessoas, no conhecimento, na saúde, no social”.

Comentário: Na minha opinião, este discurso cheira a mofo, cinismo e hipocrisia. Por favor, não me eduquem, não me valorizem, não me deem conhecimentos, não me tratem da saúde, não me deem apoios sociais. Não me saquem dinheiro para me fornecer serviços que eu posso comprar no mercado, mais baratos e melhores. Deixem-me viver a minha vida e ser livre.

29 julho 2015

como é que não pensamos nisto?

Grécia impõe limites de preços para contornar subida do IVA

todos os homens estão subordinados às mulheres

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What I’m saying is that male sexuality is extremely complicated, and the formation of male identity is very tentative and sensitive–but feminist rhetoric doesn’t allow for it. This is why women are having so much trouble dealing with men in the feminist era.  They don’t understand men, and they demonize men. They accord to men far more power than men actually have in sex.  Women control the sexual world in ways that most feminists simply don’t understand.
My explanation is that second-wave feminism dispensed with motherhood. The ideal woman was the career woman–and I do support that. To me, the mission of feminism is to remove all barriers to women’s advancement in the social and political realm–to give women equal opportunities with men. However, what I kept saying in “Sexual Personae” is that equality in the workplace is not going to solve the problems between men and women which are occurring in the private, emotional realm, where every man is subordinate to women, because he emerged as a tiny helpless thing from a woman’s body. Professional women today don’t want to think about this or deal with it.
The erasure of motherhood from feminist rhetoric has led us to this current politicization of sex talk, which doesn’t allow women to recognize their immense power vis-à-vis men. When motherhood was more at the center of culture, you had mothers who understood the fragility of boys and the boy’s need for nurturance and for confidence to overcome his weaknesses. The old-style country women–the Italian matriarchs and Jewish mothers–they all understood the fragility of men. The mothers ruled their own world and didn’t take men that seriously.  They understood how to nurture men and encourage them to be strong–whereas current feminism simply doesn’t perceive the power of women vis-a-vis men.  But when you talk like this with most men, it really resonates with them, and they say “Yes, yes! That’s it!”
PS: Todos os homens estão subordinados às mulheres, porque nascem como uma coisa minúscula e indefesa do corpo de uma mulher.

é necessário

... é necessário um sentido de ambivalência da existência humana. A realidade não é só preta ou branca.

Camille Paglia

28 julho 2015

preso político ou político preso - vai ser difícil decidir

Supremo pede levantamento da imunidade parlamentar

13

“This is big”, digitou o presidente dos EUA, no Facebook, rede social que escolheu para partilhar a notícia que gostou de ler: várias empresas norte-americanas vão, em conjunto, investir mais de 126 mil milhões de euros em medidas para reduzir a sua pegada de carbono no planeta. E entre elas há gigantes como a Apple, a Google e a Microsoft.
... a notícia dá conta das 13 empresas que, esta segunda-feira, vão à Casa Branca, em Washington, para anunciarem o investimento. Além das três já mencionadas, as outras nove entidades são: Bank of America, General Motors, Cargill, Alcoa, Wal-Mart, United Parcel Service, Coca-Cola e PepsiCo.
Comentário: Nada é o que parece. Todas estas empresas dependem, em grande medida, das políticas do Sr. Obama e, portanto, poderão vir a beneficiar de contrapartidas significativas por este gesto que vai ao encontro da política oficial da Casa Branca. Ver também esta notícia.

26 julho 2015

efetivo genocídio*

Não se pode comparar o roubo de cêntimos com o desvio de milhares de milhões que tem a consequência de um efetivo genocídio (suicídios de insolventes da classe média, morte de doentes por cirurgias adiadas e falta de dinheiro para comprar fármacos e ir a consultas médicas, abortos por falta de condições financeiras), além de famílias destroçadas, fome, abandono de instrução, pobreza, perda de bem-estar, emigração.

Do Portugal Profundo

*Genocídio - geralmente é definido como o assassinato deliberado de pessoas motivado por diferençasétnicas, nacionais, raciais, religiosas e, por vezes, sócio-políticas (ver: engenharia social). O objetivo final do genocídio é o extermínio de todos os indivíduos integrantes de um mesmo grupo humano específico. Existe controvérsia entre vários estudiosos, quanto ao fato de se designar ou não, como genocídio os assassinatos em massa por motivos políticos. O genocídio é um tipo de limpeza étnica.

analfabetismo motor

Prof. da FMH (Faculdade de Motricidade Humana) descobre nova doença que tem carácter epidémico entre os 3 os 12 anos. Felizmente o Prof. tem remédio para esta enfermidade: saltar ao pé coxinho e à corda.

25 julho 2015

vem aí um novo Maio de 68?
























Telegraph

Caminha hoje



prisão preventiva domiciliária

RICARDO SALGADO

Comentário: Tinha apostado que o DDT iria de cana até ao final de Setembro. Ganhei! Já está preso preventivamente, se bem que em prisão domiciliária.

24 julho 2015

a influência nefasta do comunismo

How communism has influenced Greece’s history
Communism and radical leftism have a long historic narrative in Greece. When the Soviet Union suddenly collapsed after failing to deliver its promised “Communist dreamland,” it surprised almost everyone. But Greece never fully realized this fall’s significance. Nostalgia about a communist utopia persisted in the minds of some citizens, and this underlying narrative has cultivated an attachment with Russia over the years. NATO, the European Union and the United States, on the other hand, were often demonized.
The Greek people are now suffering because the government has continued to implement Communist-like policies. A huge leviathan state with strong trade unions, nationalized industries, barriers to business freedoms and a massive corrupt bureaucracy have all diminished wealth creation in the country.
Comentário: O mesmo em Portugal, os portugueses não compreenderam o significado do colapso da União Soviética. E não tiraram as respetivas ilações.

a good deal

...
But the conventional wisdom is likely to be proved wrong. The deal between Greece and the European authorities is actually a good one for both sides. Rather than marking the beginning of a new phase of the euro crisis, the agreement may be remembered as the culmination of a long series of political compromises that, by correcting some of the euro’s worst design flaws, created the conditions for a European economic recovery.

Anatole Kaletsy

a tragédia grega

Perdoem-me o título um pouco estafado mas é o que melhor se encaixa nesta breve história da Grécia contada pelo Taki.
Um excerto:
...
Two men dominate the post-colonel period: Constantine Karamanlis and Andreas Papandreou. Both men started their own political parties, New Democracy for the former, PASOK for the latter. Karamanlis was center-right, Papandreou center-left. Both got very rich in office, and both corrupted the patronage system to the maximum. Then Karamanlis, a man I knew very well, and one who had benefited from my father’s largesse only to turn against him once he was no longer needed, had a brilliant idea. He proposed to the powers of the EEC, as it was then called, to allow Greece to join the then six nations, thus ensuring no ambitious colonel would try to grab power by force of arms. The EEC welcomed us with open arms. European money began to flow into a poor country whose main exports were olives and fruit and whose economy was based on tourism and shipping.

In 1981, the established EU Greek nation decided to swing left. Andreas Papandreou came into office and a real Greek upheaval took place. Papandreou established a core constituency of voters by enriching them for life. The trick was an easy one. Tony Blair tried it years later. Close to 25 percent of Greeks were employed by the state, with pensions worthy of far, far richer nations, and leaders of civil unions enjoying double or triple pensions for retiring at age 50. With 25 percent of the electorate in his pocket for life, Papandreou then proceeded to nationalize industries, milk the EU treasury, and flirt with Middle Eastern dictators. He personally became very rich, and even divorced his American wife for a very generously endowed airline hostess he met while flying to an EU meeting who went by the nickname Mimi Big Tits. He married Mimi, survived all sorts of riots against his corrupt policies, and finally expired, his face buried in Mimi’s bosom. After his demise she became a nonperson, as in Stalinist societies. Both Karamanlis and Papandreou were succeeded by their nephew and son, respectively, becoming prime ministers—which illustrates a certain lack of imagination on the part of a battered electorate. Then came the 2004 Athens Olympics and the crowning of Greece as a rich, modern European nation covered in glory. The Greek state spent like there was no tomorrow. And, as it turned out, there was not.

Taki

os maiores empregadores

De acordo com um estudo do World Economic Forum, divulgado pela "Forbes", o maior número de empregados do mundo trabalha para Departamento de Defesa norte-americano: qualquer coisa como 3,2 milhões de pessoas.
Só em 2º lugar surge o Exército de Libertação do Povo, da China, que dá emprego a 2,3 milhões de pessoas.
A Walmart e a McDonald's (incluindo os franchises) vêm na 3ª e 4ª posições, com 2,1 e 1,9 milhões de empregados, respectivamente.
Surpreendentemente, o Serviço Nacional de Saúde (NHS) britânico surge no 5º lugar, com 1,7 milhões de empregados - mais do que os caminhos-de-ferro indianos e as forças armadas indianas.
Em 6º lugar aparece a China National Petroleum Corporation, com 1,5 milhões, em 7º a State Grid Corporation of China, também com 1,5 milhões, em 8º a Indian Railways, com 1,4 milhões, em 9º as Forças Armadas Indianas, com 1,3 milhões, e em 10º a Hon Hair Precision Factory (Foxconn), de Taiwan, com 1,2 milhões.