"Os pais fundadores da UE, o francês Robert Schumman (nascido no Luxemburgo), o alemão Konrad Adenauer e o italiano Alcide de Gaspieri - todos católicos que falavam alemão (...)"
(Philipp Bagus, A Tragédia do Euro, Lisboa: Actual, 2011, p. 30).
31 Janeiro 2012
todos
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não acreditava nada
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um propagandista
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quem paga?
Quem paga o orçamento do Banco de Portugal? São os "contribuintes", em sentido lato. São os milhões de clientes dos bancos a quem estas entidades passam a factura dos custos que têm com o regulador.
Deste modo, as receitas do Banco de Portugal são públicas e bem públicas. Deixemo-nos de tretas.
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Joaquim
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terceiro mundo
Banco de Portugal tem quinta com cavalos em Caneças, onde os filhos dos funcionários podem aprender equitação e os próprios trabalhadores da entidade reguladora nacional têm condições para gozar alguns dos seus momentos de lazer. O local acolhe também sessões de formação (1) bem como reuniões mais restritas da administração e entre esta e os seus directores.
1) A arte de bem montar toda a sela.
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Joaquim
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30 Janeiro 2012
Perdem sempre
Estes homens decidem dirimir a sua divergência por debate intelectual. Quem vai prevalecer, quem tem razão no debate, quem possui a verdade?
Em princípio, será o católico. (Pelo contrário, se eles decidissem resolver a questão pela violência, em princípio ganharia o protestante).
Os protestantes separaram-se da comunidade universal (literalmente, igreja católica) e, portanto, do mundo. Separaram-se com uma atitude de superioridade moral, de que a comunidade universal (igreja católica) estava corrompida nas suas práticas e nas suas tradições. Não lhes interessava mais a comunidade universal (igreja católica), interessava-lhes apenas a sua comunidade local que eles iriam construir de novo e em forma pura e cristã. Não olhariam para o lado porque não tinham nada a aprender com tudo aquilo que existia à sua volta - a comunidade universal.
Assim surgiram as seitas protestantes - o luteranismo, o calvinismo, o anglicanismo, que mais tarde, sob os mesmos argumentos, se subdividiram em milhares de outras seitas.
O que é que caracteriza o espírito de seita? Em primeiro lugar e acima de tudo, a sua estreiteza de espírito, a sua obstinação em não olhar para o lado, a sua determinação em levar por diante o seu projecto até o fim, à revelia do mundo que considera corrompido.
O homem educado na cultura protestante é um homem assim, é um homem estreito de espírito, determinado e com um objectivo a atingir. O seu espírito é como uma avenida, que por mais larga que seja, é sempre estreita em relação ao mundo, e uma avenida que desemboca num largo sem saída. Quem garante que esse largo se chama o Largo da Verdade? Ninguém. Só por acaso se chamará assim.
Pelo contrário, o espírito de um homem educado na cultura católica é diferente, é um espírito aberto, universal, é um espírito que contempla o mundo. Ao contemplar o mapa do mundo, ele acaba por saber onde fica o Largo da Verdade e todas as ruas e atalhos que a ele conduzem.
O espírito protestante é um espírito de homem, fixo, determinado, fechado, que só olha para a frente, e por isso a cultura protestante é uma cultura masculina. Pelo contrário, o espírito católico é um espírito de mulher, aberto, amplo, flexível, que olha em todas as direcções, para a frente, para trás e para os lados, e por isso a cultura católica é uma cultura feminina.
Naquele seu percurso fixo, pré-deterrminado, sempre em frente, só por sorte o protestante chega ao Largo da Verdade. O católico, pelo contrário, antes de partir já viu o mapa todo, já localizou o Largo da Verdade, e quando avança é para lá chegar de certeza, e até escolhe o caminho.
O católico vai ganhar o debate, é ele que chega à Verdade. E isso explica porque é que os protestantes se recusam a debater com os católicos. Perdem sempre. Na melhor das hipóteses - se tiverem sorte - empatam, isto é, estão de acordo.
Significa isto que a Verdade está com as mulheres, é um atributo das mulheres, e não dos homens? Sim, também significa isso, a Verdade é um atributo feminino.
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Pedro Arroja
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Cerca de meio milhão de portugueses não tem actualmente médico de família, revelou hoje a ministra da Saúde, Drª Ana Jorge. Janeiro de 2011
Dois milhões de utentes fantasmas. Janeiro de 2012
Ou seja, se eliminarmos os doentes fantasma, todos os portugueses podem ter médico de família e ainda sobram vagas para mais 1,5 milhões. É altura de devolvermos os médicos cubanos ao remetente, digo eu.
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Joaquim
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19:42
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fui eu que matei
Escrevi também que foram vários os pequenos episódios que ao longo de muitos anos me levaram a esta conclusão. Mencionarei aqui três deles.
O primeiro - apenas pela ordem por que é mencionado - ocorreu quando me apercebi que na reunião fundadora da Mont Pelerin Society - uma espécie de Meca do liberalismo moderno - no final dos anos quarenta, o economista F.A. Hayek sugeriu que a organização se chamasse The Tocqueville-Acton Society. Ludwig von Mises e Frank Knight opuseram-se prontamente à ideia dizendo que não queriam dar à organização o nome de dois católicos aristocratas. A oposição triunfou. A sua mensagem era clara: "Tudo menos católicos", o que numa organização liberal não deixava de ser uma ironia.
A segunda ocorreu há dois ou três anos. O jornal britânico The Telegraph publicou um artigo acerca de um assunto cujos detalhes eu já não estou bem recordado, talvez a excomunhão ou outro castigo imposto a um padre da Igreja Católica. O articulista aproveitou a oportunidade para recordar a falta de liberdade que tradicionalmente existia na Igreja, a qual ele estendia também aos países de tradição católica.
Eu fui à caixa de comentários dizer que a excomunhão do padre, ou lá o que era, não reflectia nenhuma falta de liberdade na Igreja. O padre tinha-se comprometido voluntária e solenemente a obedecer e a respeitar uma doutrina e uma instituição. Não podia agora vir falar contra ela. Aquilo que o episódio reflectia era irresponsabilidade por parte do ex-padre, não falta de liberdade na Igreja.
E, logo de seguida, pondo por baixo do meu nome o país de onde escrevia, submeti um outro comentário em que dizia que não, que em Portugal, sendo embora um país católico, não havia falta de liberdade nenhuma, talvez houvesse era excesso. Por exemplo, apesar de católico, Portugal ainda recentemente tinha tido um Chefe de Estado que era judeu. Em Inglaterra é que era diferente, um homem nascido católico estava proibido de ser Chefe de Estado, ou sequer primeiro-ministro. O comentário nunca saiu publicado.
O terceiro episódio é mais recente e tem a ver com este post. Eu cheguei lá através de um comentário da Elisabete Joaquim que escreve para O Insurgente, e onde ela me mencionava - o que, sendo raro, embora devido, aproveito para lhe agradecer. Comecei por notar a forma perfeitamente católica como ela se exprimia, começando por dizer: "Nós em Portugal também temos um autor...". Primeiro, falando no plural, ela estava a exibir o sentido comunitário que é próprio da sua cultura católica; segundo, ao anunciar que nós cá também temos disso, alguém que se ocupa das teses do Max Weber, ela exprimia o universalismo católico; finalmente, depois de apresentar a minha posição acerca do assunto, imediatamente se demarcou dela - uma manifestação típica de personalismo católico.
O autor do post é um académico americano (por ser estrangeiro, eu dei-lhe imediatamente mais importância) e o tema interessava-me muito. De maneira que fui à caixa de comentários contribuir para a discussão com um artigo que apresentara há cerca de ano e meio numa conferência numa Universidade Pontifícia em Roma. Nos dias seguintes fui lá ver se a discussão continuava, desejoso de participar. Mas não. Tudo o que obtive da parte do autor do post foi um agradecimento e a menção de um parágrafo do meu artigo que, sendo parte da Introdução, era marginal ao tema central. A discussão morreu ali. Fiquei decepcionado.
Hoje, estou convencido - a evidência assim sugere - que fui eu que matei o debate, que assim terminou inconclusivo. Um católico entrou em campo e o jogo terminou. Por que será, por que será que os protestantes se recusam a jogar com os católicos em campo?
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Ciclo 24
Daria vontade de rir, se este embuste não fosse trágico. Ler Mais...
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29 Janeiro 2012
deserta
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uma maneira de ser
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Alerta II
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Alerta I
PS: Aparentemente (pesquisa na net), as próteses PIP vendiam-se em duas versões. Uma boa para as clínicas de luxo, com silicone de qualidade médica, a 650,00 € e uma genérica (que a PIP chamava "household"), com silicone industrial, a 165,00 €. O NHS terá comprado destas últimas. Ler Mais...
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28 Janeiro 2012
conciliadores
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a imaginação católica
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o livro de cheques
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por questões de saúde
Estudo patrocinado pela indústria dos lacticíneos? Ler Mais...
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Facebook presentará su OPV el miércoles con una valoración entre 57.000 y 76.000 millones.
Troika: empréstimo de 78 mil milhões de euros.
2 notícias que revelam tudo: o capitalismo cria valor, o socialismo destrói valor.
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entrevista excelente
A liderança da Igreja tem de ser "menos classe média". E eu acrescentaria, qualquer liderança tem de ser "menos classe média".
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27 Janeiro 2012
Tourist Information Office
A primeira e, talvez, a mais importante, é a sua propensão comunitária que os leva a viverem todas as questões da vida em grupo (comunidade), e a que me referi extensivamente em posts mais recentes.
Mas existem outras. Logo no parágrafo inicial, a Cristina Keller, nas indicações que fornece ao JCD acerca de como proceder assim que chegasse a Portugal, introduz os taxistas do aeroporto como um bando de ladrões. Ainda por cima a coisa é dita a um turista que visita pela primeira vez o país e oriundo de uma cultura protestante, cujo espírito é propenso às generalizações. Se os taxistas do aeroporto são ladrões, porque é que os outros hão-de ser diferentes? E se todos os portugueses que são taxistas são, afinal, ladrões, porque é que os outros portugueses, que não são taxistas, não serão também ladrões? Conclusão: todos os portugueses são ladrões. Nada de mais produtivo para promover o turismo em Portugal.
A figura do José da Silva (Zeca) é talvez aquela que reune o maior número de características culturais portuguesas e católicas. Ele celebra os acontecimentos importantes em grupo (comunidade) e faz parte de uma família de 11 pessoas que veio expressamente de Torres Vedras. Era um dia de semana, aquele dia 23 de Abril, e ele pediu ao patrão que lhe desse a manhã para ir esperar o primo Leonel ao aeroporto (ele que experimentasse fazê-lo na Alemanha...).
A sua solicitude, a raiar a subserviência, para ajudar o próximo - especialmente se fôr estrangeiro - é enorme. Ele não consegue resolver o problema do JCD, mas rapidamente recorre a um familiar, que é assim desviado daquilo que estava a fazer. Chama o cunhado, de nome Chico. E como se o cunhado também não conseguisse resolver o problema, ele pega pelo braço de um açoreano que ia a passar com malas pesadíssimas nas mãos e desejoso de chegar ao seu destino.
A humildade, por vezes a falta de auto-estima ou o sentimento de incapacidade, que é característico de um povo de cultura católica, também está presente na personalidade do Zeca, e esse sentimento é produzido pelas mulheres. Quando a mulher se aproxima e se dirige a ele e ao irmão, basta-lhe uma frase aparentemente inócua - "Mas então vocês não conseguem ajudar o rapaz?" -, mas carregada de sentido - "Mas que raio de homens é que vocês são?" - para pôr os homens numa atitude defensiva. O Zeca torna-se imediatamente justificativo dizendo que ela sabe que ele de línguas não percebe nada, só das de vaca, e desde que sejam cozinhadas por ela - esta é também a maneira de a aplacar.
E desfere, em seguida, um golpe de morte sobre o cunhado, ao mesmo tempo que continua a justificar-se perante a mulher - "... o teu irmão é que tem a mania que sabe falar em estrangeiro...", reflectindo a pequena inveja que é própria de uma cultura fortemente comunitária. O Chico tinha a reputação - única na família - de saber falar estrangeiro. Com aquela pequena frase, como quem não quer a coisa, o Zeca manchou-lhe a reputação para sempre. Nessa altura, o Chico vai aos arames e com razão, porque a sua reputação de saber falar estrangeiro, que lhe custou uma vida a ganhar e era a razão da sua importância intelectual na família, acaba de ser desfeita ali, aos olhos de todos, e em poucos segundos. Ele bem tenta explicar a diferença entre o francês e o americano, mas ninguém quer saber. Aquilo que toda a gente viu é que ele não conseguiu falar com o estrangeiro.
A tendência de um povo de cultura católica para se afastar do essencial e divergir para o detalhe e o acessório, senão mesmo para o irrelevante, atravessa toda a cena. A questão central era a tradução da expressão El Jodillón de las Pampas para português, mas rapidamente os portugueses se dividem em grupos a discutir a localização das Pampas, o futebol, os aeroportos, a intensidade dos ventos, as políticas de educação, o Governo, e até a moral, na conversa das duas mulheres que encerram a história.
Esta falta de auto-confiança leva frequentemente os povos de cultura católica a recorrerem á autoridade para lhes resolver os problemas. Quando a autoridade é bronca - e num país de cultura católica isso pode acontecer - é tempo perdido e, por isso, totalmente improdutivo. Assim acontece quando as mulheres se dirigem ao polícia com o papelinho onde estava escrito El Jodillón de las Pampas e ele, consultando o roteiro de Lisboa, lhes responde que essa rua não existe.
Não é possível com esta cultura católica - comunitária, pronta para judar o próximo, com tendência para a divagação e a fantasia, feita de pessoas muito diferentes, e às vezes radicais, moralista, emotiva, e em que o tempo parece não ter valor -, ambicionar a produtividade que existe na Alemanha.
Então, e como é que se resolvia este problema na Alemanha? O alemão inteceptado no átrio do aeroporto de Frankfurt pelo JCD - no caso de aceder parar para o ouvir, algo que não é certo -, apontava-lhe a direcção do Tourist Information Office e ele que fôsse lá perguntar. Pelo contrário, na Portela estiveram parados mais de quarenta portugueses para prestar um serviço gratuito, que nem sequer conta para o PIB, ao passo que os serviços prestados pelo Tourist Information Office contam.
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Pedro Arroja
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mandriões
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o cardeal
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a minha luta
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Pedro Arroja
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o crime do padre Massimo
O pároco de Besana Brianza, Pd. Massimo Donghi, resolveu tirar umas curtas férias com a família e disse aos paroquianos que ia para um "retiro espiritual". Ocultou, porém, que o merecido repouso e período de reflexão ia ter lugar a bordo do Costa Concórdia. Fez bem, em meu entender, porque um padre deve preservar uma imagem de austeridade que umas férias num cruzeiro no mediterraneo pode beliscar. E depois, porque tudo o que o bom povo de Besana Brianza necessita de saber é que o seu cura foi "recarregar as pilhas", para ter paciência para os ouvir e ajudar.
O jornal "El País", não perdeu foi a oportunidade de expelir o seu fel anti-clerical, a propósito desta história.
¿Pero el tío, nuestro Don Massimo, no estaba de retiro espiritual? Pues no exactamente. O tal vez sí, pero desde luego no en un monasterio apartado del mundanal ruido ni mucho menos en una cueva del desierto alimentándose de langostas, sino en el Costa Concordia, 17 pisos de lujo y fiesta continua, casino y bañeras de hidromasaje, un capitán llamado Schettino, una misteriosa moldava rubia…
Ora sinceramente... o que é que "a misteriosa moldava rubia do comandante Schettino" tem a ver com o Pd. Massimo?
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Joaquim
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26 Janeiro 2012
Fazer número
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Pedro Arroja
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toca a ilegalizar, ahahah
O Jornal "The Guardian", parceiro do Jornal de Negócios, afirma hoje que Merkel pretende ilegalizar Keynes.
Se fosse verdade... já não era sem tempo. Aliás, o melhor seria ilegalizar por atacado. Eu sugiro Marx, Engels, Lenine, Stalin e Mao para possível ilegalização.
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Joaquim
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07:54
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25 Janeiro 2012
caridade católica
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Pedro Arroja
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16:43
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The Freak Out List
"Deserts" (Asko Ensemble)
Arnold Schoenberg "Verklarte Nacht, op.4" (Berliner Philharmonik; Herbert von Karajan)
Anton Webern "Passacaglia For Orchestra, op.1" & "Im Sommerwind" (Berlin Philharmonik; Pierre Boulez)
Igor Stravinsky "Firebird Suite" (1945 version) (Columbia Symphony Orchestra; Igor Stravinsky)
Karlheinz Stockhausen "Kontakte" (David Tudor & Christoph Caskel)
Pierre Boulez "Le Marteau Sans Maitre" (Ensemble InterContemporain w/ Hilary Summers)
Maurice Ravel "Bolero" (Berliner Philharmonik; Karajan)
Charles Ives "The Unanswered Question" & "Central Park In The Dark" (NY Philharmonic; Leonard Bernstein)
John Cage "Indeterminacy Pt. 4" (John Cage w/ David Tudor) & "Mushroom Haiku" (1972)
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Joaquim
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14:13
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quando se acaba o dinheiro dos outros
O rol de dívidas que a empresa de Catherine Monteiro de Barros, nora do empresário Patrick Monteiro de Barros, acumulou chega a perto de quatro milhões de euros.
Grupo refinador de Patrick Monteiro de Barros falhou negociações para garantir financiamento que permitisse cumprir obrigações de 1,4 mil milhões.
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Joaquim
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07:45
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