BCE não compra dívida pela primeira vez em 13 semanas.
IGCP agenda emissão de mais de mil milhões de euros em dívida para quarta-feira.
31 Janeiro 2011
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disruptivo (II)
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30 Janeiro 2011
a pergunta que a Fiona se esqueceu de fazer
Ora como cada consulta destas custa ao Estado 132,42 €, porque é que o Hospital de S. João não despacha estes doentes com um voucher de 30,00 € na mão para irem a qualquer médico privado que os atenda?
O HSJ pouparia cerca de 25.195,32 € /dia. Esta era a grande "pregunta k a Schrecka se esqueceu de fazer"... Ler Mais...
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uma cólica renal não tem gravidade
A responsabilidade das "falsas urgências" não é exclusiva do doente. Aliás, José Artur Paiva, presidente da Unidade Autónoma de Gestão (UAG) da Urgência do Hospital de S. João, tende a desculpabiliza-lo. "Não é expectável que um cidadão saiba se tem algo urgente ou não. Há muitas dores que causam desconforto, mas não têm gravidade clínica", explica, dando o exemplo da cólica renal. "O doente sente-se mal e vem à urgência porque quer uma resposta imediata, é normal".
Para JAP, Presidente da UAG da UHSJ, "UMA CÓLICA RENAL NÃO TEM GRAVIDADE CLÍNICA".
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29 Janeiro 2011
Porter reinventa o capitalismo
The capitalist system is under siege. In recent years business increasingly has been viewed as a major cause of social, environmental, and economic problems. Companies are widely perceived to be prospering at the expense of the broader community.
Even worse, the more business has begun to embrace corporate responsibility, the more it has been blamed for society’s failures. The legitimacy of business has fallen to levels not seen in recent history. This diminished trust in business leads political leaders to set policies that undermine competitiveness and sap economic growth. Business is caught in a vicious circle.
A big part of the problem lies with companies themselves, which remain trapped in an outdated approach to value creation that has emerged over the past few decades. They continue to view value creation narrowly, optimizing short-term financial performance in a bubble while missing the most important customer needs and ignoring the broader influences that determine their longer-term success. How else could companies overlook the well-being of their customers, the depletion of natural resources vital to their businesses, the viability of key suppliers, or the economic distress of the communities in which they produce and sell? How else could companies think that simply shifting activities to locations with ever lower wages was a sustainable “solution” to competitive challenges? Government and civil society have often exacerbated the problem by attempting to address social weaknesses at the expense of business. The presumed trade-offs between economic efficiency and social progress have been institutionalized in decades of policy choices.
Companies must take the lead in bringing business and society back together.
Ver entrevista com o Michael Porter aqui.
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28 Janeiro 2011
de 20 euros
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BPI: resultados anuais
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os pobres e as lapas
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ser socialista compensava
Um socialista é uma pessoa que recebe do Estado mais do que contribui.
Quanto mais?
O José é um socialista encartado. Vota PS, apoia o Sócrates e odeia o neoliberalismo. O José frequentou a escola pública, andou numa universidade pública, tornou-se professor e depois de uma carreira de 30 anos de ensino reformou-se aos 55 anos. Espera viver até aos 80.
Fazendo umas contas por alto, o José recebeu do Estado cerca de 500.000,00 € em valores e dinheiro (*), ao longo da sua vida, e terá contribuído com cerca de 250.000,00 €.
Ser socialista compensou-lhe bastante. Auferiu um rendimento de 100% no seu "investimento".
* Calculei os gastos médios com a educação, saúde e pensões.
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Leitura recomendada
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09:11
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27 Janeiro 2011
resistir até ao limite
Kelley Williams-Bolar was convicted of lying about her residency to get her daughters into a better school district.
"It's overwhelming. I'm exhausted," she said. "I did this for them, so there it is. I did this for them."
Ler notícia aqui.
Por esta história o governo pode fazer uma ideia do que os pais das crianças que estão no ensino privado com contracto de associação estarão dispostos a fazer.
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E as armas?
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remember my countdown (fim do socialismo na UE)
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o que é um socialista?
Um socialista é uma pessoa que recebe do Estado mais do que contribui.
A expressão eleitoral dos socialistas indica que muita gente é uma beneficiária líquida do Estado. É por isso que temos défices e uma gigantesca dívida acumulada. Se o governo tiver sucesso no combate ao défice, os socialistas serão cada vez menos.
É como 2 e 2 serem 4. São excelentes notícias.
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15:03
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a morte do socialismo
Os 80.000 alunos afectados pelas medidas do governo, e as respectivas famílias, vão chegar a uma conclusão muito simples:
- Afinal não são socialistas. Ler Mais...
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14:51
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2. Galp: lucro aumenta 18,4% no terceiro trimestre. Ler Mais...
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10:22
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1. Milhares de portugueses deixaram de pagar a electricidade.
2. Mexia diz que EDP pagou ‘spread' abaixo da República. Ler Mais...
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26 Janeiro 2011
disruptivo
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19:33
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para seguir com atenção
La Audiencia Provincial de Navarra, en un reciente auto, ha puesto coto a ciertos "abusos" que se están produciendo en materia de ejecuciones hipotecarias.
La resolución determina que la entidad bancaria, en este caso BBVA, que se adjudique una vivienda hipotecada, tras declararse desierta su subasta, no puede pedir continuar con la ejecución de otros bienes de su cliente para cubrir la parte del préstamo no compensada por esta vía. Es decir: la adjudicación de la finca pone punto y final al proceso de reclamación de la deuda, dejando la vía de ejecución sólo para la liquidación de intereses y costas. "Esta sentencia pone en jaque el sistema bancario español y avala el americano, infringiendo claramente el ordenamiento jurídico español", destaca Álvaro López de Argumedo, abogado de Uría Menéndez.
El tribunal llega a esta conclusión teniendo en cuenta que "el principal [del préstamo] y algo más ha sido cubierto" con la adjudicación material de la finca al banco. Además, reprocha a la entidad que pretenda continuar con la ejecución alegando que el inmueble, debido a la crisis, ya no tiene el mismo valor que cuando se tasó para conceder el préstamo.
Con esta decisión, la Audiencia convierte en firme la resolución del Juzgado de Primera Instancia e Instrucción nº 2 de Estella, que denegó a la entidad bancaria su pretensión de continuar ejecutando otros bienes de su cliente para obtener la cantidad no cubierta por la subasta.
Via Expansion
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17:20
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Tunísia
Quando se vive sem liberdade, todas as mudanças são para melhor. Ou porque trazem mais liberdade ou porque aproximam o fim da servidão.
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14:31
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ainda bem
Pelos vistos, o governo andou a financiar privilégios durante dezenas de anos. Quem o diz é a ME.
Por mim, tudo bem. O fim do ensino privado cooperativo vai levar ao fim do "Serviço Nacional de Educação", porque a classe média não se quer misturar com a populaça e o Estado não vai aguentar o embate.
Boas notícias.
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10:34
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PPP's dos eighties
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FMI manco
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Sputnik moment
Half a century ago, when the Soviets beat us into space with the launch of a satellite called Sputnik¸ we had no idea how we’d beat them to the moon. The science wasn’t there yet. NASA didn’t even exist. But after investing in better research and education, we didn’t just surpass the Soviets; we unleashed a wave of innovation that created new industries and millions of new jobs.
This is our generation’s Sputnik moment.
President Obama
PS: Obama reinventa-se.
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hope
Visit msnbc.com for breaking news, world news, and news about the economy
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telegovernados
A redução dos custos de despedimento seria mais eficaz se fosse aplicada a todos os contratos, diz o director-adjunto da direcção de Emprego da OCDE. Stefano Scarpetta, reconhece, no entanto, que esta seria uma decisão politicamente sensível.
Ao Negócios, o responsável faz uma avaliação positiva das medidas anunciadas pelo Governo.
Reconhece, no entanto, que o fundo criado para financiar os despedimentos pode aumentar os custos das empresas, ou, em alternativa, pressionar em baixa os salários. Mas acrescenta que os trabalhadores terão os seus direitos mais protegidos.
Via JN
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25 Janeiro 2011
artistas
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Ricardo Arroja
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22:00
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em causa própria
O governo do PS vai diminuir o custo do despedimento porque ... vai começar a despedir. Alguém acredita que estas medidas se ficarão apenas pelos novos contratos?
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20:22
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pelo fim do regabofe
“A democracia engordou demasiado e quando já não pode pagar as contas manda o cidadão apertar o cinto mas ela própria não está disposta a fazer sacrifícios”, disse.
No documento, intitulado “Por um Futuro Decente, num Portugal Novo”, a nova tendência socialista preconiza “propostas que 90 ou 95 por cento da população portuguesa defende, comenta na rua e em todos os lados”.
“Propomos a redução do número de deputados para 150 (…) queremos o fim das ´reformas douradas´ (…) queremos acabar com este regabofe dos ´boys´ e dos assessores dos ´boys´, não só reduzindo drasticamente o seu número, como os vencimentos, mordomias e tudo isso”, enumerou.
O manifesto defende ainda o fim dos governos civis e a responsabilização de “todos os gestores da administração autárquica e pública” – “se prejudicarem devem ser responsabilizados administrativa e criminalmente”, salientou.
Via Expresso e Destak
PS: Com um abraço para o colega (e amigo) Dr. Cândido Ferreira.
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20:11
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Portugal + Espanha = 11
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17:51
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pidesco
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08:40
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(in)sanidade
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o valor da liberdade
Outros sentem-se no direito de modificar o modo de pensar do outro, quando a essência do amor é o respeito pela sua liberdade.
Francesco Alberoni
Alberoni está a falar do relacionamento entre um homem e uma mulher, penso contudo que poderíamos alargar este princípio a toda a sociedade. Se não respeitarmos a liberdade de cada um, destruimos a coesão social.
Os socialistas, ao violarem a liberdade individual, criam a ruptura e o caos. O contrário do que dizem pretender.
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08:22
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24 Janeiro 2011
impostos directos
Vamos por partes. A primeira medida é uma idiotice. Por que carga de água, deverão todas as empresas responder solidariamente pelas perdas de algumas? A medida premeia apenas as empresas em dificuldades, penalizando as outras com um agravamento da carga fiscal directa. É mais do mesmo: tributar aqueles que contribuem para a criação de riqueza. Já agora, para completar o esquema, que tal redistribuir uma parte dos lucros das empresas que dão lucro a favor daquelas que dão prejuízo?! Ou então, que tal obrigarem os accionistas das primeiras a comprar as segundas, mantendo, no entanto, o controlo dessas segundas nas mãos dos seus accionistas originais? Enfim, é a perversão das regras da concorrência...Quanto à segunda medida, é sensata, pois, a prazo, permitirá uma maior dinâmica no mercado de emprego. Mas, no balanço, as duas medidas anulam-se e, dependendo do nível da taxa obrigatória associada ao novo fundo, poderão mesmo traduzir-se num custo adicional para as empresas. Mais impostos.
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18:28
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o destino das elites
We must hang together, gentlemen…else, we shall most assuredly hang separately.
—Benjamin Franklin
Uma citação deliciosa tirada da Takimag
PS: Alguém quererá sugerir uma tradução?
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17:39
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presidenciais de ontem
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Ricardo Arroja
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America, Inc
O sucesso dos EUA não depende do sucesso das empresas norte-americanas. Será que percebi bem?
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07:26
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já pode vir o FMI
Assegurada a continuidade, Trichet já pode mandar vir o FMI. O BCE deixa de comprar dívida soberana portuguesa e comunica ao Banco de Portugal que temos de recorrer ao fundo europeu.
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06:54
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23 Janeiro 2011
a minha leitura
Os portugueses acreditam que o actual regime político tem capacidade para nos tirar da crise. A populaça é muito néscia.
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20:39
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natural wealth
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16:46
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um dia para pensar
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09:52
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a esquerda começa a acordar
É assim que alguma esquerda se remete ao silêncio quando se assiste a práticas degradantes de submissão das mulheres, por exemplo no uso dos véus, na restrição das liberdades individuais, caso dos casamentos forçados, ou mesmo de violência arbitrária sobre os que não seguem dogmas e rituais, pelos vários fundamentalismos. Obnubilados pela defesa intransigente do outro, esta esquerda esquece a defesa da sua própria cultura, dos seus princípios humanistas, do ímpeto libertador enquanto movimento liberal contra o conservadorismo e a opressão.
Por detrás deste contraditório comportamento encontra-se um forte sentimento de culpa herdado do colonialismo. De facto, o Ocidente triturou culturas e povos, cometeu e continua a cometer barbaridades em nome dos seus interesses e visão do mundo. Mas isso não deve levar-nos a confundir o multiculturalismo com cedência à barbárie. Não se pode confundir multiculturalismo com um multimoralismo que relativiza, nos outros, aquilo que para nós é intolerável.
O mau resultado deste multimoralismo está aliás à vista. A abertura do mundo, a acelerada mobilidade de pessoas e mercadorias, as vastas migrações, as crescentes interdependências políticas e económicas, têm gerado um sem número de conflitos que mais do que de natureza cultural ou religiosa são na verdade conflitos de civilização. Multidões de praticantes de modos retrógrados de civilização têm invadido o Ocidente, e a Europa em particular. A situação das mulheres é, neste domínio, particularmente chocante. Mas também o fomento, junto dos jovens, de uma cultura de ódio, racista ou religioso, contra as nossas sociedades democráticas, tolerantes e livres.
Artigo de LM, no JN
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09:24
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22 Janeiro 2011
eleição importante? MFL pensa que sim...
Os argumentos de Manuela Ferreira Leite (hoje no Expresso) a favor da participação no acto eleitoral:
Não é novidade que a difícil situação em que o País se encontra exige que as políticas a seguir sejam concebidas e executadas de forma credível.
Mas a verdade é que muitas das medidas adoptadas e a adoptar já estão fora do nosso controlo e, assim, os avaliadores externos ponderam muito mais a credibilidade dos actores políticos do que o conteúdo e a correcção das medidas propriamente ditas.
Eu pergunto, como é que a externalização dos centros de decisão valoriza mais os agentes internos? E já agora, qual é a credibilidade que os avaliadores externos podem atribuir a quem esteve de braços cruzados?
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19:35
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candidatura grotesca II
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09:54
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candidatura grotesca
...
Não posso ainda ignorar no momento de escolha do meu voto a falta de explicações plausíveis sobre a compra das acções da SLN, e muito menos a forma como rasgou as vestes, em vez de respeitar o eleitorado, apresentando elementos que nos permitissem concluir que, afinal, estão errados os que ficaram, como eu, com algumas dúvidas sobre as circunstâncias do dito negócio.
Também estou farto deste tipo de políticos canonizados pela suposta Direita, só porque vencem eleições, mas cujo software está à esquerda do PS: Impostos extraordinários em vez de reduções de salários? Diminuição de salários no sector privado, que já anda a corrigir a massa salarial desde 2008, ao contrário do sector público, que nos atirou para a crise? E isto tudo, agora, porque “dá jeito”, depois de ter obrigado o PSD de Passos Coelho a viabilizar o Orçamento para 2011, numa chantagem incrível?
A única coisa boa desta eleição é que, mais cinco anos, e vemo-nos livres de vez do Cavaquismo.
RAF, n'O Insurgente
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09:31
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o politicamente correcto é ridículo
Engraçado, 41% dos leitores do PC consideram que a candidatura mais grotesca é a de Cavaco Silva e Manuel Alegre vem logo a seguir com 27%.
JMF está toldado pelo politicamente correcto.
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09:17
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21 Janeiro 2011
candidaturas grotescas
No Público de hoje, JMF apelida as candidaturas de Defensor Moura e de Manuel Coelho de GROTESCAS. Defensor Moura é um cacique local e Manuel Coelho é uma espécie de "clown", mas nem um nem outro mereciam este tratamento.
Já agora, qual será a candidatura mais grotesca de todas?
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18:58
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Apelo à abstenção
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Ricardo Arroja
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15:59
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mañana
O porta-voz de Merkel explica que "não chega reduzir a despesa ou cortar no défice. Esse é o primeiro passo", mas "depois é preciso dar corpo ao crescimento, só assim se libertam da crise". É aí que parece faltar rapidez, sugere o responsável alemão. "E não é preciso dramatizar, é preciso uma comunicação discreta e detrás desse silêncio, fazer esforços verdadeiros", adianta.
PS: Parece-me dramático pedir a Sócrates para não dramatizar.
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13:57
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a populaça não respeita o meio ambiente
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05:40
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o presidente não anda em veículos poluentes
O Mercedes de serviço de António Costa, onde seguiam mais duas pessoas, foi mandado encostar na área de serviço de Grândola. O condutor terá dito que viajava em missão de serviço. António Costa era um dos convidados de honra da final da Taça da Liga, entre Benfica e FC Porto. Contactado pelo CM, a assessoria de António Costa referiu que o condutor 'foi autuado e mandado seguir'.
Via CM Ler Mais...
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05:36
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outro ataque à populaça
Via Público
PS: Obviamente os autarcas deviam ser proibidos de se deslocarem a países ricos porque vêm de lá com ideias chaladas. Ler Mais...
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05:24
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20 Janeiro 2011
Fónix
«Pela primeira vez desde que fiz 18 anos, não exercerei o direito de voto no próximo domingo. Vou abster-me, num acto pensado que se sustenta na inutilidade do actual modelo de poderes presidenciais e na sua trágica discrepância com a elevação democrática que subjaz à eleição directa e universal do seu titular.»
CAA, no Blasfémias
Eu também não vou votar mas é só porque não gramo nenhum dos candidatos. Não subjaz à minha imponderada atitude qualquer convicção sobre a inutilidade da "trágica discrepância" constitucional. Apenas reservei o dia das eleições para pensar na Rubby Rubbacuori e meditar sobre a trágica discrepância das nossas idades, factor que, confesso, não me impediria de passar ao acto. Se a Rubby quisesse que eu a ouvisse...
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13:00
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o Fim da História III
Wen (Jiabao) said that without reforms of the political system, gains from reforms of the economic system would go down the drain. Political reform is necessary, said Wen, to sustain the nation's breakneck economic growth, including opportunities for citizens to criticise and monitor the government.
Wen's remarks led to speculation that Shenzhen, which set the pace for China's economic development, could soon become a "special political zone". Sino experts noted that a next step could be direct elections for the chiefs of the Special Economic Zone's six districts.
The Guardian
O capitalismo iliberal do Henrique Raposo parece cada vez mais um grande disparate.
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10:57
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Berluscome, um sinhor...
Está “disposto a ouvir-me, ao contrário de todos os psicólogos que encontrei e a quem paguei para me ouvirem.”
Ruby Rubbacuori
Pois é pessoal, o Berlusconi é que sabe. Se querem papar umas mulas deste calibre não se esqueçam da regra de ouro: têm de estar dispostos a ouvir. As mulas relaxam e depois é canja.
Para terem conversa para a ocasião devem ler umas coisas de astrologia.
- Ruby, sabes que o calendário de Zodíaco está desfasado um mês?
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07:06
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19 Janeiro 2011
o Fim da História II
Peter Beinart Ler Mais...
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09:36
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18 Janeiro 2011
A Deloitte tem ideias para Portugal
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21:47
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Projecto Farol
O Projecto Farol é mais que uma análise ou um diagnóstico da realidade nacional. É, acima de tudo, uma visão e um guia para o desenvolvimento futuro do país até 2020 que assenta na denúncia de um pacto de conivência existente entre a cidadania e a governação, responsabilizando ambos. É com base nessa denúncia que o Projecto apresenta uma nova proposta de valores e comportamentos, que visa a criação de um desígnio nacional para a globalização, baseado numa visão de futuro abrangente e num novo contrato social.
Esta visão para Portugal em 2020 e este desígnio, pressupõe uma educação para a globalização, um reforço da iniciativa privada, capacidade de empreendedora à escala global, um aumento do papel das estratégias privadas e da concorrência, a construção de um território policêntrico como forma de compatibilizar crescimento e coesão e, por fim, a consolidação de um Estado inteligente, exemplo de eficácia e serviço. Serão estes pressupostos que permitirão a criação de um novo contrato social para a globalização como ideia motriz da mudança necessária.
Tal mudança inerente a este contrato social tem de ser acompanhada por um projecto estratégico e de coesão social que permita uma apropriada gestão da transição e dos seus custos. As principais linhas de força dessa transição devem ser: fazer parte de um plano estratégico de mudança, acautelar a coesão sem comprometer a transformação, a consciencialização de que este é um compromisso intergeracional e territorial, respeito pelo princípio do gradualismo e a interiorização dos custos da transição pela sociedade.
Via Projecto Farol
PS: O "pacto de conivência existente entre a cidadania e a governação" não é o que se chama democracia?
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18:55
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crise abre a porta a salvadores da Pátria
Quase metade (46 por cento) dos portugueses considera que as actuais condições económicas e sociais são piores do que há 40 anos. O desemprego é o maior desafio e a desconfiança face ao Governo e aos políticos é generalizada.
PS: A Consultora GFK demonstra que é sempre possível obter dados para provar o que quer que seja.
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18:43
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é triste
O ex-ministro da Saúde e dirigente do PS, António Correia de Campos, não acredita que Manuel Alegre vença as eleições presidenciais e, mais do que isso, acha que Cavaco Silva vai ganhar à primeira volta: "Manuel Alegre não representa uma alternativa. Podia ter representado no passado, mas no actual contexto não", afirma ao i Correia de Campos, convicto de que outra razão forte para não haver segunda volta é a de que "o país precisa de estabilidade e o Presidente incumbente garante essa estabilidade".
PS: Reitero que o único serviço que o candidato Manuel Alegre pode prestar ao País é retirar a sua candidatura. Manter-se na corrida é legitimar a continuidade. Uma catástrofe para Portugal.
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07:45
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17 Janeiro 2011
presidenciais
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Ricardo Arroja
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10:48
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16 Janeiro 2011
olha o saque
Universidades tentam tirar proveito da situação. Querem que os licenciados de lei voltem à escola para mais um semestre de aulas e um relatório sobre a profissão. Deixem-me rir.
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17:42
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15 Janeiro 2011
o sentido transcendental da vida II
Na ausência de um Criador, o que significaria a vida? Agregados de átomos que se reuniram por acaso, sem qualquer propósito nem significado. É isso que nos diz Wittgenstein. E é a isso que nos conduz cinicamente o ateísmo. Ao niilismo puro e simples.
Pelo contrário, atribuir sentido à existência humana implica, logicamente, um elemento transcendental que nos remete para Deus.
A política depende da atribuição de um sentido existencial ao colectivo. Os líderes, ao interpretarem esse sentido para a comunidade, transformam-se em porta-vozes ou oráculos do divino.
Daí que o poder político tenha sempre uma certa aura transcendental. Os líderes parecem intermediar a vontade de Deus.
Se assim não fosse, não haveria qualquer fundamento racional para nos subtermos de livre vontade a quaisquer regras de vida em sociedade.
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Joaquim
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10:26
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o sentido transcendental da vida
Acreditar em Deus significa entender que a vida tem sentido.
Wittgenstein
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09:53
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apologia da abstenção
E confessemos que um regime que propõe, como alternativa, para a Presidência da República, Alegre ou Cavaco merece amplamente uma recusa total. Chegou a altura de não pactuar em nada com a miséria estabelecida da política portuguesa.
VPV no Público
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08:13
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14 Janeiro 2011
não há almoços grátis
- The EU authorities fear that China's purpose in buying eurozone debt may be double-edged, intended to push up the euro exchange rate against the yuan and gain advantage for exports.
- The question is whether the Communist regime is hoping to extract strategic concessions in exchange.
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Joaquim
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07:40
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capice
A agência alerta ainda para a possibilidade do Governo cair. "Existe uma hipótese significativa de eleições antecipadas", diz, "caso a popularidade dos socialistas desça mais". Nada que preocupe muito a Fitch, porque "o resultado mais provável [das eleições], uma coligação de centro-direita, não iria alterar significativamente a política [orçamental]", porque existe "consenso em torno da consolidação".
Via DE
PS: Seria mais do mesmo...
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Joaquim
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07:20
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13 Janeiro 2011
Asperger?
Não me surpreenderia que o Paul Krugman fosse um Asperger. Brilhante na esfera lógica /técnica e um imbecil na esfera emocional.
O seu comentário sobre o leilão da dívida pública portuguesa, de ontem, acerta na mouche, demonstrando capacidade técnica. Em paralelo, os comentários que fez sobre o massacre de Tucson demonstram um QE baixo e uma incompreensão da natureza humana.
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Joaquim
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11:32
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o nobre candidato
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Ricardo Arroja
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08:50
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a tese da homossexualidade
Gostaria de dar um singelo contributo para a tese da homossexualidade no crime de que se fala. Em Cantanhede, homossexual* é apenas o elemento passivo. O activo, normalmente mais jovem e atlético, é considerado um machão. É esperado que o passivo pague os serviços do activo.
* No linguajar indígena, o homossexual é muitas vezes apelidado de "homemssexual" e de "paneleiro".
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07:55
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deseducar as crianças
No entanto, as crianças ouvem falar diariamente da homossexualidade e até conhecerão cada vez mais casos na vida privada. É altura de dar a entender às crianças que uma coisa é o amor, outra as pessoas decidirem viver juntas, outra a orientação do desejo sexual e outra a deturpação e o perverso - que nada têm a ver com as restantes.
PS: Este pediatra não deve ter filhos. Nem os deve saber fazer, porque na deturpação e no perverso é que está o segredo.
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Joaquim
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07:44
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12 Janeiro 2011
incrível
| Atestados Atestados médicos Confirmação de atestado médico Atestado multiuso de incapacidade em junta médica Atestado em junta médica de recurso | 20 euros 10 euros 50 euros 100 euros |
| Vacinas Vacina contra a febre amarela Vacina contra a febre tifóide Vacina contra encefalite japonesa Vacina contra meningite trivalente Vacina contra raiva | 100 euros 50 euros 100 euros 50 euros 50 euros |
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Joaquim
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21:35
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legitimar o status quo
A candidatura de Manuel Alegre apenas serve para legitimar o status quo. O verdadeiro gesto patriótico do poeta seria dizer NÃO!
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Joaquim
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14:35
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há sempre alguém que diz não
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não. Ler Mais...
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Joaquim
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14:29
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Trichet apoia Cavaco... (e Sócrates).
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Joaquim
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14:16
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Menos mal
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Ricardo Arroja
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11:11
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ao ataque
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Ricardo Arroja
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09:18
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leitura recomendada
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Ricardo Arroja
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08:32
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Diabo, Senhor!
My sympathies to the Portuguese people who are not to blame for the foolish illusions of their governing elites. And remember, Cara Nação, this bail-out is not for you: it is for European banks exposed to Portuguese debt, just as the Irish and Greek bail-outs were in reality rescues for German, French, Belgian, Dutch, British, and Spanish lenders that ran amok during the credit bubble.
But you pay.
PS: Pois é, nós é que vamos pagar a loucura dos nossos políticos e a irresponsabilidade da grande banca internacional.
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Joaquim
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07:28
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the dam breaks in Portugal
Here is the Portuguese version from Economico for Lusophiles: “É mais fácil se tivermos um apoio externo, desde logo porque isso permite que o ajustamento não seja tão abrupto, mas feito sozinho, para os mercados acreditarem nele, teria que ser brutal. Com o apoio de uma dessas instituições (FMI ou Fundo Europeu) poderá ser menos abrupto”.
Meanwhile, Publico reports that “technical talks” are going on behind the scenes with the EU authorities and the IMF, with a plan likely to be in place by next week. This feels exactly like the final days – or hours – before Ireland gave in.
Evidently, there is a split at the central bank. Governor Carlos Costa still insists that a rescue can be avoided. “I have said it, and I will say it again: the Portuguese are solving their problems and have the ability to solve their problems themselves,” he said.
Well, Dr Costa, if you cannot hold your own board together, do you expect us to believe this?
Via Telegraph
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Joaquim
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07:24
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11 Janeiro 2011
FT atento a Portugal
And Lisbon was slow to adjust. Political divisions cast doubt on its ability to control public finances. In 2010 the deficit was only shrunk by putting the telecoms pension fund on the public balance sheet. The government now seems committed to control the deficit in earnest, but possibly too late to regain market confidence. If a European rescue of Portugal is still avoidable, it is becoming less and less so.
By refusing to tap European funds until they had no choice, Athens and Dublin made the path to their rescues messier and more painful than necessary. Lisbon is repeating their mistake by seeing it as a national disgrace to ask for help. In truth, pre-emptively going to the EFSF would improve the chance of calming markets and leaving rescue funds untapped.
Via FT
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Joaquim
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16:38
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descubra as diferenças
O que é que faria o FMI que o governo não é capaz de fazer por iniciativa própria?
- Cortar nos gastos com a educação, a saúde e a segurança social.
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Joaquim
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14:41
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gato escondido com rabo de fora
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Ricardo Arroja
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08:31
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só nos faltava + esta
“A falta de coordenação pode ser evitada através da criação de um quadro amplo num esforço verdadeiramente global governado por um corpo com legitimidade política internacional”, dizem John Zarnecki, da Open University, e Martin Dominik, da Universidade St Andrews, num dos artigos da revista. As Nações Unidas, acrescentam, têm já um fórum ideal para lidar com a questão, o Comité para Utilização Pacífica do Espaço (Copuos).
Via Público
PS: Depois do aquecimento global vêm aí os ETs. A populaça come tudo. Ler Mais...
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Joaquim
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07:36
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10 Janeiro 2011
Sócrates e o FMI
Manter Sócrates no governo após a entrada do FMI seria mais ou menos como manter João Rendeiro no BPP ou Oliveira e Costa no BPN. Esquecendo por um momento as responsabilidades criminais (todos são inocentes até prova em contrário), a gestão destes senhores foi catastrófica.
Ler Mais...
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Joaquim
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21:14
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se AG não existisse
... desde que Eduardo Ferro Rodrigues e Paulo Pedroso foram abatidos politicamente... porque também não só queriam limpar o PS da corrupção e do enriquecimento ílicito, como estavam a fazê-lo.
PS: A eurodeputada Ana Gomes ressuscita a teoria da cabala contra o PS e afirma que existe corrupção e enriquecimento ilícito dentro do partido a que pertence. Se eu bem entendi as suas palavras...
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Joaquim
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18:59
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S. Renato
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Joaquim
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12:10
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um sinal
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Joaquim
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10:35
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Zona euro 2010 = Latam Anos 80
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Ricardo Arroja
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08:55
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09 Janeiro 2011
o custo do socialismo
As políticas do PS devem ter custado ao País cerca de 60.000 a 80.000 M€ *, nos últimos anos. Mais ou menos o montante da ajuda que o FMI nos vai "desbloquear".
* 8.000,00 € a cada português.
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Joaquim
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20:42
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centro de saúde do Soho, em Londres
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Joaquim
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19:27
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1926 em 2011
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Joaquim
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17:02
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07 Janeiro 2011
magia (negra) II
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Ricardo Arroja
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15:06
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magia (negra)
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Ricardo Arroja
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11:29
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06 Janeiro 2011
Comunicado do Movimento das Forças Armadas
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Ricardo Arroja
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23:13
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nuvens negras à vista
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Ricardo Arroja
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19:40
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