28 Fevereiro 2011
fogo cruzado
Publicada por
Ricardo Arroja
em
16:05
|
Hiperligações para esta mensagem
desautorizar o regulador
"Os bancos têm de equacionar um processo ordenado de desalavancagem através de uma alienação selectiva de activos, nomeadamente crédito".
Carlos Costa, governador do Banco de Portugal.
Fernando Ulrich: "Pedir mais capital aos bancos é um erro histórico".
Publicada por
Joaquim
em
14:50
|
Hiperligações para esta mensagem
27 Fevereiro 2011
a lamuriar
Publicada por
Pedro Arroja
em
17:41
|
Hiperligações para esta mensagem
o fluxo das ideias
Publicada por
Pedro Arroja
em
17:32
|
Hiperligações para esta mensagem
não há carros
Publicada por
Pedro Arroja
em
17:19
|
Hiperligações para esta mensagem
Birthday gift
O Joaquim é o típico intelectual protestante em país católico. Ele acredita no poder das ideias, e isso é geralmente sinónimo de um homem que acredita em si próprio. Ele acredita que as ideias podem mudar a vida de um homem e até do mundo. Ora, esta crença é muito ingrata quando a audiência é constituída pela populaça de um país de cultura católica. Para esta, incluindo os seus intelectuais, as ideias pertencem ao mundo do irreal, do imaginário e do entretenimento, e não têm nada a ver com o mundo da realidade.
O Joaquim vence esta dissonância com uma calma e um distanciamento olímpicos. Nunca se deixa envolver pessoalmente na discussão, não tolera que as emoções interfiram com a razão e, quem o observa, imagina-o sempre a sorrir. Ele pisa os mais variados temas no Portugal Contemporâneo, naquilo que parece ser , à maneira protestante, um diálogo directo com Deus, e depois vem transmiti-los à populaça, na esperança de confirmação ou infirmação das suas verdades, que ele não cessa de procurar.
Ele escreve sobre saúde, política, educação, economia, gestão. filosofia, genética, teologia, e sabe-se lá que mais. Ele é um espírito à procura da Verdade. O Joaquim parece escrever de um altar. Escreve com bonomia, com compreensão, e comunica com delicadeza e clareza. Nunca se imagina o Joaquim zangado, mesmo sobre os temas mais polémicos ou sob os comentários mais adversos. Também aqui a sua postura protestante é irrepreensível.
Na realidade, existe só um tema em que o Joaquim deixa fugir o pé para a sua cultura natural, que é católica. Mas sobre esse tema a capa do livro é mais sugestiva do que as palavras que eu pudesse escrever. Puxando pela memória, numa espécie de survey ocasional, eu não consigo recordar uma única leitora do Portugal Contemporâneo que não goste do Joaquim, e várias me têm dito que ele é o melhor de nós todos. E eu não posso concordar mais porque ele é um homem que não agride ninguém, um companheiro extraordinário. Para mim é um prazer partilhar com ele o Portugal Contemporâneo.
P. Arroja
Fev./2011
Publicada por
Pedro Arroja
em
14:07
|
Hiperligações para esta mensagem
26 Fevereiro 2011
governo pimba
Sócrates começou por governar ao sabor dos acontecimentos, sem qualquer visão nem estratégia. Depois continuou a governar ao sabor das notícias, em especial do Jornal da Noite, da MMG. Agora governa ao sabor da música dos Deolinda.
É um governo pimba.
Publicada por
Joaquim
em
07:58
|
Hiperligações para esta mensagem
25 Fevereiro 2011
com a barba por fazer
Uma cultura deolinda produz homens efeminados, e a minha questão aqui é a de discutir se é possível a uma cultura assim viver num regime político de democracia. Utilizo a expressão "homens efeminados" sem qualquer conteúdo sexual e menos ainda pejorativo, antes para designar homens que estando sujeitos a uma influência excessivamente forte e prolongada da mãe, possuem na sua personalidade e no seu carácter traços que são marcada e excessivamente femininos. Refiro-me, por exemplo, à prevalência das emoções sobre a razão, ao carácter protector e conservador, à dispersão intelectual ou falta de focalização, à vaidade pessoal e ao gosto pela aparência, à excessiva propensão para falar e discutir em prejuízo da decisão e da acção, ao gosto pelo pormenor em prejuízo do essencial.
Publicada por
Pedro Arroja
em
13:28
|
Hiperligações para esta mensagem
Soraia
- Que tal relações... relações... relações sexuais???
O governo pode arranjar-lhe um estágio remunerado no futuro Observatório Nacional de Saúde Sexual. Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
11:12
|
Hiperligações para esta mensagem
segundas oportunidades
O governo falhou na qualificação profissional dos jovens portugueses mas propõe-se agora requalificá-los. Sugiro que este novo programa se chame "Segundas Oportunidades".
Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
10:59
|
Hiperligações para esta mensagem
5 medidas 5
1. Aumenta de 37 mil para 50 mil os estágios profissionais.
2. Os estagiários vão passar a integrar na Segurança Social.
3. Vai ser interdito estágios profissionais não remunerados.
4. Vai haver um programa de requalificação de jovens licenciados de baixa empregabilidade.
5. Vai reforçar as medidas de qualificação das empresas exportadoras através da integração de jovens licenciados, através do InovExport.
Via JN
Penso que o resultado destas medidas vai ser o aumento do desemprego entre os jovens. Em particular, a interdição de estágios profissionais não remunerados é um tiro no pé.
Publicada por
Joaquim
em
10:48
|
Hiperligações para esta mensagem
tribal!
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:11
|
Hiperligações para esta mensagem
o que nos espera
There is something tragically irrelevant about the elections taking place this weekend in Ireland. In recent months, Ireland has felt less like a country and more like the first acquisition of the Reborn Frankish Empire, after the Central European Bank and the IMF in effect took over day-to-day management of Irish affairs. The effect of this is to so reduce the significance of the general election that it’s more like appointing the staff of a small post office, in which the Taoiseach is actually just a shop steward negotiating tea breaks. The incoming Irish government will be merely administering the country as a satrapy of Brussels and the European Bank.
...
So, just as Irish self-destructiveness was the prelude to Irish independence, so was it also the prelude to the formal end of that self-government, when Irish banks borrowed billions from the world in order to buy and rebuy from one another what they already owned. Budding empires like the European Union have seldom found would-be colonies with such an agreeably suicidal disposition.
...
No matter. Whoever wins the Irish general election — Kenny, probably — will have to doff his cap daily to the neatly suited ECB/IMF inspectors (‘Germans’, as they are generically called) who now cruise Irish government corridors. His glorious prime ministerial duties will largely consist of him licking EU stamps, and asking if the staff can have Saturday afternoon off, bitte. He will also default on the repayments of Irish debt, because it is impossible for Ireland to meet the multi-billion-euro demands of the European banks and bond-holders. No one can rescue Ireland now, save the empire to which it has so abjectly surrendered its soul.
Via Spectator
Publicada por
Joaquim
em
07:31
|
Hiperligações para esta mensagem
24 Fevereiro 2011
os doentes mentais devem ser tratados com caridade
Auto-intitulava-se de ‘Animal’ e fazia questão de o anunciar nas paredes da cela, onde escrevia frases com as próprias fezes. Carlos Gouveia, 28 anos, passou por oito estabelecimentos prisionais, e em todos deixou marcas.
Caro Ricardo,
Este comportamento é característico de um doente mental. O facto de ser um comportamento raro deve alertar imediatamente para esta possibilidade. Os jornais afirmam que o preso foi examinado por um psiquiatra, do sistema prisional, que não lhe diagnosticou nenhum problema médico. Eu teria pedido uma segunda opinião...
Publicada por
Joaquim
em
10:04
|
Hiperligações para esta mensagem
coitadinho
Publicada por
Ricardo Arroja
em
08:22
|
Hiperligações para esta mensagem
soluções à FMI
O Fundo Monetário Internacional (FMI) sugere a depreciação do dólar para que os Estados Unidos possam acompanhar outros países do mundo a reduzir o défice público e, dessa forma, reequilibrar a economia mundial.
PS: Uma "solução" que prejudicaria as economias da zona euro e que teria como consequência a diminuição da capacidade dos países da UE de reduzirem os seus défices.
Publicada por
Joaquim
em
07:28
|
Hiperligações para esta mensagem
23 Fevereiro 2011
incompreensível
A Itália, a Grécia, Malta e Chipre consideram que os acontecimentos recentes no mundo árabe podem constituir uma catástrofe para a UE. O secretário de estado do turismo pensa que o resultado pode ser positivo para Portugal.
Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
22:06
|
Hiperligações para esta mensagem
nunca viram o mar
Publicada por
Joaquim
em
11:49
|
Hiperligações para esta mensagem
bombardeamento fiscal
PS: Correcção do défice , em 2011, provirá em 94,2% do aumento da receita e em 5,8% da diminuição da despesa (artigo de Paulo Trigo Pereira no Público de hoje). Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
10:42
|
Hiperligações para esta mensagem
PREC
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:30
|
Hiperligações para esta mensagem
demasiado bom para a populaça
Os portugueses não estão à altura do SNS, afirma a ministra da saúde.
Publicada por
Joaquim
em
10:23
|
Hiperligações para esta mensagem
valores ou interesses?
The Prime Minister said that popular uprisings now flaring across the Middle East showed the West had been wrong to back dictators and undemocratic regimes.
He also suggested that historic Western views that Arab nations were socially unsuited to democracy "border on racism." The idea of an "Arab exception" is "wrong and offensive", he said.
Speaking to the Kuwaiti national assembly, Mr Cameron said Britain would back democracy campaigners now seeking greater rights across the Middle East.
Via Telegraph
Publicada por
Joaquim
em
06:48
|
Hiperligações para esta mensagem
22 Fevereiro 2011
2 notícias 2
As seis maiores instituições financeiras espanholas registaram lucros de 15,09 mil milhões de euros em 2010.
As instituições financeiras espanholas deverão registar, no mínimo, prejuízos de 46 mil milhões de euros.
Publicada por
Joaquim
em
18:44
|
Hiperligações para esta mensagem
Execução orçamental de Janeiro 2011
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:04
|
Hiperligações para esta mensagem
sangue nas mãos
Publicada por
Ricardo Arroja
em
08:36
|
Hiperligações para esta mensagem
o colapso do socialismo
As revoluções em curso nos países árabes são contra o socialismo. Portugal, uma singularidade no mundo ocidental (aquele pontinho verde..) não tardará também a "seguir o mesmo caminho". Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
08:08
|
Hiperligações para esta mensagem
os nossos valores
Ontem, num programa televisivo, um especialista em política internacional explicava que os países ocidentais têm de escolher entre os seus valores e os seus interesses. É a realpolitik, disse.
Esta afirmação parece sábia, contudo, ignora outra realidade, a de que no longo prazo o nosso maior interesse é a defesa dos nossos valores.
Os países ocidentais podem ver utilidade em apoiar um SOB (filho da dita) amigo, mas não é sensato fazerem-no durante décadas seguidas, perante o sofrimento de milhões de seres humanos.
O resultado da realpolitik continuada está à vista nos países árabes.
Publicada por
Joaquim
em
07:44
|
Hiperligações para esta mensagem
fatwa
"Que alguém do Exército líbio que possa disparar sobre Muammar Kadhafi, para a Líbia se desembaraçar dele, que o faça".
Yussef Al-Qardaui
Eis uma recomendação perfeitamente sensata que qualquer cristão subscreveria.
Publicada por
Joaquim
em
07:31
|
Hiperligações para esta mensagem
21 Fevereiro 2011
uma cultura de deolindas
Publicada por
Pedro Arroja
em
19:46
|
Hiperligações para esta mensagem
estudar não compensa?
Publicada por
Ricardo Arroja
em
16:04
|
Hiperligações para esta mensagem
terrorista
Publicada por
Ricardo Arroja
em
15:47
|
Hiperligações para esta mensagem
educa Deolindas
Publicada por
Pedro Arroja
em
00:52
|
Hiperligações para esta mensagem
bamboccioni
Publicada por
Pedro Arroja
em
00:20
|
Hiperligações para esta mensagem
20 Fevereiro 2011
maridos-Deolinda
Aquilo que eu mais desejo para as minhas filhas?
Não terem maridos-Deolinda.
(Quase de certeza não vão ter. Não foram educadas para isso)
Publicada por
Pedro Arroja
em
22:38
|
Hiperligações para esta mensagem
abaixo
Publicada por
Pedro Arroja
em
20:31
|
Hiperligações para esta mensagem
És um Deolinda, pá!...
Acabei de a ir levar ao aeroporto, de regresso ao trabalho. Pelo caminho contou-me que ontem foi jantar com uns amigos. Conheceu um rapaz da idade dela, que é engenheiro, que durante o jantar não parou de se lamentar sobre a falta de oportunidades de emprego no país, sobre os salários de miséria, etc. Pelo caminho perguntou-lhe porque é que ela não estava a trabalhar na empresa do pai, ao que ela respondeu que se sentia feliz por ter conseguido as coisas por ela própria, e sem a ajuda da família.
Publicada por
Pedro Arroja
em
20:01
|
Hiperligações para esta mensagem
o inimigo público II
Serviço Nacional de Saúde perdeu 200 médicos de família.
Sugestão: Pulseiras electrónicas para todos os "especialistas em clínica geral".
Publicada por
Joaquim
em
12:32
|
Hiperligações para esta mensagem
o inimigo público
Ministério Público recusa acusar Deus.
Título do Público de hoje:
Ministério Público oficializa 48 mortos e não acusa ninguém no temporal da Madeira.
Publicada por
Joaquim
em
12:27
|
Hiperligações para esta mensagem
a banca e o futebol II
O BES já tinha o Cristiano Ronaldo e agora o BCP Millenium tem o José Mourinho. Ontem, quando fui ver "O cisne negro" lá tive de gramar a nova publicidade do BCP.
Enquanto o Cristiano Ronaldo é apresentado ao público como um cliente do BES, uma figura "aspiracional" com quem os clientes se podem identificar (ver aqui), Mourinho é apresentado como mais um elemento da equipa de gestão do BCP (ver video incluido neste post). A mensagem é que podem confiar no BCP porque o Mourinho faz parte da equipa.
Creio que nem a populaça engole uma barbaridade destas. Quando muito demonstra que a administração tem falta de auto-confiança e está preocupada com a sua imagem, o que é mau porque devia era estar preocupada com os clientes.
Publicada por
Joaquim
em
09:01
|
Hiperligações para esta mensagem
gerontocracia
There is a European country that has many characteristics of the Arab world: a sclerotic economy, a culture worn down by corruption and organised crime, and a growing clash of generations. It is controlled by a gerontocratic ruling class entrenched in politics and business to the exclusion of its youth. Its best and brightest young people roam Europe as economic migrants.
FT
Publicada por
Joaquim
em
08:38
|
Hiperligações para esta mensagem
19 Fevereiro 2011
ao k chegamos
Venha a ditadura.
Comentador Comendador Berardo
Publicada por
Joaquim
em
18:11
|
Hiperligações para esta mensagem
it's alive
SE ESTIVERMOS TODOS UNIDOS, NUM AMBIENTE DE CAMPISMO, SERÁ MUITO MAIS FÁCIL SUPORTAR UMA SEMANA NA RUA À ESPERA QUE TIREM OS ACTUAIS SANGUESSUGAS DO PODER, INVESTIGAR O QUE ELES FIZERAM: SÓCRATES, CAVACO, ARMANDO VARA, PORTAS, MEXIA... quero que sejam muitos deles investigados por ENTIDADES IMPARCIAIS, com ajuda externa quiçá... e que sejamos possibilitados de votar em pessoas novas, diferentes, nada do mesmo de sempre, remodelar partidos no seu "NÚCLEO DURO" (tirar Manuelas, Jardins, Pachecos Pereiras, Assis...os mais incompetentes e trapalhões) e colocar SANGUE NOVO, pessoas que confiamos!..sei que parece utopia, mas não é impossível! ;) FALO DE FESTIVAL NO SENTIDO DE "congregação de pessoas acampadas todas juntas": assim foi no Egipto e assim é nos festivais de Verão. MAS É PARA SER LEVADO A SÉRIO.
Sou anti-anarquias instaladas! DEMOCRACIA SEMPRE!!
No Facebook
Publicada por
Joaquim
em
09:37
|
Hiperligações para esta mensagem
mamãe eu quero
A geração parva quer chupeta. Não admira porque andaram a mamar nas "tetas da cabritinha".
Publicada por
Joaquim
em
09:22
|
Hiperligações para esta mensagem
locus externo
Somos a geração com o maior nível de formação na história do país.
Grandes parvos! A "geração mais bem preparada do País" quer que sejam os outros a resolver os seus problemas.
Publicada por
Joaquim
em
09:18
|
Hiperligações para esta mensagem
18 Fevereiro 2011
Gloria in Excelsis Deo et in Murça pax
Portugal está falido, pela glória de Murça.
Festejar oficialmente o dia 8 de Maio – Dia do Município de Murça – é uma forma de honrar a força, a garra, a glória e a vontade de vencer de todos os habitantes do concelho de Murça.
A Câmara Municipal de Murça comemora anualmente esta importante efeméride que imortaliza todos aqueles que ao longo de séculos fizeram o desenvolvimento da nossa terra natal.
Mensagem do Presidente da Câmara de Murça, no site oficial da autarquia. Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
07:37
|
Hiperligações para esta mensagem
o pacote está pronto
- O pacote está pronto? ou
- O pacote está pronto!
Não sabemos se Angela Merkel perguntou, ou afirmou, a José Sócrates que tinha chegado o momento final. O que sabemos é que José arrancou para o Portugal profundo (Murça) em plena "campanha eleitoral".
Publicada por
Joaquim
em
07:22
|
Hiperligações para esta mensagem
férias ou dinheiro?
Governo avisa que só troca férias por remuneração se houver dinheiro.
Férias extra são uma remuneração em espécie. A diferença entre remunerações em espécie e em dinheiro, sob o ponto de vista da gestão, não é nenhuma, excepto no cérebro do Ministro das Finanças. Como nunca trabalhou no sector privado, Teixeira dos Santos não entende que as férias do pessoal têm custos para a organização.
Publicada por
Joaquim
em
06:58
|
Hiperligações para esta mensagem
17 Fevereiro 2011
activistas dos direitos dos animais protestam contra Fu Yandong
Publicada por
Joaquim
em
17:13
|
Hiperligações para esta mensagem
homeschooling
Here's a story in favor of coercion, Chinese-style. Lulu was about 7, still playing two instruments, and working on a piano piece called "The Little White Donkey" by the French composer Jacques Ibert. The piece is really cute—you can just imagine a little donkey ambling along a country road with its master—but it's also incredibly difficult for young players because the two hands have to keep schizophrenically different rhythms.
Lulu couldn't do it. We worked on it nonstop for a week, drilling each of her hands separately, over and over. But whenever we tried putting the hands together, one always morphed into the other, and everything fell apart. Finally, the day before her lesson, Lulu announced in exasperation that she was giving up and stomped off.
"Get back to the piano now," I ordered.
"You can't make me."
"Oh yes, I can."
Back at the piano, Lulu made me pay. She punched, thrashed and kicked. She grabbed the music score and tore it to shreds. I taped the score back together and encased it in a plastic shield so that it could never be destroyed again. Then I hauled Lulu's dollhouse to the car and told her I'd donate it to the Salvation Army piece by piece if she didn't have "The Little White Donkey" perfect by the next day. When Lulu said, "I thought you were going to the Salvation Army, why are you still here?" I threatened her with no lunch, no dinner, no Christmas or Hanukkah presents, no birthday parties for two, three, four years. When she still kept playing it wrong, I told her she was purposely working herself into a frenzy because she was secretly afraid she couldn't do it. I told her to stop being lazy, cowardly, self-indulgent and pathetic.
Jed took me aside. He told me to stop insulting Lulu—which I wasn't even doing, I was just motivating her—and that he didn't think threatening Lulu was helpful. Also, he said, maybe Lulu really just couldn't do the technique—perhaps she didn't have the coordination yet—had I considered that possibility?
"You just don't believe in her," I accused.
"That's ridiculous," Jed said scornfully. "Of course I do."
"Sophia could play the piece when she was this age."
"But Lulu and Sophia are different people," Jed pointed out.
"Oh no, not this," I said, rolling my eyes. "Everyone is special in their special own way," I mimicked sarcastically. "Even losers are special in their own special way. Well don't worry, you don't have to lift a finger. I'm willing to put in as long as it takes, and I'm happy to be the one hated. And you can be the one they adore because you make them pancakes and take them to Yankees games."
I rolled up my sleeves and went back to Lulu. I used every weapon and tactic I could think of. We worked right through dinner into the night, and I wouldn't let Lulu get up, not for water, not even to go to the bathroom. The house became a war zone, and I lost my voice yelling, but still there seemed to be only negative progress, and even I began to have doubts.
Then, out of the blue, Lulu did it. Her hands suddenly came together—her right and left hands each doing their own imperturbable thing—just like that.
Lulu realized it the same time I did. I held my breath. She tried it tentatively again. Then she played it more confidently and faster, and still the rhythm held. A moment later, she was beaming.
"Mommy, look—it's easy!" After that, she wanted to play the piece over and over and wouldn't leave the piano. That night, she came to sleep in my bed, and we snuggled and hugged, cracking each other up. When she performed "The Little White Donkey" at a recital a few weeks later, parents came up to me and said, "What a perfect piece for Lulu—it's so spunky and so her."
Amy Chua, no WSJ
Recordar o meu post "Não há aletrnativa ao homeshcooling".
Publicada por
Joaquim
em
15:02
|
Hiperligações para esta mensagem
governo vai dar aumento a certos funcionários
Funcionários públicos "excelentes" e "relevantes" vão ser aumentados cerca de 2% (é só fazer as contas). Se estes aumentos incidirem sobre os salários mais elevados, lá se vai o efeito do corte de 5%.
PS: Não sei se o título mais correcto não deveria ser a "funcionários certos", em vez de certos funcionários.
Publicada por
Joaquim
em
11:38
|
Hiperligações para esta mensagem
como se está a ver...
Se as economias com grande intervenção do Estado têm tendência a sobrestimar o nível de vida dos cidadãos e se a crise financeira se ficou a dever (em última análise) a uma sobrestimação da riqueza (capacidade de endividamento), então Portugal reunia todas as condições para uma crise financeira mastodôntica.
Ler Mais...
Publicada por
Joaquim
em
07:05
|
Hiperligações para esta mensagem
afinal não éramos assim tão ricos
- Como é que tanta gente se enganou tanto ? (Tyler Cowen, referindo-se à crise financeira).
- Pensávamos que éramos mais ricos do que o que éramos na realidade.
Publicada por
Joaquim
em
06:32
|
Hiperligações para esta mensagem
PIB português é enganador
1. Quanto maior é o papel do Estado na economia, mais o PIB per capita sobrevaloriza o nível de vida.
Tyler Cowen, The Great Stagnation
Publicada por
Joaquim
em
06:10
|
Hiperligações para esta mensagem
16 Fevereiro 2011
a actualidade do Salazarismo
Publicada por
Pedro Arroja
em
18:39
|
Hiperligações para esta mensagem
O Carlos Manuel e o Left Bloc!
Publicada por
Ricardo Arroja
em
18:04
|
Hiperligações para esta mensagem
educação superior
Publicada por
Ricardo Arroja
em
17:50
|
Hiperligações para esta mensagem
faria corar de inveja
Publicada por
Pedro Arroja
em
17:40
|
Hiperligações para esta mensagem
outra
Publicada por
Pedro Arroja
em
17:04
|
Hiperligações para esta mensagem
Quim Barreiros
-Então, de onde é que o senhor vem...?, pergunta o entrevistador
-Eu venho de tomar ... , responde o rapazola (interpretado pelo Herman)-Ah ... Tomar ... bonita cidade ..., interrompe o entrevistador.
-Eu venho de tomar a camioneta de Sacavém ..., continua o rapazola.
Publicada por
Pedro Arroja
em
14:08
|
Hiperligações para esta mensagem
2 notícias 2
1. Portugal recompra 215 milhões de euros de obrigações do Tesouro.
2. Portugal paga juro próximo de 4% por dívida a 12 meses.
Vamos ver se entendemos bem... Portugal utilizou dinheiro emprestado para recomprar dívida e, de seguida, emitir nova dívida, na presunção de que a primeira operação daria "um sinal de força aos mercados" (sic).
Não parece que o efeito obtido é exactamente o contrário do pretendido?
Claro que se uma sociedade anónima procedesse deste modo, o "sinal de força" seria considerado "manipulação dos mercados" e seria ilegal, digo eu.
Publicada por
Joaquim
em
12:35
|
Hiperligações para esta mensagem
soberania popular II
O conceito de soberania popular está no cerne da democracia liberal e capitalista que constitui o paradigma do Fim da História. Todo o poder do Estado moderno deriva do consentimento dos cidadãos e tem por principal objectivo garantir os direitos cívicos desses mesmos cidadãos.
A democracia liberal e capitalista é “o governo do povo, pelo povo e para o povo”; o povo é o soberano, com direitos inalienáveis que limitam a esfera da ação legítima do Estado.
Não se compreende, portanto, a afirmação de Alfredo Barroso de que o conceito de soberania popular foi esquecido pelas democracias liberais.
Se alguém se esqueceu de quem é o soberano, numa república, foram os socialistas. Sempre afoitos a construírem sociedades baseadas em princípios que violam os direitos cívicos dos cidadãos.
A igualdade, como princípio democrático, tem um significado profundamente diferente para um libertário e para um socialista. Para o primeiro, a igualdade deve corresponder à igualdade de oportunidades. Para o segundo, deve corresponder à igualdade de facto, um princípio tão avesso à natureza humana que para ser implementado é necessário violar ostensivamente todos os direitos cívicos fundamentais. Ou seja, é necessário trair a confiança do soberano, o povo.
É por isso que todos os regimes socialistas derivam lentamente para o totalitarismo. Como, de resto, estamos a assistir em Portugal.
Publicada por
Joaquim
em
11:30
|
Hiperligações para esta mensagem
soberania popular
O "centro do centro" ("juste milieu") é o território propício a todas as renúncias ideológicas e a todas as abdicações políticas, sempre em nome dos superiores interesses do Estado ou da nação, consoante a carapaça em que cada partido político quer enfiar-se.
Mas é grande o prejuízo para a democracia, que é sustentada por quatro pilares resultantes da articulação entre duas tradições diferentes: por um lado, os pilares da liberdade individual e do pluralismo, nos quais assenta a tradição liberal; por outro lado, os pilares da soberania popular e da igualdade, nos quais assenta a tradição democrática.
Liberalismo e democracia são valores diferentes e, como nos explica Chantal Mouffe, politóloga e professora da Universidade de Westminster, "a história das democracias liberais caracterizou-se pela luta, por vezes violenta, entre forças sociais cujo objectivo era estabelecer a supremacia de uma tradição sobre outra"5.
Hoje, porém, a moldura ideológica dominante assenta, por um lado, no "mercado livre" e por outro nos "direitos humanos". "O que é mais espantoso é que a referência à soberania popular – que constitui a coluna vertebral do ideal de democracia – foi praticamente eliminada da definição actual de democracia liberal." A soberania popular é considerada nos dias que correm "uma ideia obsoleta" e "um obstáculo à implementação dos direitos humanos".
Artigo de Alfredo Barroso, no ionline.
Publicada por
Joaquim
em
11:07
|
Hiperligações para esta mensagem
15 Fevereiro 2011
2 notícias 2
Importa destacar a redução muito significativa da despesa do SNS com a comparticipação de medicamentos.
Portugueses compram menos remédios e já pedem crédito nas farmácias.
PS: Os cortes cegos na saúde têm consequências dramáticas.
Publicada por
Joaquim
em
14:08
|
Hiperligações para esta mensagem
Jefferson is alive!
O que é que o Tea Party tem em comum com a revolução egípcia?
Uma visão do mundo mais assente na liberdade individual e menos nas lideranças iluminadas. Ver os dois posts anteriores.
Publicada por
Joaquim
em
07:46
|
Hiperligações para esta mensagem
a nova era Jeffersoniana, nos EUA
Prone to rambling, his clothes slightly worn, Jefferson was creative; his prose was almost poetic, his delivery scattered. The author of the Declaration, his vision of America was of a decentralized federal government, with power spread out to state and local governments.
His vision of an agrarian nation, with mild laws and a deep belief in man's goodness and liberty's importance, contrasted sharply with Hamilton's vision of a Washington-centric government, with power concentrated among the elite few.
Well-dressed, with a very organized mind, Hamilton believed humans were inherently flawed and, left on their own, made poor choices. His vision was to promote an economy based on commerce, wealth and strict laws, advancing toward a technological age and European-style collectivism.
Our shift away from elitism has threads throughout our culture, in the food we eat and the entertainment we choose. Cases in point: Plaid shirts, cowboy boots and Levi's jeans have surged in the fashion world, and last year's No. 1 new cable show was the History Channel's "American Pickers," about chasing Americana in the flyover zone.
It also is apparent in our political shift that began two years ago.
"What you saw in the very beginning of the tea party movement is our culture reconnecting with individual liberty again, the self-agrarian values of Jeffersonians," says Brown.
Salena Zito
Publicada por
Joaquim
em
07:42
|
Hiperligações para esta mensagem
a nova populaça
Publicada por
Joaquim
em
07:37
|
Hiperligações para esta mensagem
14 Fevereiro 2011
13 Fevereiro 2011
o planeamento económico
A filha do Yuri Gagarin atende o telefone:
- Os teus pais estão em casa?
- Não, saíram.
- A que horas chegam?
- O meu pai está em órbita, chega às sete horas. A minha mãe não sei porque foi à mercearia.
Anedota retirada do Spectator desta semana.
Publicada por
Joaquim
em
20:08
|
Hiperligações para esta mensagem
12 Fevereiro 2011
LIBERDADE
O Fim da História é o reconhecimento de que todos os povos aspiram à democracia, ao governo do povo, pelo povo e para o povo. O modelo da democracia liberal e capitalista é o paradigma do Fim da História.
Parar mim, o capitalismo é redundante nesta definição porque está subentendido. Não há verdadeiro capitalismo sem democracia nem democracia sem capitalismo.
Estamos a assistir em directo à força do Fim, no Egipto. Isto não significa que os egípcios vão passar a viver numa democracia liberal e capitalista de um dia para o outro. Nem que a história do Egipto tenha terminado aqui.
Tal como em Portugal, no 25 de Abril, abriu-se um processo que tem potencial democrático, mas as forças reacionárias, como a Irmandade Islâmica (em Portugal foi o Partido Comunista) vão tentar assaltar o poder. Terão sucesso? Não sabemos. Em Portugal foi necessário um 25 de Novembro e, mesmo assim, o nosso País ainda está longe de ser uma democracia liberal.
O importante é reconhecer a força da liberdade. Um dia também vai varrer Portugal e só posso desejar que seja o mais cedo possível.
Publicada por
Joaquim
em
10:46
|
Hiperligações para esta mensagem
11 Fevereiro 2011
não há alternativa ao homeschooling
O Prof. Cândido da Silva dizia muitas vezes que é necessário repetir a mesma coisa um milhão de vezes para que os alunos a memorizem. Se for apenas 999.999 não é suficiente.
O “velho” tinha razão. Educar é domesticar um cérebro em bruto e forçá-lo a determinadas reacções. Requer energia, força e determinação. O educador tem de exigir a atenção dos educandos e obrigá-los a repetir e a memorizar os conceitos necessários, até à exaustão.
Obviamente, nenhuma escola actual está preparada para esta tarefa. Os professores estão desmotivados, não têm autoridade e a sociedade também não compreende o que está em causa.
As melhores escolas são as que admitem esta incapacidade e fazem o favor de remeter a tarefa para os pais. Todos os dias preparam uma agenda de “homeschooling” que os infantes trazem para casa.
Os pais mais inteligentes dedicam-se depois à tarefa de disciplinar as crias, desligando a televisão, gritando-lhes, ameaçando, reprimindo e obrigando-as a repetir as mesmas coisas o tal milhão de vezes.
No dia seguinte, a pequenada lá volta para a escola com a lição estudada e regressa com nova dose para a noite.
A alternativa a esta situação é aceitarmos filhos parvos.
Publicada por
Joaquim
em
15:35
|
Hiperligações para esta mensagem




























