30 Novembro 2011
my Kindle
Deixem-me partilhar convosco o que ando a ler:
Chanel: An intimate life
The Spectator
A Most Dangerous Method
The Blank Slate (reler)
Economic Science and the Austrian Method
Inner Work
Femininity Lost and Regained
The Lean Startup
Dennett and Ricouer on the Narrative Self
Singapour's Success
Postwar
Intellectuals and Society
The Victory of Reason
Objectivism
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10:59
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a todas a coquettes (coco)
Tão Coco antes de ser Chanel.
Água, Ar, Terra e Fogo.
Força divina da natureza
Que não conhece defeito
Nem fraqueza.
Beleza, no seu estado puro.
Música celestial,
Paleta de cores vivas
Que encanta os sentidos.
Contigo não há espaço
Nem há tempo.
Apenas braços abertos
E o grande Mar Oceano. Ler Mais...
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09:52
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Coco Chanel
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09:00
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os benefícios da rolha
A Corticeira Amorim pode estar a desenvolver rolhas higiénicas, por assim dizer, para substituir os antiquados tampões higiénicos. A respectiva compra e dedução em IRC pode, portanto, estar perfeitamente justificada por se destinarem à I&D da empresa.
Até completo "esclarecimento desta possibilidade", eu sugiro que o Jornal de Negócios se deixe de vulgaridades. Participar num ataque tão ordinário ao símbolo vivo do nosso capitalismo, para um diário económico, é como "morder a mão que os alimenta". Sabem que mais... metam uma rolha! Ler Mais...
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07:26
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sigilo fiscal
Obviamente, está em curso uma operação mediática para denegrir a imagem de Américo Amorim, o homem mais rico do País.
A lista das despesas pessoais que Américo Amorim meteu no IRC e que deveria estar abrangida pelo sigilo fiscal, está aí estampada nos tablóides para galhofa da populaça. O Jornal de Negócios, por exemplo, dá-lhe grande destaque.
É possível que o facto de o caso estar em julgamento, no tribunal de Aveiro, justifique qualquer quebra do tal "sigilo fiscal". Contudo, a cortesia e o bom gosto, deveriam impor alguns limites.
Américo Amorim, com uma fortuna avaliada em mais de 6.000 M€, não terá dificuldade em pagar as multas e as coimas que tiver de pagar. Terá dificuldade é em continuar a viver num local tão mal frequentado.
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07:02
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29 Novembro 2011
inimputável?
Doença mental não é sinónimo de inimputabilidade. Para ser inimputável, um criminosos não deve ser capaz de distinguir o bem do mal, nem ter consciência da ilegalidade dos seus alegados actos.
Anders Breivik, obviamente, não é inimputável.
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20:04
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prisão perpétua
Segundo os médicos, o autor do massacre na Noruega a 22 de Julho, que vitimou 77 pessoas, deverá ser internado numa unidade psiquiátrica e não condenado a cumprir pena de prisão. O relatório com a avaliação foi entregue esta terça-feira no tribunal de Oslo.
A procuradora Inga Bejer Engh disse que: “Se a conclusão final é que Behring Breivik é irresponsável, pediremos ao tribunal para que receba tratamento mental obrigatório”, que poderá ser "para o resto da vida", acrescentou.
Breivik sofre de “psicose”, dizem os médicos, e terá sido isso a alterar a sua capacidade de discernimento antes e durante os ataques. O autor do massacre desenvolveu ao longo do tempo uma “esquizofrenia paranóide”, declarou em conferência de imprensa o procurador Svein Holden, citando as conclusões do um relatório entregue no Tribunal de Oslo.
Em Agosto deste ano, eu já tinha afirmado que o Sr Anders Breivik nunca mais veria a luz do dia:
Não há compaixão nas sociedades nórdicas. Por isso é que a Lei procura introduzir algum humanismo nas relações sociais.
Quando se parte o verniz, porém, os nórdicos revelam o seu verdadeiro carácter e evidenciam todos os seus mecanismos tradicionais de defesa.
Estou convencido de que o Sr. Anders Breivik não devia conhecer esta faceta dos seus conterrâneos. Certamente estava à espera de um alegre convívio na cadeia, de uma resposta positiva à sua solicitação de um psiquiatra japonês, de um palanque para se gabar das suas façanhas, de um écran de plasma e de uma Playstation, para se entreter a matar “monstrinhos”.
A realidade é que já completou 1 mês de solitária e vai completar o segundo. E que, por certo, não se vai livrar de perpétua.
No nosso País, por esta altura, já toda a gente chorava a triste sorte dos Breivick’s e até a desgraça do Anders: “Ele até que não é mau rapaz, foi qualquer coisa que lhe deu...”. A responsabilidade pelos seus actos seria atribuída a factores externos (os portugueses têm um locus externo) – foi a educação que recebeu, a rejeição social ou até... foi o diabo.
Na Noruega, uma sociedade masculina, a responsabilidade será considerada 100% do Anders e os noruegueses não demonstrarão qualquer compaixão. Eles não sabem o que isso é. Ler Mais...
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13:43
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28 Novembro 2011
27 Novembro 2011
o nosso "fado"
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19:02
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um ET
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, defendeu neste sábado que o Estado social português “é um sucesso”, com “muito mais benefícios” do que custos e reiterou o objectivo de assegurar “uma transição bem conseguida para um Estado social mais forte”.
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08:36
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26 Novembro 2011
não saber nada de finanças
Liberdade
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O Sol doira
Sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Fernando Pessoa
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10:03
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25 Novembro 2011
reputação duvidosa
- O Sr. desculpe, mas nós não permitimos que entre aqui com mulheres de reputação duvidosa...
- Duvidosa como? Elas são mesmo putas.
A propósito de reputações. Ler Mais...
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07:31
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Portugal agrilhoado
Quando é público que a banca vai necessitar da ajuda do Estado e o presidente do BCP aceita de bom grado esta possibilidade, a justiça gasta tempo e dinheiro com uma pessoa que "espalhou rumores sobre uma alegada falência do BCP".
BES vai rescindir com a promotora, que arrisca uma pena máxima de um ano de prisão por ter ofendido a reputação do BCP, tal como outros três arguidos.
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07:23
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Portugal agrilhoado
A verdadeira notícia é que até para a porcaria de um anúncio é necessária a autorização de um instituto do Ministério da Cultura. E que tal acabar com o IGESPAR? Ler Mais...
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07:09
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24 Novembro 2011
happy
O eterno "líder" da Intersindical está contente. Sorri quando afirma que "desta vez sente-se a revolta das pessoas".
Pensa, certamente, que desta vez é que o País vira à esquerda. Mas as pessoas não são tão estúpidas, sabem que foi a esquerda que nos meteu nesta embrulhada.
"Camaradas, fascismo nunca mais!"
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16:19
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uma greve política
É uma greve contra a democracia e a maior prova disto mesmo é que os deputados do PCP e do BE fazem greve à Assembleia da República. Isto é, suspendem a democracia. Ler Mais...
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07:04
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23 Novembro 2011
a barafunda chegou à "bunda"
O Governo alemão só conseguiu colocar cerca de metade das obrigações a 10 anos que foram hoje a leilão (total de 6 MM€).
Desconfio que, de um dia para o outro, o Quantitative Easing vai começar a ser apresentado como uma solução respeitável.
Eis a notícia no WSJ:
FRANKFURT—A German government debt auction drew some of the weakest demand since the introduction of the euro, signaling diminishing investor appetite for even the safest euro-zone assets amid Europe's worsening debt crisis.
The German government was able to sell only €3.644 billion ($4.92 billion) of the €6 billion in 10-year bunds on auction for an average yield of 1.98%.
A buyers' strike of German debt would represent a worrying escalation of the two-year-old debt crisis. Investors have flooded into German government bonds, or bunds, on the secondary market in recent weeks, shifting out of riskier Spanish and Italian debt. That has pushed German yields to below 2% in recent days.
Eis a opinião de Bill Gross (Gestor do maior fundo de obrigações do mundo!):
A Alemanha provou o seu próprio remédio no mercado de obrigações.
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16:18
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trafulhas
European banks, vowing to sell distressed assets as regulators tighten capital requirements, are lending money to buyers to get deals done.
Ou seja, alguns bancos europeus estão a emprestar dinheiro a empresas "amigas" para que estas lhes comprem os activos tóxicos. Com esta manobra retiram estes activos dos balanços, mas obviamente não retiram o risco que lhes está associado.
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10:40
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o berço e a cova
Brendan O'Neil, no Spectator Ler Mais...
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06:58
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o melhor estado social
O melhor Estado Social é um bom emprego.
Citação atribuída a John F. Kennedy
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06:53
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22 Novembro 2011
e a estupidez, não paga imposto?
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05:25
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21 Novembro 2011
20 Novembro 2011
objectivo antecipado
Post de 30 de Setembro de 2010
meta: PIIGS sem socialismo até 31-12-2013
Com a vitória do PP, em Espanha, o objectivo de afastar do poder os socialistas em Portugal, Itália, Irlanda, Espanha e Grécia (os famosos PIIGS) foi antecipado e ALARGADO.
Não sobra nenhum país socialista na Europa Ocidental. Ler Mais...
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20:12
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Vitória
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19:41
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para que serve o cérebro?
Serve para tomar decisões que melhorem o sucesso reprodutivo.
Michael Gazzaniga, especialista em neurociência cognitiva, UCLA.
O nosso fim último é crescermos e multiplicarmo-nos. O Bem Comum é tudo o que contribua para esse propósito.
Joaquim Sá Couto
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05:58
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louca
... the replacement of elected leaders in Greece and Italy with governments led by technocrats as "completely mad"
Boris Johnson, numa entrevista ao Telegraph.
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05:26
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a energia eólica é inútil
Duque de Edimburgo.
Eis o retrato da monarquia no seu melhor. Alertar para perspectivas diferentes, sem necessidade do politicamente correcto. É assim mesmo. Ler Mais...
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05:18
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19 Novembro 2011
throw them all out
Mark Twain, citado pela "minha querida Sarah".
O centro da corrupção em Portugal tem sido a Assembleia da República.
Paulo Morais Ler Mais...
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07:19
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uma referência
O título é fantástico. Os líderes argumentam sempre que cada crise é diferente: Desta vez é diferente.
- Desta vez, a crise económica em Portugal é diferente por causa da crise financeira internacional. Ler Mais...
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07:03
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18 Novembro 2011
o pensamento alemão
Some argue the euro can be saved only at the price of sacrificing monetary stability. This would be a momentous mistake. Putting the European Central Bank’s printing presses to work might at best bring some short-term relief. But it would have dire consequences, both raising inflation and dissipating vitally important incentives for reform. In the end we would end up with a depreciated currency and an even more destabilised eurozone. The ECB’s independence and firm commitment to price stability are of paramount importance to Europe’s economy.
Guido Westerwelle, no FT
O pensamento alemão sobre a crise é muito fácil de resumir, sem a ameaça de catástrofe os PIGS nunca implementariam quaisquer reformas. Infelizmente, é possível e dramático que os boches tenham razão.
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19:43
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a crise do Euro é o novo normal
... but there is a third scenario. That the current stalemate persists throughout the year and deep into 2013, when the permanent European rescue mechanism is finally launched (that’s the ESM for lovers of acronyms). Stalemate would mean permanently elevated bond yields across the eurozone, with the sole exception of Germany. It would mean very weak growth across Europe, if any at all. It would mean markets in a constant state of anxiety, pitching back and forth on the whims of confidence.
If recent history has anything to teach us, it’s that the third scenario is the most likely – and Europe will revert to “kicking the can down the road”.
Telegraph
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18:41
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Estado totalitário
A maioria vai incluir no projecto de lei sobre o crime de enriquecimento ilícito a proposta do PCP de que todos os cidadãos sejam abrangidos.
A principal finalidade desta legislação era combater a corrupção. Daí que só visasse os titulares de cargos políticos e altos cargos públicos, mas os comunistas insistiram que este crime deveria ser alargado a todos os cidadãos e a maioria anuiu.
Na minha opinião, estamos perante um erro profundo. Um erro que abre a porta à arbitrariedade e à perseguição fiscal. E até a mais corrupção porque os agentes do Estado passam a dispor da ameaça de prisão para extorquir qualquer cidadão que tenha um diferendo com as Finanças. Não estranho que o PCP tenha proposto esta medida, que só teria sido possível na velhinha URSS. O que estranho é que o PSD e o CDS se tenham deixado embalar na cantiga.
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06:24
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17 Novembro 2011
2 notícias 2
A missão da Comissão Europeia, do FMI e do BCE considera desejável que os salários do sector privado sejam reduzidos, em linha com os cortes feitos no sector público.
Troika "compreendeu" decisão de não descer a TSU.
É necessário melhorar a competitividade da economia portuguesa através da redução de custos. Como não se reduziu a TSU, a ideia agora é reduzir os salários. Trata-se de uma solução pior e que agrava o esforço fiscal (em termos relativos) para níveis intoleráveis. O peso relativo do sector público também aumenta.
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00:41
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16 Novembro 2011
contrato-programa
Para facilitar a vida aos operários da Lusa, aqui ficam algumas sugestões de notícias para cumprirem o contrato-programa:
1. Presidente termina visita oficial aos EUA.
2. Presidente congratula-se com resultado da visita aos EUA.
3. Cavaco Silva janta com portugueses.
4. Cavaco Silva regressa hoje a Portugal.
5. Cavaco Silva incentiva portugueses dos EUA a investirem em Portugal.
6. Maria Cavaco Silva acompanha o Presidente no regresso a Portugal.
7. Comitiva elogia visita de Cavaco Silva aos EUA.
8. Jornalistas elogiam visita de Cavaco Silva aos EUA.
9. Portugal precisa de um Silicon Valley.
10. ...
Já só faltam 21.
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11:19
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quando a realidade bate à porta II
... a falta de capacidade de financiamento na banca e “o atraso de um mês na transferência da verba do contrato programa com o Estado” estão a atrasar os salários na Lusa.
Claro que este atraso pode comprometer a produtividade da Lusa:
A Lusa está obrigada a produzir entre 30 a 400 notícias por dia, assim como 30 a 50 fotografias. Com a greve geral de 24 Novembro, à qual os trabalhadores vão aderir, a agência poderá colocar em causa aquele contrato com o Estado, revelou fonte ao i.
PS: A Lusa produz a metro.
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07:47
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quando a realidade bate à porta
Há anos que afirmo que em Portugal não existe nenhuma carência de médicos. Aliás, temos mais médicos per capita do que a média da OCDE. Daí que não me surpreenda esta afirmação do Ministro da Saúde:
O ministro da Saúde, Paulo Macedo, revelou hoje no Parlamento que os hospitais portugueses têm pelo menos mil médicos especialistas a mais.
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07:28
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15 Novembro 2011
Fünf Wirtschaftsweisen
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07:13
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a doutora da mula ruça
Merkel quer que países possam sair do euro sem abandonar a UE. Ahahahahah
É ficar com os custos sem auferir dos benefícios!
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07:01
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14 Novembro 2011
futura primeira-ministra?
Se o governo falhar as metas da troika, Ferreira Leite tem o perfil ideal para vir a liderar um governo tecnocrático, de iniciativa presidencial. Seria uma reedição da "tragédia grega", com PPC no papel de Papandreou, MFL no papel de Papademus e Cavaco no papel de Papoulias. E a populaça no papel de papalvos. Ler Mais...
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20:47
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a doutora da mula ruça
Angela Merkel Ler Mais...
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16:31
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nem mais
É necessário garantir que os responsáveis por empresas que necessitem de "bailouts" públicos fiquem falidos.
Warren Buffett
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14:32
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De Donde No Se Vuelve
Não de supetão, mas lentamente.
Deixei-me diluir na corrente
De lava quente.
Extingui-me momentaneamente
Para logo renascer
Diferente
Foto de Alberto García-Alix, no ionline. Ler Mais...
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07:33
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o grau zero da política
Monti quer liderar um governo de técnicos, sem personalidades políticas, para assegurar a credibilidade e coesão do executivo, e quer um mandato sem limite até às próximas eleições de 2013.
PS: A credibilidade só fica assegurada sem políticos. E esta?
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07:26
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carta a Otelo
Otelo pá! Tinha-te por um tipo avançado, capaz de pensar na Innovation Revolution e não em revoluções aqui na paróquia.
Tinha-te por um tipo, pá, capaz de organizar um Revolution Forum, para tomar Bruxelas ou Pequim, uma revolução à escala global. Ao falares como falas é como se te candidatasses a uma junta de freguesia.
Otelo, pá! Vamos marchar para Dubai, Pequim, Nova York.
Causas stress imenso e desapontas a populaça sem necessidade. Estamos na época das grandes iniciativas, à escala mundial.
O futuro é incerto e isso é uma grande causa de stress, dá depressão, esgotamento, vê o Horta Osório.
Não é falando é agindo e tu és um tipo de acção pá! C'os diabos, vamos em frente, já somos dois, traz um amigo também, talvez o Vasco, pá! Um para Bruxelas, outro para Pequim, tu comandas, sais de Alcântara ao som dos Tokyo Hotel e eu da Ribeira do Porto com a Shakira, prefiro pá, não levanta suspeitas, todos com o cravo no Ipod.
A Open Revolution é assim, uma espécie de 25 de Abril à escala Galáctica, isso sim.
Começamos com um Revolution Innovation Forum, um blog que não custa dinheiro... é o que está a dar, é revoluções sem grana, que está tudo teso, pá! Com dinheiro é fácil, agora tem que ser na base da mochila e pelo Inter-Rail. Otelo, pá, fico satisfeito por ver que ainda estás com power.
Hoje em dia como sabes vale mais um like no facebook do que um tiro de artilharia daqueles que aprendi na Escola Prática em Vendas Novas no tempo da Reforma Agrária. Há um mês passei por lá e não reconheci ,tive que ir ao Google Earth. É por aí, pelo Google que vamos atacar, pá.
O meu conceito é "Revoluciona-te a ti próprio". Cada um tem de ser o líder da sua própria revolução. Ou seja, eu revoluciono-me, tu revolucionas-te, etc… um movimento em cadeia à escala global. Diz-te alguma coisa? Para o blog deve ser o Revolution Innovation ou Revolution Lab. Estamos na época do Open Innovation, uma espécie de revolução aberta para a qual todos podem contribuir com ideias e acções, uma espécie de Fab Lab Revolucionário.
Vê se gostas da ideia, Otelo, pá diz qualquer coisa.
Unidos venceremos!
António Lúcio Baptista
Recebido por email Ler Mais...
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07:12
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12 Novembro 2011
balcanização
None the less, the virtual suspension of the democratic process that euro membership seems increasingly to demand should be viewed with alarm. Legitimacy, it appears, is expendable; the single currency is not. From the start, the march to European unification has always implied an erosion of sovereignty. But we seem to be reaching the point where the diktats of a small policy elite vastly outweigh the decisions of national parliaments.
A particularly unhealthy development is the emergence of the “Frankfurt Group”, a shadowy collection of senior policymakers, to drive through the measures thought necessary to save the euro. Its reported make-up – Angela Merkel, Christine Lagarde, Nicolas Sarkozy, Mario Draghi, José Manuel Barroso, Jean-Claude Juncker, Herman van Rompuy and Olli Rehn, with external powerhouses such as Barack Obama occasionally allowed in by invitation – gives no reason for confidence. Nothing any of them has done to date has succeeded in stemming the crisis. On the contrary, their actions have often made matters worse. If the definition of madness is to do the same thing repeatedly and expect different outcomes, this collection of latter-day Napoleons would quickly be confined to the asylum. A policy agenda that has consistently failed is scarcely more likely to succeed if pursued more decisively and oppressively through a European equivalent of the Chinese Politburo.
Telegraph
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Joaquim
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18:43
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conhece-te
Clemente de Alexandria, fundador da Escola Catequética de Alexandria (190 dC). Tentou harmonizar a tradição filosófica grega com a doutrina cristã. Ler Mais...
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13:02
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o maior bacaca do planeta
Ionline ao nível da Maria, numa entrevista a um cara que se apresenta como professor de bioenergética (?).
Sobre o casamento:
Ah, isso é pau para boi dormir. Papo furado, sentença judicial. Se eu tivesse que aguentar 30 anos uma pessoa do meu lado, me suicidava. É um negócio. A Igreja criou o casamento para destruir o amor. As pessoas viram propriedade uma da outra. O casamento é das coisas mais hipócritas que existem e quem está não sabe.
Sobre sexo:
Cerca de 90% dos homens não têm orgasmo...
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Joaquim
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07:51
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11 Novembro 2011
Europe's hit squad
If you thought the EU couldn’t get any less democratic, meet the Frankfurt Group.
Artigo excelente de Fraser Nelson, no Spectator
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Joaquim
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22:47
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2 notícias 2
Banqueiros escrevem carta a Bruxelas contra medidas do Governo.
Cabe ao governo português analisar queixa dos banqueiros.
A banca portuguesa está a cair no descrédito total. Depois de andarem com os socialistas ao colo durante vários anos, não conseguem definir uma estratégia para a crise.
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Joaquim
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12:52
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precisamos de líderes, não de "manageiros"
It is stating the obvious to say that appointing an unelected technocrat is less than ideal. Yet when the system is dysfunctional, emergency solutions are required. In both countries voters are so deeply alienated from their own corroded political class that only an outsider seems able to overcome the immediate obstacles to the painful reforms needed to restore growth.
It would be a fatal mistake, however, to presume that in either case a coalition of the old established political elite, led by a technocrat, will provide a miracle fix to deeply rooted problems.
...
While there is relief that discredited governments are being replaced, there is still resentment over what some see as a European, or worse, a German-imposed solution to domestic crises. The fact that both Mr Papademos and Mr Monti are former EU officials has reinforced this. The new Greek prime minister is already being called the Merkel man, not without a certain degree of bitterness. Both governments will have to walk a tightrope between domestic politics and credibility in the markets.
The new leaders must also recognise that nothing will be achieved without popular support. They could struggle to get reforms through parliament. The answer will be to show real leadership. Managerial competence will simply not suffice.
Financial Times
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Joaquim
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09:58
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2 notícias 2
Portugal ocupa 14ª posição no ranking dos melhores países para criar um filho (obrigado Ricciardi).
Governo incentiva jovens desempregados a emigrar.
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Joaquim
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07:01
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10 Novembro 2011
09 Novembro 2011
os governos tecnocráticos
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Joaquim
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19:41
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uma grave acusação
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Joaquim
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19:28
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austeridade expansionista
Antigo líder parlamentar do CDS António Lobo Xavier defendeu que "um país que tem que se contrair não pode, ao mesmo tempo, crescer".
Eis uma verdade que necessita de ser esmiuçada. Em termos macro não haverá "austeridade expansionista", mas esta meia-verdade esconde o facto de que em termos micro, muitas empresas continuam a crescer e a prosperar em plena austeridade. Ora se o governo tomar medidas para facilitar a vida destas empresas, a austeridade pode ser acompanhada de expansão em muitos sectores.
Os laboratórios de genéricos, só para dar um exemplo, podem beneficiar das medidas de austeridade na saúde.
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Joaquim
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07:51
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queixinhas
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Joaquim
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07:42
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até a TAP, senhores
TAP, pilotos e pessoal de bordo fogem ao fisco. Parece que chegamos ao ponto em que as empresas que não driblam o fisco não têm viabilidade.
Ler Mais...
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Joaquim
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07:24
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08 Novembro 2011
07 Novembro 2011
matar o mensageiro
Zapatero Mário Soares Merkel quer diminuir influência das agências de rating.
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Joaquim
em
17:48
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estão na Lua...
Bruxelas poderá multar países com taxas de desemprego acima dos 10%.
A única maneira de evitar uma multa destas é acabar com o subsídio de desemprego.
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Joaquim
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17:42
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Le PEC II
Além do congelamento dos salários dos ministros e do presidente, está prevista a subida do imposto sobre valor acrescentado (IVA), aumentando-o dos actuais 5,5% para 7%. Ainda assim, produtos alimentares de primeira necessidade permanecem na taxa anterior, indica o “Le Fígaro”.
As medidas de austeridade contemplam, igualmente, um aumento temporário de 5% para o imposto sobre as grandes sociedades e a passagem da idade da reforma para 62 anos, que acontece em 2017 e não em 2018, como estava anteriormente previsto. Já a actualização de algumas prestações sociais ficará limitada a 1% em 2012.
Com as novas medidas, que se seguem a outras apresentadas em Agosto, o objectivo do primeiro-ministro francês é chegar a 2016 com um défice zero, ou seja, com um orçamento equilibrado, em que as despesas igualam as receitas do Estado.
PS: Também em França a opção é subir os impostos, em vez de cortar na despesa.
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Joaquim
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16:59
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wise guys! (2)
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Ricardo Arroja
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16:45
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wise guys!
O novo governador do Banco Central Europeu, que ao que consta convenceu os alemães que era mais alemão que os próprios germânicos, tem dia após dia revelado ao que vem. Primeiro, foi a redução-surpresa da taxa de juro em 25 pontos base para 1,25% que, não tendo qualquer efeito prático, apenas valeu pelo seu simbolismo. Segundo, a notícia que, em cima, agora reproduzo.
A política monetária preconizada por Draghi, e que é acomodatícia, evidencia que à medida que o efeito de contágio se vai alastrando da ultra periferia para a periferia mais próxima do centro, como é a Itália e como seria a Espanha, aumenta também o poder negocial dessas mesmas economias periféricas junto do BCE. Ou seja, não tarda nada assistiremos a uma união de periféricos (mais forte quanto mais rápida for a queda da Grécia) que, em conjunto, equilibrará o poder de forças que, até aqui, tem sido desequilibrado a favor da Alemanha, em última instância conduzindo o BCE à monetização da dívida. Assim, entre os perdões de dívida explícitos ou implícitos, prevalecerão os implícitos. E entre o desemprego ou a inflação, vencerá a inflação.
Quanto à Alemanha, quando esta perder o apoio da França, e estou muito convicto de que chegaremos a esse dia, ela própria sairá do euro. Agora sai a Grécia. Mas mais tarde sairá também a Alemanha. Ciao, bella!
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Ricardo Arroja
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15:33
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transparência
Sublinhando que “as privatizações em termos do memorando de entendimento é uma das zonas mais sensíveis a fenómenos de eventual corrupção”, Paulo Morais pergunta se os dois parlamentares da coligação fazem o seu trabalho na comissão representando “o povo que os elegeu ou as empresas que lhes pagam”. Ler Mais...
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Joaquim
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15:04
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um grande exagero
Caro Ricardo,
Os gregos serão estúpidos? Tão estúpidos que não entendem que o dinheiro acabou? Duvido que a resposta a esta pergunta seja afirmativa.
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Joaquim
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14:45
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nós incentivamos os chineses a enriquecerem
Link da Zazie
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Joaquim
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05:00
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06 Novembro 2011
Segurança Social inventa Iznop
Utilizar o Fundo da Segurança Social para criar emprego, é, por assim dizer, inverter a pirâmide e acelerar o seu colapso. Se os reformados tiverem de contribuir para criar emprego, então o saldo líquido torna-se negativo e a SS vai à bancarrota mais depressa que o previsto.
Em pouco tempo, os novos empregos esfumar-se-ão e deixará de haver dinheiro para as pensões.
Como é que havemos de chamar a este novo paradigma de pirâmide de pernas para o ar? Iznop? Os portugueses são uns "inventões". Ler Mais...
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Joaquim
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13:11
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pirâmide de Ponzi
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Joaquim
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12:54
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as raízes do problema
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Joaquim
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08:16
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05 Novembro 2011
grande sentido de humor
Andy Rooney, 14 de Janeiro de 1919 - 5 de Novembro de 2011
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Joaquim
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18:56
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04 Novembro 2011
2 notícias 2
CML admite reduzir semana a 4 dias de trabalho e limitar recolha de lixo.
Governo abre a porta a semana de 48 horas.
Desorientação estratégica total.
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Joaquim
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19:53
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reality check
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Ricardo Arroja
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11:07
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artigo VE
"Há três semanas, na crónica “O futuro do euro”, defendi que a Grécia estava a um passo de ter de abandonar a moeda única, em face de uma cessação de pagamentos que se seguiria ao fim da ajuda europeia. Escrevi aquelas linhas mesmo sabendo de uma importante cimeira que se avizinhava e da qual, para minha grande surpresa, resultou uma nova e derradeira tentativa de oxigenar a Grécia, através de um perdão da dívida, alicerçada num programa de recapitalização bancária cujo objectivo final, não nos equivoquemos, é na realidade o salvamento dos bancos dos países credores da zona euro, a expensas dos accionistas privados, mas em benefício dos seus respectivos depositantes. Em suma, as decisões daquela reunião de governantes europeus foram positivas, na medida em que procuravam salvaguardar a solidez do sistema bancário da zona euro.
Porém, por mais positivos que os anúncios possam ter soado, os problemas de base mantiveram-se inalterados. A saber, a Grécia continua falida e, mais importante ainda, a população grega mantém-se ferozmente contra as políticas de austeridade orçamental, ainda que beneficiando agora de um perdão parcial da dívida. Em resultado de tudo isto, nas últimas horas, o Governo de Papandreou sucumbiu à pressão das ruas de Atenas e convocou um referendo, a fim de ratificar a última revisão do programa de resgate financeiro, e que, sendo de aplaudir como manifestação suprema do exercício da Democracia, condenará a Grécia a sair do euro. Entre duas paredes, o directório Paris-Berlim e a rua de Atenas, Papandreou está encurralado.
Nos últimos dois anos, tenho escrito abundantemente sobre desequilíbrios macroeconómicos, orçamentos de Estado e perdões de dívida. Mas como os números relativos ao desempenho económico e financeiro de um país são na sua essência manifestações culturais desse mesmo país, rendo-me hoje à evidência de que não se conseguem prescrever soluções técnicas que, sendo boas para uma dada cultura, não sejam aceites por outra. E, assim, vejo na Grécia o exemplo acabado do falhanço associado à construção europeia, representada na ideia de que a integração monetária seria o primeiro passo rumo a uma integração política e, naturalmente, cultural também. É que, por um lado, não há na Europa consciência nem cidadania europeia que permitam a via federal. O legado histórico é demasiado forte e contrário à ideia da união; e a prova disso é que nos diversos referendos que, nos últimos anos e em vários países, têm sido realizados sobre matérias europeias, o “Não” tem prevalecido. Por outro lado, diferentes economias, baseadas em diferentes culturas, não andam ao mesmo ritmo, pelo que a partilha de uma mesma moeda acabará apenas por agravar os desequilíbrios decorrentes dos respectivos modos de vida. Enfim, dito de outro jeito, como não é possível esperar que os gregos vivam, consumam, trabalhem e gastem como alemães, nem vice-versa, o euro nos seus moldes actuais está condenado ao insucesso.
Regressando à situação actual na Grécia, as sondagens indicam dois desejos contraditórios. Primeiro, cerca de 60% da população não quer mais austeridade, nem mesmo beneficiando de um perdão de dívida. E, segundo, mais de 70% da população quer manter-se no euro. Mas, caros leitores, o que os gregos parecem estar a pedir é o melhor dos dois mundos. E, infelizmente, é impossível ter o melhor dos dois mundos. A realidade dos factos é a seguinte: mesmo depois de toda a austeridade do último ano e meio, a Grécia continua a exibir um défice na balança de transacções correntes de quase 10% do PIB, encontrando-se o défice público num patamar idêntico. Acresce ainda uma dívida pública que em percentagem do PIB excede 150%. Ou seja, os gregos continuam a importar mais do que exportam, continuam a consumir mais do que poupam, continuam numa trajectória insustentável. Prevê-se, portanto, austeridade para muitos anos (décadas?), numa altura em que o país já não aceita – aliás, nunca aceitou – tantos cortes que, apesar de tudo, pecam ainda por (muito) escassos. Só há uma saída que politicamente seja viável, economicamente faça sentido e que voluntariamente dependa apenas dos gregos: sair do euro e através da desvalorização cambial corrigir todos os desequilíbrios que afligem a economia grega. Vai custar? Vai – no curto prazo, é provável uma depressão na Grécia, muitos gregos emigrarão, as importações tornar-se-ão proibitivamente caras e a inflação disparará. E valerá a pena? Valerá – no médio prazo, a produção importada será substituída por produção nacional, estimulando, fundamentalmente, o emprego e o crescimento económico. Haverá, acima de tudo, luz ao fundo do túnel, coisa que, atendendo ao modo de vida dos gregos, não existe hoje. É isso que dizem os livros (nomeadamente a obra de Reinhardt e Rogoff, que tanto tenho citado nesta rubrica). É isso que, desde 2002, tem sucedido na Argentina (agora a crescer a quase 10% ao ano). E é isso que parece estar a desenhar-se na Islândia. Ora, na Grécia (Portugal?) não será diferente."
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Ricardo Arroja
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09:42
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um contributo para o debate
Ora, aqui está um contributo positivo para o debate que, antes mais cedo que mais tarde, se terá de abrir em Portugal acerca da reestruturação da nossa dívida pública. O Daniel Amaral aponta um caminho que me parece muito interessante (nota: creio, contudo, que onde se lê "não receberão quaisquer juros" deveria ler-se "não receberão quaisquer amortizações de capital") e fá-lo de uma forma quantificada, factual e fácil de entender. Um estilo que eu muito aprecio no Daniel. Na realidade, é a partir de contributos como este que a qualidade do debate em Portugal e, em última instância, da Democracia também, pode melhorar; pelo contrário, se o debate continuar dependente de clichés e de políticos que, na sua generalidade, falam de cor, só poderemos esperar o pior.
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Ricardo Arroja
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09:27
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Ganda Gaspar II
A intervenção do Estado na recapitalização dos bancos portugueses é de natureza "subsidiária e temporária", com um prazo máximo de cinco anos. A forma de entrada deverá ser através de acções preferenciais sem voto, o que implica que os bancos que recorram à linha do Estado façam um aumento de capital com acções sem voto. Esta não será a única via possível mas a mais provável, por ser a menos agressiva para os actuais accionistas dos bancos.
Então os contribuintes vão ser chamados a injectar 12.000 MM€ na banca e as suas acções não vão ter direito a voto, para não ferir as susceptibilidades doa actuais accionistas (coitadixos!). Gaspar é forte com os fracos e fraco com os fortes.
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Joaquim
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07:28
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liberalizem, antes que seja tarde
Liberalizem a venda de medicamentos, antes que seja tarde. Ler Mais...
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Joaquim
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07:10
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03 Novembro 2011
o sexo é a coisa mais importante da vida
Como é fácil de demonstrar, digo eu. Ler Mais...
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Joaquim
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17:27
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Democracia representativa de nada
“Há uma reacção popular contra uma democracia que é apenas representativa, em que delegamos em alguém o poder para tomar decisões por nós. E há uma grande pressão para que surjam formas de participação directa. Estou a falar da democracia deliberativa, em que eu quero ser consultado na tomada de decisão e quero que as minhas opiniões sejam tidas em conta, mesmo se não sou eu que tomo a decisão. Isto não surgiu com a crise, já havia em muitos sítios essa ânsia por mais participação. A crise quebrou o gelo e a água está a aparecer.”, Sabino Cassese, juiz do Tribunal Constitucional italiano, ontem, em entrevista ao Público (página 15).
Pois é! A água está a aparecer e, infelizmente, medidas como a anexação da Grécia ou o golpe de Estado constitucional de que nos fala o Samuel de Paiva Pires, orquestrados pela União Europeia, não ajudam. De resto, não deixa de ser penoso observar que na Grécia, apesar do protesto generalizado da população contra o rumo actual, são os próprios partidos políticos gregos, para além do directório franco-alemão, que tentam travar a realização do referendo, transmitindo ainda a ideia de que um cenário de eleições antecipadas também não seria agora…conveniente. Em suma, a democracia na Grécia foi suspensa pelos seus próprios órgãos democráticos! E os gregos parecem estar reféns de um regime que supostamente os deveria representar.
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Ricardo Arroja
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16:03
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anexado
De protectorado a anexado. E quanto à alegada marcha atrás na ideia do referendo (e ausência de eleições antecipadas), ora, mantendo-se o protesto generalizado contra a austeridade, trata-se de brincar com a dignidade de um povo...e isso, sim, é abrir a caixa de Pandora.
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Ricardo Arroja
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13:20
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o que o povo quiser (2)
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Ricardo Arroja
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12:16
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Ultimato (3)
"On Wednesday, Mr. Napolitano held meetings with lawmakers across the political spectrum to see if Mr. Berlusconi's majority has the political support to push tough reforms through Parliament. Analysts interpreted the meetings as a sign that Mr. Napolitano might throw his support behind lawmakers who have called for a government of technocrats to replace the premier.", no Wall Street Journal.
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Ricardo Arroja
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11:11
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emigrantes ou refugiados?
Por muito que custe às cabeças bem pensantes, os portugueses vivem, actualmente, num estado de escravatura. O Estado não reconhece os direitos cívicos dos cidadãos e exerce coerção sobre eles para lhes extorquir os rendimentos.
É neste contexto que milhares de portugueses se veem obrigados a emigrar e a procurar angariar no estrangeiro o sustento que a pátria lhes nega. Não se trata de uma emigração económica, essa é apenas a ponta do iceberg. Trata-se de uma emigração com fortes nuances políticas.
Ora quando um representante do Estado aparece a incentivar a emigração dos jovens e, ainda por cima, explica que Portugal pode vir a retirar benefícios dessa emigração, que pensar?
Deixo a resposta à vossa imaginação. Ler Mais...
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Joaquim
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11:02
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Ultimato (2)
Agora, de acordo com as notícias desta manhã, as divisões que começam a estar patentes no Governo grego e que já levaram o Ministro das Finanças a discordar publicamente da convocação do referendo, aumentam a probabilidade de o Governo perder a moção de confiança que está agendada para amanhã, 6ª feira, sem a qual não haverá referendo, mas sim eleições antecipadas. Infelizmente, o problema é que, para além da necessidade de responsabilizar o povo pelas medidas que vão sendo adoptadas, a Grécia tem também uma necessidade urgente de fundos, sem os quais não terá dinheiro para pagar a funcionários públicos nem pensionistas, e que, nas últimas horas, foi agravada pelo congelamento dos tais 8 mil milhões. Assim, a situação exige determinação popular, mas exige sobretudo celeridade institucional. Em suma, pede-se uma tarefa heróica.
Ora, os relatos da imprensa também dizem que Papandreou, tendo inicialmente apontado o início de Janeiro para a realização do tal referendo, aponta agora para o início de Dezembro, ainda a tempo de evitar uma cessação de pagamentos que, segundo informações avançadas pelos alemães, ocorrerá em meados desse mês se não entrar mais dinheiro. Contudo, se a moção de confiança de amanhã resultar em eleições antecipadas não é de esperar que esse novo acto eleitoral se faça em tempo útil. Mais, essas eleições antecipadas terão como único objectivo amaciar - enganar, até - o eleitorado grego quanto à natureza mutuamente exclusiva daquilo que está em cima da mesa. E, portanto, no dia seguinte a essas eleições, assumindo que a Grécia não terá já entrado numa cessação de pagamentos, os gregos, com a mesma convicção que terão em ratificar a sua permanência na zona euro, estarão nas ruas de Atenas a protestar contra a austeridade! E lá se voltará ao mesmo...A presença da Grécia no euro está terminada e a bem de todos seria desejável que os líderes gregos e europeus se sentassem à mesa, a fim de negociar, controladamente, essa mesma saída.
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Ricardo Arroja
em
10:38
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festival de incompetência
Presidente do CADM do BCP, um banco que já perdeu mais de 90% do seu valor bolsista, chama incompetentes aos líderes europeus.
Santos Ferreira acreditava que as dívidas soberanas não comportavam riscos...
Só foi pena que não tivesse escrito ao Pai Natal a pedir isso mesmo.
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Joaquim
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06:00
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02 Novembro 2011
why did you burnout?
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Ricardo Arroja
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16:00
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Ganda Gaspar
Esta é de antologia: quem não recebe subsídio de Natal também vai ter de pagar "um imposto sobre o subsídio de Natal".
Fico com a sensação de que estamos a viver uma espécie de second life.
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Joaquim
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15:26
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descubra as diferenças
Aumento do número de horas de trabalho tem efeito recessivo.
Diminuição da Taxa Social Única teria efeito expansionista.
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Joaquim
em
10:48
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