“Estou ministro, mas serei sempre um polícia”, afirmou ainda Luís Neves.
Fonte: cf. aqui.
Comentário. Pois, esse é que é o grande problema. Está tudo dito. Não é preciso dizer mais nada.
Temos um polícia a ministro.
Nem no tempo do Salazar.
“Estou ministro, mas serei sempre um polícia”, afirmou ainda Luís Neves.
Fonte: cf. aqui.
Comentário. Pois, esse é que é o grande problema. Está tudo dito. Não é preciso dizer mais nada.
Temos um polícia a ministro.
Nem no tempo do Salazar.
(Continuação daqui)
476. Solução ao quiz
Enquanto o acórdão do TRP não é publicado no site oficial, veja se acertou no quiz do post anterior (cf. aqui), a partir da versão original do acórdão que recebi do meu advogado no final da semana passada (ênfases meus):
"Em consequência acordam os juízes desta 4ª Secção Criminal do Tribunal da Relação do Porto em julgar procedente a reclamação, determinando a retificação do último paragrafo do capitulo 4.4 (pág. 32) nos seguintes termos:
“(i) a pena de multa no valor de €7000,00, (ii) a taxa de justiça cível (1ª instância) no valor de €714 e de €510, (iii) a indemnização e custas reembolsadas à assistente no valor de €10.272 e de €529,20, (iv) a indemnização e custas reembolsadas à assistente no valor de €5.850 e de €529,84, (v) a taxa de justiça penal (STJ) no valor de €204, (vi) a taxa de justiça penal (TC) no valor de €4794; (vi) a taxa de justiça penal (1ª instância) no valor de €408 (vi) a taxa de justiça penal (TC) no valor de €4794 e (vii) os honorários no valor de €1.000, €615, €1.150, €500,61.Tais despesas ascendem ao valor de €34.076,65, quantia a que acrescem os juros já vencidos e calculados desde os respetivos pagamentos (que, em 30/09/2024, ascendiam a €4.410,39), bem como os vincendos até integral pagamento.”
(Continuação daqui)
475. A incúria e o desleixo
No acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 10 de Setembro passado que me descondenava dos crimes de difamação ao ministro Rangel e de ofensa a pessoa colectiva à sociedade de advogados Cuatrecasas, havia um parágrafo que me fez recorrer. Era o parágrafo onde era contabilizada a importância que o Estado português tinha de me ressarcir (cf. aqui):
Deste modo, o arguido nesta sede deve ser ressarcido dos danos que teve de suportar com o presente processo de revisão e com o processo que esteve na sua origem (danos devidos para a plena reintegração da ordem jurídica), ou seja: (i) a pena de multa no valor de € 7000,00, (ii) a taxa de justiça cível (1ª instância) no valor de € 714 e de € 510 (iii), a indemnização e custas reembolsadas à assistente no valor de € 5.850 e de € 529,84, (iv) a indemnização e custas reembolsadas à assistente no valor de € 5.850 e de € 529,84, (v) a taxa de justiça penal (STJ) no valor de € 204, (vi) a taxa de justiça penal (TC) no valor de € 4794 e (vii) os honorários no valor de € 1.000, € 615, € 1.150, € 500,61. Tais despesas ascendem ao valor de € 31.818,04, quantia a que acrescem os juros já vencidos e calculados desde os respetivos pagamentos e os vincendos até integral pagamento.
A razão do meu recurso era dupla. Por um lado era repetida indevidamente uma parcela respeitante à indemnização mais juros que paguei à Cuatrecasas quando devia lá estar a indemnização mais juros que paguei ao ministro Rangel, que era o dobro. Depois, a conta de somar estava engatada, o total é 29.247,39 e não 31.818,04 como diz o acórdão.
Pois bem, a semana passada, quase seis meses depois, recebi o novo acórdão do TRP que corrige o anterior. E é neste momento que proponho ao leitor um quiz:
No novo acórdão, que corrige o anterior porque havia uma verba repetida indevidamente e a conta de somar estava engatada,
(i) há uma verba repetida indevidamente mas a conta de somar não está engatada;
(ii) não há uma verba repetida indevidamente mas a conta de somar está engatada;
(iii) há uma verba repetida indevidamente e a conta de somar está engatada;
(iv) está tudo impecavelmente correcto (como era de esperar à segunda tentativa), não há uma verba repetida indevidamente nem a conta de somar está engatada.
A solução pode encontrá-la quando o acórdão fôr publicado (o que deve estar para breve neste site: cf. aqui). É o acórdão de 18 de Fevereiro relativo ao Proc. nº 5777/15.6T9MTS.P1 assinado pelos juízes desembargadores Isabel Matos Namora (relatora), William Themudo Gilman e Maria Dolores da Silva e Sousa.
(Continua acolá)
Fonte: cf. aqui
Em Portugal, a promiscuidade entre a política e a justiça não conhece limites.
Nomear ministro um chefe de polícia - ainda por cima um chefe da polícia de investigação criminal - não lembraria ao diabo numa democracia (embora faça todo o sentido numa ditadura).
Lembrou ao primeiro-ministro Luís Montenegro.
Que pouca vergonha. Depois, ele que diga que o Ventura é que quer a ditadura: cf. aqui.
Carlos Tavares: "A economia portuguesa é um automóvel com um motor muito potente que está a tentar avançar com o travão de mão puxado"
Fonte: cf. aqui.
Comentário: É no que dá pôr um burocrata a ministro da Economia.
"É impossível hoje dar estimativas... eu próprio queria ... o senhor presidente da Câmara...ele próprio não tem estimativa do seu concelho... o que é totalmente compreensível... e portanto se cada concelho não tiver a sua estimativa não é possível ter uma estimativa nacional... mais global..."
Fonte: cf. aqui
Conclusão: Estimativa só no final do jogo.
"Se houver necessidade de fazer défice..." (cf. aqui, min. 0:18)
Ahahahahah.... "fazer défice..."... esta eu nunca tinha ouvido... que grande economista que é o nosso ministro da Economia!...
Ele até faz défice, imaginem, défice!
Alguém, alguma vez, tinha visto um ministro da Economia a fazer défice?
Pois o nosso faz.
Fonte: cf. aqui
Comentário: O melhor é os recursos naturais ficarem lá no estado natural em que estão para todos nós os contemplarmos. É nesse estado natural que eles têm contribuído para o enriquecimento dos povos africanos, como está à vista de todos.
Os americanos têm razão, se não forem eles a salvar a civilização ocidental, não é a Europa que o vai fazer (cf. aqui). O secretário-geral da ONU está caquético e não há ninguém que lhe diga.
O Eng. Guterres é que anda a pilhar os contribuintes dos países que financiam a ONU. Pagam-lhe um salário real para ele andar pelo mundo fora a apregoar umas balelas retrógradas e socialistas. Felizmente, o Trump é que não vai na fita e cortou-lhe a mesada (cf. aqui).
Aquilo que se tem de dizer aos países africanos é para eles imitarem a ética do trabalho e as instituições ocidentais (e, em primeiro lugar, as americanas), incluindo o regime económico que, pela primeira vez na história da humanidade, conseguiu tirar em massa o homem da miséria - o capitalismo (de preferência, na versão americana). Esse mesmo que utiliza os recursos naturais para os pôr ao serviço das pessoas, e não para ficarem lá para os africanos os contemplarem da janela da palhota.