12 setembro 2026

A Decisão do TEDH (479)

 (Continuação daqui)



479. O sarapanta


O juiz Pedro Vaz Patto, relator do acórdão que me condenou, candidatou-se este ano a juiz do Supremo e chumbou.

Que pena, uma injustiça.

Mas como ele lê este blogue, vou dar-lhe daqui algumas sugestões para na próxima candidatura obter o sucesso que não teve nesta.

-Continue a condenar deliberadamente pessoas inocentes traficando sentenças para retribuir os favores aos amigos (cf. aqui).

-Continue a redigir doutos acórdãos como aquele que me condenou, que foi considerado uma obra prima de jurisprudência democrática por unanimidade de sete juízes do TEDH oriundos de sete países diferentes (cf. aqui). 

-Continue a contribuir para o prestígio da justiça portuguesa por esse mundo fora com os seus doutos acórdãos, na Holanda, em Nova Iorque (cf. aqui), no México, até na Ucrânia.

-Mantenha essa maravilhosa situação de conflito de interesses sendo ao mesmo tempo juiz de um  Estado laico e dirigente da Igreja Católica.

-Nunca deixe de emprestar o seu estatuto de juiz desembargador para proteger padres pedófilos ou intimidar quem os denuncia.

-Nunca abandone essa sua actividade paralela de expert em prostituição (cf. aqui). Dá ânimo e distrai dos horrores de andar a condenar inocentes.

-Compareça sempre às conferências sobre prostituição (cf. aqui) e aos estágios de actualização profissional e não falte às aulas práticas. Na sua idade, elas são muito importantes para manter o vigor do sarapanta. Um juiz do Supremo com um sarapanta em condições é outra loiça.


                                                                            (cf. aqui)


-Mantenha aquele estilo de militante do Bloco de Esquerda que o caracteriza, e continue a discursar em manifestações no Parlamento em cima de camionetas. Lindíssimo para um futuro juiz do Supremo, mas cuide mais da dieta (cf. aqui). Um juiz do Supremo com uma pança dessas não lembra ao diabo.

-Continue a produzir os doutos acórdãos que custam milhares de euros aos contribuintes portugueses  (cf. aqui). O pessoal agradece. A cultura católica portuguesa é uma cultura feminina e é feminino aquele famoso e horroroso dictum português: "Quanto mais me bates mais eu gosto de ti".

Não desanime. Mais cedo ou mais tarde vai chegar ao Supremo. Como o seu colega Francisco Marcolino (cf. aqui), que subscreveu consigo tão doutíssimo acórdão.

10 setembro 2026

A Decisão do TEDH (478)

 (Continuação daqui)



 478.  Algum retorno 

Finalmente, começo a ver algum retorno das centenas de posts que escrevi sobre este tema com vista a mostrar como funciona o sistema de justiça em Portugal. Nunca nenhum jornalista  se interessou em publicar o que quer que seja sobre o assunto para daí extrair algumas conclusões. Foi necessário alguém que não é nem jurista nem jornalista para levar a história ao grande público.

A equipa editorial do Miguel Milhão extraiu este excelente "short" (cf. aqui) da extensa conversa que tive com ele em Agosto do ano passado e que foi publicada em Abril deste ano (cf. aqui).

O jornal online 24 Horas pegou no assunto (cf. aqui). Infelizmente pôs o ênfase num aspecto de segunda importância. Podia ter referido que o Paulo Rangel enriqueceu em cerca de 12 mil euros com tudo isto (acusou falsamente um cidadão inocente, manipulou a justiça,  e ainda ficou a ganhar com o dinheiro da indemnização que lhe paguei, porque quem me está a restituir esse dinheiro, mais juros, é o Estado: cf. aqui). 

Seria interessante os jornalistas perguntarem-lhe, agora que é ministro, se tenciona devolver esse dinheiro aos contribuintes portugueses ou se, pelo contrário, se sente confortável por ter enriquecido ilegitimamente à custa dos seus próprio governados.

(Continua acolá)


07 setembro 2026

A Decisão do TEDH (477)

 (Continuação daqui)


477. Juros


No passado dia 20 de Agosto recebi do IGFIJ (Instituto de Gestão Financeira e das Infraestruturas [antes: Equipamentos] da Justiça) uma transferência bancária no valor de 8.836,00 euros.

Presumo que se trata dos juros sobre a indemnização que o Estado foi condenado a pagar-me pelo Tribunal da Relação do Porto em Fevereiro deste ano por o mesmo Tribunal da Relação do Porto me ter condenado injustamente em 2029.

Falta agora o Estado pagar-me o valor da indemnização propriamente dita, que aguardo a todo o momento: 34.076,65 (cf. aqui)

Juntando estas duas importâncias aos 15 mil euros que o TEDH condenou o Estado a pagar-me por violação do meu direito à liberdade de expressão em Março de 2024 (cf. aqui), e que recebi em Agosto desse ano (cf. aqui), o total ascende a perto de 60 mil euros.

É a factura que os contribuintes portugueses estão a pagar por um conluio de juristas corruptos, incluindo juízes, magistrados do MP e advogados. Um caso de perseguição pessoal e política utilizando o sistema de justiça que faria corar de vergonha o regime de Salazar.

Acusar e condenar uma pessoa inocente não é trabalho judicial. É crime, crime de calúnia. Os criminosos estão identificados neste post: cf. aqui.

Um deles é hoje ministro dos Negócios Estrangeiros e enriqueceu à custa disto (ficou com o dinheiro da indemnização que lhe paguei, e hoje são os contribuintes portugueses que me estão a restituir esse dinheiro mais juros). Um outro foi pouco depois promovido a juiz do Supremo (cf. aqui)

(Continua acolá)

05 setembro 2026

Mais um

 



Mais um autarca vítima dos criminosos que se disfarçam de magistrados do Ministério Público (cf. aqui).

Continua a não se compreender por que é que os jornalistas não mencionam os nomes destes criminosos capazes de arruinar vidas e carreiras de pessoas inocentes, enquanto eles próprios permanecem no anonimato e na impunidade.

Creio que é por medo de represálias.

04 setembro 2026

a justiça é um espectáculo

 



"A declaração de Fachin ocorre numa semana de grande pressão política, após o juiz André Mendonça quebrar o sigilo de uma investigação que expunha outro colega, Alexandre de Moraes, sobre relações suspeitas com o banqueiro preso Daniel Vorcaro, do banco Master".

Fonte: cf. aqui


Comentário. No Brasil os juízes do Supremo já se investigam uns aos outros. O Brasil herdou de Portugal a sua tradição judicial e os resultados estão à vista. 

O Brasil é um Portugal exagerado e, por enquanto, em Portugal ainda é só o Ministério Público que investiga o ex-director nacional da Polícia Judiciária, embora em três processos-crime. 

Num país e noutro a justiça é um espectáculo. Faz lembrar uma corporação de criminosos que acaba sempre com eles a denunciarem-se e a perseguirem-se uns aos outros. 

 

03 setembro 2026

O Zé Inácio de Porto Covo

 


"... o Zé Inácio de Porto Covo..." (cf. aqui, min. 3:42).

Esta afirmação revela muito acerca destes democratas. Eles não têm consideração nenhuma pelo povo.

cinco!

 

PGR revela que há cinco processos na justiça sobre casos que envolvem ministro Luís Neves


Fonte: cf. aqui

Comentário. Se um ex-director geral da Polícia Judiciária já acumula cinco processos na justiça e, em três deles, é suspeito de ser um criminoso, imagina-.se aquilo que pode acontecer ao cidadão comum.

A democracia transformou Portugal num país de criminosos. Até o chefe da polícia de investigação criminal é suspeito (triplamente) de ser um criminoso.

02 setembro 2026

trembling

 


Portugal convoca embaixador russo após ataques híbridos na Alemanha

Fonte: cf. aqui


Comment: Now it's for real, Putin is trembling. He had never before been targetted by such a virile Minister of Foreign Affairs.