(Continuação daqui)
5. Usurpação de funções
Senhor ministro,
Um advogado pode fazer de ministro da Economia, ou é crime de usurpação de funções (como quando um economista faz de advogado)? (cf. aqui)
(Continuação daqui)
5. Usurpação de funções
Senhor ministro,
Um advogado pode fazer de ministro da Economia, ou é crime de usurpação de funções (como quando um economista faz de advogado)? (cf. aqui)
(Continuação daqui)
4. Sigilo profissional
Senhor ministro,
Quando um traficante entra por uma instituição financeira dentro oferecendo uma comissão de 35% para lavar 20 milhões, deve o funcionário denunciá-lo às autoridades, como manda a lei, ou fazer como alguns dos seus colegas advogados, aceitar o negócio ao abrigo do sigilo profissional? (cf. aqui)
(Continua acolá)
(Continuação daqui)
3. Um trolha
Senhor ministro,
Pode um trolha livremente ser ministro da Economia ou tem de passar primeiro os exames à Ordem? (cf. aqui)
(Continua acolá)
(Continuação daqui)
2. Laudo
Senhor ministro,
No mercado do truca-truca e na posição do missionário, o preço é determinado pelas forças livres do mercado ou é preciso pedir laudo à Ordem? (cf. aqui e aqui).
(Continua acolá)
1. Acto próprio de advogado
Senhor ministro da Economia,
Isso do truca-truca, podemos todos fazer livremente a custo zero ou é acto próprio de advogado (cf. aqui) com honorários fixados pela Ordem?
(Continua acolá)
O ministro da Economia, o jurista Castro Almeida, decidiu falar de economia bancária.
E disse que os bancos portugueses estão a viver uma situação anómala porque os depósitos das empresas são superiores ao crédito concedido e, portanto, segundo ele, os bancos deviam conceder mais crédito (cf. aqui).
Os banqueiros responderam-lhe como deviam: Se os depósitos das empresas são superiores ao crédito concedido é porque as empresas não precisam de crédito (cf. aqui).
Ahahahahahah.
Não existe anomalia nenhuma no sistema bancário português.
O ministro é que é uma anomalia.
Fonte: cf. aqui
Ministro Castro Almeida: "Há autarquias menos pacientes ou que andam mais nervosas (...)" (cf. aqui).
Comentário: Como é que não hão-de andar com um ministro destes!?
Fonte: cf. aqui
Comentário: Com um ministro da Economia destes (também conhecido por ministro dos Fundos), o que é que se esperava?