(Continuação daqui)
No passado dia 20 de Agosto recebi do IGFIJ (Instituto de Gestão Financeira e das Infraestruturas [antes: Equipamentos] da Justiça) uma transferência bancária no valor de 8.836,00 euros.
Presumo que se trata dos juros sobre a indemnização que o Estado foi condenado a pagar-me pelo Tribunal da Relação do Porto em Fevereiro deste ano por o mesmo Tribunal da Relação do Porto me ter condenado injustamente em 2029.
Falta agora o Estado pagar-me o valor da indemnização propriamente dita, que aguardo a todo o momento: 34.076,65 (cf. aqui)
Juntando estas duas importâncias aos 15 mil euros que o TEDH condenou o Estado a pagar-me por violação do meu direito à liberdade de expressão em Março de 2024 (cf. aqui), e que recebi em Agosto desse ano (cf. aqui), o total ascende a perto de 60 mil euros.
É a factura que os contribuintes portugueses estão a pagar por um conluio de juristas corruptos, incluindo juízes, magistrados do MP e advogados. Um caso de perseguição pessoal e política utilizando o sistema de justiça que faria corar de vergonha o regime de Salazar.
Acusar e condenar uma pessoa inocente não é trabalho judicial. É crime, crime de calúnia. Os criminosos estão identificados neste post: cf. aqui.
Um deles é hoje ministro dos Negócios Estrangeiros e enriqueceu à custa disto (ficou com o dinheiro da indemnização que lhe paguei, e hoje são os contribuintes portugueses que me estão a restituir esse dinheiro mais juros).

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