A seguir à ministra da Administração Interna (cf. aqui), o próximo candidato é o ministro da Economia, aliás, o ministro dos Fundos.
O pregão é o seguinte:
"Há fundos... quem quer fundos ... tenho fundos para dar e vender... vai um fundozinho, freguês?.. entrego em casa em 15 dias... qualidade garantida..." [cf. aqui]
Ele faz-me lembrar um seu colega de profissão, o Papá Encarnação (cf. aqui). Ele é um economista de campanário para quem a Economia é atirar dinheiro às pessoas. Há dias, num discurso, quando mencionou o PIB, eu agarrei-me com quantas forças tinha aos braços da cadeira, e tinha razão.
De vez em quando, vai-se reabastecer a Bruxelas (cf. aqui), e volta alegre com o pregão:
"Há fundos... quem quer fundos ... fresquinhos ... acabadinhos de chegar... vai um fundozinho, freguesa... bem fundinho?..."
Numa economia cada vez mais cosmopolita, tecnológica e globalizada, nós temos a ministro da Economia um pacóvio.
O ex-primeiro-ministro Passos Coelho tem a mesma leitura que eu: o ministro da Economia é um burocrata que só atrapalha e empata (cf. aqui).

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