06 outubro 2014

o sistema democrático óptimo

Então o sistema democrático óptimo, aquele em que as escolhas são as mais bem informadas e feitas pelas pessoas mais competentes para escolher, é um sistema em que só votam as mulheres (e de preferência somente as mães-de-família ou, no caso, de não haver filhos, as mulheres com idade superior a um certo limite, v.g., 30 anos)?

É exactamente esse.

Existe apenas uma dificuldade. Os homens vão-se sentir humilhados - e as mulheres sabem disso.

Para contornar esta dificuldade vota apenas o chefe de família, que, em geral é o homem.

É ele que faz a figura pública de ir votar. Mas, se fôr perfeitamente racional, antes de sair de casa, pergunta à mulher em quem é que vai votar. E que leve a lição bem estudada.

(Curiosamente, este era o regime democrático prevalecente no tempo de Salazar - a chamada democracia orgânica).

8 comentários:

zazie disse...

A dita democracia é coisa fabricada por marketing e media- é efeminada.

Comandar e dirigir é outra coisa.

zazie disse...

E é por isso que cada vez contam menos os programas políticos mas as causas.

Vão a votos catálogos de moda.

zazie disse...

O BE só existe por esse motivo. Por ter ido para aquelas tretas que não são nada.

A acupunctura, a medicina alternativa, o sexo alternativo, o choco gay.

Libertas disse...

Como é habitual às 2ªf - e que doloroso foi no mês de Agosto, acabei de ver o espaço do prof Arroja no Porto Canal. Foi brutal!
Parabéns pela brilhante intervenção!

Miguel disse...

E as Rainhas?
Um Rei tem que ter uma Rainha, certo?
Miguel

Pedro Sá disse...

E acabaram-se as dúvidas. O PA limita-se a reproduzir os pensamentos da esposa.

Anónimo disse...

Conforme referi em comentário ao postal anterior, creio que o Prof. PA, partindo de uma premissa correcta, esquecendo outra que há meses tinha identificado, está a chegar a conclusões erradas na sua fundamentação e na respectiva formulação literal.
Pedro Cruz

Anónimo disse...

Caro Professor,

http://www.rtp.pt/programa/tv/p27588

Se ainda não teve oportunidade de ver, acho que vai gostar. Fala de Fátima e mundo.

Cumprimentos,

Alberto Mendes