06 outubro 2014

Em quem a sua mulher lhe disser

E mesmo nas escolhas não essenciais, como a do Presidente da República, em quem é que um homem deve votar?

Em quem a sua mulher lhe disser.
(Caso contrário, é melhor não votar de todo)

13 comentários:

zazie disse...

Ah, sim, a efeminização da política é isso- "vota naquele senhor que é muito simpático e amigo dos animais".

Neyhlup Josand disse...

O Pedro Arroja naturalmente não deve conviver muito com mulheres, em quetsões laborais.
Experimente viver num meio com muitas mulheres e mudará rapidamente de opinião. Falta-lhe experiência de vida nesse aspecto e depois enuncia estes princípios universais como se tivéssemos andado todos a dormir estes anos todos. A mulher e o Homem encontram equilíbrios , por vezes muito instáveis, por amor, por necessidade económica ou pela descendência. Cada um contribui com uma parte igualmente importante de si( se forem minimamente decentes) e por isso a escolha é partilhada, numas coisas às vezes decide mais o homem e noutras a mulher.
Com o advento do metrossexual e da gaja da casa dos Segredos a coisa esbateu-se e ficaram muito mais semelhantes, o Homem ganhou os piores defeitos das mulheres e as mulheres os piores dos homens.
Neste caso, estes escolhem não escolher e serão mais uns que andarão aqui a ver andar o navio.
Talvez esses sejam perfeitos para ouvirem estes discursos paternais. Duvido é que percebam mais do que duas frases...

Neyhlup Josand disse...

Mas as mulheres são muito conflituosas a trabalhar e mesmo que não se envolvam em agressões físicas, a "coisa" é muito agreste.
Experimente dar a opção de escolha numa sala cheia de mulheres, em coisas que envolvam ganhos e perdas para elas e verá a impossibilidade de consenso.

Portanto o melhor modelo é o equilíbrio, aproveitar o melhor de cada um e melhorando a capacidade, oportunidade e justiça na tomada de decisões. Não é excluindo o Homem, infantilizando-o perante a mulher e sobrecarregando-a ainda mais. Não gosta das Mulheres?

zazie disse...

Nenhuma mulher quer trabalhar com mulheres

";O)

Euro2cent disse...

> Nenhuma mulher quer trabalhar com mulheres

Provávelmente foi por isso que os sistemas matriarcais desapareceram (uns milénios antes de Cristo), porque as madames não descansavam enquanto não exterminavam as rivais, e a coisa ficava feia para a tribo.

Num bom sistema patriarcal, as mulheres tratavam da casa, da familia, e de mentalizar o macho, que mandavam fazer o trabalho de exteriores. O dito macho pavoneava-se um bocado, gabava-se, ameaçava, e depois negociava um compromisso qualquer com os outros machos, e depois iam todos beber uns copos.

Este sistema funcionou durante dois ou três milénios, mas está a ser desmantelado sistemáticamente, e vamos voltar à guerra das fêmeas e à extinção da espécie.

Não faz mal, é o que merecemos por acreditarmos em ideias estúpidas.

zazie disse...

ehehehe

Vivendi disse...

Manda quem pode, obedece quem deve.

Se hoje as mulheres não fossem tão envolvidas no mundo de trabalho, exceptuando alguns casos de genuína vontade e considerável aptidão para desenvolver e criar algo, o desemprego seria um problema social?

A missão principal da mulher é construir e manter a família unidas, essa é a missão de Deus.

Pedro Sá disse...

Falta cada vez menos para o PA defender explicitamente a escravatura masculina em nome das mulheres suseranas.

Anónimo disse...

Caro Prof PA, creio que há uns meses defendia, e bem, que normalmente as mulheres não gostavam de decidir, nem tinham grande apetência para o fazer. A tendencial complexidade das suas ponderações torná-las-ia muitas vezes indecisas, perdidas nos meandros das vantagens e desvantagens das opções em concurso. Por isso, mais do que decidir as grandes questões - tarefa habitualmente deixada aos homens, mais resolutos e mais objectivos - as mulheres gostariam de as influenciar e inspirar. A gestão do bem comum seria (...)

Anónimo disse...

(…) decidida pelos homens tentando identificar a vontade das mulheres (não das meninas), no interesse da comunidade (qualquer que ela seja). De notar que as mulheres – mais as mais novas – têm caprichos, estados e sentimentos que às vezes nem elas próprias compreendem, são volúveis e normalmente incapazes de ordenar as prioridades de forma diferente que não seja a dos seus mais queridos – normalmente os filhos – sempre em primeiro lugar. Pontualmente, têm que ser contrariadas, pois também detestam paus mandados. (...)

Anónimo disse...

(...)Isto não é incompatível com a constatação de que as mulheres fazem a maioria das escolhas. Das escolhas em assuntos que elas próprias consideram triviais. Nos outros assuntos, o homem sensato interpretará os sinais (não as declarações claras, muitas vezes inexistentes) e identificará a real vontade da mulher e decidirá fazê-la, se ela for compatível com a Verdade e o Bem comum.
A expressão utilizada num postal recente, infra, pareceu-me feliz: «validá-la».
Pedro Cruz

Anónimo disse...

Como é bom de ver, concordo com os comentários supra de Neyhlup Josand, Zazie e Euro2Cent e creio que o Prof. Pedro Arroja neste momento corre o risco de tomar a nuvem por Juno, se é que a minha opinião interessa para alguma coisa.
Pedro Cruz

Anónimo disse...

Pedro Cruz, antes de vir para aqui mandar bitaites, pergunte à sua mulher o que deve pensar e escrever, como faz o Pedro Arroja.