27 agosto 2014

«J'aime l'entreprise, j'aime l'entreprise !»

«Quand les entreprises gagnent, c’est la France qui gagne»

«Cessons d'opposer Etat et entreprises, chef d'entreprises et salariés, syndicats et patronat», a d'abord lancé le Premier ministre avant d'enchaîner : «La France a besoin de ses entreprises de toutes ses entreprises (...) car ce sont les entreprises qui, en innovant, en risquant les capitaux de leurs actionnaires, en mobilisant leurs salariés, en répondant aux attentes de leurs clients créent de la valeur, génèrent de la richesse qui doit profiter à tous». 

Parce qu'elles «créent des emplois», parce qu'elles permettent «l'innovation», parce qu'elles structurent «l’organisation, la cohésion, l’identité de nos territoires», parce qu'elles «participent à la force et à l’image de la France dans le monde», les entreprises sont aux yeux du Premier ministre le premier levier du retour de la croissance. «Nous vivons dans une économie de marché, dans un monde globalisé… Si si, dans un monde globalisé. Certains le nient, mais c’est la réalité. Et la France n’a donc pas à faire exception ! Car quand les entreprises gagnent, c’est la France qui gagne», a asséné Manuel Valls, qui aura au total prononcé le mot «entreprise» près d'une cinquantaine de fois.

Le Parisien

PS: Tiro o chapéu ao Manuel Valls

14 comentários:

CCz disse...

Parece um discurso do Estado Novo. Sem ironia, nem critica, só uma constatação

Anónimo disse...

Esta é dedicada ao joaquim:

https://www.youtube.com/watch?v=XiBYM6g8Tck

CCz disse...

Zazie, quando li sobre Rotherham lembrei-me logo de conversas que já li aqui

zazie disse...

Ah, pois é, Ccz. Comentei, por alto, no Blasfémias.

Não é para surpreender.

Anónimo disse...

O automóvel nunca substituirá o cavalo." (A égua)

Anónimo disse...

Para quem vai até Ibiza:


https://www.youtube.com/watch?v=MXXRHpVed3M

JSP disse...

O PS ( Partido Sarjeta) já disse de sua justiça?...

Anónimo disse...

O rapaz tem um discurso um bocado acriançado.
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Lembro-me perfeitamente de ver com estes olhinhos, faz já uns seculos, um Medici, mayor de Florença, o Bicci creio, a dizer e fazer coisas interessantes. O homem construiu um passeio só para ele. Tinha 1 km de comprimento e andava por cima das ruas e das pontes e até torneava igrejas. Esse passeio em forma de tunel era luxuoso e tinha quadros e vigias para ele espreitar a actividade da populaça. Via a coisa de cima.
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Certo dia achou desgradavel ter que passar por matadouros e talhos e cortumes por causa do cheiro e mandou retirar todo o tipo de negocio sujo da cidade por onde passava o passeio aéreo. Em sua substituição mandou instalar negócios de ourivasarias e cenas do genero porque era bom amigo dos judeus.
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Florença floriu. Tornou-se rica. De facto o Medici não amava os matadouros, embora tivesse bom jeito para negócios da carne... mas longe de Florença.
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Este françês do governo do artigo ama as empresas. Pronto, cada um ama aquilo que quer. Não sei é se elas lhe corresponderão, baseadas apenas em vagas promessas de amor.
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O Holland até foi mais longe. Não disse que as amava, mas baixou-lhes os impostos substancialmente por contrapartida na redução de Investimento por parte do estado. Ora vamos lá impulsionar o investimento privado tirando recursos ao investimento publico, pensou.
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E como é que elas responderam a um gesto tão amoroso destes?
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Diminuindo o Investimento privado. Ora bolas. As empresas pegaram na massa que não estavam à espera de ter e, pasme-se, desataram a investir no estrangeiro.
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Dizem as más linguas que a baixa de impostos nas empresas não motivou a que estas investissem mais.... em frança. Linguas bifidas. Dizem tambem que os empresários franceses não acham boa ideia investir em frança porque acham que a populaça terá tendencialmente menos poder compra. Austerité oblige. De forma que pegam nas massas investem lá fora onde enxergam possibilidade de boas vendas. Essa tendencia, continuama dizer as más linguas, parece tambem estar a aumentar na alemanha.
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Ficarão com os matadouros que ficam muito bem.
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Rb

Carlos Conde disse...

O amor do Manuel Valls e do patrão dele, Holande, pelas empresas é como o amor do Pistorius pela namorada:
Incontestável.
Primeira acabam com elas, depois declaram amor eterno...

Anónimo disse...

Agora temos o governador do BCE, Draghi, a ter um ataque de bom senso e realismo e a dizer que se deve abrandar a austeridade e mais o diabo a quatro, depois vem o min das finaças alemão dizer que o Draghi foi mal interpretado que ele não queria dizer aquilo e que até o conhece muito bem; e depois vêm os primeiros minstros da frança e da italia dizer que o min das finaças alemão é que está a intuir mal, que o Draghi queria mesmo dizer aquilo que disse.
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Estão portanto todos em sintonia. É esta sintonia que estará em cima da mesa quando eventualmente ganhar a Marie Le Pen. Nessa altura, o homem que aime enterprises vai certamente ter que começar a amar mais as pessoas que nelas trabalham. O Jaime por hipotese que anda a morrer de amores pela Marie.
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Rb

Vivendi disse...

Este é do estilo Joaquim mas pela veia progressista... (o Quim até acha que daria um bom candidato a PM).

"É graças ao Ultramar que ele é português.

Um povo que renega a sua história, e um presidente de câmara que renega as suas origens. Se não fossem as ex-colónias, o ultramar, António Costa no máximo seria agora presidente da câmara de Kerala e comia caril todos os dias."

E o Joaquim quer renegar o quê em Portugal em nome do liberalismo? Ora diga lá!

PS: Olhe que o PA há tempos deixou-lhe o aviso que o liberalismo era uma criação da esquerda...


mujahedin مجاهدين disse...

Ó Rb, olhe que o Valls tb é um amigalhaço dos judeus. Ou criado, não sei bem. É sempre um bocado difícil distinguir.

Pelo menos, ele diz que tem uma ligação eterna a Israel, por via da mulher ou coisa parecida...
O que é estranho, porque ele é catalão e nunca se lhe ouviu dizer que tivesse ligação eterna com a França...

mujahedin مجاهدين disse...

De resto, de acordo consigo.

Por mim, o susceptivel dr. passou a xuxa.

Não sei que é que lhe deu - ou o que lhe deram - mas é sem dúvida um tipo polivalente.

Era tão libertário que até privatizava os tribunais se fosse preciso; depois era tão liberal que até ia para cama com a Liberdade. Agora, deu em vender a trampa xuxa.

Aliás, todo ele de xuxializou:

- passou a escrever em crioulo
- passou a usar novilíngua do pogresso (os ódios, etc)
- começou por dizer que os xuxas eram iguais aos outros, mas por qualquer motivo, melhores
- basicamente faz campanha pelo xuxa costa
- e agora canta loas ao xuxa francês (de espanha)

cenas dos próximos capítulos:

- os putos vão todos ser homos de qualquer maneira, por isso mais vale ensiná-los a levar no traseirinho na escola

- o sexo (m vs f) é uma boa invenção - mas ainda sim uma invenção - da sociedade mas como ele gosta de martelar a liberdade na cama (i.é ama), é preciso dar a escolher às crianças qual querem


continua


CCz disse...

Hollande é um Messias que chegado ao Getsemani disse: Pai afasta mesmo esse cálice, pois eu não estou disposto a isso