Esta só visto, porque contado ninguém acreditaria.
Mas foi assim, através destas mentiras, que ao longo dos séculos se construiu a reputação de Portugal, e dos outros países católicos, como sendo países intolerantes.
Não tem cabimento algum o relatório. . Anyway, oh Pedro, há umas semanas estava a ler as classificações das escolas portuguesas e reparei que as escolas boas estrangeiras que por cá operam não estavam classificadas. Deve ser porque são tuteladas pelos ministerios desses países. Seja como for, se expurgarmos as escolas católicas, que se encontram nos lugares cimeiros da dita classificação, as escolas privadas em nada se diferenciam das públicas. Pelo contrario, retirando as católicas as públicas têm melhores classificações. . Com base nesta conclusão eu gostaria de perceber porque é que as escolas católicas são, de longe, bastante melhores que as restantes publicas e privadas portuguesas. . Devem ser as únicas escolas (as católicas) que conseguem concorrer de igual para igual com as melhores escolas privadas estrangeiras que por cá operam, como os colégios ingleses e alemães. . Assim, eu pergunto - e pergunto-lhe a si porque tem experiência educativa como pai e professor - o que é que as escolas católicas têm que as outras não conseguem ter? . Rb
Rb , talvez espirito de comunidade , alguma rivalidade com colégios de outras ordens no que respeita a resultados académicos , enfase nos valores , preocupação em formar caracteres fortes e bons seres humanos , qualidade e estabilidade do corpo docente .
donde retirei este bocadinho " A qualidade do ensino, a formação de pessoas críticas, criativas, competentes e dispostas a modificar a realidade são propósitos máximos da educação jesuítica "
Um grupo de desequilibrados ateus considera-se descriminado porque respeitam os não ateus. Os ateus do expresso consideram que isso é notícia.
A razão para o sucesso das escolas católicas está no seu objectivo principal. Não é o lucro, mas sim preparar uma elite católica para manterem a fé cristã na sociedade. Para isso é fundamental terem sucesso académico. Se uma escola privada der 1 milhão de euros de lucro provavelmente o seu dono irá aproveitar 900 mil para amealhar e gastar com luxos pessoais, pois esse é o fim último de uma empresa privada. Mas se uma escola católica der 1 milhão de lucro os directores até podem gastar e amealhar 100 mil consigo mesmos ou com a ordem religiosa, mas os restantes 900 mil reverterão para melhorar a própria escola de forma a garantir o fim último dessa escola, o sucesso de uma geração de católicos e a propagação da fé católica.
"A razão para o sucesso das escolas católicas está no seu objectivo principal. Não é o lucro, mas sim preparar uma elite católica "
Mentira. O objetivo é acima de tudo o lucro. A seguir a sede de poder.
A pretensa formação de elites católicas é só o pretexto e o meio para atingir esse fim. O que explica que muitos dos clientes destas escolas são francamente ateus, maçónicos ou mesmo de outras religiões. Desde que tenham dinheiro par pagar astronómicas propinas e outras dádivas que entrem por outros meios, as portas estão abertas. Já se fores profundamente católico mas pobre não podes ingressar nessas escolas.
De resto,em portugal , as escolas católicas não são privadas no financiamento, mas sim públicas - são pagas como dinheiro dos contribuintes que não a as frequentam ... È o valor do $$$$$$$
Eu esses ateus, rabetas, holandas, pencudos, mariconços e outros batráquios mandábos era lebar no cue . Calábam-se logo, carago, queles gostam é disso.
"Assim, eu pergunto - e pergunto-lhe a si porque tem experiência educativa como pai e professor - o que é que as escolas católicas têm que as outras não conseguem ter?"
Desculpa me intrometer mas é que já reparei na questão há tempos.
Normalmente rigor nos princípios. Essa do paizinho ou mãezinha ir lá falar das dificuldades dos filhos nos estudos não cola muito quando o problema é preguiça.
Falhas nos comportamentos tambem são pouco toleradas.
Apenas a Universidade Católica- a maçónica inventa porque escardalho só adora establishment ateu. ................................ Artigo 21
1. A República Portuguesa garante à Igreja Católica e às pessoas jurídicas canónicas reconhecidas nos termos dos artigos 8 a 10, no âmbito da liberdade de ensino, o direito de estabelecerem e orientarem escolas em todos os níveis de ensino e formação, de acordo com o direito português, sem estarem sujeitas a qualquer forma de discriminação.
2. Os graus, títulos e diplomas obtidos nas escolas referidas no número anterior são reconhecidos nos termos estabelecidos pelo direito português para escolas semelhantes na natureza e na qualidade.
3. A Universidade Católica Portuguesa, erecta pela Santa Sé em 13 de Outubro de 1967 e reconhecida pelo Estado português em 15 de Julho de 1971, desenvolve a sua actividade de acordo com o direito português, nos termos dos números anteriores, com respeito pela sua especificidade institucional.
O assunto é escolas do ensino básico e secundário no tocante a isso o RB notou a diferença de resultados entre escolas privadas administradas pela Igreja Católica e as outras.
Tá tudo grosso. Queriam que uma escola católica ensinasse o corão? Queriam uma actividade importantíssima (o ensino) baratinha e a debitar sobre outra religião qualquer? Baratinho é levar no .. Excepto zazie, tá tudo grosso. eao
21 comentários:
Tinha de ser.
Outro lobby radicado na Holanda (para variar).
Não tem cabimento algum o relatório.
.
Anyway, oh Pedro, há umas semanas estava a ler as classificações das escolas portuguesas e reparei que as escolas boas estrangeiras que por cá operam não estavam classificadas. Deve ser porque são tuteladas pelos ministerios desses países. Seja como for, se expurgarmos as escolas católicas, que se encontram nos lugares cimeiros da dita classificação, as escolas privadas em nada se diferenciam das públicas. Pelo contrario, retirando as católicas as públicas têm melhores classificações.
.
Com base nesta conclusão eu gostaria de perceber porque é que as escolas católicas são, de longe, bastante melhores que as restantes publicas e privadas portuguesas.
.
Devem ser as únicas escolas (as católicas) que conseguem concorrer de igual para igual com as melhores escolas privadas estrangeiras que por cá operam, como os colégios ingleses e alemães.
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Assim, eu pergunto - e pergunto-lhe a si porque tem experiência educativa como pai e professor - o que é que as escolas católicas têm que as outras não conseguem ter?
.
Rb
"o que é que as escolas católicas têm que as outras não conseguem ter?"
DINHEIRO.
Se um grupo de ateus-paneleiragem-abortista o diz, é porque é verdade.
Rb , talvez espirito de comunidade , alguma rivalidade com colégios de outras ordens no que respeita a resultados académicos , enfase nos valores , preocupação em formar caracteres fortes e bons seres humanos , qualidade e estabilidade do corpo docente .
e deixo um texto pertinente
http://seer.ucg.br/index.php/fragmentos/article/viewFile/1065/744
donde retirei este bocadinho " A qualidade do ensino, a formação de pessoas críticas,
criativas, competentes e dispostas a modificar a realidade são propósitos
máximos da educação jesuítica "
Um grupo de desequilibrados ateus considera-se descriminado porque respeitam os não ateus. Os ateus do expresso consideram que isso é notícia.
A razão para o sucesso das escolas católicas está no seu objectivo principal. Não é o lucro, mas sim preparar uma elite católica para manterem a fé cristã na sociedade. Para isso é fundamental terem sucesso académico. Se uma escola privada der 1 milhão de euros de lucro provavelmente o seu dono irá aproveitar 900 mil para amealhar e gastar com luxos pessoais, pois esse é o fim último de uma empresa privada.
Mas se uma escola católica der 1 milhão de lucro os directores até podem gastar e amealhar 100 mil consigo mesmos ou com a ordem religiosa, mas os restantes 900 mil reverterão para melhorar a própria escola de forma a garantir o fim último dessa escola, o sucesso de uma geração de católicos e a propagação da fé católica.
ocni
"A razão para o sucesso das escolas católicas está no seu objectivo principal. Não é o lucro, mas sim preparar uma elite católica "
Mentira. O objetivo é acima de tudo o lucro. A seguir a sede de poder.
A pretensa formação de elites católicas é só o pretexto e o meio para atingir esse fim. O que explica que muitos dos clientes destas escolas são francamente ateus, maçónicos ou mesmo de outras religiões. Desde que tenham dinheiro par pagar astronómicas propinas e outras dádivas que entrem por outros meios, as portas estão abertas. Já se fores profundamente católico mas pobre não podes ingressar nessas escolas.
De resto,em portugal , as escolas católicas não são privadas no financiamento, mas sim públicas - são pagas como dinheiro dos contribuintes que não a as frequentam ...
È o valor do $$$$$$$
"o que é que as escolas católicas têm que as outras não conseguem ter?"
DINHEIRO.
Eu esses ateus, rabetas, holandas, pencudos, mariconços e outros batráquios mandábos era lebar no cue . Calábam-se logo, carago, queles gostam é disso.
Não houve para aí uma escola pública qualquer que tinha lustres do Siza Vieira? Quanto custaram?
Se isso não é ter dinheiro, não sei o que seja...
E quanto custou a Festa Escolar?
O maior buraco e roubo socretino.
Mas, como os socretinos também metem ao bolso, isto não conta.
"Assim, eu pergunto - e pergunto-lhe a si porque tem experiência educativa como pai e professor - o que é que as escolas católicas têm que as outras não conseguem ter?"
Desculpa me intrometer mas é que já reparei na questão há tempos.
Normalmente rigor nos princípios. Essa do paizinho ou mãezinha ir lá falar das dificuldades dos filhos nos estudos não cola muito quando o problema é preguiça.
Falhas nos comportamentos tambem são pouco toleradas.
"Desde que tenham dinheiro par pagar astronómicas propinas e outras dádivas que entrem por outros meios, as portas estão abertas"
"se fores profundamente católico mas pobre não podes ingressar"
"em portugal , as escolas católicas não são privadas no financiamento, mas sim pública"
Essas afirmações são contraditórias.
Devido à Concordata a Universidade Católica tem estatuto público.
Mas não é tudo assim e dali só sai ressabiamento socretino.
Apenas a Universidade Católica- a maçónica inventa porque escardalho só adora establishment ateu.
................................
Artigo 21
1. A República Portuguesa garante à Igreja Católica e às pessoas jurídicas canónicas reconhecidas nos termos dos artigos 8 a 10, no âmbito da liberdade de ensino, o direito de estabelecerem e orientarem escolas em todos os níveis de ensino e formação, de acordo com o direito português, sem estarem sujeitas a qualquer forma de discriminação.
2. Os graus, títulos e diplomas obtidos nas escolas referidas no número anterior são reconhecidos nos termos estabelecidos pelo direito português para escolas semelhantes na natureza e na qualidade.
3. A Universidade Católica Portuguesa, erecta pela Santa Sé em 13 de Outubro de 1967 e reconhecida pelo Estado português em 15 de Julho de 1971, desenvolve a sua actividade de acordo com o direito português, nos termos dos números anteriores, com respeito pela sua especificidade institucional.
http://www.ucp.pt/site/custom/template/ucptplportalpag.asp?sspageid=4739&artigoID=2478&lang=1
E nós todos a pagar.
sei lá bluesmle, eu a si até pagava um tratamento psiquiatrico.
ocni
O assunto é escolas do ensino básico e secundário no tocante a isso o RB notou a diferença de resultados entre escolas privadas administradas pela Igreja Católica e as outras.
No caso da Universidade Católica qual seria o problema do estado co-financiar a instituição?
Pois isso permite que existam mais qualificados no país a um custo público mais baixo.
Alem disso o resultado fala por si:
http://www.publico.pt/economia/noticia/escola-de-gestao-da-catolica-ja-esta-entre-as-25-melhores-da-europa-1614641
Tá tudo grosso.
Queriam que uma escola católica ensinasse o corão?
Queriam uma actividade importantíssima (o ensino) baratinha e a debitar sobre outra religião qualquer?
Baratinho é levar no ..
Excepto zazie, tá tudo grosso.
eao
Aposto que os comentadores eao e o ocni tiraram os cursilhos numa privada.
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