12 dezembro 2013

ainda bem que as mulheres não podem ser padres

Quando um povo é privado dos seus direitos e de uma forma violenta se vê privado dos seus meios de subsistência e se vê privado do direito a uma vida decente em todas as idades – em particular na idade mais idosa –, quando isso acontece, toda a doutrina, incluindo a doutrina social da igreja, diz que nesses casos a violência é legítima para pôr cobro à violência.

(Monsenhora?) Helena Roseta, citada numa crónica de Manuel Loff

É por estas e por outras que as mulheres, na Igreja Católica, nunca poderão ser padres. Não hesitam em recorrer a uma deformação doutrinal grosseira para defender os seus. É uma extensão natural da defesa dos filhos e da família, contra tudo e contra todos.
Claro que a Igreja Católica, no momento que Portugal atravessa, não advoga, nem justifica, o recurso à violência. E, de um modo geral, a doutrina católica apenas sustenta o recurso à violência física, contra a violência física.

Ayn Rand, que é tão diferente da D. Roseta como o sabonete do sabão de potassa, sempre afirmou que a violência física representa o Mal absoluto. Todas as outras formas de "violência" podem ser revertidas, em tribunal, por acção política, sindical, etc., a morte, contudo, não tem reversão possível.

A esquerda comete um crime ao misturar todos os tipos de violência no mesmo saco.

3 comentários:

lusitânea disse...

A Roseta se for católica militará nas esquerdas da teologia do libertação...
Por acaso ela é uma grande amiga de africanos.Passa a vida a contratualizar os pagamentos futuros das rendas que eles nunca pagaram...

Anónimo disse...

Considerar a Roseta uma mulher é um grande exagero É um homem e bruto.....

BLUESMILE disse...

Então é por isso que não pode ser padre. Anda por aí tanto padre efeminado...