Quando um povo é privado dos seus direitos e de uma forma violenta se
vê privado dos seus meios de subsistência e se vê privado do direito a
uma vida decente em todas as idades – em particular na idade mais idosa
–, quando isso acontece, toda a doutrina, incluindo a doutrina social da
igreja, diz que nesses casos a violência é legítima para pôr cobro à
violência.
(Monsenhora?) Helena Roseta, citada numa crónica de Manuel Loff
É por estas e por outras que as mulheres, na Igreja Católica, nunca poderão ser padres. Não hesitam em recorrer a uma deformação doutrinal grosseira para defender os seus. É uma extensão natural da defesa dos filhos e da família, contra tudo e contra todos.
Claro que a Igreja Católica, no momento que Portugal atravessa, não advoga, nem justifica, o recurso à violência. E, de um modo geral, a doutrina católica apenas sustenta o recurso à violência física, contra a violência física.
Ayn Rand, que é tão diferente da D. Roseta como o sabonete do sabão de potassa, sempre afirmou que a violência física representa o Mal absoluto. Todas as outras formas de "violência" podem ser revertidas, em tribunal, por acção política, sindical, etc., a morte, contudo, não tem reversão possível.
A esquerda comete um crime ao misturar todos os tipos de violência no mesmo saco.
3 comentários:
A Roseta se for católica militará nas esquerdas da teologia do libertação...
Por acaso ela é uma grande amiga de africanos.Passa a vida a contratualizar os pagamentos futuros das rendas que eles nunca pagaram...
Considerar a Roseta uma mulher é um grande exagero É um homem e bruto.....
Então é por isso que não pode ser padre. Anda por aí tanto padre efeminado...
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