08 dezembro 2013

Calouste Gulbenkian

Há uns tempos, imaginei-me a falar com o Calouste Gulbenkian:

-Queria-lhe agradecer tudo o que fez por mim. Já estou em condições de lhe pagar.

-Olha, não me mandes cheques porque, onde estou, não preciso disso para nada.

-Então como é que lhe posso pagar?

-É muito simples. Faz aos outros aquilo que eu te fiz a ti.

2 comentários:

zazie disse...

Exacto.

E, se sentirmos que isso é um dever não há espaço para lamentações.

Ficamos mais leves, tal como disse no outro post.

zazie disse...

O dever liberta

ehehehe

É uma noção quase kantiana mas concordo com ela.