Há uns tempos, imaginei-me a falar com o Calouste Gulbenkian:
-Queria-lhe agradecer tudo o que fez por mim. Já estou em condições de lhe pagar.
-Olha, não me mandes cheques porque, onde estou, não preciso disso para nada.
-Então como é que lhe posso pagar?
-É muito simples. Faz aos outros aquilo que eu te fiz a ti.
2 comentários:
Exacto.
E, se sentirmos que isso é um dever não há espaço para lamentações.
Ficamos mais leves, tal como disse no outro post.
O dever liberta
ehehehe
É uma noção quase kantiana mas concordo com ela.
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