Eu vou agora contar como é que eu e a zazie chegámos à verdade acerca do Kant.
Foi por um processo semelhante àquele que descrevi no post anterior, eu conduzi o carro, ela ia sentada ao lado a falar.
Conto por episódios - e somente os principais - para que cada um possa ser devidamente reflectido e avaliado.
Não prometo terminar hoje.
6 comentários:
Eu já não me chateio com isso.
Mas era mais prático mostrar os posts que mandou para o lixo porque o debate até começou com nível e aconteceu por causa de um texto do Bento XVI.
Acho que foi aí, ainda que o PA já tivesse começado (e bem) com o Descartes.
Depois passou para o Hume. Esqueceu-se do principal mentecapto da história que foi o Locke e, por causa das raízes neotontas, e da Rand d oBirgolino, atirou-se ao Kant sem precisar de o ler.
A dada altura ainda leu e até chegou a conclusões bem pertinentes.
A partir daí eu fiquei na figura parva de suposta defensora do Kant apenas por defender o rigor teórico.
Como o único filósofo que, a partir daí o PA citou foi o Kant, a coisa ficou assim monocórdica
O debate começou de forma pertinente e quem entrou nele foi o bacano do Ccz.
Depois descambou porque apareceram aquelas mulherzinhas da manta com imbecilidades de galinhas para mim e eu tive de ser brutinha e correr com tudo.
Brutinha e correr com tudo? Hehehe... -- JRF
ehehe
Foi mesmo. Apareceram umas marias, que nunca tinham aparecido. Uma delas falava em manta e ficou como a da manta.
A única coisa que vieram fazer foi chagar-me com o pseudo-arguemnto dos ignaros- diziam que filosofia é uma treta à Sokal.
Maria da manta
tem os boches na garganta
Tem lume nos olhos
E lenha nos cornos
Tem leite nas tetelioilas
Corre montes e vales
E pés de altares
E mata meninos aos pares.
eu conduzi o carro, ela ia sentada ao lado a falar
O Pedro deve ter gastado muita gasolina.
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