23 outubro 2013

Conto por episódios (1)

Eu vou agora contar como é que eu e a zazie chegámos à verdade acerca do Kant.
Foi por um processo semelhante àquele que descrevi no post anterior, eu conduzi o carro, ela ia sentada ao lado a falar.
Conto por episódios - e somente os principais - para que cada um possa ser devidamente reflectido e avaliado.
Não prometo terminar hoje.

6 comentários:

zazie disse...

Eu já não me chateio com isso.

Mas era mais prático mostrar os posts que mandou para o lixo porque o debate até começou com nível e aconteceu por causa de um texto do Bento XVI.

Acho que foi aí, ainda que o PA já tivesse começado (e bem) com o Descartes.

Depois passou para o Hume. Esqueceu-se do principal mentecapto da história que foi o Locke e, por causa das raízes neotontas, e da Rand d oBirgolino, atirou-se ao Kant sem precisar de o ler.

A dada altura ainda leu e até chegou a conclusões bem pertinentes.

A partir daí eu fiquei na figura parva de suposta defensora do Kant apenas por defender o rigor teórico.

Como o único filósofo que, a partir daí o PA citou foi o Kant, a coisa ficou assim monocórdica

zazie disse...

O debate começou de forma pertinente e quem entrou nele foi o bacano do Ccz.

Depois descambou porque apareceram aquelas mulherzinhas da manta com imbecilidades de galinhas para mim e eu tive de ser brutinha e correr com tudo.

Anónimo disse...

Brutinha e correr com tudo? Hehehe... -- JRF

zazie disse...

ehehe

Foi mesmo. Apareceram umas marias, que nunca tinham aparecido. Uma delas falava em manta e ficou como a da manta.
A única coisa que vieram fazer foi chagar-me com o pseudo-arguemnto dos ignaros- diziam que filosofia é uma treta à Sokal.

zazie disse...

Maria da manta
tem os boches na garganta
Tem lume nos olhos
E lenha nos cornos
Tem leite nas tetelioilas
Corre montes e vales
E pés de altares
E mata meninos aos pares.

Luís Lavoura disse...

eu conduzi o carro, ela ia sentada ao lado a falar

O Pedro deve ter gastado muita gasolina.