A Imprensa americana fala de sinais de pânico bancário em Espanha.
E a Imprensa espanhola fala de "descomposición" da economia em Portugal.
Os países de cultura católica no seu pior. Quando são governados em democracia, a imagem que passam deles para o exterior é péssima e, em parte, justificada.
9 comentários:
E também os conterrâneos católicos ficam a bater na cabeça de quem procura alternativas originais e sustentadas para uma saída da crise.
Até pedem fontes!
Porque não um milagre?
Ai pedir fontes agora é católico? Os protestantes atribuem autoria e citam as fontes sem ser necessário pedir...
E não lhe bati na cabeça...
Esqueci-me foi de lhe dar os parabéns pelos 140.000 visitantes, esperando que entre eles também tenha conseguido uma ou duas dúzias de leitores de todo o Mundo!... -- JRF
Esqueci-me foi de lhe dar os parabéns pelos 140.000 visitantes, esperando que entre eles também tenha conseguido uma ou duas dúzias de leitores de todo o Mundo!... -- JRF
Já dá para montar um circo itinerante não?
E já sei onde recorrer também quando precisar de palhaços.
Hehe... peço desculpa (imensa)... -- JRF
Será a Alemanha a sair do euro.
Já afirmei isso há 2 anos.
D. Costa
Se a economia portuguesa está em "decomposição", a espanhola está o quê, "firme e hirta" se calhar? Cambada de imbecis. NãO vejo sinais de pânico com os bancos em Portugal, pelo contrário. Discretamente, a banca portuguesa actuou para evitar o pânico bancário. Mesmo na Grécia a situação normalizou. A banca portuguesa está exposta a riscos significativos devido às PPP e ao crédito malparado das construtoras, mas a banca espanhola é um autêntico barril de pólvora. Os portugueses têm de reduzir o risco de exposição à Espanha RAPIDAMENTE! Encontrar novos mercados, vender activos, etc. Esqueçam a treta do maior parceiro comercial. Há dez anos o nosso maior parceiro comercial não era a Espanha, era a Alemanha. Reduzam a exposição, ou toda a Península Ibérica será como a jangada de pedra do outro, afundando-se os dois países.
Portugal tem de evitar a todo o custo que os espanhóis tentem fazer connosco uma frente ibérica para pressionar a Alemanha. Por mais dificuldades que estejamos a passar, e por mais desajustado que seja o programa que a "troika" impôs, não temos NADA a ganhar em juntarmo-nos a uma realidade espanhola caótica e explosiva, que vai misturar regionalismos assanhados com manias de grandeza imperialista. E acima de tudo, devemos ter memória, porque há um ano, os espanhóis "não" nos conheciam de lado nenhuma, mas agora querem a nossa ajuda.
Do que Portugal precisa não é a Espanha que pode dar. Pelo contrário, a Espanha só pode complicar a nossa vida. Não devemos misturar-nos com os regionalismos espanhóis (igualmente com mania de grandeza, como aquela patética e insuportável Catalunha, ou a Cuba "europeia" da Andaluzia), nem com o agressivo poder central de Madrid na defesa dos nossos interesses na Europa. A nossa atitude nesta crise foi diferente, está a ser vista como diferente, por isso o pior que nos podia acontecer era sermos prejudicados por causa das asneiras dos espanhóis. Seremos influenciados pelo que lá acontecer, tal como toda a Europa, mas saibamos estar na nossa, como país diferente que somos, e a "Europa" saberá ver que há duas realidades distintas na Península, por mais que a Espanha tente arrastar-nos para a sua confusão.
Caro Lionheart... actuou... actuou a banca, actuou o desgoverno, actuou o banco de Portugal, enfim, actuaram todos... o circo (socorrendo-me do caro Vivendi) e a palhaçada toda... actuaram e depois dessa bela actuação, já nem me lembro quanto custam ao país o BPN e o não sei quantos de um tal Rendeiro... foi uma vergonha inenarrável...
Sem esquecer a actuação no BCP, varas de porcos e companhia limitada... BES, o banco mais português de Portugal... enfim... não fale da banca portuguesa que é terrível, pode apenas não se ter metido em cavaladas ainda mais terríveis, mas é terrível... -- JRF
Os outros ainda são mais "cavalos", de facto...
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