24 julho 2009

é de morrer a rir

Já não é possível continuar a esconder que ando deliciado com a política norte-americana. Obama e a sua sinistra cara-metade Pelosi são mais esquerdalhos do que qualquer líder da UE-27, incluindo o gato-pingado Brown e o inepto Zapatero. A palhaçada em Washington é um delírio constante e, para quem acorda às cinco da manhã, uma fonte inesgotável de verdadeiras anedotas.

A luta quixotesca contra o aquecimento global, a nacionalização dos 20% da economia que representa a saúde, a micro-gestão da crise da indústria automóvel, os estímulos económicos, eu sei lá... É de morrer a rir!

Agora, a verdadeira razão do meu contentamento não tem nada a ver com o pesadelo Obama. Os americanos têm o que escolheram. A razão do meu contentamento é que, de súbito, os temas políticos europeus, como a reforma da saúde, o impostos, o papel do estado na economia, etc., tornaram-se também americanos e posso beneficiar de um mar de artigos magníficos sobre estes assuntos. Pró e contra.

A minha principal fonte é o Real Clear Politics.

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