
Transformou-se, assim, num instrumento proteccionista dos advogados instalados no mercado, em vez de ser uma entidade que fiscalizasse o exercício da profissão, que a protegesse face aos poderes de intervenção do estado e do governo, e que assegurasse aos seus associados algumas regalias pessoais decorrentes do pagamento das quotas e de outras contribuições sociais.
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