31 outubro 2008

Live Fast, Die Young

Talvez o Joaquim esteja interessado na teoria de Hans-Hermann Hoppe sobre a preferência temporal dos homossexuais. Todos nós preferimos consumir no presente a consumir no futuro pelo simples facto de o futuro ser incerto. É por isso que, em condições de livre mercado, as taxas de juro são positivas. Existe um prémio para quem poupa. Se este prémio não existisse as pessoas preferiam não poupar.

Acontece que os homossexuais, sobretudo os masculinos, não têm, por norma, descendência. Isto implica que, na prática, o horizonte temporal dos homossexuais é mais curto. Hans-Hermann Hoppe conclui que os homossexuais têm uma preferência mais acentuada pelo consumo no presente e uma maior aversão à poupança. Keynes enquanto homossexual tinha uma preferência pelo presente e aversão à poupança. Esse enviesamento gerou uma teoria que valoriza o presente em detrimento do futuro. O lema "a longo prazo estamos todos mortos" é na verdade uma imposição da cultura gay a um mundo predominantemente heterossexual.

O que me leva a outra questão. Pedro Arroja levantou neste blog a hipótese académica de Adam Smith ser gay. Existe uma forma de testar essa teoria. Todos os economistas expressaram nos seus escritos a sua preferência pelo presente e a sua aversão à poupança. É possível, com base nisso, criar uma escala que mede a preferência pelo presente de cada pensador. Podemos criar um índice de preferência pelo presente. Aqueles que ficarem melhor classificados são os homossexuais.

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