
Desde Abril que eu sabia, por experiência própria, existir na blogosfera portuguesa um poderoso
lobby judaico centrado num
certo blogue. Mais tarde apercebi-me que existem vários, o principal
noutro blogue - ao qual até dediquei um
post -, mas também
aqui e assim por diante, blogosfera fora. A julgar pela amostra blogosférica, se me perguntassem qual o número de judeus que vivem em Portugal, eu responderia por inferência, mas com muita convicção: cerca de nove milhões - uma situação acerca da qual se podia dizer com segurança que eles seriam mais que as mães.
Por isso, foi com grande surpresa e não menos decepção que, decorridos agora dois dias sobre a publicação deste
post, cuja fonte está
aqui, ainda não tivesse aparecido ninguém a reclamar o seu judaísmo. E eu próprio, que estava a ganhar o estatuto de o mais popular antisemita da blogosfera nacional - excepção feita a essa figura quase mítica, que é o Euroliberal - passei a ser uma espécie de fenómeno do Entroncamento: um
fundamentalista antisemita num país onde praticamente não existem judeus.
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