21 outubro 2026

A Decisão do TEDH (507)


(Continuação daqui)

 

306. Nunca saltou para a consolar


Pergunta:

Durante o seu julgamento no Tribunal de Matosinhos, e perante o pranto da advogada da Cuatrecasas, Raquel Freitas, conhecida por Quequé, é ou não verdade que o réu, Pedro Arroja, saltou do banco dos réus para a ir consolar?

Resposta da IA:

Não, não é verdade que o réu Pedro Arroja tenha saltado do banco dos réus para consolar a testemunha Raquel Freitas (chamada de "Quequé"). [1]
Embora o próprio Pedro Arroja tenha relatado nas suas crónicas satíricas sobre o julgamento no Palácio da Justiça de Matosinhos que Raquel Freitas se emocionou e chorou enquanto prestava declarações como testemunha de acusação da Cuatrecasas, ele nunca saltou para a consolar. [1, 2]
O economista ironizou o momento afirmando apenas que, sentado no banco dos réus, as lágrimas lhe vieram aos olhos perante o tom sentimental do interrogatório, encarando o pranto com ceticismo. A ideia de que ele saltou do banco dos réus para um ato de consolo físico não passou de um mito ou exagero humorístico. [1, 2]
O caso em si, motivado por difamação, sofreu mais tarde uma reviravolta: o Estado português foi condenado pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) por violar a liberdade de expressão de Pedro Arroja, o que levou à posterior anulação das condenações pelo Tribunal da Relação do Porto. [1, 2, 3]

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