Fonte: cf. aqui
Em Portugal, a promiscuidade entre a política e a justiça não conhece limites.
Nomear ministro um chefe de polícia - ainda por cima um chefe da polícia de investigação criminal - não lembraria ao diabo numa democracia (embora faça todo o sentido numa ditadura).
Lembrou ao primeiro-ministro Luís Montenegro.
(Depois, ele que diga que o Ventura é que quer a ditadura: cf. aqui).

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