Os portugueses, tal como outros povos de cultura católica, nunca criaram nenhuma ideologia, seja o socialismo seja o liberalismo, e cada uma das respectivas variantes.
Mas quando se trata de imitar aquilo que foi criado pelos outros, os portugueses são capazes de levar as coisas ao extremo, e tornarem-se mais papistas que o Papa.
O meu candidato preferido para presidente da República era o almirante Gouveia e Melo. Mas, não sendo satisfeitos os meus desejos, a minha segunda escolha era o António José Seguro. Não pela ideologia, mas pela personalidade. O cargo de presidente da República é de natureza comunitária, não de natureza sectária ou partidária (cf. aqui).

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