06 abril 2016

de sofá

Post  no Portugal Contemporâneo dá artigo na Visão.

Eu, se fosse jornalista, e perante um homem com opiniões tão invulgares, a primeira coisa que queria era falar com ele. Primeiro, para saber se as opiniões que lhe atribuem são, de facto, dele; segundo, para ouvir as suas explicações.

Mas na Visão pratica-se jornalismo de sofá e de "ouvi dizer".

E o que dizer da foto?

Tem oito anos...

7 comentários:

Anónimo disse...

Em país de cegos que não tem olhos é Rei. Daí a visão prós céguinhos.

zazie disse...

Mas estas idiotas são pagas. Não conseguem alinhavar um único argumento nem em caixa de comentários, mas sabem inventar entrevistas com coisas com décadas no lombo.

Essa do "ultra-liberal" monárquico e anti-partidário é o máximo. A estúpida apenas tem o tique de toda a escardalhada- denunciar e fazer logo processo de intenções.

Explicar ou argumentar, nem é preciso

zazie disse...

Pronto. Já está. Já calei a mongalhada.

Devia receber comissão da revista porque escrevi mais que a palerma do artigo.

Pedro Machado disse...

Não sei se está categorizado como notícia ou como opinião, mas é claramente um artigo de opinião.

Quanto a o artigo não ouvir o visado, é costume pelo menos no nosso jornalismo fazer-se notícias a dizer que fulano disse ou escreveu aquilo. O artigo, estando online, devia ter um link directo para o post do Pedro Arroja. Mas o artigo cita o post amplamente e refere o nome do blogue, pelo que os interessados podem vir procurar o que o Arroja escreveu.

Por outro lado, não compreendo o porquê de tanto incómodo com o artigo. Não diz nada de especial. Limita-se a referir com estupefacção o texto do Arroja. Quanto a mim, é publicidade grátis ao blogue. Se o Arroja acredita no que escreve, porque se incomodar com aquele artigo pateta?

Quanto à foto,envie-lhes uma actualizada. :)

Não faça publicidade a pasquins.
Continuação do bom trabalho contra as esganiçadas.

Ricciardi disse...

'Contra as esganiçadas' não me parece ser a missão do Pedro Arroja. A ser, é um desperdício de tempo, energia e talento.
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Se a ideia foi chamar à atenção sobre si ou sobre o projecto, pois, está conseguido. Não sei se pelas melhores razões.
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Rb

PEDRO DVARTE disse...

Dr.Pedro Arroja, gostaria que continuasse a commentar a actualidade sem recorrer a argumentações de character religioso, mas mais numa perspectiva historico, politico, moral, philosofica, scientifico, biologico, cultural, social, economica, etc.

O Dr.Pedro Arroja tem attitude, firmeza e convicção quando se pronuncia, e so isto ja causa certa "comichão" ao "mainstream ideologico" actual. Comtudo, quando se envolve justificações religiosas desliga-se um pouco da essencia da realidade (basta ver o interesse de jovens versus idosos pela Egreja).

Espero que adopte essa nova postura, pois o objectivo não é "trazer Christo para o debatte publico".

Cumprimentos,
Pedro Duarte

zazie disse...

Óh Pedro e se o seu v fizesse algum trabalhinho pelo u que ficou de folga?

Isto aqui não são os discos pedidos.