30 julho 2015

o conselho da revolução

“Estamos hoje a lutar mais por Abril e pela liberdade do que tantos outros”.
“Nestes 4 anos fomos nós a defender o estado social do socialismo”, reivindicou Passos Coelho.
“Se conseguimos em 4 anos defender o Estado Social, imaginem como não poderemos nos próximos 4 levar mais longe a aposta na educação, na valorização das pessoas, no conhecimento, na saúde, no social”.

Comentário: Na minha opinião, este discurso cheira a mofo, cinismo e hipocrisia. Por favor, não me eduquem, não me valorizem, não me deem conhecimentos, não me tratem da saúde, não me deem apoios sociais. Não me saquem dinheiro para me fornecer serviços que eu posso comprar no mercado, mais baratos e melhores. Deixem-me viver a minha vida e ser livre.

37 comentários:

Anónimo disse...

Comunistas travestidos .

Carlos disse...

O Joaquim não se cansa de vir aqui repetir, das mais variadas formas, que PSD+CDS = PS, que é tudo igual, tudo socialista, etc.

Não vote portanto, ou vote em branco, já que ninguém no espectro politico atinge o nivel de liberalismo puro que defende e deseja para Portugal.

Seria interessante, daqui a 4 anos, caso o PS ganhasse com a força suficiente para não precisar de coligações, fazer um reality check da suposta indiferença que a governação que tivemos nos últimos 4 anos tem face aquilo que o PS nos daria.

Harry Lime disse...

Jaquim,

O Estado Social (em Portugal e qualquer parte do Mundo) é a garantia da democracia e duma sociedade saudavel. Tiras essa segurança às pessoas e elas votam no primeiro tipo que lhes prometa essa segurança. Essa é a grande lição do Syriza e da Grecia.

Rui Silva

PS. Quando digo "qualquer parte do Mundo" quero mesmo dizer "qualquer parte do Mundo"... incluinda essa parte do Mundo onde o Jaquim vai buscar as suas ideias.

Harry Lime disse...

Alias mais do que a grande lição da Grecia, é essa a grande lição de regimes como a Alemanha nazi...

A partir do momento em que um regime ditatorial fornece essa segurança ao povo, o povo adere quase incondicionalmente a qualquer barbaridade defendida por essa mesma ditadura. E nessa altura, não há liberdade para ninguém.

Por isso, a democracia tem de fornecer, além das liberdades amplas (que para o Jaquim nunca são suficientes...), establidade, segurança e prosperidade.


Rui Silva

PS. depois disto se me chamarem xuxa estão à vontade.

Harry Lime disse...

A boca do mercado é para rir :-) :-)

Rui Silva

sampy disse...

"Por isso, a democracia tem de fornecer, além das liberdades amplas (que para o Jaquim nunca são suficientes...), establidade, segurança e prosperidade".

Concordo com o da estabilidade e da segurança. Ao que acrescentaria: justiça.

Já não concordo com o da prosperidade. Esta não tem de ser oferecida pelo Estado; tem de ser buscada e conquistada pelo cidadão.

E continuamos com a do Jaquim: tem de fornecer educação? Não. Conhecimentos? Não. Saúde? Não. Valorização pessoal? Também não.

Harry Lime disse...

sampy,

Concordo: justiça...

Mas agora vamos ver as partes em que discordo contigo.

Concordo que o Estado não tem de fornecer educação e saude. Tem de garantir que a educação fornecida por sí ou pelos privados é de qualidade.

Ora bem, o Estado deve fazer isso posicionado-se como um operador que garante o minimo aceitavel em termos de educação a baixo preço. a partir daí, os privados se oferecerem melhor que o publico têm o direito de cobrar por isso. Se não oferecerem melhor do que o padrão definido pelo estado... azar.

O que libertarios como tu ou o Jaquim defendem é a saida completa do estado dessas areas.

Ora aí o que aconteceria? Não haveria nada que, na pratica garantisse uma qualidade minima aceitavel dos serviços (a não ser uma fiscalização e uma burocracia que os libertarios tambem rejeitariam) o que faria com que muitos privados na realidade acabassem por cobrar mais do que o que a qualidade do serviço mereceria... Faz sentido ou não?

(algo me diz que esta discussão vai ter uma parte 2)

Rui Silva

Anónimo disse...

Uma gaivota, voava, voava, asas de vento, lalala, Somos Livres, Somos Livres lalala.
Joaquim, cut the crap. Eu quero que me tratem da saúde e aos meus filhos e apoios sociais quando preciso. Se não fossem os apoios sociais e serviços de saúde do Estado não teria conseguido consulta e comprar uns óculos para o meu mais novo. Sem o estado, você montava um consultório e uma loja de óculos para me fazer a coisa baratinha? É a Madre Teresa?
Mas porque é que a malta que se queixa do socialismo não vai viver para um país com o estado mínimo, tipo o Sudão, onde podem ser livres e fazer as coisas baratinhas? São masoquistas?

Rui Alves disse...

Joaquim
Se ficasse com o dinheiro para si, de certeza que o gastaria em propósitos individualistas ou neo-liberais. Vamos, não seja egoísta. Então não é melhor o Estado Social ficar com o seu dinheiro e garantir que ele é aplicado em iniciativas de interesse colectivo e viradas para o bem comum, como esta, por exemplo?

Anónimo disse...

Dirijo-me agora especialmente ao sampy, que com nome tão fofinho, deve ser ainda rapaz ou rapariga. Quando tiver família para sustentar, quando mal tiver tempo para ler os teóricos da liberdade, porque tem de fazer contas e chega cansado e preocupado à noite, vai valorizar o que o Estado lhe dá para o ajudar, seja na saúde, educação, etc. Sabe quanto custam os materiais escolares, consultas, armações e lentes se precisar, exames médicos, etc? Quer liberdade? O meu agregado familiar tem oitocentos euros disponíveis por mês. Quanta liberdade acha que se têm com isto?

Anónimo disse...


LaLaLand News:
Os centros de conhecimento não precisam dos impostos cobrados pelo estado. São pagos pela filantropia e propinas dos privados.

(http://www.air.org/news/press-release/taxpayer-subsidies-most-colleges-and-universities-average-between-8000-more)

(http://web.mit.edu/fnl/volume/193/canizares.html)

Grow Up

Ricciardi disse...

A liberdade não é o único valor a preservar, nem o mais importante. Refiro-me à liberdade de escolha. Depende sempre do grau de desenvolvimento da sociedade. Por ex é impensável q países como angola ou Moçambique o estado não intervenha nas áreas da saúde e educação. Morreriam como tordos (para além das q já morrem e as criancas não iriam para a escola se fosse a pagar.
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Tudo tem o seu tempo.
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Por outro lado o q faz um rapaz poder vir a ser um homem capaz é o acesso à saúde e à educação. Sem estas duas coisas não chegará a homem nem será capaz, porquanto lhe falte cuidados de saúde e educação.
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Mesmo sociedades desenvolvidas, como as europeias, preferência impostos mais elevados e ter a segurança de haver um estado q garante saúde e educacao.
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Não creio q trocassem estas garantias por menos impostos.
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Por outro lado eu sinto-me bem num país onde sei q qualquer criança mais pobre tem acesso a educação e saúde q lhe permitirá ter oportunidade de ser alguem. Gosto disso. É justo e moralmente importante.
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Do ponto de vista económico, a saúde não pode ser considerado um sector igual a qualquer outro. Não há liberdade de escolha para ficar doente. A procura é inelastica, pelo q os precos, se não houver regulação estatal, não fluem com as leis de mercado. Funcionam com determinação da oferta. O EUA são disso bom exemplo, tudo na saude é muito mais caro do q na europa.
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Rb

Anónimo disse...

"impensável q países como angola ou Moçambique o estado não intervenha nas áreas da saúde e educação."

É impensável em qualquer país. O RB conhece algum pais (civilizado, não falo de outros), onde essa intervenção do Estado não seja essencial?

Ricciardi disse...

Não vejo com maus olhos q a educação não possa ser concessionada a privados. Concessionária escolas de cidade parece-me boa ideia, e ainda se poupam umas massas. A escolha dos concessionários é q tem de seguir critérios rigorosos de qualidade. Atribuir as quem tiver provas dadas na área. A Igreja católica por exemplo seria um excelente concessionário.
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Rb

Ricciardi disse...

Anónimo, conheco vários países e não há nenhum onde o estado não tenha presença nessas áreas. Agora, países mais desenvolvidos precisaram menos do estado do q os outros. No limite, num mundo perfeito, toda a gente tinha recursis paraa isso e muito mais. Mas o mundo nao é assim, é preciso um estado q assegure minimos nessas areas importantes. O q eu defendo não é ideológico. É pragmatico.
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Rb

Ricciardi disse...

Tb não sei se é de esq ou direita. Não me importa. Nestas matérias sigo o que é justo e me parece moral.
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Rb

Anónimo disse...

Ricciardi, eu vivo em Pinhel e estou muito interessado em que a Igreja Católica, budistas, a Sonae, quem quer que seja, abram aqui escolas. Três ou quatro, para haver escolhas. Liberdade de escolha e tal. Mas a maior parte da malta aqui não é rica, não pode pagar muito e por isso acho que essas instituições apenas investiriam aqui se o estado desse subsídios e não seriam poucos. É assim em todo o lado do mundo. A saúde e educação não é exatamente como abrir mercearias.

Anónimo disse...

Ricciardi, eu apenas comentava aquela sua opinião de que seria impensável que em certos paises de África o Estado não tivesse intervenção na saúde e educação. Respondia eu somente que isso é impensável em qualquer país. Repare que mesmo nos Estados Unidos isso não passa pela cabeça de ninguém, incluindo aqueles que gerem as maiores instituições de ensino e investigação privada, que recebem biliões do Estado e tendo em atenção, sobretudo, que a grande maioria da população americana aprende em escolas públicas, ou simplesmente não estudariam. Ainda não descobriram outra maneira e são americanos ;). Isto não é de esquerda, nem de direita, é assim mesmo.

Ricciardi disse...

Sim, pois, a ideia de concessionar escolas de cidade é permitir q a gestão das escolas possa ser feita por quem sabe, sem q isso tivesse custo algum para si. O estado sai de prestador do serviço e paga os serviços de entidades privadas com um desconto. Isto só me parece bem se as concessões forem atribuídas a entidades experientes na matéria e com provas dadas, como a Igreja. Se for para atribuir a amigalhaços dos partidos então q se lixe a ideia.
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Eu acho q é possível fazer isto bem feito. Se adicionalmente se puder retirar concessão por incumprimento de objectivos ainda melhor. Se a Igreja fica com um liceu e não produz melhores resultados do q aqueles q i liceu já tinha, então retira-se a concessão. Liberdade e responsabilidade.
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Rb

Ricciardi disse...

Portanto, a ideia não é fazer novas escolas. É aproveitar as q temos e concessiona-las. Com um desconto nos custos.
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As escolas públicas tem um mal. Não podem escolher professores. Os profs são uns heróis q são são enviados para longe, a ter q pagar para trabalhar. Mas estao lá desmotivados. E profs desmotivados não podem ensinar bem.
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Nas concessões as escolas escolhem os profs e pagam o q metecem.
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Não podiam é escolher alunos.
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Rb

Ricciardi disse...

Aquilo q mais irrita os profs é não poderem sair da cepa torta. Ganham sempre o mesmo, quer se esmerem ou não. Acabam por desmotivar e nivelatem-se pelos maus. Felizmente há muitos com zelo pela profissão.
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O prof tem de voltar a ser o elemento chave do ensino. Ter mais autoridade. Retiraram a autoridade e hoje tem medo de ir dar aulas. São gozados, enxovalhado e os país ainda os pisam.
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Isso tem de mudar.
Rb

Ricciardi disse...

Nota: eu peço desculpa pelos erros e palavras trocadas, mas oi telemóvel escreve-me SD palavras e às vezes pensa erradamente q eu quero escrever uma palavra q não quero.

Ricciardi disse...

É um Cabrão q me irrita e não sei como tirar está adivinhacao.
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Rb

Harry Lime disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Harry Lime disse...

Para mim, a distopia libertária no sistema de saude já existe nos EUA.

Lá eles têm os serviços de saude mais liberalizados do Mundo e conseguem o prodigio de

a) custar mais do que nos outros paises desenvolvidos

b) fornecer serviços de saude de menor qualidade

E têm-no precisamente porque num sistema liberalizado os agentes vão tender a fazer duas coisas: cortar o ais possivel nos custos (deteriorando a qualidade) e aumentar o mais possivel os preços. Eu não os censuro.

O problema nos EUA é que não existe a concorrencia de uma entidade mais forte do que qualquer privado que define os minimos ao nivel de qualidade e de preço. Essa entidade chama-se estado.

É que os privados fazem melhor do que o estado se tiverem o incentivo certo. E que incentivo melhor do que um concorrente mastodontico de recursos imensos que consegue serviços de qualidade a baixos preços?

Depois, com esta premissa, é deixar o mercado funcionar: se houver privados a forncer mais valor que o estado, o mercado vai reconhece-los e recompensa-los.

Se nenhum privado conseguir isso... olha... azar... não há nenhuma "lei natural" que diga que os privados têm de fazer tudo. Os privados só devem fazer as coisas em que são melhores que o Estado. Mas para isso têm de provar que o conseguem fazer, não é?

Rui Silva

Anónimo disse...

Nas concessões as escolas pagam o que os professores merecem? Quer dizer que pagam bem aos professores? Tinha outra ideia, mas o Ricciardi parece saber mais do que eu, eu não conheço nenhum professor da privada.
Mas eu disse que queria que instalassem mais escolas privadas na minha terra e no interior em geral. Estou de acordo. Se ensinam melhor do que o Estado, melhor ainda. Resta saber é se os privados querem. Se calhar, depende de quanto o Estado lhes paga para isso, não sei. Os privados que peçam então ao Estado para abrir escolas aqui. Haverá muitos candidatos?

Harry Lime disse...

O problema dos privados é que (e com razão!) procuram mercados rentaveis.

Ora abrir uma escola privada na Beira Alta (que além de ser um mercado pequeno é um mercado em desaparecimento) não é rentavel para ninguem. Assim, e como é precisa educação, o estado tem de aparecer.

Aqui, claro é uma questão de escolha: manter as escolas publicas ou subsidiar ou concessionar aos privados. Trata-se de uma questão a ser vista caso a caso. Não acredito em nenhuma bala de prata que resolva este problema.

eu não critico as abordagens do Rb nem as do anonimo. O que eu critico é a abordagem do Jaquim, tipica de menino da cidade que leu uns livros americanos, que ignora completamente estas minudencias.

Rui Silva

PS. Não tarda nada, aparece aqui um liberal qualquer a falar no estupido cheque-educação.

Anónimo disse...

O "Deixem-me ser livre", lembra-me algumas birras do meu filho ;), parece muito infantil para um adulto. Sem ofensa.
Eu acredito que mais privados investiriam na educação, se o Estado lhes garantisse dinheiro, mas tinha que ser muito. Cheque educação, nem sei bem o que é, mas julgo que dariam um cheque a cada família para educar os filhos e, segundo parece, assim teriam liberdade de escolha. Eu sou conservador, nem sou de esquerda, sou do que calha, e gosto das coisas novas e revolucionárias, como essa, bem explicadinhas. Quanto é que davam a cada pai, onde ia o estado buscar o dinheiro para tanto cheque, etc. Há escolas privadas que cobram duzentos euros de mensalidade. O Estado dava um cheque de duzentos euros a cada pai? E, finalmente, eu teria verdadeiramente liberdade de escolha? Isto é, várias escolas por onde escolher, ou sujeitava-me apenas a um caramelo que aqui quisesse aproveitar o dinheiro do Estado?
Chamo-me Pedro Rosa. Vou escrevendo e nem pus o nome, desculpem.

Ricciardi disse...

Pois Rui, pela razão q apontaste refiri q as concessoes de escolas de cidade. Precisamente porq um privado não pegará numa escola pública de aldeia ou vila.
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Para além disso não gosto nada de monopólios privados. A ter monopólios prefiro q seja o estado q dá mais garantias de um preço não abusivo.
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O Rui centrou bem o problema no incentivo certo.
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Rb

Ricciardi disse...

Anónimo, a razão pela qual eu defendo a concessão é para desincentir investimentos desnecessários em novas escolas. Podíamos aproveitar as q temos e não duplicar investimentos. As massas para investimento devem estar disponíveis para a industria, energia etc q são as rubricas q podem substituir importações ou aumentar exportações. Se desatam todos a consyruir escolas e hospitais desperdiçamos dinheiro.
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Rb

Anónimo disse...

quem quer monopólios estatais pode ir viver para Cuba, Koreia Norte e outros paraísos comunistas. Agora não queiram é trazer Cuba e afins para o meu país por favor.

zazie disse...

Já vieram. Já cá estão.

O problema do ensino privado é que foi morto pelo estatal.
Chegavam a abrir escolas estatais em bairros de luxo, ao lado de colégios que até tinham comparticipação para quem precisava.

Os colégios investiam em instalações, funcionários, equipamento, tudo, e depois alguns conseguiam apoio de parceria porque ficava mais barato ao Estado do que estar a fazer a festa escolar de raiz que deu grande festa em parcerias.

Os professores sempre foram escolhidos e isso podia ser vantajoso para todos.

Só que com o Estado a secar tudo, a abrir escolas até na Expo ou na Lapa, para ricos estudarem à borla, e com a diminuição de nascimentos, o que deu foi que levaram centenas deles à falência

zazie disse...

Agora ser prof do preparatório ou secundário é sinónimo de ser funcionário público e a um fp é corporativo antes de ser qualquer outra coisa, incluindo professor.

Vi no facebook os insultos e descabelamentos às dezenas (à molhada) apenas por haver a intenção de dar autonomia de contratação às escolas e até de gestão.

A doença do estatismo é de tal ordem socialista que chegaram ao ponto de se escandalizarem pela mera possibilidade de poder haver refeitório explorado por um porco capitalista, em vez de ser obrigatoriamente do Estado.

Somos isto.

Criou-se esta patologia em 40 anos.

São estes doentes socializantes e dependentes do Estado que votam sempre PS.

zazie disse...

Havia uma excelente rede escolar em Portugal inteiro e era grandemente privada.

É informarem-se antes de dizerem disparates.

O problema não é agora abrirem escola privada.

O problema é que elas estavam abertas até terem de fechar por concorrência estatal e quem "abriu nas berças e não berças e forneceu o mesmo pago pelo contribuinte, em pé de igualdade entre carenciado e rico, foi o Estado.

O buraco da festa escolar foi das maiores vergonhas e estamos todos a pagá-lo.

Claro que para isto e para entender esta realidade, não é preciso fazer a birra de puto com o "deixem-me ser livre".

Bastava dizer, deixem-me ser normal e tirar o Estado e os dependentes dele e mailos traficantes ao encosto, de grande parte da conversa.

Não tem de ser tudo privado mas, também não tem de ser lei que tenha de ser tudo estatal- até refeitórios- como a mentalidade patológica do estatismo quer.

zazie disse...

é irem aos blogues de profs ou às páginas de profs no facebook e ler parece que se está na velha URSS.

Chegam ao ponto de insultar quem se atreva a dizer que os resultados negativos dos alunos também podem ser responsabilidade de quem ensina.

Que nada! Se é nota boa, é responsabilidade de prof- se são médias abaixo de tudo, é problema social.

Porque o corporativismo impede dizer-se que há professores maus. Dizem logo que isso é uma generalização e que já basta a má-fama que têm e insultam quem não faça coro.

Mas insultam mesmo. É um grupo social que bateu fundo.

Eu chamo-lhes a geração bimby porque choram por tudo e mais alguma coisa, exigem até SNS para animal doméstico e ADSE com todas as especialidades porque saúde pública é bom para o preto, mas nenhuma prof dispensa a bimby.

zazie disse...

O retrato da doença são os candeeiros Sisa Vieira propostos para toda a escolinha estatal.

Antonio Cristovao disse...

Apoiado. Já chega de paternalismo envenenado!