12 junho 2015

feminização social

Trabalhar com muitas mulheres. O verdadeiro inferno na terra.

A emancipação da mulher transformou o mundo numa telenovela gigantesca. Há de tudo: mexericos, guerrinhas paralelas, adoração de futilidades, análises superficiais, joguinhos e rodriguinhos. Procura exclusiva do interesse próprio e do interesse imediato. Esse não é politicamente incorreto, se fosse diria que a emancipação da mulher está a ser feita à custa da escravização do homem. Escravização social sobretudo. Ou nos sujeitamos ás suas visões do mundo ou estamos completamente f#$%&/s.

O engraçado é que esta escravização está a ser feita através daqueles que acham que é a opinião da mulher que conta sobre a opinião do homem, passando-se a comportar como elas. Não admira portanto que as novas tecnologias sejam tecnologias de carácter imediato, social (redes sociais) e fútil.

Não admira também que na saída de uma das crises mais graves dos últimos 100 anos as falências das famílias não parem de aumentar e haja cada vez mais carros novos na estrada, e roupinha nova no corpo, e restaurantes gourmets que vendem hambúrgueres e outras tretas sempre gourmets. Isto tudo com os níveis de poupança das famílias a aproximarem-se outra vez de zero. Resta-nos viver uma vida de futilidades imediatas se queremos pertencer à espécie humana.

PS: Comentário anónimo ao meu último post, que eu tomei a liberdade de editar e trazer à "1ª página". Não há dúvida nenhuma que estamos perante um fenómeno de feminização social, será mau ou bom? Tentarei abordar este assunto nos próximos posts.

20 comentários:

Pedro Sá disse...

Esse comentário é de uma ingenuidade extrema:

1. Dá por adquirida a narrativa burguesa que uma certa mundividência sempre existiu imutavelmente - o que é falso. Para a grande maioria das pessoas - ou seja, o povo trabalhador dos campos e os mais pobres das cidades -, a realidade sempre foi homens e mulheres trabalharem.

2. Mexericos, guerrinhas paralelas, adoração de futilidades, análises superficiais, joguinhos e rodriguinhos. Isso sempre existiu com ou sem mulheres ou com ou sem homens no local de trabalho.

3. "Ou nos sujeitamos às suas visões do mundo" - Mesmo mentalidade de FROUXO...aliás diz tudo no parágrafo seguinte e aí até tem razão, porque o que menos falta por aí são homens que se comportam sempre dentro de uma lógica que a opinião de uma mulher vale sempre mais que a opinião de um homem. São aqueles que acham basicamente que é obrigação do homem, e sem qualquer tipo de reciprocidade, agradar à mulher.

4. O único ponto em que ele tem claramente razão é nas referências gourmets. Basicamente uma parte substancial dos homens da FROUXOLÂNDIA que é Portugal escolhe sempre os sítios em função dos supostos gostos das mulheres. O que vai dar sempre ao fashion, ao bonito, à esplanada por causa da vista e outras tretas em completo prejuízo do conteúdo. Claro que isto também mete as pessoas quererem aparecer como GENTE BONITA, COSMOPOLITA E SOFISTICADA (yuck), dentro daquela promoção permanente do SABER VIVER (UUUUGHHHH!!!).

Anónimo disse...

É que não é nada. Pela minha experiencia académica (estudei engenharia no IST) tive 1 ano em que trabalhei com dois grupos distintos só de mulheres (supostamente ate as mais masculinas por andarem em engenharia) e posso dizer que tu o que está escrito neste post se verificou. Aí sim foi o verdadeiro inferno na terra.

Hoje em dia já trabalhei em duas empresas: uma start-up em ascensão na área da engenharia e uma multi-nacional de consultoria e posso afirmar que além de se verificar tudo o que está escrito em cima, a produtividade da larga maioria das mulheres equivale a para aí um terço da produtividade do homem médio.

Anónimo disse...

A mulher é diferente do homem. Cada qual tem as suas qualidades e defeitos. Pouca gente sabe que pelas mitocôndrias se transmite informação genética que só vem das fêmeas. E, como é hábito na Natureza, as fêmeas protegem a sua prole que recebe delas mais de metade dos seus genes.
Assim, as mulheres são estremamente hábeis em lidar com a parte social (desde o Rei ao Plebeu), com o futuro da filharada (até têm filhos dos homens que elas entendem como fontes de rendimento económico ou social).
Em quase em todo o planeta, são elas quem manda, quem decide os afectos, etc. Os homens sempre foram bons para trabalhar, para alombar. É errado querer direitos e obrigações iguais. Elas mandam subreptíciamente, sem dar nas vistas, senão estarão tramadas (ou mortas).
Não se fala, nem se escreve, sobre o assédio sexual que as mulheres exercem sobre os homens nos seus locais de trabalho — e não só.

Haja pachorra!

Cfe disse...

"realidade sempre foi homens e mulheres trabalharem" Sim mas não havia uma equiparação e concorrência nas funções, antes uma complementariedade.

marina disse...

as futilidades sao tipicas do homem. o ocidental aproveitou a deixa a amoleceu . vao ver o national geografic , os pretos passam o vida na brincadeira enquanto as pretas trabalham... ha feminizaçao da sociedade , ha , mas a culpa nao eh das" futeis" mulheres , pq nao eh . pronto , sera do lobby gay ou assim.

marina disse...

quem eh q meteu na moda os metrosexuais , por exemplo ? foram as mulheres ?

Anónimo disse...

Eu sempre me senti discriminado na escola pública por ser HOMEM.

Na escola primária notou-se logo no primeiro ano que era o melhor aluno, e as mamãs das meninas diziam às filhas para não se aproximarem de mim pois era «mau e neto de um ordinário» (o meu avô tinha fama de ter muitas amantes). As ditas meninas e respectivas mamãs não aceitavam que um rapaz tivesse uma ortografia bonita e fosse mais inteligente que a média, ou tivesse elogios da professora.

Mais tarde na adolescência algumas dessas mesmas meninas tentaram o que chamam hoje de bullying mas bateram a má porta, pois entra chapadas e pedradas ganharam-me respeito. Pensavam que por serem mulheres não iriam levar no focinho.

Na escola secundária as professoras lixaram-me a média de Secundário e davam-me quase todas notas inferiores às médias de testes. Diziam que eu não participava, ou participava demais, ou era mal comportado, enfim havia sempre uma desculpa, e isto sucedia com mais meia dúzia de rapazes que eram bons alunos. Uma não suportou que um colega meu andasse a curtir com a sobrinha atrás da escola e tentou chumbá-lo mesmo com média de testes positiva. Essa mesma professora chumbou outro colega que tinha média de testes positiva e todos sabemos porquê: o rapaz era filho de um retornado e fez uns comentários contra o Mário Soares, e a prof. era uma socialista fanática.

Na Universidade, a saber na FMUP, que o caro colega Joaquim deve conhecer muito bem, dizíamos em surdina, as raparigas são menos inteligentes que os rapazes. Os rapazes quando se aplicam tiram melhores notas mas as raparigas são mais «marronas» e organizadas.

Mas fora da terriola apercebi-me de uma coisa que o Prof. Pedro Arroja dissera neste blogue. Nas classes altas não há a discriminação contra os homens que ocorre no povinho. Nas famílias das classes baixas nota-se que é comum isto: a menina é para ir para Universidade, o rapaz fica para trolha.

A minha experiência pessoal levou-me à compreensão do pensamento do Prof. Pedro Arroja. A sociedade portuguesa é feminina. O povo é e sempre foi feminino e isso agora vai notar-se cada vez mais pois as instituições mais masculinas e as camadas sociais masculinas perderam poder e o povo ascendeu. Acabou o serviço militar obrigatório, os padres perderam influência, acabou a elite do Estado Novo, as universidades estão a ficar inundadas de mulheres e em cursos como a Medicina há muito que há mais mulheres que homens.

Tudo começa voltando ao início do post, tudo começa na escola. Quase não há homens a leccionar, os programas são muito femininos e os métodos de avaliação dão muita importância ao comportamento e participação, ou seja, são muito subjectivos. É expectável que um rapaz de 15 anos com as hormonas aos saltos perturbe as raparigas na sala, é preciso dar uma tolerância, mas se esse rapaz tem um 18 de média de testes e é inteligente, deverá ser prejudicado na nota com um 16 devido ao eventos hormonais típicos da sua idade?

Pedro Cunha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

concordo completamente. portugal é uma sociedade feminina e logo primariamente emocional. com todas as implicações negativas que isso tem...

aconselho a visualização do lewis model:
https://www.google.com/search?q=cultures+warm+or+cold&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAcQ_AUoAWoVChMI6Pv0vLuKxgIVSLsUCh3i8ABh&biw=1366&bih=643#tbm=isch&q=reactive+culture+diagram&imgrc=3Cmc_u0sL-ODGM%253A%3B5SRs1lwgLeL5MM%3Bhttps%253A%252F%252Findievolunteer.files.wordpress.com%252F2011%252F06%252Fcolorcodingmjgsmall1.gif%3Bhttps%253A%252F%252Findievolunteer.wordpress.com%252F2011%252F06%252F16%252Fethnocentrism-and-the-lewis-model-of-cultural-classification%252F%3B500%3B354

bastante elucidativo nao

Anónimo disse...

alias tenho a dizer: no tecnico costumávamos dizer que as raparigas faziam o curso "montadas" (ou num homem melhor aluno a quem chulavam apontamentos, ou num professor a quem faziam olhinhos e conseguiam muitas "dicas").

no local de trabalho entao é um escandalo...a quantidade de mulheres que usam o seu poder sexual (o facto de terem uma vagina) para conseguirem chegar a algum lado. felizmente isto so acontece nas primeiras fases da carreira para subirem nos niveis mais baixos. normalmente os homens dos cargos mais seniores ja nao vao nestas conversas e bloqueiam a subida a esse tipo de mulheres.

Anónimo disse...

Parabéns ao anónimo das 3:08 da tarde.
As coisas como elas são!

Anónimo disse...

«Dá por adquirida a narrativa burguesa que uma certa mundividência sempre existiu imutavelmente - o que é falso. Para a grande maioria das pessoas - ou seja, o povo trabalhador dos campos e os mais pobres das cidades -, a realidade sempre foi homens e mulheres trabalharem.»

Caro Pedro Sá,

será essa a realidade em Portugal? Ou pelo menos em todo o país? É que as descrições dos estrangeiros que nos visitavam, ao longo dos séculos, diziam isto: no povo português as mulheres trabalham mais que os homens e fazem os mesmos trabalhos que os homens no campo.

Conhece Marrocos? Por lá os homens não gostam de trabalhar. São as mulheres que mexem as mãos, especialmente no campo. Contaram-me que isto também acontece noutros países de sarracenos.

Anónimo disse...

«Dá por adquirida a narrativa burguesa que uma certa mundividência sempre existiu imutavelmente - o que é falso. Para a grande maioria das pessoas - ou seja, o povo trabalhador dos campos e os mais pobres das cidades -, a realidade sempre foi homens e mulheres trabalharem.»

Caro Pedro Sá,

será essa a realidade em Portugal? Ou pelo menos em todo o país? É que as descrições dos estrangeiros que nos visitavam, ao longo dos séculos, diziam isto: no povo português as mulheres trabalham mais que os homens e fazem os mesmos trabalhos que os homens no campo.

Conhece Marrocos? Por lá os homens não gostam de trabalhar. São as mulheres que mexem as mãos, especialmente no campo. Contaram-me que isto também acontece noutros países de sarracenos.

Anónimo disse...

«quem eh q meteu na moda os metrosexuais , por exemplo ? foram as mulheres ?»

Em parte foram, no tempo do meu pai as mulheres queriam homens de barba rija e com pêlos no peito, agora querem ratos depilados e os homens são obrigados a depilar-se por causa desta geração de mulheres. Qualquer dia as mulheres gostam de homens com mamas e ancas. Já vivi em Inglaterra e lá quanto mais masculino e macho for um homem mais elas gostam, as inglesas gostam de homens com H grande, objectivos, decididos, independentes, de barba rija e peludos, mas por cá parece que a maioria das mulheres gosta de caniches obedientes e depilados.

Anónimo disse...

A primeira vez que saí para as compras com uma namorada inglesa ela perguntou-me «onde vamos?» e eu respondi «decide tu». Ela não gostou pois esperava que eu decidisse. E isto repetiu-se e eu percebi que ela esperava que eu decidisse quando ela perguntava. E em Portugal como é com as portuguesas? Pela minha experiência, ou fazemos o que eles querem, ou vem birra, amuo, intriga, queixinhas, e se não houver uma carteira recheada batem com a porta à maneira delas: arranjam outro nas costas e fazem-nos vida negra até desistirmos da relação.

marina disse...

durante seculos e seculos , ate ha umas dezenas de anos , os rapazes iam arejar as hormonas pras batalhas ou iam descobrir coisas e tal , iam , em definitiva , e os paises estavam assim a cargo das mulheres e dos velhos , que ficavam em casa , ficavam . e as coisas corriam bem com este ir e ficar. mas agora os rapazes nao vao , ficam . com a agravante de ja nao terem uma eminencia parda dona de casa a interessar se pelos seus assuntos e a dizer lhe , como quem nao quer a coisa , o q fazer :)

homens na depilaçao ? so se sofrer de hipertricose .

Anónimo disse...

Quando as mulheres preferem homens sem pêlos ou depilados temos o mundo ao contrário.

A DHT que é a hormona responsável pelo aparecimento de pêlos corporais também está presente no cérebro, onde é responsável pela melhoria das funções cognitivas. Há uns anos vi um estudo que dizia que os homens de peito peludo eram em média mais inteligentes e a explicação biológica seria esta: maiores níveis de DHT.

A DHT é a dihidrotestosterona, que é produzida a partir da testosterona, sendo bem mais potente.

Há por aí estudo e sondagens feitos em Inglaterra que demonstram duas coisas:

1) As mulheres inglesas preferem largamente homens com pêlos.

2) O «lado primitivo» das mulheres prefere homens com pêlos (mais DHT logo mais inteligentes, férteis e saudáveis) mas depois há a questão das modas que pode contrariar o que é o instinto feminino.

Esta geração de mulheres portuguesas está cheia de raparigas que gostam de homens que parecem mulheres, isto é contrário à Natureza!

Pedro Sá disse...

O comentário das 3:08 está correctíssimo no que diz respeito à escola. Por exemplo, lembro-me da recorrente preferência por composições sobre as estações do ano, e dentro delas às sobre a Primavera, florzinhas e bichinhos. Acho que não preciso de dizer mais nada. (Por sorte tive um professor primário, que chegava a fazer ditados sobre futebol)

Quanto a essa história dos depilados, tudo uma grandessíssima treta e mito urbano. Treta inventada por alguma gente porque acha mais bonito e quer fazer disso moda. Se alguma vez uma mulher quis saltar para cima de um homem ou deixar de saltar por causa de mais ou menos pêlos.

Sem prejuízo da depilação se ter tornado, por qualquer razão estranha e nos entretantos, uma afirmação de identidade "sou desportista", e, claro, da influência enorme que tem nesta matéria e em Portugal o comportamento do Cristiano Ronaldo, não inventem preferências femininas que não existem.

Harry Lime disse...

Em primeiro lugar 3 factos:

a) estudei no IST

b) trabalho numa multinacional de consultoria

c) tirei boas notas toda aminha vida

d) não percebo do que estão aí a falar. As raparigas sempre gostaram ou não gostaram de mim independentemente do meu desempenho academico/profissional. Normalmente quando gostavam era poque eu me comportava como deve ser, quando não gostam é porque as trato mal (o que faz sentido)

e) no IST conheci um caso duma miuda que fez as coisas acontecer na "horizontal" (e apenas numa cadeira). Não sei de que IST é que os "peritos" falam mas não é o mesmo que eu frequentei.

f) na empresa onde trabalho conheço imensos casos de romances no local de trabalho. conheço casos de assedio de "cima para baixo", devidamente punidos. Não conheço casos de raparigas que tenham subido na "horizontal".

g) na empresa em que trabalho conheço imensas raparigas/mulheres incompetentes... mas... adivinhem... tambem conheço imensos gajos que andam para lá aos papeis... Não creio que exista correlação mas mais uma vez, quem sou eu para falar ao pé dos "espertos" que por aqui pululam.

Rui Silva

Harry Lime disse...

E mais uma vez, ninguem é obrigado a depilar-se.

Isto é como tudo: há muitp peixe no mar.

E não me parece que as mulheres queiram apenas gajos metrossexuais estilo CR7. Conheço raparigas que o adoram mas também conheço mulheres que não lhe acham graça nenhuma.

Rui Silva