23 fevereiro 2014

alerta aos conservadores

O fim da declaração conjunta de IRS é o maior ataque à família, às mães de família e às donas de casa, jamais perpetrado em Portugal.
A declaração individual desvaloriza o contributo da mãe que fica em casa a educar os filhos. Os católicos e conservadores laicos devem mobilizar-se contra esta possível medida.

20 comentários:

zazie disse...

Mas é verdade?

Anónimo disse...

Leia esta crónica do provedor do Público:

http://www.publico.pt/opiniao/noticia/havera-um-imposto-amigo-1625792

zazie disse...

Não diz nada. Nenhum respondeu.

Não sabem se é facultativo ou obrigatório e empastam a falarem para estúpidos que também vivem de palavras.

jorge gaspar disse...

A declaração conjunta de IRS é o maior ataque à família, às mães de família com emprego e às donas de casa com emprego, jamais perpetrado em Portugal.

Anónimo disse...

jorge gaspar,

Essa afirmação é falsa. a declaração conjunta tira a média dos rendimentos.

jorge gaspar disse...

a declaração conjunta é um incentivo ao não trabalho da parte de um dos cônjuges. esta afirmação continua a ser falsa?

Anónimo disse...

Sim, continua a ser falsa porque o Estado não paga a ninguém para não trabalhar. Os recursos são dos próprios

Anónimo disse...

A intenção até pode ser verdade, mas não existe fundamento legal para tornar obrigatória a declaração de rendimento separada. A menos que mexam com as leis de casamento que coloca o patrimonio e rendimentos do casal como parte comum dos mesmos.
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A mexer na lei fiscal no que a este assunto diz respeito teria o governo de conseguir mexer simultaneamente nas leis que regem o casamento. Ora, mesmo mexendo nessas leis, a garantia de não rectroactividade constitucuional impederia que se pudesse mexer nos casos actuais.
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Portanto, em suma, esta lei só poderá ter efeitos se for feita como opção aos casais, nunca de forma imposta.
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Rb

jorge gaspar disse...

o anónimo das 7:17 pensa que está a gozar com quem?
um homem ganha 1500 euros brutos e a sua mulher começa a trabalhar a ganhar 600 euros e por causa disso o homem passa a ganhar 1200 euros, enquanto casal passam de uma situação em que 1 trabalha 40 horas semanais (imaginemos) para uma situação em que trabalham os dois quarenta horas semanais, passando de um rendimento familiar mensal de 1500 euros, para 1800 euros. Neste exemplo que dei a mulher sabe que ao ir trabalhar estará a ir trabalhar por 300 euros . O que está aqui em questão é que isto é um incentivo para que um dos cônjuges não trabalhe.
A lei tal como está serve para dizer assim: vocês ai: trabalham os dois? então têm de pagar um imposto maior.
Voltando ao comentário genial do anónimo : "o Estado não paga a ninguém para não trabalhar. Os recursos são dos próprios"
Se o estado disser assim: a partir de agora quem quiser trabalhar tem de pagar 90% de impostos. O estado continua a dizer tal como o amigo anónimo "hei, nós não pagamos a ninguém para não trabalhar". no entanto pessoas com um pouco de inteligência conseguirão perceber que pagar-se 90% de imposto sobre o lucro ou rendimento incentiva as pessoas a não trabalharem e a não produzirem riqueza que será quase na sua totalidade confiscada pelo estado. (aliás, basta ver o que aconteceu e acontece em países comunistas)
Neste caso é exactamente a mesma coisa.

O joaquim Couto diz que a declaração individual desvaloriza o contributo da mãe que fica em casa a educar os filhos, (que grande liberal este), em 1º lugar, o que deixa de se desvalorizar é a mãe que para além de tomar conta dos filhos e de tomar conta da casa ainda trabalha a tempo inteiro. 2º O estado não deve dizer que mães ou pais que não trabalhem devem pagar menos impostos, nem deve dizer que quando o pai e mãe trabalham ao mesmo tempo devem pagar mais impostos. O estado nem sequer deve preferir tipos de educação. Os católicos e conservadores laicos devem mobilizar-se a favor de um estado mais livre (menor) mais justo e com menor intervenção na vida de cada um.

zazie disse...

Claro que não é imposta.

Acaso é imposta nos outros países?

zazie disse...

Agora imagine-se. Por motivos de trabalho, um vai viver para outro país.

Tem sentido terem de declarar conjunta e o que vive fora fazer descontos a dobrar?

zazie disse...

Aqui:

http://www.deco.proteste.pt/familia-vida-privada/impostos/dicas/irs-do-casal-quando-compensa-entregar-em-separado

zazie disse...

Só em França e Luxemburgo é que é obrigatório conjunta.

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO093003.html

Vivendi disse...

Parece que o Dragão está prestes a pegar fogo de novo...


http://dragoscopio.blogspot.com/2014/02/blog-post.html

zazie disse...

Pois é. Andou por lá a mudar template e deixou umas quinas.

Era excelente que abrisse.
":O)

Vivendi disse...

Pela imagem que postou... tem 100 fósforos (posts) para queimar.

zazie disse...

Será?

Anónimo disse...

Ele quando fechou o estaminé disse que ia comprar fósforos: pelos vistos, demorou um ano mas encontrou-os...ainda bem!

Vivendi disse...

Dedução sherlockiana...

Temos de esperar para ver.

zazie disse...

Esperto, o rapaz!