Un économiste portugais?
Je ne le croix pas.
S'ìl était étranger ... ah bon, s'il était étranger...et surtout juif...
Les juifs produisent vraiment des miracles.
Vous ne croyez pas aux miracles?
Mais il y en a.
Un miracle c'est un événnement dont la probabilité a priori qu'il se produise est infinitésimal. Quand mêmme, il se produit.
La probabilité a priori que trois juifs soient nommés à la tête de la Réserve Fédérale est 0,000015625. Quand mêmme, trois juifs ont été nommés en séquence à la tête de la Réserve Fédérale.
166 comentários:
Mistérios da fé...
Cuidado que ainda vem por aí o Rb de armadura fulgurante ao sol, saber se V. tem algum problema com milagres dessa natureza...
ehehehe
il y en a ili ená
http://pt.wikipedia.org/wiki/Yahia_Ben_Yahia
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Qual seria a probabilidade de Don Afonso Henriques ter nomeado para ministro das finanças um juif?
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Talvez uns 0,0006%. Mas nomeou o Ben Yahia. O primeiro Ministro das finançazinhas do reino. Dirão alguns ah foi por causa do lobby juif q já na altura era activissimo. E a competencia pá?
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Por algum motivozinho os juifs deram financeiros brilhantes. Nao é porque sao superiores a qualquer outro povo. Nada disso. É porque lhes limitaram as profissoes a duas ou tres actividades.
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Rb
Qual é a probabilidade de uns gajos que representam nem 1% da populacao mundial ganharem tantos premiozinhos nobel?
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Qual a probabilidade do gajo da teoria da relatividade ser judeu? E a probabilidade dos gajos q teorizaram o socialismo e o liberalismo austriaco serem judeus? E o gajo mestre da psicologia?
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A estatiistica é, como dizia twain, uma bela forma de enganar papalvos.
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Rb
Muja, está bem assim?
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Eu vejo-me mesmo um quixote com armadura ao sol e aos moinhos de vento. Se vc quiser ser o meu sancho pança faziamos uma bela equipa.
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Eu a dizer q a lua é o sol da noite e vc a dizer q o sol é a lua do dia.
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Rb
Não. A probabildiade era para aí de 90% porque foram os judeus que pagaram parte do empreendimento.
Os judeus já cá estavam, eram ricos, tinham bairros nos locais mais importantes de todas as terras e viviam de contrabando de escravos.
Já os suevos se queixavam deles.
Zazie, estamos a falar do ano de 1100 e nao de 1500.
Rb
Os judeus mandaram por cá durante mais de 300 anos.
De tal modo que mesmo depois da conversão mantiveram direitos de propriedade nos bairros importantes.
Não é por acaso que até nos Painéis de S. Vicente, aparece em primeiro plano o rabino. Ao lado do retrato da corte.
Tinham lei própria; tinham direito a justiça exclusiva deles e religião própria.
Em qualquer acto solene juravam apenas pela Torah
Os moçárabes foram passados à espada ou feitos prisioneiros e os judeus ficaram sempre intocáveis e sendo homens livres.
Ao contrário dos mouros que podiam ser escravos e que nunca tiveram direito a estas excepções.
Portanto, o morgadinho, para variar, teve um ataque de pencudice e aldrabou.
Mas se a probabilidade era entao de 90% entao o gajo foi bem escolhido?
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Rb
Estamso a falar de séc I e III até, com isncrições encontradas.
Estamos a falar de terem sido os judeus que financiaram o Afonso Henriques.
Ponto.
Não aldrabes mais. Foi assim. Eram uma casta que vivia aqui- na Península Ibérica, desde os romanos. Ou antes.
Claro que foi bem escolhido. Os gajos faziam o povo pagar tudo e mais alguma coisa e tinham bruta comissão nisso.
Não podia ele ter escolhido melhor- hábitos de finança e de escravatura sempre foram com eles.
Eles, a elite. Estamos a falar da elite judaica.
Os restantes viveram sob domínio da mais forte ditadura. Nem mobilidade social tinham.
Os judeus tornam-se livres graças à extinção das judiarias.
A partir daí é qeu t~em hipóteses de progredir socialmente, porque deixam de estar sob o domínio de casta dos rabinos.
A probabilidade de ganharem tantos prémios Nobel também é superior a 90% .
Quem manda nos prémios Nobel são eles.
Lobby é isso- e sempre foi isso. Introduzem-se em tudo o que é importante para controlarem por dentro.
O Nobel até +e para rir porque antes de sair dá para fazer apostas.
Do memso modo que dominaram a indústria de Hollywood e todos os artistas da altura se queixavam disso.
As grandes produções de filmes históricos eram feitas por eles, sempre para venderem a ideia do cativeiro da Babilónia.
Sempre o choradinho de terem sido escravos. Como se nunca tivessem eles praticado escravatura, inclusive quando massacraram os seus próprios, aquando da revolta dos macabeus e expansão territorial.
Nao aldrabes?
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Mas o que é isto?
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Q mentira terei dito eu?
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Se foi bem escolhido o minstro das financas, mesmo q oriundo de um povo q era minoritário, entao é porque a escolha teve a ver com a mais valia q o homem iria dar ao reino.
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Em suma, a estatitica do Pedro é um logro. Porque as coisas nao podem ser vistas assim.
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.Da mesma forma, se a probabilidade de haver juifs bons na area financeira nos eua, entao a nomeaçao da gaja para presidir ao FED é estatisticamente valida, ao contrario do q afirma o Pedro.
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A estatistica mistura tudo no mesmo saco. E o Pedro comete normalmente esse erro comum aos estatisticos.
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Parte de uma amostra errada, logo os resuktados sao inviesados.
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Rb
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Esta:
«Qual seria a probabilidade de Don Afonso Henriques ter nomeado para ministro das finanças um juif?
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Talvez uns 0,0006%.»
Sabes que isto é mentira mas não conseguiste controlar-te. Tinhas de tentar passá-la.
tal como a demagogia do Nobel. Sabes que eles controlam de dentro.
Esta estatística é tua ou do PA?
Eu pensei que era tua.
Se é do PA é a habitual ignorância a falar.
Inventaste tu a estatística para contrapores arguemento à demagogia da estatística do PA?
Se foi, fizeste bem porque a estatística da probabilidade de 0,000015625 % de judeu se eleito para cabeça de FED não é média de americanos, mas probabilidade de poder de quem manda e controla a FED.
Mais uam vez- lobby é isso- algo que escapa ao controle e subverte até o pressuposto democrático.
Eles são lobby.
E não é por haver bons judeus na América.
É por a FED ser uma cena privada, criada por onzeneiros e controlada por onzeneiros.
Nos onzeneiros cabem os judeus circuncidados e não circuncidados- é uma questão mental.
E eu até fi percentagem por baixo.
A probabilidade do Afonso Henriques chamar o judeu para as finanças era de 99%.
1% seria apenas a mãe a querer dar o cargo a algum "franciú".
Português é que não seria. Os cristãos que vieram libertar foram passados à espada.
Outra coisa- no tempo de Afonso Henriques, os jdueus era minoritários em relação a quê?
A que "portugueses"?
Eram "pobo minoritários"?
Tens a certeza?
Há quem diga que eram povo maioritário. As genealogias que se formam têm judeu por antepassado.
Recentemente, até eu tive uma certa curiosidade por um apelido de família que se dizia pertencer a uma das mais antigas famílias de Lisboa.
Por alto, sem perder grande tempo em investigações, dou com ela no Brasil e dou com a explicação da etimologia do nome como sendo judaico
ahahahahahaha
Cristãos, claro. Até a morrer em Alcácer-Quibir, um deles e outros sempre na corte. Mas judeuzinhos, ao que consta. A antiguidade alfacinha vem desse pequeno detalhe que até eu desconhecia.
je ne le "crois" pas (croix com "x" = cruz).
"Même", um só "m".
Desculpa prof.
e il y en a está errado
Y a-t-il (mesmo referindo-se a plural) tem como resposta il y en a.
Mas com a frase construída dessa forma duvido que se aplique.
Zazie, eu estava a usar a ironia com a percentegem q adiantei acerca do Ben.
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Mas olha, eu acho q sim. Q pode haver lobbies judeus, arabes, chineses, etc. E q podem influenciar decisoes dos governantes.
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Mas aquilo q eu critico na linha de raciocionio do Pedro é o seguinte. Repara bem, se o Pedro escrevesse um artigo a provar q a gaja nomeada era incompetente, tecnicamente invalida e aduzisse argumentos q a descredibilizassem como tecnica para liderar a FED e ficava mesmo convencido de q, das duas uma, ou quem a nomeou tinha sido um burro ou que existiu uma influencia para a nomear. Mas o Pedro nao disse nada disso. O q o move nao é saber se é a pessoa certa para o lugar certo, mas antes o facto de ser judia.
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Ora, isso só pode ser aduzido depois de me dizerem q ela é incomptente e nao antes.
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Porque se o fizermos antes corremos o risco de fazer julgamentos a priori sem considerar o mérito individual e estamos a ser sectários.
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Da mesma forma q as realezas cristas confiavam as areas financeiras aos judeus e a coleçta de impostos tambem. Nao se trata de uma probabilidade de os escolher em funcao do seu numero na popupalacao. Os judeus eram necessariamente minoritarios em realacao a outros grupos de cada regiao.Tratasse de escolher o melhor para o cargo. E o melhor é o merito dele e a envolvente que acomoda.
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Rb
Mas nota bem, eu faco-lhe esta critica no modo e nao no façto de se tratar de uma judia. Num post abaixo eu disse a mesma coisa rlativamente às ideia a priori dele acerca dos solteiros q nao podiam ser filosofos confiaveis.
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É a mesma coisa. A obra vale por si, independentemente do autor ser solteiro, casado, judeu ou arabe.
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Mas o Pedro costuma intuir o mérito pela condiçao das pessoas em causa. O que para mim é um erro clamoroso.
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Rb
Desculpa. Não topei logo.
Mas, o PA também podia estar a usar a ironia só que depois dá-lhe para as estatísticas e aí sai asneira.
A questão não tem nada a ver com mérito mas com poder.
E eu também alarguei mais o conceito e expliquei que se tratava de "onzeneiros" tal e qual como os caracteriza o Gil Vicente.
O q me incanita é pensar q se o Pedro nao soubesse que a senhora era judia ou que o kant era solteiro, nao os criticava, ou se o fizesse fazia-o pelos motivos correctos, isto é, pelo que cada um vale.
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Rb
Isso de escolher alguém para tratar das finanças por candidatos analfabetos, tinha a sua piada.
E chamar a isso "povo português" na altura, ainad mais.
Estavam em maioria em relação a candidatos e até a ajudantes autóctones.
Ou escolhia franciú de fora ou judeu autóctone.
99% de probabilidades entre possíveis ao lugar, sem sequer ser preciso entrar com o talento para o cargo.
Se não fosse judia é que era caso para milagre.
O teu exemplo é falacioso. Porque nem tem comparação.
A obra vale por si mas, par aquem nem leu e, mesmo se lesse, não entenderia, a obra não existe.
Ainda assim, há aspectos privados que podem vir à baila e a dita "obra" não é algo totalmente independente deles.
Como o PA não comenta filosofia mas inventou esta cena do masculino/feminino e da experiência enquanto pater-familias, em vez da experiência enquanto economista-a coisa entretém.
E o que é "ser incpetente" na qualidade de cabeça da FED?
Desenvolve este conceito porque tem muita piada.
Alguém incompetente numa cena privada que serve para controlar os tubarões da finança - que são eles- seria alguém incapaz de enganar o senado americano
":OP
A incompetência só se poderia medir assim.
Incompetente era deixar entrar peixe miúdo fora do lobby!
Quando, em que data, em que momento histórico a FED teve como cabeça alguém que não é do grupo dos onzeneiros mor que controlam as finanças na América e, à tabela, no resto do mundo?
Ora bota aí para a gente se rir.
Tendo sido um judeu que teorizou sobre a descolonização do planeta ando há tempos a reclamar que agora haja um que teorize sobre a descolonização da Europa.Sem essa chancela dos mais espertos os comunistas não aderem...mesmo que acabem novamente como escravos...
Eu o que gostaria de saber é qual é a utilidade, para o alegado lobby judeu, de que o presidente da Reserva Federal seja judeu.
Isto porque há judeus de muitas e díspares inclinações, e não me parece claro que Greenspan, Bernanke e Yellen decidam sempre de formas análogas.
Ao Lavoura foi tudo para a "ciência" e não sobrou para mais nada.
No "tudo" estava a incluir o casalinho de neurónios.
A ideia do PA, interpretada pelo Françiú, se lerem o texto linkado é de precisamente mostrar que a probabilidade calculada é um logro, porque os Judeus neste aspecto não são iguais ao resto da população dos EUA.
Se lerem também vêm que mesmo que se atribua aos Judeus uma maior competência nas questões de finanças, a probabilidade de 3 judeus serem consecutivamente escolhidos continua a ser um logro. Porque mesmo que se supusesse que entre um judeu e um não judeu, o judeu tivesse 95% de probabilidades de ter mais mérito, tendo em conta que os judeus são só 2.5% da população, estas escolhas consecutivas continuam a ser altamente improváveis.
A conclusão é que, excluindo a hipótese de o judeu ter cerca de 100 vezes mais mérito que o não judeu, há aqui mais do que mérito. Ou então o mérito não é uma qualidade intríseca e está dependente das influências e dos lobbies.
pelo que li os judeus eram 20% da população portuguesa, estando limitados a certas profissões e tendo o monopólio bancário.
Por essas duas razões a probabilidade de um judeu ser ministro das finanças de D. Afonso Henriques era bastante alta.
ocni
Ah. Ok. A pressa na leitura e nos comentários do morgadinho dá nisto.
O PA estava a fazer ironia.
Claro. Só podia ser isso.
ocni:
Conta lá onde leste isso, em relação à Reconquista.
Onde é que existem estatísticas do tempo do Afonso Henriques.
V.s são burros.
Perderam completamente a noção do tempo histórico.
Explica, lá, meu idiota- quem era a "população portuguesa" no tempo do Afonso Henriques.
Que é isso de "população portuguesa que já existia no território"?
Foi no que deu esta treta da história sem pessoas nem datas- só leis de evolução económica.
Agora dizem estas imbecilidades e séc XI, XII ou XVI é a mesma coisa
A probabilidade de ser um judeu era total porque autóctone com guito, sem ser inimigo mouro, só podia ser judeu.
Os cristãos que estavam sob o domínio dos mouros e que tinham até direito a culto pórpio, foram tornados prisioneiros ou passados à espada.
ocvulto moçarabe nunca foi aceite.
Foi preciso um bispo de Coimbra para meter o D. Afonso Henriques na ordem e libertar os cristão que cá viviam que tinham sido levados como prisioneiros.
O "talento financeiro" da FED serve, por exemplo, para o bailout.
Comeram-lhes as papas na cabeça.
Os bolcheviques do comité central também foram escolhidos por mérito, com certeza...
É malta muito à frente. Vocês não percebem nada. Não vêm que eles são especiais? Têm muito mais mérito que nós, os goyim. Não sejam invejosos, pá!
Mas cuidado! Eles só são especiais para o bem! Para o mal não! Isso somos nós! Perseguimos o povinho cheio de mérito, coitados... Andamos cheios de inveja há dois mil anos...
E se algum fizer alguma coisa má, foi por distracção e provavelmente foi algum goy que o obrigou, coitado.
Por exemplo, o portuga goy andou na África a matar pretos porque é racista, fascista, imperialista e colonialista. Como, aliás, todos os outros goys europeus.
Já o israelita anda na Palestina e no Líbano a matar terroristas, que aquilo é tudo terrorista como toda a gente sabe, começam logo desde bebés.
Não é Rb?
Coitado do israelita, forçam-no àquilo... Ele bem tenta mostrar o caminho da verdade aqueles terroristas, até lhes ilumina o caminho com fósforo branco e tudo, mas eles nada.
E depois escondem-se em casa de famílias e escolas e hospitais e sedes da ONU, os malvados. Que é para obrigar o israelita a bombardear aquilo e lhe deitarem as culpas para cima, claro! Sabem muito os terroristas...
Obrigam o israelita, coitado, a gastar para cima de um balúrdio em "defesa"... O que vale é que o bom americano envia três mil milhões de dólares dos seus impostos por ano, mais umas armitas, para o israelita se defender do malvado terrorista. E cada ano que passa mais eles precisam. Abençoado americano, cuja generosidade não conhece limites...
Perceberam?
É bom que sim, porque só não percebe isto quem é anti-semita, não é Rb?
Nao sei se é assim muja.
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Nao me parece q os muculamnos sejam todos terroristas. Vc nao sei, deve pertencer aos bons e deve ser bom rapaz. Ao contrario de mim que pertence à cafila que tem por objectivo e missao de vida matar arabes. De preferencia palestinianos (que sao judeus ou vice versa).
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E diz vc epá os pretos nao tinham o direito de querer mandar neles próprios. Isso nao se faz. A terra era nossa. Quem sao os pretos para quer alguma coisa?
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Eu acho q devia ser assim q se sentiam os mouros qdo o afonso henriques lhes deu coça. Ou o viriato com os romanos. Mas q merda é essa? Entao um gajo conquista a terra e depois vem um viriato qualquer armado em carapau de corrida a tentar tirar o que é nosso?
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Nada disso. Roma nao paga a traidores.
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Vade retro.
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Pois, mas a questao de israel já nao tem cabimento. Já foi, deixou de ser e voltou a ser Israel. No futuro provavelmente vai deixar de ser outra vez. Dizem que é nessa altura q vem o messias e pimbas arruma com a malta.
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E no entanto, fora destas questinuculas animalescas, se um gajo falar com palestinianos e israelitas normais do povo, daqueles q nao se movem pelos odiozinhos, ou politiquices, verificamos q sao a mesma gente. Duferentes percursos, mas a mesmíssima gente. Principalmente, comungam da mesma aspiracao. Prosperidade. Nao interessa nada aos arabes palestinianos a morte de israel. É lá q eles trabalham e ganham a vida. Vao para trabalhar para onde? Egipto, libano, siria?
Mas interessa aos vizinhos para motivacoes internas das massas. Qdo nao se sabe justificar a desgovernça a melhor táctica é convencer os Mujahadins deste mundo contra os judeus. Qual guerra santa contra fantasmas.
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Rb
Ahh, espera aí oh muja, vc nunca ouvirá dos meus dedos achar q os palestinianos sao isto e aquilo. Q sao os maus da fita.
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Nada disso. Sempre disse q o direito dos judeus se circunscreve ao q foi acordado. Um pedacito de terra para morarem. Um pedacito com a hsitoria, indesmentivel, de um povo com uma lingua, religiao e cultura própria. Tal como foi dado um pedaço a cada arabe. Aos sirios, a siria. Aos jordanos, a jordania, aos libaneses, o libano, aos judeus, israel. Foi tudo acordado ao mesmo tempo, sob a mesmissima liga das nações de acordo com as caracteristicas de cada povo na história.
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E portanto, aos israelitas nao cabe usurpar territórios. Os colonatos tem de ser destruidos como foram em gaza. Jerusalem tem de ficar na gerencia da onu.
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O q obsta a q isto aconteça?
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Confiança. Simplesmente a confiança.
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O tempo o dirá.
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Rb
Já agora, também é um facto que o último comité central do Partido Comunista da Alemanha Oriental, antes de esta ser anexada pela República Federal, era constituído por treze pessoas, das quais doze eram judeus. De onde se conclui que o temível lobby judeu tano faz das suas na Reserva Federal do capitalismo como no Comité Central do comunismo.
E concluis bem, ainda que nunca consigas entender a questão.
Os judeus dividem-se nesses dois grupos. Tanto estão nos neocons, como no comité central da URSS.
Se percebesses um niquinho mínimo de História entendias. Como não percebes, são só perplexidades.
Quanto à cena lá de israel e mailos terroristas e povo eleito, as tropas da 1ª Cruzada é que entenderam a questão.
Passaram islâmicos e judeus à espada, sem distinção.
Os judeus e os islamicos, zazie, também nao distinguiam os cristaos das cruzadas para defender as suas casas dos ataques dos barbaros ( neste caso os barbaros eram os cristaos). Franceses, ingleses levavam com a mesma medida. Saladino q o diga.
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Rb
Ui espera aí, eu nao posso dizer que os cruzados eram barbaros por senao o Muja acusa-me já de anti patriota.
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Rb
O Pato e o Cunhal também reconheceram os méritos do médico judeu que os tratou.Tudo o que é internacionalista o judeu gosta.Só ainda não percebi como é que ainda não apareceu nenhuma tribo na China nem no Japão...
Mas a entrega de tudo o que tinha preto e não era nosso porque foi conquistado até esqueceu convenientemente as ilhas encontradas desertas e os territórios sem organização política.O chique mesmo agora é a pátria ser onde a malta se sente bem e usufrui daquilo que não pagaram.Nem vão pagar...
Mas prontos estamos a caminho dos tempos gloriosos do D.Afonso Henriques em que o ministro das finanças era judeu.Com a chegada dos sefarditas bem entendido...
Ainda outra coisa com tantos judeus influentes nos EUA estou à espera dum grande movimento descolonizador para que os índios tomem posse daquilo que lhes foi conquistado...
Finalmente e de acordo com a doutrina até aqui produzida pelos gajos mais espertos do planeta quando em Sintra e Amadora houver uma maioria de pretos eles podem clamar pela independência porque aquilo tem preto e não é nosso...
E também como já aconteceu no Kosovo pode haver uma coligação internacional estilo troika a bombardear para que ao indigenato aceite a amputação da parte infectada...
Depois não digam que nos têm faltado visionários na governação...
Cher Monsieur Pierre Arroja,
Est-ce que vous avez tenue en bonne compte le théorème de Bayes? Comment comprendre les plus de 150 prix Nobel attribués aux Juifs?
Impertinente, agnostique militant
E diz vc epá os pretos nao tinham o direito de querer mandar neles próprios.
É V. que acha que os pretos não eram portugueses, note bem. Não sou eu.
É V., tal como a ONU na altura, que acha que os pretos podiam ser o que eles quiserem, menos portugueses.
Eu não vejo dificuldade nenhuma: tanto pretos como brancos eram portugueses. Eram para defender. Como foi feito. V. é que persiste em afirmar que os pretos eram de alguma forma diferentes e que, por isso, não valiam a perna que lá deixou o seu pai. Nem a vida de outros portugueses. Que o melhor era acautelar o interessezinho do pessoal do rectângulo, deixar os pretos lá entregues aos movimentos de "libertação" e à carnificina e poupar assim a perninha do seu pai.
Está no seu pleno direito.
Mas se V. disser que eles não queriam ser portugueses, aí mente. E já tem que justificar a sua afirmação.
Porém, curiosamente, V. nunca fala do estatuto de israelitas de segunda (ou de terceira, porque de segunda são os Sefarditas, aliás, de quarta, porque de terceira são os árabes) que têm os pretos em Israel. Ou como quando andavam a castrar as sudanesas lá, sem elas saberem, com medicamentos. Que gente boa, quanto mérito! Quer a noticiazinha? É só uma pesquisa no Google...
Ahaha, V. não se dá conta que toda a gente já deu conta?
Agora pergunte: - de quê?
Ora! Pois disso mesmo!
PS: os cruzados não eram portugueses na sua maioria. Vinham de passagem para o Oriente, e aproveitavam para pilhar os Mouros. O que dava jeito ao nosso pessoal. O problema era quando eles, à míngua de mouros, se viravam a nós e pilhavam o que era nosso. Aconteceu umas quantas vezes, nos tempos conturbados da fundação nacional.
Não é por chamar bárbaros aos cruzados que V. deixa de ser patriota. É quando prefere judeus a portugueses, apenas porque são judeus. É quando acusa Portugal e os portugueses injustamente, ao mesmo tempo que tenta branquear os criminosos israelitas, que destroem escolas, hospitais, atacam a ONU, humilham dignatários estrangeiros, praticam pirataria, usam armas proibidas pelas convenções internacionais, usam escudos humanos, não aderem a nenhum tratado de não-proliferação de armas nucleares, químicas ou biológicas. Ou é alguma destas coisas mentira? Escolha uma, a que V. quiser, que a gente tira já a limpo.
Não vai escolher, evidentemente. Vai escrever umas tretas e tal, e pronto. Como da outra vez, em que levou com a síntese do problema ultramarino português, feita por quem o percebia, pelo ministro dos Estrangeiros, e nem lhe tocou.
A gente percebe porquê.
De toda a maneira, e para que fique bem claro, as minhas objecções não são com V. apoiar lá os judeus e Israel. Isso nem merece contestação de tão evidente é já o que lá se passa.
A minha questão é o facto de V. ser parcial em relação a Israel, sendo-o em sentido inverso em relação a Portugal. Essa é que é a grande questão.
Isso é que eu não consigo perceber. Porque Israel faz tudo de quanto acusavam Portugal, embora Portugal nunca tenha feito nada disso. E não fez. Nunca destruiu escolas: construía-as. Nunca destruiu hospitais, construía-os. Nunca practicou pirataria. Nem usou armas proibidas por qualquer convenção.
Portanto, é este o problema. Se V. fosse Israelita, eu compreendia. Se fosse estrangeiro doutro lado, também. Agora sendo português? Não se entende. Não se entende porque já lhe foi mostrado o suficiente para, pelo menos, haver o benefício da dúvida em relação a Portugal, que é muito menos do que o que V. dá a Israel.
Compreenda quem puder.
Então aqui vai mais umas 'tretas'.
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Os pretos (ou os brancos de lá) só podiam ter sido aquilo que eles quisessem ser, meu caro Muja.
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E sabe porquê?
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Vc sabe, mas ignora. É que as colónias africanas TODAS, de todos os países colonizadores, estavam em processo de independência. O mais natural era evitar perpectuar uma guerra inútil e cuidar dos interesses de quem lá estava, que eramos nós brancos e pretos de lá, bem como os interesses da patria mãe. Dez anos de guerra.
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Vc não acha legitimo que os povos aspirem à independência?
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Pois eu acho. Principalmente quando se trata de territorios descontínuos com a terra de origem e descontinuos com a cultura de base.
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Mas eu não tenho q achar nada. Quem tem de achar são as pessoas de lá. Como é que vc sabe que eles queriam muito ser portugueses de Portugal continental? deu-lhes liberdade o dizerem?
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Eu acho curioso que possamos enaltecer a independencia de Portugal e até comemora-la e louvar os nossos reis que o fizeram e ao mesmo tempo negar essa possibilidade aos outros.
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Mas atenção, meu caro, o poder politico não pdoe ir atras de qualquer patranha independentista. Tem de cuidar de saber se existe ALMA por detrás dessa aspiração. Se não se trata de oportunismo de meia duzia de lideres. E É por isso que eu consigo compreender a primeira reacção do regime. Mas não consigo compreender a teimosia em não querer ver o inevitável. Não podiamos de facto estar sozinhos no mundo. Foi essa teimosia que prejudicou enormemente os interesses da nação. Tivesse sido feito um processo consensual (e podia ter sido feito por várias vezes) e não tinhamos saido de lá com mãos vazias. Melhor, ninguém teria de ter saído e os bens não teriam sido vilipendiados.
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O Dom Duarte refere-se amiúde ao erro monumental em não termos feito coisa semelhante à commonwealth. E tem razão. Muita razão.
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A gestão foi tão desastrosa que até colonias como cabo verde perdemos. Sem motivo algum.
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Quanto a Israel e aos judeus. Oh Muja, não vale estar a colocar intenções sobre a minha pessoa.
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Rb
Custa-me um bocado ver a zazie a dar bola à anti-pencundice do PA.
Esta conversa faz-me lembrar uma vez que fui a LA e visitei a UCLA (uma das 10 melhores universidades do EUA como varios premios nobel, alguns não judeus). Um sitio de elite, portanto.
A primeira coisa que me surpreendeu foi a quantidade enorme de asiaticos que vi no campus. sim, não pencudos, mas asiaticos!
Ora se eu fosse como o PA (ou a zazie) acreditaria que existia uma conspiração dos coreanos, japoneses e chineses para tomar conta do Mundo.
Como não sou (sou mais parecido com o Rb) acredito que se tratam de culturas que previligiam o estudo e o intelecto e assim são mais susceptiveis de vingar em sitios onde essas carcterisiticas são premiadas.
Com os judeus é a mesma coisa.
Intenções é V. que as coloca sobre si próprio. Eu limito-me a comparar duas posições que V. apresenta, juntamente com a fundamentação que lhes dá. E deixam-me perplexo.
Passando ao que interessa:
É que as colónias africanas TODAS, de todos os países colonizadores, estavam em processo de independência.
Errado. O correcto seria dizer-se que estavam em processo de transição de dependência. Continuaram a ser colónias, como ainda hoje são. mas adiante;
O mais natural era evitar perpectuar uma guerra inútil
A guerra só é inútil verificadas uma de duas condições:
- A derrota estava assegurada: o que não é, nem de perto nem de longe, verdade. E a prova está que o inimigo apenas conseguia operar de detrás das fronteiras. O território nacional estava controlado e pacífico.
- A guerra não servisse nenhum propósito: o que também não é verdade. Servia vários: responder a uma agressão injustificada contra Portugal, demonstrar que a política portuguesa era soberana e aproveitava mais a todos os povos do que a do resto dos países, e, mais importante de todas, defender aquela gente que ali vivia da carnificina que se abateria sobre eles na eventual saída dos portugueses - em quaisquer condições que fossem. Isto é, a saída dos portugueses implicaria automaticamente e inevitavelmente o massacre das populações, brancas e pretas. Foi o que se passou.
Vc não acha legitimo que os povos aspirem à independência?
Nem acho, nem deixo de achar. Não é essa a questão que se põe, já lho disse.
Principalmente quando se trata de territorios descontínuos com a terra de origem e descontinuos com a cultura de base.
Com a cultura de base? Mas qual é a cultura de base, diga lá?
. Como é que vc sabe que eles queriam muito ser portugueses de Portugal continental?
Como é que eu sei? Como é que V. sabe que não queriam? Como é que sabe que o Algarve quer continuar a ser português? Vai perguntar? Quantas vezes? De ano a ano?
Nunca foram outra coisa, porque não haveriam de querer continuar a sê-lo, se o eram há séculos? Séculos, note bem.
deu-lhes liberdade o dizerem?
Deu-se-lhes pelo menos tanta como queriam dar os movimentos de libertação. Com a vantagem de os não massacrar. Havia pelo menos eleições e governos locais e autónomos com quadros locais. Os democratas portugueses, por exemplo, achavam que eleição não podia ser, que os países não estavam preparados, os "libertadores" concordavam. A ONU e a OUA também.
Afinal, a última coisa que alguém queria era saber a opinão daquela gente. Ao contrário do Governo português, pois os plebiscitos só não se fizeram porque a ONU e a OUA repetidamente afirmaram que só reconheceriam os resultados se estes fossem favoráveis à independência.
Vamos continuar a brincar com a dignidade das pessoas, ou já chega?
Phonis, a minha posta anterior é só erros de ortografia.
Rui Silva
Tem de cuidar de saber se existe ALMA por detrás dessa aspiração.
Havia pois, então não havia... O problema era que passava a vida em Moscovo e Washington, a alma.
Tivesse sido feito um processo consensual (e podia ter sido feito por várias vezes)
Não podia não senhor. E desculpe mas V. não só persiste na ignorância como se obstina a não sair dela. Sobre este ponto refira-se à síntese que lhe deixei aí há dias. Se a não leu, leia. Leia, e depois fale. Porque senão só diz parvoíces.
Portugal tinha duas saídas: ou lutava ou abandonava o território. A única coisa que poderia ter feito era escolher um movimento e apoiá-lo na guerra que se seguiria. Talvez assegurasse alguns bens materiais. Mas o importante, perder-se-ia na mesma.
O Dom Duarte refere-se amiúde ao erro monumental em não termos feito coisa semelhante à commonwealth.
Eu ainda estou para ver essas opiniões duartinas. Mas se se confirmarem - e apenas se se confirmarem - então é um parolo e um imbecil. E isto é o menos que se pode dizer. Ou é ignorante ou é pérfido, já lho disse. Em qualquer caso, não serve para rei de coisa nenhuma. Podemos falar do porquê de não ser viável uma Commonwealth. Mas é essencialmente pelo mesmo motivo que os plebiscitos não serviam.
A gestão foi tão desastrosa que até colonias como cabo verde perdemos. Sem motivo algum.
Se se refere aos descolonizadores, de acordo. Porque até eles, não se tinha perdido nada, excepto a Índia. Outra "libertação", não?
Mas há uma coisa que não percebo: então a V. não lhe repugnava nada que ficásse Cabo Verde sendo parte de Portugal? Então os de lá já não tinham legítima aspiração à independência?
> Eram uma casta que vivia aqui- na Península Ibérica, desde os romanos. Ou antes.
Antes, eram os cartagineses que se tinham estabelecido no sul da peninsula ibérica - ainda há para ali uma Cartageno, salvo erro, mas penso que tinham a costa mediterrânica quase toda.
Acho que os romanos criaram um vácuo quando derrotaram os cartagineses - que foi preenchido ... por outros derrotados dos romanos.
anti-pencundice
Harry Lime,
não é anti-pencudice, é pró-pencudice; neste caso, por parte do Rb.
Se fossem chineses, e se se afirmassem as mesmas coisas. O Rb não sairia de roldão por aí fora a arremeter contra os moinhos de vento.
Quando se fala do controle chinês das empresas, por exemplo. Que é feito dos paladinos?
Rui Silva:
Tu és bêbado ou tiveste agora um surote de socretinice?
Acaso leste o que eu escrevi?
Palerma, andvas para aí com o Yes we can! e mailo Sócrates e eu nunca te chamei mongolóide.
Se és analfabeto cala-te. Mais nada.
Porque eu deixei argumentos com factos históricos e tu apenas vieste aqui com essa pancada de patrulheiro de esquerda, passar a multa ao "crime de anti-semitismo".
Não tenho pachorra .Desorelha antes que leves.
Também troquei o surto por suerte.
Tens é sorte em eu ser tua amiga.
Imagina se não fosse. Mas vai lá chamar homem à mãezinha antes que eu te chame coisa pior.
Embora neste caso concreto, tenha sido eu a deixar o remoque e a chamá-lo à baila, verdade seja dita.
Mas isto já vem trás, claro.
A cena não foi neste post. Foi no outro do Kant.
Escreveu (o) Zazie.
Palermóide.
E nem lhe vou mostrar como o exemplo que deu é demagógico.
Ele não é burro. Mas é escardalho com a tara do politicamente correcto e todo pró pencas, incluindo a do Pinócrates.
Ora um gajo que vota no Pinócrates é inimputável. Nem conta.
Euro2Cent,
é perfeitamente possível que viessem com os fenícios, cartagineses ou não.
Mas não faz grande diferença por uma razão, que é poucas vezes notada. Esses judeus não têm nada, mas nada, que ver com os de agora, enquanto povo.
Agora V. tem judeus que são de raça ariana, ateístas e marxistas, e que só falam hebraico desde há cem anos, com o zionismo. dizem-se, e dizem-nos, judeus. Ora isto, que lógica tem?
O Karl Marx, por exemplo. Era judeu porquê e em quê, concretamente? Divirta-se lá a tentar achar a resposta.
"é inimputável", ahahah
Um parvinho português já tinha levantado essa questão a um professor de economia da FEP em junho passado.
http://economicofinanceiro.blogspot.com/2013/06/o-fed-causalidade-e-as-expectativas.html
http://viriatosdaeconomia.blogspot.com/2013/10/nao-basta-perceber-de-economia.html
Oh Muja, diga-me lá porque que é q Moises era judeu?
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Qdo souber responder a esta pergunta percebe o q é um judeu.
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Rb
Porque era uma outra versão do Hamurabi.
Num verdadeiro cativeiro egípcio e nunca voltou foram os filisteus.
Por acaso, esses é que viviam no espaço qeu agora chamam Israel e ainda foram empurrados para a Faixa de Gaza.
Mas enfim. A História é feita pelos vencedores e, neste caso, pelos que mais choram.
De todo o modo, a origem étnica seria cananita, o que equivale a fenício.
Ainda complica mais a suposta explicação de quem eram os judeus.
Vindos de África, ocupando terras de outros povos e adoptando cultos a Baal.
Também era irmão de Aarão e essa irmandade que acaba dividida por cultos pagãos, é uma réplica de todas as irmandades geminadas, como a de Isaac e Jacó ou de Abel e Caim ou de Enki e Enlil da Suméria.
Porque é que Jesus era judeu?
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Rb
Tu dizes que não era. Que a religião dele era outra cena à zoroasto.
Mas, todos os povos que sobreviviam ao extermínio do lebensrsaum, tinham de adoptar as seitas dos cultos praticados por eles.
Várias, daí Cristo ter combatido o paganismo das sortes e jogos de azar de destino que praticavam.
As lamentações dos profetas falam precisamente disto.
Das vergonhas do Povo Eleito.
Choram as barbaridades dos extermínios que cometeram e que agora dizem ser ocupação do que lhes foi dado ou tirado.
De todo o modo, para o caso do exemplo pateta que achavas que podias fazer passar, faltaram dados históricos.
Por exemplo- o facto dos mouros terem entrado na Península e vencido visigodos com a ajuda dos judeus que cá estavam.
E depois entram os cristãos, contra os mouros com a ajuda dos mesmos.
Uma constante no Povo Eleito- saber estar sempre do lado do mais forte e trair o que for preciso, até os seus, sendo eles os mais temíveis inquisidores peninsulares.
No ano passado fui de férias com a minha mulher para Cape Town na africa do sul. E fui visitar o museu judaico lá da terra. Tem uma espécie de recriaçao daquilo q foi a emigracao de judeus para lá. Tal como os portugueses primeiro iam os homens sozinhos a ver se arranjavam trabalho. Foram sobretudo artesaos do tipo alfaites etc de classe modesta. E mais tarde traziam as mulheres e filhos.
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Tem representacoes das casas onde moravam e do tipo de lojas q abriam. Chega ao pormenor de colocar a mesa de jantar posta e os quatros onde dormiam etc.
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Ali pode-se ver o seguinte. Este povo NUNCA perdieu a noçao de q eram judeus. Mantiveram sempre as tradicoes, cultura, religiao e habitos. Ao ponto de serem facilmente identificados e mtas vezes separados do resto da populacao. É falso, pois, dizer-se, q se perderam enquanto povo com uma identidade comum. Nunca a perderam. Bem pelo contrario. Distinguiam-se precisamente dos demais por manterem a sua cultura e tradicao.
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E portanto, qdo perguntam o q é ser-se judeu, era bom q pudessem viajar e conhecer os locais onde eles estiveram e como conseguiram sempre manter a identidade.
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A questao da terra de israel é antiga e teve tantas alteracoes por causa das conquistas sucessivas aquele pedaço de terra q me aborrece descrever. O ponto é q foram sucessivamente expulsos por longos ou curtos periodos de tempo. E regressavam e tornavam a ser expulsos por outros etc. Mas a ideia de um povo judeu e islamico comeca basicamente em Abraao que é, digamos, o pai dos judeus e dos islamicos. Os seus dois filhos, issac e ismael sao os pais respectivamente dos judeus e dos islamicos.
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Mais tarde veio David e Salomao q estabeleceram o reino de israel. Outros conquistadores vieram q os expulsaram. Os judeus expulsos foram povoando o mundo, mas é falso dizer-se q deixaram totalmente as terras de israel. Tem epocas. Umas vezes em minoria clara, outras vezes em maioria clara como é o caso da época de Cristo.
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O imperador Adriano, finalmente, expulsouos novamente e foi desta expulsao q vieram para a peninsula iberica. Os sefarditas. Nao sao judeus de segunda nem de terceira como diz o muja. Sao judeus sefarditas por causa da geografia. Mas até na iberia se mantinham com identidade própria. Esse imperador proibiu q judeus se casassem com cristaos, mais tarde coisa reolicada pela Igreja.
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Rb
Nas terras de israel sempre se mantiveram alguns judeus. Sempre q podiam ou a isso eram obrigados regresavam como foi o caso dos regressos em massa do sec 18.
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Entretanto da-se a conquista dos turcos. O imperio otomano q anexou toda a regiao. Os actuais Iraque, a jordania, israel, libano, siria etc. E isso só foi desfeito na primeira guerra mundial. Os vencedores da guerra tomaram conta dos territorios. A franca, a inglaterra etc.
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Deu-se entao segunda guerra mundial. Os judeus expulsos da europa e sobreviventes à matança embarcaram para vários paises. Mas muitos nao podiam receber aquela chusma de exilados. Um navio carregado de judeus da alemnah hitlariana consegui romper o bloqueio naval e desembarcou em terras de israel. Outros se seguiram. Muitos tinham comprado as terras antes de ir e até criaram fundos i ternacionais para o poderem fazer mais rapido. Os turcos que dominavam a posse da terra foram vendendo uma terra inospita, deserta, sem valor algum. Uma mina de ouro para eles. Ainda assim pequenas mais laboriosas comunidades de judeus foram trabalhando a terra.
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O holocausto precepitou entao o regresso de milhoes de judeus fugidos da guerra. Havia q dar solucao para isto. Repartir o imperio otomano pelos povos caracteriticos de cada regiao do medio oriente. Dividiu-se a terra em oartes identificadas com cada povo. Para os sirios, para os jordanos, libaneses, iraquinaos e judeus. Só q nas terras de Israel e ao povo judeu estavam outros tipos. Os arabes com origem nos turcos e dos paises circundantes. A que se chama de palestinianos. Uma pequena comunidade, ainda assim aqueles terras teriam de ser repartidas tambem por quem lá estava. E quem lá estava eram entao arabes e judeus em minoria. Foi decido partir aquele oedaco de terra, outrora o reino de israel e judeia, em dois. Um para os judeus e outros para os arabes que tambem lá estavam.
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Quem lá estava nao achava nada mal a ideia. Até se formaram grupos para formar um novo país, a palestina, que até aí nunca existira. O problema é q os vizinhos, a quem tambem tinha sido atribuido territorio pela liga das nacoes, opuseram-se a q os judeus pudessem ter um pedaco de terra. E instigaram os arabes locais a resistir. A ideia era criar um país, a palestina, porque talvez achassem q os moradores da regiao iriam sair aos magotes para esses paises vizinhos destabilizando os mesmo. Mas a ideia do estado de Israel nunca foi essa. Logo na primeira constituicao de israel, judeus e arabes da regiao seriam considerados israelitas sem qualquer discriminacao. Mas os arabes vizinhos nao entendiam assim. Achavam q israel iria expulsar os locais arabes. E fizeram a guerra. E foi a guerra, curiosamente, q levou milhoes a fugir. A ironia dos destino. Nao obstante cerca de 30% da populacao de israel é arabe.
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Rb
Oh zazie eu NUNCA disse q Cristo era Zoroastrista.
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Estás equivocada.
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O q provavelmente terei digo é q, como nao existe registo hstorico de Jesus no periodo q vai dos seus 12 anos até aos 30 anos ele terá emigrado com a familia para as indias.
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E eu digo para as indias por causa unicamente das semelhanças da mensagem dele com o Budismo. Intuo apenas q Ele terá sido influenciado por aquela corrente, diagmos, filosofica. Em tod caso é apenas especulacao minha. Mas o engracado é q existe na india um local com regsitos de um tal de Isa ( jesus) q creem tratar-se de jesus. Se fores ao youtube existe para lá uma reportagem acerca disso e com locais de culto a Isa (jesus) q alegadamente esteve lá .
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E isto nao é heresia alhuma. Toda as religioes sao infkuencias por outras, nao é?
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Mas enfim, eu nao dou credito a isso. Aoenas acho q tem algumas semelhanças com o budismo.
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Rb
Olha, eu não sou tão desocupada quanto isso e vou passar esta converseta.
Quando leio NUNCA, assim em capitais, nem consigo ler mais nada.
Disseste que fazia parte de seita, se não era essa, era outra, até contavas que era seita vestida de branco e mais não sei quantos.
Não discuto a merda de Israel porque foi responsabilidade da ONU.
Também não discuto lebensraus de pencudos contra lebensraus de turbantes porque são farinha do mesmo saco e nada tenho a ver com isso.
Hei-de ter sangue marrano, como tu tens. A tua percentagem é maior e subiu-te à cabeça.
Quanto ao resto, vou-me repetir- "minha tribo sou eu".
Seita vestida de branco?
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Oh zazie deves ter ouvido isso noutro lado. De mim nao foi.
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Rb
Esquece. Foi qualquer coisa que até tinha número igual ao dos apóstolos.
Para o caso é um detalhe mínimo mas disseste-me sempre que ele pertencia a uma seita e que até tinha doutrina meio budista.
Aquilo eram seitas. Foi o que eu disse, quando perguntaste quem era judeu.
Fui dando respostas a essa pergunta e tu fugindo até Cristo.
Mas, se quiseres, também te dou fontes onde se percebe quem vai passar a ser judeu.
Eles não proselitavam propriamente de tribuna. Obrigavam os escravos a tornarem-se judeus.
O negócio sempre foi escravatura no tempo em que ninguém lapidava diamantes.
Quem diz que o cristianismo é adaptação do zoroastismo com magia é o Norman Cohn.
Um bom historiador que, no entanto, se tem de ler com reservas, pois era pencudo.
Bem, olha, deixo aqui um link q conta muito bem a historia do povo judeu.
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Depois de ler o artigo nao se pode ficar com dúvidas algumas e talvez possa erigir alguma verdade em algumas cabecitas duras.
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http://www.ipv.pt/millenium/millenium25/25_23.htm
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Rb
Mas tu queres agora que eu entenda fontes e História por um link encontrado no Google.
Vai-te catar.
Tu nem consegues definir "povo judeu". Judaísmo é religião onde entraram uma data de povos.
Não existe povo judeu. Nem sabes de onde vieram os hebraicos. E muito menos que deuses adoraram até se tornarem algo aproximado- aproximado- ao monoteísmo.
Só se entende por comparações com outros cultos da época.
(Ainda estudei pré-clássicas na faculdade. Não foi propriamente por link do Google).
Estranha é essa tua necessidade de enfiares a kipah.
Desconheço essa cena identitária.
Pode ser um défice meu, mas desconheço.
Não sei o que é isso de "vestir camisola" ou ter bandeira, ou causa.
Tu e o Mujah, na volta entendem-se melhor
ehehehehe
Eu sou mais patafísica e deixo os esquentamentos da cuca para quem quiser.
Para o caso tanto faz.
Este post fala na existência de lobby judaico e quem aqui veio defender pencudos não conseguiu negar a sua existência.
Tu fizeste demagogia e atiraste com patranhas da História de Portugal por nem teres entendido o propósito irónico da estatística do PA.
O outro maluco socretino conseguiu falácia mais idiota.
Conseguiu proibir logicamente a possibilidade de existência de qualquer lobby ao cimo da terra, uma vez que um lobby só é entendido por generalização de influência de grupo.
Depois usou a falácia do espantalho e de um grupo a influenciar em determinados campos, deu o salto para o exagero da "conspiração mundial.
Como se esta imbecilidade não bastasse para fazer figurinha de burro, ainda quis argumentar que um conjunto de judeus é igual a um conjunto de vietnamitas ou de qualquer outra nacionalidade ao cimo da terra.
Quando um conjunto de judeus, como tu bem demonstras é algo que está acima de qualquer nacionalidade e se enraíza num mito identitário único.
nem os ciganos possuem esta identidade e nunca se intelectualizaram para que essa identidade não deixe de ser coisa chunga de má-fama.
A má-fama pencuda é essencialmente onzeneira. E, como o Gil Vicente caracterizou um onzeneiro não é todo o judeu mas pode até ser mais que ele.
«Não existe povo judeu.»
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«Quando um conjunto de judeus, como tu bem demonstras é algo que está acima de qualquer nacionalidade e se enraíza num mito identitário único»
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Então, mas o povo não existe e depois a seguir dizes o contrário?
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Quem tem de se catar és tu. Se não queres ler links, não leias. Esse por acaso até é de universidade.
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Quando a verdade não convém, desvaloriza-se. Belo método de argumentação.
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Claro que existe um povo judeu. Sempre existiu. E isso é que incomoda certas pessoas que os odeiam. E odeiam porque têm de odiar qualquer coisa.
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Rb
Escua aqui: já adoptaste a novilíngua?
Agora falas em ódio às batatas fritas e ao povo judaico.
Vai-te catar.
Assim nem mereces resposta.
Não suporto essa cena de atirar com ódio para cima de outros.
Eu não odeio ninguém que conheça, do mesmo modo que não amo gente a magote.
Agora fala-se assim- o verbo odiar para traduzir o "hate" americano; e a versão brasuca do "amo" para gostar.
Tu sbes que povo judaico não existe. Mas sabes que, a dada altura, ao conjunto de judeus se passou a chamar povo judaico.
E sabes a dfierença mas gostas de te armar em parvo porque julgas que estás a fazer palestra da cubata.
Se queres que te diga, vou deixar estas merdas de comentários devido a isso mesmo.
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O pessoal, e tu não estás alheia a isso, tem é prazer em ofender. Só se sentem bem a ofender.
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Não consigo perceber porquê.
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Um gajo pode mto bem discordar com elevação e respeito.
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Não é preciso acusar-me de mentiroso e conspirador judeu. Ou chamar ao Harry um esquerdalho ininputavel com tara pró-pencuda.
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mas o que é isto?
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Rb
Eu não ofendi ninguém. Porque nunca te ofendi.
Agora se tu tomas a dor por uma abstracção tens de te aguentar à bronca.
E eu estive cool porque não tenho tribo.
o Dragão deu-te sovas à conta disto.
Mas é mais forte que tu- em entrando penca desfraldas-te logo e ofereces o peito à bala.
Eu chamei-te mentiroso por engano e pedi descvulpa mas tu até mentiste e fizeste demaogia com a estatística.
Isto é o ponto 1.
Depois, não alteres a ordem das coisas proqeu o Harry qye é meu amigo, perdeu a noção dessa amizade para me chamar homem no outro post e me atacar neste, dizendo que até sentia pena de eu entrar nestas merdas a defender o PA.
E levou logo pelas duas coisas.Porque vai chamar homem à mãezinha dele.
E vem para aqui com patrulhas de politicamente correcto a dizer que eu odeio e leva com o que é- um inimutável que votou Sócrates.
A ordem foi esta.
Não aldrabes.
Estive numa boa e não entrei no tom do Mujah porqeu não uso nem kipah nem trubante.
Tu é que te excedeste um tanto e até apagaste 2 comentários por te dares conta disso.
Agora dizes que eu tenho ódio aos judeus e é claro que tens de levar para trás porque eu não suporto essa cena do ódio às batatas fritas e do espantalho de arrumar argumentos acusando moralmente o outro.
Quem acusou de conspirador foi o Harry, palerma.
oHarry é o Rui Silva. Eu respondi ao Harry chamando-lhe Rui Silva.
o palerma é que disse que falar em lobby judaico é a mesma coisa que a paranóia da conspiração mundial judaica.
Isto é terrorismo de linguagem por falta de argumentos.
Esta bem, zazie, como dizem os judeus, esse povo q nao existe, quando se despedem "... para o ano em Jerusalem".
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Rb
Chamar escardalho inimputável, do Yes We Can, e voto socretino, é uma caracterização real que serve perfeitamente a quem me chamou de homem e é mesmo filo-pencudo.
Aos anos que ele nem aparecei. Aparece, tal como tu, por achar que há kipah na história e kipah é causa de holocausto.
Isto é cretino- é do mais ditatorial que existe. É calar a voz a quem pode criticar porque transforma a crítica numa espécie de ameaça de morte. Numa eugenia, ou algo no género.
Mas nesse perigo só entram os grupos escolhidos a dedo.
A memsoa conversa é possível até desejável e fica bem se for contra turbantes, por exemplo. Oucontra os cruzados católicos.
Só é probiida nos grupos aprovados por lei.
E é contra isto que chateio e chatearei sempre porque tenho pó a toda esta merda de causas fracturantes e grupos intocáveis.
É pá. Eu não sou mestre escola. O povo judeu nunca existiu.
Informa-te, estuda, mas não chateies.
Eu tenho a mania do rigor nas coisas. Não existiu ponto.
Judaísmo é uam religião. Não houve migrações de nenhum povo que fosse judeu. Houve hebraicos.
Ponto.
O engraçado desta estória acerca da inexistencia do povo judeu é q sao os proprios muculmanos que no alcorao lhes chama assim. Os judeus, o povo de israel.
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Aliás, o alcorao passa 90% do tempo a falar do povo judeu.
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"Diz-se com frequência que os Evangelhos, devido a uma tendência favorável aos romanos, por motivos políticos, teriam apresentado (Pôncio Pilatos) de forma mais positiva, lançando progressivamente sobre os judeus a responsabilidade pela morte de Jesus"... não foi o povo judeu em seu conjunto o responsável pela morte de Cristo" Bento XVI.
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Rb
E estás redondamente enganada.
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Hebreu, israelitas e judeus sao termos para designar o mesmissimo povo em epocas diferentes. Hebreus chamavam-se no tempo de abraao. Israelitas foram quando juntaram as 12 tribos de israel. E judeus porque qdo regressaram do cativeiro a maioria eram oriundos da tribo da Judá.
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Da mesma forma q podiamos designar-mo-nos por lusitanos...
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Rb
A religião, o judaismo, é apenas o nome da crença da maioria do pessoal oriundo das tribos de Judá.
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Rb
Mas que tenho eu a ver com os muçulmanos?
Nada de nada. Os muçulmanostraduzem-se por istoriadores de povos?
O meu problema é e sempre será o mesmo.
Ter a mania que estou sempre a falar em pé de igualdade.
E não estou.
Quando não está em pé de igualdade ou se faz de mestre escola ou o melhor é ficar calado.
O José fica logo calaado quando percebe que o interlocutor nem entende.
E eu tenho de passar a fazer o mesmo porque isto de responder sempre e tratar toda a gente como capaz de entender é estúpido.
E acabo por ser malcriada porque me irrito quando não percebem ou não sabem.
Sou tolinha. Não nasci para mestre escola mas não viro as costas porque acho que isso é que é insultuoso e dá ideia de desprezo.
Todo o meu debate acerca do Kant com o PA foi uma conversa de surdos.
Por burricd minha.
O Dragão quando viu que ele nem sabia do que falava gozou. Fez em cacos com gozo tamanho que ninguém se levanta dessa.
Eu não faço isso mas mais valia que o fizesse.
Na volta tenho vício teórico e, muitas vezes, estou apenas pensar em voz alta.
Por exemplo.Neste post nem li o link.
Se não fosse o Francisco ter5 lido estavasse a falar de cor.
Mas entendi que só podia ser ironia.
E foi isso que disse. Em termos lógicos tinha de ser ironia.
Interessou-me a questão abstracta e lógica que podia ser sobre outra coisa qualquer.
Tu não. Como te cheirou aos teus- uma anormalidade de complexo de coisa que nem és- vá de tomares o PA por mongo e atiras com patranhas históricas acerca de Portugal.
Claro que isso me encanitou porque é até meu dever corrigir patranhas históricas.
E foi isso que estive a fazer, enquanto v-s andaram para aí em combates de camuflado na Faixa de Gaza.
Pois, o link do PA fala q nao seria possivel escolher um judeu para chefiar a FED porque estatistiscamente eles sao poucos.
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E eu apenas disse q as coisas nao podem ser vistas assim. Que a probabilidade real é muito superior, pelos motivos q entao adinetei. Até dei o exmplo, em ironia, do ministro financas de dom afonso henriques ser judeu. Se fosse pela quantidade de judeus na sociedade ele teria de escolher um mouro, já q judeus estao sempre em minoria.
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Mas se escolheu um judeu é porque a interesse em escolher os melhores nao tem a ver com a qunatidade deles q existe na sociedade, mas sim pelo merito proprio e da influnecia positiva q isso possa ter no país.
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Rb
O resto da conversa é decorrência de respostas a respostas de perguntas de perguntas.
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Eu nao me incanitei. Eu disse que a estatistica era uma falácia. Quem se incanitou foram aqueles q acham invariavelmente q o mal do mundo está numa conspiracao de judeus para acabar com o mundo.
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E o rui, o harry, disse e bem. Que era natural escolher um judeu. Se a FED é privada e os accionistas sao bancos cujos donos sao judeus vao escolher para os presidir alguem em que eles confiem. E os judeus, na financa, dao cartas, como dao cartas os tais asiaticos q o harry referiu. Cada vez mais. Porque eles sao sempre os melhores alunos das universidades.
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Rb
Se um dia os asiaticos comecarem a dominar os bancos, é mais privavel que seja um deles a chefiar a FED.
Tao simples como isso.
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Rb
Uma das coisas q gosto nos eua é a facilidade onde pessoas de origens diferentes podem acessar ao topo.
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Só deve haver uma especie de pessoas com mais restricoes. Os muculmanos. E isso tem apenas a ver com os atentados de 11 de setembro.
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De resto, ele é portugueses, ingleses, judeus, asiaticos, pretos, a chefiar as instituicoes do país. Desde logo, o presidente é de origem queniana.
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Rb
Sendo assim, por essa lógica tens parte de razão.
Só te esqueces que a dita competência não é meramente política- e de controle do Senado Americano.
Foi isso que eu disse.
Como também disse que incluía no grupo, não os judeus por serem circuncidados mas os onzeneiros.
E expliquei o conceito à Gol Vicente. Dizendo até que onzeneiro é algo mais que ser judeu.
Como v-s ficam cegos pela pancada e imaginam-me logo a metê-los na câmara de gás, nem conseguem ler isto.
Mas tu continuas a misturar judeus com austríacos.
Está errado- é burrice. Um austríaco é um natural de um país chamdo Austria. Um judeu é um judeu, sem nacionalidade.
Um onzeneiro é um judeu ganancioso que vive da especulação financeira.
A FED e a banca mundial está nas mãos de onzeneiros.
Era isto qeu tinhas de refutar. E acabou-se a conversa.
É política e ideológica e a ideologia do Greenspan é a neotonta.
Nisso o Lavoura tem raazão. Há uma ideologia. Nem sempre pareceu a mesma mas a dominante é esta, tenha tido os nomes que teve.
E passam a bola depois de dizerem que afinal estavam errados.
Ideologivcamente são todos neotontos-neotrotskistas. Esta crise foi passagem à prática disso mesmo.
Do lema "greed is good".
Esse lema sempre foi caracterizado literariamente pela figura do avarento onzeneiro.
Fosse à Gil Vicente, fosse à Moliére.
Olha, se ainda andas por aqui.
Como esta palermice já dura há anos. E tu nem ouves e nem queres perceber, a ver se entendes porque é que judeus nunca foram um povo primitivo.
Porque- Povos do mundo- são isto.
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_indigenous_peoples
Judeus não são nenhum povo.
Judá foi isto-
http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Judá
com datação absolutamente diferente.
Toma. contado por judeus. V.s são isto tudo. Esta é que é a identidade que se espalha por esse magote de povos:
http://www.jewishencyclopedia.com/articles/13414-semites
Vieram da Península Arábica. Israel nem existia.
E não voltes a chagar-me com esta merda de confundires o sentido da palavra povo e judeu ser como povo português ou lusitano.
Nem tu sabes porque não tens noção histórica da questão.
Eu ja expliquei qual era a minha quezília. E continua a ser.
Eu perdi tempo não foi na faixa de gaza. Foi com a guerra do Ultramar.
E hei-de perder mais.
De resto estava a falar para o Euro2cent, não era para o Rb. Para o Rb, já tem muito com que se entreter sobre a guerra.
Mas o Rb, tenho aqui mais coisas para si...
Tenho aqui a explicação dessa aspiração à independencia dos povos... Tenho que a passar a teclado apenas.
Isto em comentarios é que nao da jeito nenhum. Sou capaz de abrir um tasco so para botar estas coisas lá. Se o fizer, ja se pode gabar de ter sido quem me fez abrir um blogo. V. Fez de mim um blogonauta ahahah!
Mas diga la sobre Cabo Verde entretanto...
«E não voltes a chagar-me com esta merda de confundires o sentido da palavra povo e judeu ser como povo português ou lusitano».
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#1
Zazie, onde consta o tal povo lusitano ou portugues na tua lista de indigenas.
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ahahaha
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Não existimos. Pronto, se nós não existimos na lista de indignas o povo judeu tambem tem direito a não figurar nessa lista.
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#2
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« Israel nem existia»
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Tu metes os links e não os lês. O que diz sobre o reino de Judá?
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Que a capital era Jeruslaem e tinha o templo de Salomão. Acima desse reino havia outro chamado reino de Israel.
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A única coisa que disse atrás a esse proposito foi isto: que os judeus passaram a chamar-se assim após o regresso do cativeiro porque a maioria dessas pessoas eram do reino de Judá. Judá, Judeus.
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Rb
Mujahedin,
Por curiosidade, qual 'e o post da discussão sobre a guerra do ultramar?
g
Deixo-te este mapa:
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Kingdoms_of_Israel_and_Judah_map_830.svg
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Rb
Zazie, a ver se nos entendemos. Chamar Hebreu, Israelita ou Judeu quer dizer a mesma coisa e refere-se ao mesmo povo.
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A única diferença tem a ver com o Tempo da história.
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No tempo de Abraão ele era chamado de abraao. o hebreu. No tempo do rei david que reuniu os vários reinos (tribos) da região num só passaram a chamar-se Israelitas porque foi assim baptizado o país do rei David por causa do Reino de Israel. Essa gente foi toda exilada por esse mundo mundo e quando regressaram do tal cativeiro a maioria desses gajos eram oriundos do reino de Judá (Judeia) e foi por isso que passaram a designar-se a esse povo de Judeus.
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Epá, eu não faça questão no uso das palavras. Mas ainda portugal não existia e já se chamavam Judeus aos gajos da região.
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Rb
Não vale a pena.
Nem lendo a enciclopédia judaica o maluco entende a diferença entre povos antigos e grupos de gente de um país.
Não entende a diferença entre milénios e séculos.
Não entende que um bosquímano continua a ser um bosquíamano, seja lá o nome que o país tenha e que por acaso só teve nome de austrália milénios depois.
Não entende o que eram os semitas e o qeu foram os povos do levante. Não entende sequer a diferença entre o povo samaritano (o primitivo) e os judeus.
Desisto.
Não te dava aulas nem a a peso de ouro.
és fanático. é a única explicação.
O fanatismo é tal que nem consegues entender.
Phodace. E namorei eu com um judeu ortodxo para me aparecer agora um marrano-fantástico-virtual a chagar os cornos como se lhe tocasse por ser burro e fanático e ignorante!
Um jdudeu orotdoxo a sério. Em 3D e a cores!
E sabia isto porque não era ignorante.
E, como não era ignorante e era judeu de verdade, não precisava de ser burro e fanático como esta imitação da cubata.
Tu é q disseste q nao se podia falar de um povo judeu da mesma forma que se fala num povo lusitano ou portugues e depois apresentas uma lista onde esse povo lusitano, afinal, nao existe.
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Em que ficamos?
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Rb
Alias, tu disseste que a esse povo se chamaria de hebreus. E na lista q envias dos indignas nao encontras hebreus.
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"A palavra povo deriva do termo latim populuse permite fazer referência a conceitos diversos: os habitantes de uma certa região, a população em geral, uma povoação demenor tamanho que uma cidade e à classe baixa de uma sociedade.
O povo pode ser por tanto o conjunto de habitantes de uma nação, região ou país (“O povo português”). Estas pessoas constituem uma comunidade pelo facto de terem tradições, costumes e um passado cultural em comum. Marco Túlio Cíceron definiu opovo como sendo a associação baseada no consentimento do direito e na comunidade de interesses.
Leia mais: Conceito de povo - O que é, Definição e Significado http://conceito.de/povo#ixzz2icmrrE2s
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Portanto, zazie, podes ter o teu proprio conceito de povo, mas o conceito que usamos normalmente é o da definicao acima.
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A palavra Judeu já te disse qual a origem.
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E depois podemos ter um povo sem naçao, como é o caso dos indios do brasil e como foi o caso dos judeus até recentemente.
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Rb
Mas será que tu não consegues entender a diferença entre relatos míticos da Torah e conhecimentos históricos, arqueológicos e linguísticos?
Será que nessa cabeça dura não dá para entrar que é absolutamente arbitrário dizer-se que um território por onde habitaram uma data de povos (os povos do Levante- tens até o nome e locais que passam a ocupar, depois de virem da Península arábica) é local histórico e autotone de um único e não dos outros?
Não entendes que povo, enquanto habitante é algo diferente de etnia de onde deriva?
Não entendes que, pela lógica da origem mais antiga, da primitiva, da étnica, podemos dizer que a Austrália pertence aos bosquímanos, mas nem pertence aos australianos?
E que isso se deve ao facto de ser um continente isolado e os bosquímanos estarem lá desde sempre?
Mas que não se pode dizer isso em locais por as migrações e ocupações foram sucessivas e que a distinção entre reinos ou aglomerados urbanos de milénios só é válida para essa época e nunca poderia ser válida para a fazer valer no presente?
Entendes a imbecilidade que seria despejar americanos para entregar a América às tribos de índios?
Ou despejar a Austrália para a entregar aos bosquíamnos?
E que nunca poderias despejar o território a que hoje em dia se chama Israel para entregar a nenhum povo chamdo judeu porque a etnica não era judaica mas de uma data de povos semitas que por lá viveram e de muitos que até foram depois, muitíssimo depois ocupados por um que passa a identificar-se em função da religião e não apenas da origem semita que partilha com os outros?
Não entendes que essa cena da etnia ser ultrapassada por reino seria um quebra-cabeças para se dizer a quem devia pertencer Portugal?
A quem? aos da pré-história que eram povos autóctones?
Aos romanos que civlizaram isto? vamos entregar Portugal aos italianos porque estiveram por cá muito tempo?
Ou vai-se entregar aos Húngaros porque até os dias da semana foram estipulados por um Húngaro em terras de visigodos que seriam os alemães da época?
Ou os bereres de Marrocos têm direito sobre Portugal porque também tiveram por cá reinos?
A tua imbecilidade é que misturas relato religioso que nem está comprovado- como o desses reinos de onde terão saído os ditos judeus (que não eram etnia, eram pagãos, adoravam ídolos, e apenas têm como identidade a Torah que passa a ser foram de coesão muitíssimo depois, quando fazem a Diáspora.
A tua cretinice é ficares histérico porque chamas autoctone ao que não é. E fazes comparações impossíveis porque apenas te baseias no sionismo.
No sionismo. A tua resposta é sionista.
Não é hebraica nem judia, nem histórica- é ideológica- é identitária colonial e chauvinista- é sionista.
E está errada. Historciamente está errada porque o sionismo é uma patranha que depois o nazismo imitou para defender também a ocupação territorial da europa em nome de uma outra raça eleita- a ariana- por justificação igual à sionista- por lebensrau.
g,
a síntese a que me referia, está aqui.
http://portugalcontemporaneo.blogspot.co.uk/2013/10/deu-me-para-isto.html?showComment=1381182829627#c4358057535346132580
Eu vou por isto num sítio em condições, juntamente com outras coisas, no entanto.
Pronto, zazie, mas os judeus sempre estiveram por aquela regiao. Umas vezes em minoria outras vezes em maioria.
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Alías, aquela regiao especifica foi colonizada por vários imperios, mas o único país que realmente existiu naquelas bandas chama-se, ao tempo de Cristo, de Israel.
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Naquele local antes de1948 nao existia país algum. Existiam, isso sim, pessoas. Na sua maioria arabes que vieram dos paises vizinhos.
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E essas pessoas tem de ser respeitadas. Todas elas. Mas nessas pessoas tambem estavam judeus, zazie.
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E os judeus, embora espalhados pelo mundo, todo formavam uma identidade comum e todos sempre com a mesma esperança. Voltar a jerusalem. É por isso que os judeus em qualquer lado do mundo qdo se despedem uns dos outros dizem ha seculos... " para o ano em jerusalem"
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Rb
O tempo, zazie, tem importancia, obviamente. Depois de estarmos cerca de 600 anos sob dominio mouro e depois romano, o facto é logramos a independencia desses colonizadores.
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E ha um motivo para isso. No lugar de Portugal nao se estabeleceu outro país. Até se pode ter mudado o nome a espaços de tempo. Apenas mudaram aqueles que nos dominaram. Mas como havia uma identidade que respeita a um espaço especifico, mal pudemos organizamos a indpendencia.
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Ora, no lugar de Israel nao houve outro país. Foi toamada toda aregiao do medio oriente varias vezes. A ultima pelos turcos do imperio otomano. E existiam pessoas, claro. Judeus em minoria porque foram expulsos. Muitos deles até estavam ali ao lado nos paises arabes à espera de momentum.
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O resto da populacao, se quisermos ser honestos, eram caravanistas de passagem que formavam apenas grupos de arabes de varias nacionalidades. Nenhum desses grupos formou um país.
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Rb
E foi isso q a liga das nacoes permitiu. Que esses grupos de arabes se organizassem torno de um novo país, a palestina, e que outro grupo de judeus que tambem lá estavam se organizassem em torno de outro país, israel.
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Nao vejo onde esta o problema. Sinceramente.
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Os judeus aceitaram a coisa e até tornaram os arabes que naquele pedaco moravam em cidadaos de direito de Israel.
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Só nao vê quem nao quer ver.
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Rb
O que eu acho estranho é q numa imensidao de teritório do imperio otomano, todos pudessem ter direito a fazer o seu país, mas os judeus, esses, nem pensar.
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Fez-se a siria, o libano, o iraque, a jordania e israel e só nao se fez a palestina porque nao quiseram.
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Rb
Ahaha!
Não quiseram... Ahahahahahaha!
Ó Rb, não faça de nós parvos, sim? V. prefere falar dos judeus do que dos portugueses, é o que eu constato.
O que a zazie escreveu aqui já dava e re-dava para V., ao menos, se questionar e questionar as parvoíces que para aí escreve. Ficam-lhe mal, porque fica sempre mal a sabujice - desculpe, mas não concebo de outra forma - a ideologias ou países estrangeiros.
Eu deixo aqui algo a complementar o que ela escreveu, e repare que quem o escreve nasceu em Israel, esteve na IDF e era judeu. Era, porque já não é. Decidiu que queria ser uma pessoa normal, como todas as outras.
Racismo em Israel: http://www.gilad.co.uk/writings/is-it-really-israels-new-racism.html
Jews are not a race but jewish identity is racist:
http://www.gilad.co.uk/writings/jews-are-not-a-race-but-jewish-identity-is-racist.html
Este publica um artigo de um outro judeu, Jack Bernstein, que emigrou para Israel. Muito interessante. Só para o calar, tome lá um excerto:
So when you think of Jews, especially as related to Israel, keep in mind that there is a great difference between Sephardic and Ashkenazi Jews. They are not one united people. They are divided socially, politically and especially racially. Now, back to Ziva, a Sephardic Jewess and I an Ashkenazi Jew, and our lives in the so-called democratic country of Israel.
Sephardic Jews -- Second Class Citizens
For the first three years of our marriage, it was necessary for us to live with Ziva's aunt. This was because of the critical housing shortage in Israel and because of racism. Housing is allotted as follows:
● Ashkenazi Jews who have lived in Israel for many years are given first choice.
● Second in line are Ashkenazi Jews from Europe -- especially if they are married or marry an Israel-born Ashkenazi Jew.
● The next favored are Ashkenazi Jews from the U.S. -- especially if they marry an Israeli born Ashkenazi.
● Sephardic Jews have the next choice of whatever housing is left.
● At the bottom of the list are Moslems, Druze and Christians.
Opportunities for employment follow the same pattern: Ashkenazi Jews get the choicest jobs, Sephardic Jews next, and Moslem, Druze and Christians fill the menial jobs with a great many left unemployed. Even through I was an Ashkenazi Jew from the U.S., I was placed lower on the list for housing because I married a Sephardic Jewess.
Being denied housing was my second experience of the intense racism that exist in Israel. From the very beginning of my arrival in Israel, many slurs were yelled at me. We American Jews were merely being tolerated. Because Israel, to survive, must depend on gifts of American Jews and the sale of worthless Israeli Bonds in America, there is jealousy among the elite Israeli Ashkenazi Jews toward American Jews, even if the American Jews are also Ashkenazi. Many times I was told, "Go Home!" and, "We want your money, but not you."
However, there was a portion of the American Jews who were welcome and given favored treatment. They were the card-carrying communist Jews.
V. pensa, ou quer pensar, que nós falamos de cor como o Rb. Só que não falamos. Agora diga-nos como a conversa para boi dormir que V. aqui põe, é mais verdadeira do que o que estes dois (um era judeu e nasceu em Israel, outro era judeu e nasceu nos EUA e emigrou para lá) relatam. Vai ter piada, com certeza.
Esqueci-me do link para o último:
http://www.gilad.co.uk/writings/the-life-of-an-american-jew-in-racist-marxist-israel-part-1.html
Obrigado, Mujahedin
g.
Oh muja, fique bem.
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Rb
Fico pois. Tenha V. cuidado é com a azia, não lhe cause uma úlcera. Ahahah!
Muja, para me dizer que existem alguns judeus racistas nao precisa de se esforçar tanto.
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Nao percebo qual é a dúvida.
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Achava estranho era se vc dissesse que os judeus sao racistas.
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Acaso os judeus sao bicheza alienegena sem os defeitos comuns à humanidade?
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Portanto, olhe, nao se incomode tanto.
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Por outro lado, nao tenho procuracao para defender os servicos secretos israelitas, nem o governo. Nem procuracao, nem vontade de o fazer. Portanto esteja à vontade para critica-los naquilo que mto bem entender. E se eu estiver de acordo subscreverei por baixo de imediato.
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Nada disso, porém justifica que eu lhe faça, como vc me faz, processo de intencoes. Tampouco categorizar a minha pessoa. Porque se fizesse isso diria que a sua obsessao pelos judeus se trataria provavelmente de uma patologia.
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Rb
Ahahaha!
Processo de intenções? Já lhe disse que me limito a analisar factos e a extrair as minhas conclusões.
E os factos são:
V. repete propaganda dos inimigos de Portugal, que é injusta, e se baseia em mentiras e ideologia internacionalista.
V. defende Israel numa situação em que poderia - e em larga medida, deveria - ser alvo do mesmo tipo de propaganda.
Para Portugal V. usa uma medida, para Israel usa outra.
Percebeu? É que se não percebeu, faça lá o favor de indicar onde, exactamente, é que escreveu ultimamente uma crítica a Israel. E olhe que Portugal esteve envolvido em duas guerras no séc. XX. Israel em pelo menos seis, apenas na segunda metade.
Até lá, olhe, Rennie diz que faz bem. Continue a pedi-las que continua a levá-las.
Caro Muja,
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Ainda neste post mais acima, eu disse claramente e abertamente que era contra a politica dos colonatos. Que era a favor de que jerusalem fosse administrada pela onu. Como foi acordado. Disse ainda q israel tem de retirar todos os colonatos como fez em gaza e no norte do egipto ha mtos anos.
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Disse ainda noutro post q achava q os refugiados deviam poder ser indeminizados em partes iguais por israel e os países vizinhos q fizeram a guerra dos 7 dias.
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Vc é q parece q está cego e só vê más intencoes na minha pessoa.
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Uma coisa é eu justificar a existencia de muro de betao, outra coisa é concordar com ele.
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O que eu defendo, isso sim, é a total legitimidade de Israel a SER.
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O resto é ruido seu provavelmente porque nao gosta de judeus. Está no seu direito. Mas se assim é nao vale a pena discutir o quer q seja já q nao existirá argumento racional q vença o ódio.
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Qdo em falo em Portugal e no processo que este país teve ao longo da história, apenas o faço para demonstrar q vc tem dois pesos e duas medidas. Qdo se trata do nosso país é a favor das sucessivas guerras pela independência, mas quando se trata dos outros isso já nao interessa.
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Ora, o que eu digo é simples. Os povos tem direito a dizerem o que querem ser. Na podem ser obrigados pela força bruta à submissao.
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Se existe uma regiao q quer ser indpendente nao é fazendo a guerra com a populacao q se demove esse desiderato, é perceber se existe a tal Alma que justifica a independencia. É perceber se existe sentido puro para esse objectivo e nao apenas os intentos de lideres mais cobiçosos.
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Se vc nao perceber isso nao percebe nada. Faz batalha mas nunca ganhara a guerra. Como se viu no ultramar.
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Se é legitimo ter defendido as nossas ex-colonias numa fase inicial, passo a ser casmurrice qdo se percebeu q era uma guerra perdida, compreende?
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E quem pagou essa casmurrice fomos nós todos.
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Rb
NÃO ERA UMA GUERRA PERDIDA.
Casmurro é V. Que não lê o que eu aqui ponho.
Mas explique lá, se a guerra de Portugal era perdida, como é que a de Israel o não é? Estão a colonizar a terra de outros, através dos tais colunatos, com que V. "não concorda", portanto, o Hamas e a Fatah têm tanta legitimidade, do seu ponto de vista, como o MPLA a FNLA e a UNITA.
Então? Porque é que em Israel é terrorismo e ódio, e em Portugal era libertação e independência?
E vá bardamerda mais o ódio aos judeus, já lhe disse. Sabe o que isso é? É isto:
I am well aware of the tactics of you, my Zionist brethren, use to quiet anyone who attempts to expose any of your subversive acts.
If the person is a Gentile, you cry, "You're antisemitic" which is nothing more than a smokescreen to hide your actions.
But, if a Jew is the person doing the exposing, you resort to other tactics.
● First, you ignore the charges, hoping the information will not be given widespread distribution.
● If the information starts reaching too many people, you ridicule the information and the persons giving the information.
● If that doesn't work, your next step is character assassination. If the author or speaker hasn't been involved in sufficient scandal you are adept at fabricating scandal against the person or persons.
● If none of these are effective, you are known to resort to physical attacks.
But, NEVER do you try to prove the information wrong.
Muja,
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Portanto, como eu já lhe provei que tambem disse mal da politica de israel vc agora passa para a tactica do "If that doesn't work, your next step is character assassination"
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Acho hilariante que vc insinue que eu pertenço a um movimento extremista zionista que tem por missão observar os gentios...
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ahahhaha
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Nossa senhora. Não tem noção do ridículo?
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Acabe lá com essas tretas. Se quiser discutir ideias estarei sempre disponível. Se quer discutir para dirimir frustações, desvarios, taras e manias, vá ao futebol e chame nomes feios aos arbitros.
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Passe bem.
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Rb
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