15 maio 2013

delirante II

... Quando o estado supremo da felicidade for atingido e o Homem deixar de trabalhar, nessa altura os robôs vão ter de pagar a Segurança Social.
Victor Baptista, dirigente do PS, hoje no Público

Comentário: É extraordinário que alguém "pense" que a felicidade consiste em ‹‹deixar de trabalhar››.

6 comentários:

Ljubljana disse...

Só mesmo de um dirigente socialista!

Anónimo disse...

Esse tal Vitor é um visionário, caraças. O gajo está com a cabeça no seculo XXII.
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Este maluco vai ter razão um dia. O problema é que um gajo só é inteligente se tiver as ideias no momentum adequado.
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Rb

Anónimo disse...

Se os robots descontarem depois vão querer eles receber as pensões, os cabrões. Uma espécie de Skynet do filme Terminator.
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I'll be back.
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Rb

Anónimo disse...

E eis como a taxa de desemprego se torna um avanço civilizacional socialista. Estamos bem lançados...

CCz disse...

Subscrevo "É extraordinário que alguém "pense" que a felicidade consiste em ‹‹deixar de trabalhar››."

ASL disse...

Acho que sim. Depois o Estado fornece um subsídio de doença que consiste numa colecção imensa de máquinas à disposição quando uma avariar, de desemprego mantendo ligadas as máquinas que não estão a ser necessárias porque sim, e reforma, transportando-as para as caraíbas e deixando-as lá ligadas a funcionar em vazio!

Absolutamente genial! A pergunta que se impõe: como é que ninguém se lembrou disto mais cedo???