07 fevereiro 2013

2 citações

"É para o anarquista (não para o comunista ou socialista) que até o católico direitista europeu tinha um ponto fraco no seu coração."

"Anarquismo em vez de comunismo ou o socialismo é a forma clássica de" radicalismo "na órbita católica".

Erik von Kuehnelt-Leddihn (31 de julho de 1909 – 26 de Maio de 1999) foi um intelectual austríaco católico e aristocrata. Descreveu-se a si mesmo como extremamente conservador e arqui-liberal; ou, para ser mais exacto, defendeu a monarquia contra aquilo que designava como o totalitarismo da decisão da maioria que a democracia representava. Os seus primeiros livros, "A ameaça da multidão" (Menace of the Herd, em inglês) e "Liberdade e Igualdade" foram muito influentes no movimento convervador dos Estados Unidos da América. Era poliglota, capaz de falar oito línguas diferentes e de ler outras onze.[1] Os seus textos mais comentados foram publicados na revista norte-americana conservadora National Review, onde foi colunista por 35 anos. Trabalhou ainda do Acton Institute.[2] e um "adjunct scholar" no Ludwig von Mises Institute.

4 comentários:

Vivendi disse...

"totalitarismo da decisão da maioria que a democracia representava"

E como complemento temos ainda esta forma de totalitarismo a ser capturada por grupos de interesses (partidos).

O resultado é claro, só dá borrada.

Em Portugal, entre 1000 a 2000 pessoas (a maior parte estão em Lisboa no corredor do poder) colocam em causa o bom funcionamento do país.



João Mezzomo disse...

Esta posição contra a democracia vem desde Sócrates, e quem a fez de forma muito forte foi Nietzsche, que pensava que o sentido da maioria é ser "bucha de canhão" no processo que faz surgir alguns gênios....Existe alguma verdade nisso, pois a democracia tolhe as liberdades individuais...Contudo, trata-se de "res-pública".....Que cada um exerça livremente sua criatividade em sua própria vida, não na dos outros....
Pois as oligarquias permitem mais liberdade e são boas....quando se pertence ao grupo que manda...

marina disse...

não reconhecerás nenhum poder a não ser o de Deus..mais cristão não há.
claro que para correr bem tínhamos de ser todos católicos praticantes , praticantes de actos , não de rituais .

Duarte Meira disse...


Parabéns pela apresentação de von Leddihn.

Valiosa também a Portland Declaration, de 1981:

http://www.phillysoc.org/Portland.htm