Se o governo não tivesse aumentado tanto a carga fiscal e se tivesse cortado mais na despesa:
1) A recessão seria menor
2) O desemprego seria menor
3) A procura interna seria maior
4) As importações não teriam diminuido tanto
5) As exportações teriam melhorado ligeiramente mais

17 comentários:
Fabuloso! Tantos gráficos, tantas equações, tanto paleio e o resultado já estava à vista, antes da implementação do inenarrável pacote. "Previsível" é a justificação do paradoxo.
Eu não percebo uma coisa: mas então o Gaspar não é tão haeykiano quanto os outros?
Julgava eu que isto em usando a cartilha certa todos obtinham resultados iguais.
O Gasparzinho devia ter seguido a cartilha do Keynes:" Temos de assegurar que a população consegue comprar; temos de assegurar que as indústrias conseguem produzir".
"As democracias ocidentais dependem das políticas sociais e de uma forte classe média. Para isso é preciso haver dinheiro" Fernando Sobral
Ele é hayekiano de teoria.
Simplesmente estas coisas, na prática, nada têm a ver com aplicação de cartilhas.
É política e a política é outra coisa, mesmo quando mal-feita.
Por exemplo: há alguma explicação teórica para toda aquela tralha dos institutos continuar intocável?
Isso e PPPs e buracos orçamentais que já são uma instituição, continuam na mesma. Porque as clientelas alternam mas não acabam de cartilha.
Mas isto da "liberalização do mercado"v é uma mentira gigantesca.
Veja-se o que está a acontecer com as energias- gás e electricidade (principalmente esta).
Vão aumentando progressivamente até à dita "liberalização" entrar.
Claro que isto significa que num patamar elevadíssimo de custos para o consumidor, a escolha depois é mentira.
Hão-de existir tantas diferenças quanto as dos monopólios das comunicações. E por preços brutais porque entretanto ja encareceram tudo para que os ditos "mercados" possam sentir-se à vontade para "investirem".
Essa é que é a verdade Zazie. Há que alimentar as clientelas. O sistema em si é perverso. Os ditos institutos são um bom exemplo.
A liberalização dos mercados, com os consequentes benefícios ao consumidor deve ser a maior treta do século. Os cartéis substituem-se aos estados e a lógica é a mesma:confundir o povo.
Todos são é salvadores do planeta por nossa conta.Colonizar com direitos divinos tem danos colaterais.O empobrecimento geral.A descaracterização da Nação Portuguesa, agora "boa" porque "divide" e se "mistura" lá no bairro social.Com os pobres dos outros.Uma Nação duplamente roubada pelos mesmos de sempre é "obra"...
Pode crer. Uma gigantesca treta.
Isso toda a gente sabe... mas isso arruinava as negociatas e rendimento da gatunagem que nos vai desgovernando...
Por exemplo, acabar com uma RTP que pelos vistos gasta tanto como transportes de Lisboa e Porto, seria calamitoso...-- JRF
Por falar em RTP (CM, Eduardo Cintra Torres). -- JRF
Não temos políticos, quanto mais ideais... Só existe o protecionismo da classe mais rica e poderosa o resto do povo foi entregue à bicharada.
Portugal a este ritmo corre o risco de desaparecer como nação. Mas este é o plano central dos burocratas de Bruxelas, acabar com as nações europeias. Passar a uma Europa homógenea. E esta década vai ser decisiva para o desenvolvimento de tal ação.
Se não houver nenhum levantamento que contrarie esta tendência, Salazar fica como o último grande português que defendeu a pátria.
Segundo dizem, o Gaspar é um chicago boy, logo é um monetarista, seguidor de Milton Friedman, que nada tem a ver com Hayek, Mises, Huerta de Soto e companhia da escola aústriaca de pensamento económico.
Nunca um Austríaco faria uma politica como a que está a ser seguida em Portugal.
Pois não. Um austríaco é que precisávamos para salvar Portugal:
http://cocanha.blogspot.pt/2012/06/vem-ai-os-austriacos.html
E, segundo se diz, PPC e cª foi preciso chegarem ao Governo para se aperceberem da sua incapacidade em diminuir aquilo que dizem ser as gorduras do Estado, i.e., os consumos intermédios.
Duvido que esse estudo do FMI se aplique a uma economia tão deformada e viciada em esteróides como a nossa. Como seria possível evitar os desempregados e encerramentos:
- na construção e obras públicas;
- no comércio;
- na restauração;
- no imobiliário;
- nos recibos verdes e contratos a prazo no Estado.
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