O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social, o Padre Lino Maia, considera, numa entrevista ao DN, que "com tudo o que há hoje de apoio à maternidade e ao aborto, não faz qualquer sentido sequer pensar na instituição de uma prática destas" (roda dos enjeitados). "Aceitemos ou não a legislação sobre o aborto, creio que hoje só tem mesmo um filho quem o quer mesmo".
Ou seja, para o Padre Lino é preferível pôr termo a uma vida intra-uterina do que cumprir a "vontade de Deus" e dar a criança para adopção. Isto não é Solidariedade, isto é Maldade.

205 comentários:
«O mais antigo ‹Mais antiga 201 – 205 de 205"Então e já que estamos a falar de lei Natural, como é que é com os homossexuais? Também estão dentro da lei natural, ou para esses já se aplica outra?"
Claro que estão. Na natureza o que mais há é homossexualidade.
"Então e já que estamos a falar de lei Natural, como é que é com os homossexuais? Também estão dentro da lei natural, ou para esses já se aplica outra?"
A homossexualidade obedece a leis naturais. Alguma vantagem evolutiva hã-de ter para ser tão prevalente em tantas espécies de animais.
Atualmente o infanticidio é muitissimo menor do que foi em tempos, antes da difusão da contracepção e do aumento do aborto.
Os valores do ratio de masculinidade que Portugal tem desde 2006 não permitem afirmar que exista atualmente mais aborto seletivo masculino que feminino. Antes disso sim. E antes do aborto existia infanticidio seletivo, numas epocas mais que noutras. Nunca passando dos 2% do total das gestações.
O aborto por razões de seleção do sexo do bebé andou na ordem do 5 a 10% do total de abortos praticados. Se só fizessem abortos seletivo de meninas na casa dos 5-7%.
A bluesmile adjetiva muito, mas quantificar é que é um problema. Viu grafico e sugeriu que a explicação para a diferença de ratioentre nascimento dentro e fora do casamento seria a diferença de idade das mães, só esqueceu o pormenor que a diferença de ratio era ao contrário daquela que julgou ser, ou seja a sua explicação agravaria o fenomeno...
o artigo citado tem o seu interesse embora seja precipitado excluir à partida evoluções culturais e da estrutura demografica, nomeadamente a composição racica das sociedade, visto que os africanos têm tipicamente valores de ratio de masculinidade mais baixos. De qualquer forma essa evolução não explica de forma alguma a rapidissima evolução do ratio de masculinidade em portugal.
Leopardo
pancrácio?
Nem macaquear sabe, esta desgraçadinha
Eu não preciso de arranjar nenhum pretexto. Ele já foi criado pela mesma lei que lobotomizados mentais como V. tão ardentemente defendem.
Quando uma criança nasce, o pai e a mãe são obrigados por lei a sustentá-la e a prover às suas necessidades.
As leis mudam-se. Dantes era assim:
Quando uma criança é concebida, o pai e a mãe são obrigados por lei a sustentá-la e a prover às suas necessidades.
Isso não impediu que a mudassem em nome dos "direitos" da mulher. Que impede agora que se mude em nome dos "direitos" do homem?
É uma questão de lógica e coerência. E só não é de justiça, porque não há nada justo em impedir a vida por capricho e egoísmo.
V. está tão preocupada com os direitos da mulher como eu com os das formigas. Provavelmente menos até.
Senão, estaria mais preocupada em criar uma sociedade onde as mulheres pura e simplesmente não tivessem de abortar nem sequer o considerassem, de uma forma geral. O aborto, seja "direito" ou torto, é uma práctica degradante da condição humana, independentemente de ser legal ou não. O facto de ser considerado necessário ou vantajoso é revoltante, pela possibilidade de ser verdade. Devia ser a excepção rara e não a regra. O facto de lobotomizados como V. não entenderem isso é tenebrosamente ominoso.
Percebe, sua besta?
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