Um dos factores que não pode deixar de pesar na derrota que o PS se prepara para sofrer, dentro de 72 horas, é a dissonância cognitiva entre o discurso e a praxis do governo. José Sócrates fala como um membro encartado da Internacional Socialista, mas governa como um caudilho.
Na campanha, enche a boca com preocupações sociais, com os coitadinhos, com o SNS, com a Segurança Social, com a educação, é a cartilha completa. No governo, preocupou-se apenas com ajudar os amigos e prejudicar os adversários, até levar o País à bancarrota.
Votar no PS seria apoiar uma incongruência inaceitável. Qualquer pessoa que bata bem da bola não o fará.
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