(Continuação daqui)
Filipe Avides Moreira, na altura subdirector da Cuatrecasas, agora na PLMJ
503 Cambada de trapalhões
Pergunta:
No julgamento de Pedro Arroja no Tribunal de Matosinhos, quando o magistrado do Ministério Público pergunta ao advogado Filipe Avides Moreira, na altura subdirector do escritório da Cuatrecasas no Porto, quando e como tomou conhecimento do comentário televisivo do economista, o que é que ele responde?
Resposta da IA:
No julgamento de Pedro Arroja no Tribunal de Matosinhos, o advogado Filipe Avides Moreira respondeu que tomou conhecimento do comentário na mesma noite em que este foi proferido, por volta das 22h30, através de um telefonema de Paulo Rangel. [1]
Segundo os relatos do economista Pedro Arroja no seu blogue Portugal Contemporâneo, essa resposta gerou uma contradição com os restantes testemunhos, uma vez que Paulo Rangel tinha afirmado em tribunal que só tinha sabido do comentário no dia seguinte. [1]
Pergunta:
E quando é que Paulo Rangel tomou conhecimento do comentário do economista?
Resposta da IA:
No julgamento no Tribunal de Matosinhos, Paulo Rangel declarou que só tomou conhecimento do comentário na manhã do dia seguinte ao da transmissão televisiva. [1]
Segundo o seu depoimento, ele soube do sucedido através de um telefonema do Professor António Ferreira, que lhe ligou muito aflito nessa manhã. [1]
Esta versão gerou a contradição com o testemunho de Filipe Avides Moreira, que afirmou ter recebido um telefonema do próprio Paulo Rangel (em estado de choque) na noite anterior, cerca das 22h30, para lhe dar conhecimento do caso. [1, 2]
Pergunta:
E quando finalmente o magistrado do Ministério Público perguntou ao Professor António Ferreira se tinha visto o comentário, o que é que ele respondeu?
Resposta da IA:
No julgamento no Tribunal de Matosinhos, quando o magistrado do Ministério Público perguntou ao Professor António Ferreira se tinha visto o comentário televisivo de Pedro Arroja, ele respondeu textualmente que não tinha visto o comentário. [1]
O magistrado ainda insistiu na pergunta, questionando: "Mas não viu na altura, ou nunca viu?", ao que o Professor António Ferreira respondeu taxativamente: "Nunca vi". [1]
Adicionalmente, quando questionado pelo mesmo magistrado se tinha efetuado algum telefonema a alguém para falar sobre o assunto, o antigo presidente do Hospital de São João respondeu que não — o que aprofundou a teia de contradições no julgamento, dado que Paulo Rangel tinha alegado anteriormente que soubera do caso justamente por um telefonema matinal de António Ferreira. [1]
Sem comentários:
Enviar um comentário