Desprezam o povo que vai a Fátima. Mas e a elite que anda de avental em rituais de cariz esotérico? Nada contra, sublinho. Gosto muito da Maçonaria. Mas detesto a parcialidade da comunicação social, em especial no que diz respeito à Igreja. E nem sou Católico.
É bom lembrar que o fenómeno de Fátima ainda não tem cem anos. A forma como ele se interligou com as tais raízes culturais de Portugal não deixa de surpreender.
Zazie a prática de magia está muito entranhada entre o povo. Tanto no Alentejo como na serra algarvia. Em Aljezur havia um ritual, não sei se ainda há, de invocação dos gens, o equivalente aos duendes do esoterismo, os seres do elemento Terra. Foi registado no século XIX.
Eh pá... fui agora à página do pasquim e realmente comecei a ler em letras grandes "milhares" e julguei que era em Fátima... mas não... são milhares numa tal de "primavera global"... afinal há esperança para a civilização! -- JRF
Nós no Alentejo ainda dançamos todos nus à volta de uma fogueira a invocar o deus pã. Igrejas e capelas cristãs é coisa que por lá só se encontra em ruínas e são poucas. Só Mesquitas, isso sim, por isso é que a malta do norte nos chama mouros...
Acerca de Fátima, o texto mais espantoso que li foi numa caixa de comentários. Nem vinha assinado mas acho que era de um que assinava "Besta Imunda". ...........
«Fátima é um dos mais espantosos acontecimentos da História. Todo o século XX nos foi ali profetizado, na perspectiva de Deus, obviamente.Fátima não é nenhum dogma de fé, por certo. Mas, muitos dos risos que se continuam a ouvir fazem-me lembrar os risos que apresentam algumas caveiras quando abrimos as covas...»
18 comentários:
Qual Portugal? O Sul é diferente. E tem muitos resquícios de paganismo. Especialmente o Alentejo e o Algarve.
Qual Portugal? O Sul é diferente. E tem muitos resquícios de paganismo. Especialmente o Alentejo e o Algarve.
O Público, o pasquim da elite, amanhã irá noticiar esse verdadeiro retrocesso civilizacional... -- JRF
Desprezam o povo que vai a Fátima. Mas e a elite que anda de avental em rituais de cariz esotérico? Nada contra, sublinho. Gosto muito da Maçonaria. Mas detesto a parcialidade da comunicação social, em especial no que diz respeito à Igreja. E nem sou Católico.
É bom lembrar que o fenómeno de Fátima ainda não tem cem anos.
A forma como ele se interligou com as tais raízes culturais de Portugal não deixa de surpreender.
Paganismo como?
Quais são os deuses pagãos que os algarvios e alentejanos adoram?
Zazie a prática de magia está muito entranhada entre o povo. Tanto no Alentejo como na serra algarvia. Em Aljezur havia um ritual, não sei se ainda há, de invocação dos gens, o equivalente aos duendes do esoterismo, os seres do elemento Terra. Foi registado no século XIX.
O deus Pã Zazie. Eu, que sou algarvia, sou fanzassa dele.
Mas hoje é sem dúvida um dia à antiga portuguesa: Fátima e futebol q.b.
Eh pá... fui agora à página do pasquim e realmente comecei a ler em letras grandes "milhares" e julguei que era em Fátima... mas não... são milhares numa tal de "primavera global"... afinal há esperança para a civilização! -- JRF
Folclore existe em todo o lado. Não há mais no Algarve que no Norte de Portugal.
Mas isso não é crença religiosa: é tradição popular.
Ninguém em Portugal anda a adorar faunos a menos que sejam urbanos.
Boa Zazie! Sempre incisiva.
Nós no Alentejo ainda dançamos todos nus à volta de uma fogueira a invocar o deus pã. Igrejas e capelas cristãs é coisa que por lá só se encontra em ruínas e são poucas. Só Mesquitas, isso sim, por isso é que a malta do norte nos chama mouros...
":O)))))))
Fátima não é crença religiosa: é tradição popular.
Esta sujeitinha é retardada mental.
Então se Fátima não é crença e culto à virgem, o que vais tu fazer a Taipé, ó falsa católica
Esta tipa é mais jacobina e xuxialista que crente em Deus.
Acerca de Fátima, o texto mais espantoso que li foi numa caixa de comentários. Nem vinha assinado mas acho que era de um que assinava "Besta Imunda".
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«Fátima é um dos mais espantosos acontecimentos da História. Todo o século XX nos foi ali profetizado, na perspectiva de Deus, obviamente.Fátima não é nenhum dogma de fé, por certo. Mas, muitos dos risos que se continuam a ouvir fazem-me lembrar os risos que apresentam algumas caveiras quando abrimos as covas...»
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