(Continuação daqui)
480. Brutal
No podcast em que participei com o Miguel Milhão (cf. aqui), um comentador de nome Tiago Marques, escreveu assim:
"Este podcast foi uma maravilha, o primeiro a expor a 200% a máquina do estado e de como ela funciona! Brutal!!"
O que é que havia de brutal naquela conversa que foi, apesar de tudo, uma conversa bastante amena?
-O Estado de Direito.
O Estado de Direito, a ideia segundo a qual a autoridade máxima da sociedade é a Lei, à qual todos devem obediência e à qual todos estão igualmente submetidos, afinal é uma falácia.
Aquilo que ressalta da história é que certos homens de leis, os juristas - advogados, magistrados do MP e até juízes -, que deviam ser os zeladores por excelência do Estado de Direito, afinal utilizam as leis para cometer toda a espécie de crimes pelos quais nunca respondem.
É o conceito de criminalidade legal que mina o Estado de Direito. As leis são para os outros, não para eles. Para essa casta de juristas corruptos o Estado de Direito é o instrumento ideal para cometer toda a espécie de crimes de forma perfeitamente legal.
(Continua acolá)
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