30 março 2016

lavagem cerebral

6 comentários:

Rui Alves disse...

"Mesmo a mochila "pode ser mais simbólica do que física, até porque os alunos continuam a ter de levar o seu material para a escola. Podem, por exemplo, escolher os objetos que levariam e fotografá-los para os mostrar na escola", sugere."

Quer apostar que a montanha vai parir um rato?

Rui Alves disse...

Mas claro, este parágrafo respondeu logo à primeira questão que me intrigou.

Quem tem filhos no secundário sabe o escândalo que é a carga de livros com que eles alombam a caminho da escola (há realmente lobbies muito fortes, já se queixava um ex-ministro da Educação). A minha filha mais velha, por recomendação nossa, chega ao cúmulo de retirar parte dos livros da mochila e levá-los na mão. E mesmo assim, ela tem a vantagem de almoçar em casa, o que significa que só carrega de cada vez os livros necessários para uma parte do dia. Imagine-se agora quem permanece na escola o dia inteiro e carrega os livros todos pela manhã.

E vêm agora com estas ideias peregrinas para encher a mochila das crianças com mais tralha? Haja pachorra...

Anónimo disse...

Acho muito bem: treiná-los desde pequenos para emigrar.

Anónimo disse...

Essa da mochila e fantastica!
Para a coisa ter mais credibilidade pelo menos uma mochila devera ser carregada com compostos de peroxido de hidrogenio.

Rui Alves disse...

E já agora, para completar o realismo, entrarem todos em debandada na escola sem cartões de aluno nem controlos de acesso.

Sr. Hamsun disse...

O engraçado é que no cartaz usado para a propaganda surge um rapaz (suposto "migrante" coitadinho) que traz, entre outras coisas, cartões telefónicos para ligar para o Afeganistão, Turquia e Irão. Ou seja: o Irão está em guerra com quem? e o Afeganistão? então não são os sírios que fogem? ou a Síria vai de Marrocos ao Bangladesh?