09 setembro 2014

Se eu mandasse

“Se eu mandasse teria deixado o BES ir à falência?”

Se eu mandasse não deixaria o direito civil ser subvertido por leis especiais, como as leis bancárias,que transformam um contrato de depósito civil sob a forma de conta corrente de coisa à guarda, num contrato escondido para o povo, de crédito em risco aos bancos. Como tal, seja qual fosse a situação de um banco, a moeda depositada à ordem estaria sempre segura.

4 comentários:

Anónimo disse...

(RP)- Deixava o BES ir à falência, se mandasse?

(CN) - Mudava o sistema mundial de reservas fraccionárias.

(RP) - Ok, mas se não pudesse mandar no sistema mundial deixava o BES ir à falência?

(CN) - Mudava as leis da constituição e do codigo civil para que inviabilizassem leis bancárias especiais.

(RP) - Bem, mas se não pudesse mandar mudar as leis e tivesse mesmo de decidir, deixaria o BES ir à falência?

(CN) - Mudava os contratos de depósito...

(RP) - CN, imagine que não é a pessoa mais poderosa do universo e que não tem poderes sobrenaturais, pode dizer-me se deixaria o BES ir à falência?

(CN) - ahhhh

(RP) - Olhe, deixe lá, enquanto falavamos o BES já foi à falência. Agora diga-me, se tivesse na pele de governador do BP e pudesse evitar fazer alguma coisa para evitar que o BES fosse à falência, o que é que faria?

(CN) - Mudava o sistema mundial de reservas...

(Von Pedigree)

Anónimo disse...

Seja porreiro com os seus filhos. São eles que vão escolher o seu asilo.

Neyhlup Josand disse...

Von Pedigree expôs toda a ingenuidade política do CN. Ponto Final parágrafo

mujahedin مجاهدين disse...

Mas só é ingenuidade do CN, por ignorância geral das populações em relação a este problema.

Ninguém sabe de onde vem o dinheiro, quem o cria, e sob que condições.
O que é estranho dado o papel crítico que tem na sociedade.

Não deve existir assunto mais importante para todos que seja tão ignorado por tantos.