- Elaborar uma lista dos medicamentos considerados essenciais.
- Limitar a comparticipação do Estado aos medicamentos constantes dessa lista.
- Comparticipar pelo valor mais baixo do mercado.
- Liberalizar a venda de medicamentos.
- Desenvolver um programa de acompanhamento farmacoterapêutico para doentes polimedicados.
7 comentários:
alguns medicamentos e tratamento que hoje são gratuitos deviam ser pagos, pelo menos por quem tivesse possibilidades, nomeadamente de doenças resultantes de comportamentos, como o cancro do pulmão e a SIDA.
leopardo
Joaquim:
O grande problema está no ponto 1.
O que são medicamentos essenciais?
Em boa verdade quase TODAS as doenças são resultado de comportamentos humanos.
Concordo com a Bluesmile. É como o pacote básico para a saúde, que o dr Joaquim fala.
Se o doente está polimedicado, então o mal está no médico que lhe prescreve a medicação.
Bem, olhe se o Suecos gastam muito menos em medicamentos a solução para Portugal seria então... ir lá ver como fazem isso.
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Rb
... e replicar a coisa. Não consta que os Suecos tenham um mau sistema.
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Essa lista do ponto 1., na volta já está feita e estudada noutros paises. Não é preciso comissões de estudos. Temos que ser práticos.
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O ponto 2. é importante, desde logo acabar com a subsidiação da pilula contraceptiva... excepto para mulheres que nao podem mesmo engravidar por motivos de saúde, obviamente.
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O ponto 3. deve ser complementado por dar a possibilidade aos farmaceuticos em substituir a receita do médico pelo mesmissimo principio activo.
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Rb
Rb
"Essa lista do ponto 1., na volta já está feita e estudada noutros paises. Não é preciso comissões de estudos. Temos que ser práticos."
Quais países?
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