Francisco Assis: "Estou chocado".
António José Seguro: "Estou profundamente chocado".
30 Junho 2011
o roque e a amiga
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Joaquim
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22:20
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uma proposta para a reprodução científica
Já que a Segurança Social dá cursos para a adopção, o chamado Plano de Formação para a Adopção, que tal começar também a dar cursos para a reprodução. Poderia chamar-se Plano de Formação para a Reprodução.
Ver notícia no Público de hoje.
PS: O Estado Social, em Portugal, já não é do berço até à cova, é do espermatozóide e do óvulo até à cova.
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Joaquim
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10:01
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Thanks
Thanks, João Miranda, that's the way to do it.
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Pedro Arroja
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10:01
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29 Junho 2011
I mean people
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Pedro Arroja
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23:22
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perpetuar os erros
O actual sistema de saúde, especialmente o SNS, resultou de 30 anos de socialismo. Resultou de um planeamento central e de uma alocação de recursos que serviu apenas os interesses políticos do momento.
Se tivesse resultado de mecanismos de mercado seria necessariamente diferente, em quantidade e em qualidade.
Julgo que seria mais pequeno, que estaria mais concentrado nas grandes cidades, que teria uma qualidade mais variável, que disponibilizaria muito menos serviços, que empregaria menos pessoas e que seria mais económico.
Podemos discordar desta perspectiva, mas não podemos ignorar que existiriam diferenças abissais.
Ora, se partirmos da organização actual do sistema de saúde e nos limitarmos a aplicar princípios de gestão empresarial, estaremos a maximizar uma produção em que a oferta está desfasada da procura e em que o mix de serviços não corresponde às preferências dos clientes, mas à visão, ou falta dela, dos responsáveis políticos.
Em conclusão, a empresarialização cega só pode inflacionar os erros do passado e levar ao fim do SNS.
Espero que o governo compreenda este fenómeno.
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Joaquim
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19:27
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Director do i
Meu caro dr. Pedro Arroja,
Escreve-lhe o director do i, “jornal feito por adolescentes e para adolescentes”, mas, por acaso, e só mesmo por acaso, não “o democrata de vão de escada como o jornalista que fez esta peça e o director do jornal que a deixou passar” porque nesse dia estava no Porto e não na redacção. Mas se estivesse na Redacção deixaria passar a bela peça jornalística sobre a comparação entre as duas primeiras damas.
Li, como já percebeu, o seu comentário no Portugal Contemporâneo e até verifiquei que a maioria dos comentários eram no mesmo sentido da minha opinião – desta vez acho que o seu tiro foi muito ao lado.
Conhecemo-nos há uns anos no Porto, numa circunstãncia qualquer que já não recordo, temos amigos ou conhecidos comuns. Mas não é isso que vem ao caso. O caso é mesmo que Laura Ferreira pode bem ser comparada em muitas coisas a Michelle Obama, sobretudo porque ambas têm muita influência no marido, o que não me parece nada despiciendo, e ambas têm personalidade própria. Mais ainda, creio que a própria cor da pele é um elemento significativo num país como Portugal. Temos todos a ideia deste país de brandos costumes que fez o casamento de várias raças, mas na verdade em muitos pontos do país não é bem isso que se passa. Não é uma questão de South Shore, é uma questão de termos um primeiro-ministro que sai orgulhosamente de mão dada com a mulher da posse do governo, o que pode ser apenas uma imagem de propaganda, manipuladora, ou pode ser muito mais do que isso. E eu creio que é muito mais do que isso, se bem conheço PP Coelho.
Peço desculpa pelo tempo que eventualmente lhe tomei e pelo mail utilizado, mas foi o que vi na página institucional da empresa. E já agora parabéns pela magnífica vivenda que sempre admiro (sou do Porto, vivo no Porto e estou só em exílio temporário em Lisboa) quando passo na Foz.
Aceite um abraço
Manuel Queiroz
(Nota PA: Publicado com autorização do autor. O texto refere-se ao meu post "Laura Ferreira de Soth Shore")
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Pedro Arroja
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12:56
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nem desejável
Começo por salientar que o argumento é de natureza turística, e teria em vista fazer de Portugal na Europa aquilo que, do ponto de vista turístico, a Flórida é para a América do Norte (EUA e Canadá). Devo acrescentar também que, tendo vivido na América do Norte, eu próprio já defendi este argumento, mas hoje estou rendido à realidade - não é possível nem desejável.
E o que é que caracteriza a Flórida como destino turístico? O seguinte:
1. O clima da maior parte do território da América do Norte é mau, e imensamente frio no Inverno. Uma boa parte da classe média americana tira umas curtas férias no Inverno e vai para a Flórida, onde o clima é mais ameno, passar uma ou duas semanas, um break aos rigores do clima das cidades onde vive.
2. Mais importante do que isso - e penso que era este ponto que o Ministro tinha principalmente no espírito - uma parte da classe média americana, quando se reforma, vai viver para a Flórida. Este é o turismo ideal - ou mais propriamente a imigração ideal. Pessoas de idade, com algum poder de compra, que só gastam dinheiro e só consomem, e que não concorrem no mercado local de trabalho. Contribuem para criar empregos e riqueza enquanto, eles próprios, não tiram o emprego a ninguém.
3. Mas a característica principal destes movimento turistico e migratório para a Flórida é a de se tratar de um fenómeno de massa. Não são nem uma nem duas nem dez mil pessoas. São milhões. E é isto que torna o fenómeno inviável em Portugal.
Portugal não está feito para fenómenos de massa. A cultura portuguesa, o personalismo católico, é radicalmente avesso a fenómenos de massa, porque a massa anula a personalidade, tornando todos iguais uns aos outros.
Faça-se desembarcar um avião de alemães- basta um - em S. Martinho do Porto para gozarem a amenidades do seu clima de Inverno por duas semanas. Onde é que eles vão dormir? Não existem hoteis em S. Martinho do Porto. Apenas uma pequena pensão. E onde vão comer? No Inverno há apenas dois pequenos restaurantes abertos. Existem sempre quartos para alugar, mas dependem de conhecimentos pessoais, que não entram nos circuitos altamente massificados e profissionalizados do turismo.
Mesmo no pino do Verão, façam-se desembarcar uns milhares de turistas em Porto Santo, esse pequeno paraíso de cinco mil habitantes (sobe para 20 mil nos meses de Verão). O mesmo
problema. Não há alojamento para muitos milhares, menos ainda para milhões. E, à noite, fica-se horas à espera no restaurante para que a refeição seja servida. E, no caso de pessoas idosas, que podem precisar de cuidados de saúde urgentes, como fazer? São evacuadas de avioneta para o Funchal e, provavelmente, daí para Lisboa.
E as coisas são todas assim em Portugal, pequenas e limitadas, para que, em cada caso, possam ser apreciadas só por alguns, porque os portugueses não gostam de massas. O país, através de todas estas características, rejeita espontâneamente as massas. É como se a sua cultura dissesse aos estrangeiros: "Se é para virem multidões, não queremos".
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Pedro Arroja
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11:05
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jovens
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Pedro Arroja
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09:16
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uma péssima ideia III
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Joaquim
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07:41
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uma péssima ideia II
- Processa esses animais! Ler Mais...
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Joaquim
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07:30
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uma péssima ideia
Os cidadãos vão receber uma factura com a despesa que dão ao Estado de cada vez que recebem um qualquer cuidado de saúde. A ideia há muito defendida por especialistas será agora posta em prática, segundo o Programa de Governo apresentado hoje na Assembleia da República.
Esta medida visa “sensibilizar os cidadãos para os custos associados à prestação de cuidados de saúde através da disponibilização da informação sobre o custo suportado pelo Estado em cada acto prestado”.
Eis uma medida que parece bondosa mas que vai dar um resultado exactamente contrário ao que se pretende. Como os "utentes" pouco pagam no acto de consumo, o conhecimento dos verdadeiros custos apenas vai contribuir para aumentar o grau de exigência e de conflitualidade. Os médicos terão mais dificuldade em recusar tratamentos inúteis, para não serem acusados de economicismo e os "utentes" passarão a aferir os resultados em função do preço.
O resultado, está bom de ver, vai ser um aumento da despesa.
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Joaquim
em
07:13
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28 Junho 2011
o bordel
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Pedro Arroja
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13:05
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a raínha
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Pedro Arroja
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10:15
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27 Junho 2011
Laura Ferreira de South Shore
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Pedro Arroja
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12:39
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Vai pagá-las
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Pedro Arroja
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09:28
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não é ministro não é nada
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Pedro Arroja
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09:06
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um meio de produção
- A saída de médicos tem implicações ao nível da produção, ou seja, tendo menos médicos o número de consultas é menor.
Infelizmente, esta linearidade só existe para o DGS. Qualquer bacharel de economia sabe que a bendita produção depende da optimização dos recursos e não do número absoluto, por exemplo, de operários. Acima do número óptimo, a produção pode diminuir em vez de aumentar. Ora como temos um grande excesso de médicos... Ler Mais...
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Joaquim
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06:29
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26 Junho 2011
Medina Carreira
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Pedro Arroja
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19:33
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as primeiras vítimas
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Joaquim
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15:17
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25 Junho 2011
jornalismo partidário
PM of indebted Portugal flies economy to set example.
Passos não poupou dinheiro porque o Governo não paga bilhetes na TAP.
Enquanto a imprensa internacional valorizou o comportamento de PPC, a "imprensa" nacional apressou-se a desvalorizá-lo.
Claro que PPC poupou dinheiro à TAP, mesmo que o Estado não pague directamente os bilhetes e claro que PPC deu um bom exemplo. Os "jornalista", pelo contrário, deram um mau exemplo.
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Joaquim
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12:54
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propriedade privada
Os inimigos da propriedade privada são inimigos de toda e qualquer forma de civilização, sendo também, obviamente, inimigos da Igreja Católica.
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Joaquim
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10:24
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demagogia
No livro que citei no último post, pergunta-se a certa altura:
- Quantos pobres são necessários para fazer um rico?
Implicitamente, a pergunta afirma que a pobreza de muitos é o resultado da ambição e riqueza de alguns. Trata-se de uma visão Marxista da criação de valor como resultado da exploração do homem pelo homem. Uma teoria completamente ultrapassada tanto em termos teóricos como prácticos. Basta pensar um pouco para perceber que é nos países onde há mais ricos que há menos pobres, pobres em termos absolutos.
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Joaquim
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10:12
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pouco Católico
Frei Fernando Ventura
PS: Salvo melhor opinião, esta perspectiva é mais protestante do que católica. Ler Mais...
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Joaquim
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10:03
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24 Junho 2011
a laranja mecânica
Um Presidente da Comissão Europeia
Um Presidente da República
Uma maioria da AD
Um governo da AD
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Joaquim
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07:33
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interessante
Barroso expressou por seu lado “confiança e apoio” a Portugal, num dos “momentos mais difíceis da história contemporânea”.
“Sei que o governo tudo fará para cumprir o programa de reformas” e para construir um futuro mais próspero e mais justo para os portugueses”, frisou. A visita da troika a Portugal esta semana resultou numa “avaliação positiva” e “espero que se mantenha esse espírito e essa cooperação nas tarefas adiante”, afirmou. Barroso expressou ainda a “vontade de trabalhar muito directamente durante os próximos meses” com Portugal, porque “há questões em que efectivamente essa cooperação próxima pode fazer a diferença”.
O presidente da Comissão sugeriu mesmo a possibilidade de destacar para Portugal alguns dos seus peritos para prestar “assistência técnica” ao Governo na execução do programa de ajustamento. “Se o Governo português também quiser algum apoio de assistência técnica em termos de destacamento de alguns dos nossos peritos, com certeza que podemos encarar essa hipótese”, afirmou, acrescentando: “Posso dizer até que já estamos a discutir em concreto algumas dessas possibilidades”.
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Joaquim
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07:28
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Espanha perde autonomia
As recomendações para a Espanha incluem a introdução de um tecto de despesas em todos os níveis de governo e o cumprimento dos objectivos de consolidação orçamental que o país estabeleceu para este ano e para o próximo.
Solicita ainda à Espanha que assegure os compromissos de reduzir o défice em 2011 e 2012, tomando "medidas adicionais" se não se atingirem as metas de crescimento económico definidas pelo governo.
Além disso, adverte que os governos de algumas regiões ultrapassaram as metas de despesas definidas e convida Espanha para por em prática a reforma das pensões e fazer actualizações regulares para a idade de aposentação e cálculo de prestações em linha com as mudanças na esperança de vida.
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Joaquim
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07:24
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23 Junho 2011
um título muito engraçado
O presidente da ANF lamenta-se que as farmácias estão a ficar nas mãos dos credores. Uma situação bem conhecida da ANF que durantes décadas tem sido credora do Ministério da Saúde.
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Joaquim
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14:25
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a importância da liberdade de escolha
Direcção-Geral da Saúde refere que menos um milhão de utentes foi à consulta em 2009.
Os centros de saúde fizeram menos 3,8 milhões de consultas em apenas um ano, dos quais quase 1,4 milhões foram primeiras consultas, de acordo com o relatório Centros de Saúde e Unidades Hospitalares do SNS de 2009, da Direcção-Geral da Saúde, a que o DN teve acesso.
Apesar de o decréscimo da produção não ter de significar problemas de acesso, a quebra nas primeiras consultas do ano significa "que houve menos um milhão de pessoas a ir aos centros de saúde em 2009 do que no ano anterior".
A minha explicação para este fenómeno é muito simples, os portugueses receiam faltar ao trabalho com medo de serem despedidos. É o que me dizem os doentes.
Trata-se de uma situação deplorável e até vergonhosa. Como a maior parte dos Centros de Saúde só funciona no horário laboral e os doentes não podem escolher outro local de atendimento, ficam sem alternativa.
É o socialismo no seu esplendor.
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Joaquim
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09:01
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22 Junho 2011
eliminar o salário mínimo
Para combater o desemprego o governo deve eliminar o salário mínimo. Um Secretário de Estado do Emprego com boa formação académica não terá, certamente, qualquer dúvida sobre a eficácia desta medida.
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Joaquim
em
16:28
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impossível (II)
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Ricardo Arroja
em
14:09
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Bão Espetar-se
Quando as organizações não têm uma visão para o futuro, caem inevitavelmente no conflito de personalidades. É o que está a acontecer com o BE. "Bão Espetar-se".
Eu sugiro que se deixem de merdas e que procurem, antes de mais, uma visão para proporem aos portugueses. Comecem por criar um grupo de reflexão, convidem independentes para debates e quando souberem o que querem, então será altura de escolher os líderes que melhor interpretem a mensagem.
O BE, na minha opinião, nunca deu um único contributo válido à sociedade portuguesa e, por este andar, vai finar-se sem o fazer.
É a "bida".
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Joaquim
em
10:14
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impossível
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Joaquim
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06:46
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21 Junho 2011
uma das primeiras
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Pedro Arroja
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16:49
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o desgoverno não acaba com a saída do Euro
Há uns meses recebi uma proposta de crédito do Unibanco. Pretendiam oferecer-me um crédito de 20.000,00 € a pagar em 5 ou 6 anos.
Se eu tivesse aceite esta proposta de empréstimo e, decorridos uns meses, verificasse que não tinha meios de pagamento, a culpa do sucedido era minha ou do Unibanco?
Se aplicarmos estes pressupostos do Filipe Faria chegamos à conclusão de que a culpa do “default” teria sido do Multibanco. Obviamente, eu não estou de acordo com esta conclusão.
No caso da adesão de Portugal ao Euro, as consequências desastrosas do crédito barato poderiam ter sido evitadas através de uma política fiscal correcta e de uma boa supervisão do Banco de Portugal.
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Joaquim
em
06:51
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???
Como é que a saída do Euro vai resolver o problema da má governação? Nas duas intervenções anteriores do FMI não estávamos no Euro.
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Publicada por
Joaquim
em
06:33
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20 Junho 2011
de PIG a PEG
"Admito que seja preciso um empréstimo de 30% do PIB. A nossa saída do euro deve levar a uma depreciação cambial na ordem dos 30%. Daria entre 50 a 60 mil milhões de euros. Ou usaria o actual empréstimo ou haveria um novo veículo, com prazo mais longo", argumenta João Ferreira do Amaral, para quem "a hora da verdade está iminente" porque "a Grécia servirá de cobaia para o que se seguirá"
Ferreira do Amaral considera que "Deixamos apodrecer esta situação e já nos estão a impor juros de 12%. Infelizmente, como o plano que [a troika] nos impõe não irá dar resultado ao nível de crescimento, significa que mal acabe esse financiamento vamos deparar com taxas de juros dessa magnitude".
O custo dessa eventual saída do euro "será brutal" mas "penso que ainda estamos a tempo de negociar uma saída com apoio comunitário", defendeu o economista.
Cheguei a este artigo através deste post do Ricardo. Em resumo, penso que a proposta do FA consiste numa reestruturação da dívida, na ordem dos 30% e na saída do Euro.
Fico com a seguinte dúvida: se nos perdoarem 30% da dívida para que é que precisamos de sair do Euro? Para voltarmos ao "crawling peg"?
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Joaquim
em
17:32
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19 Junho 2011
o futuro
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Pedro Arroja
em
13:17
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mauzão
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Pedro Arroja
em
09:38
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18 Junho 2011
fritos
Publicada por
Pedro Arroja
em
22:27
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todos os momentos são bons
Todos os momentos são bons para privatizações. Medina Carreira está errado quando afirma que "este não é o momento para fazer privatizações, porque o Estado vai perder dinheiro".
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Joaquim
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22:00
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Santos da casa
Há quem pense que o voto deveria ser obrigatório e há quem pense que, pelo menos, deveria ser obrigatório para todos os que solicitassem quaisquer benefícios fiscais ou sociais. Quem não tivesse votado não teria acesso a estes benefícios. Nicolau Santos subscreve esta ideia a “Cem por Cento” e até aplaude. Ahahahah!
Não ocorre a estas mentes brilhantes que se assim fosse o Estado ficaria refém das “sanguessugas”, perdoem-me a expressão.
Eu tenho uma sugestão muito diferente: quem solicitar ou receber qualquer benefício fiscal ou social deve ficar impedido de participar no ato eleitoral enquanto esse benefício durar.
Assim teríamos uma cidadania mais livre e menos políticos a “comprar eleições”.
Ele há cada um...
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Joaquim
em
20:52
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precisamos de uma visão clara
O governo de PPC é, sem dúvida, o mais liberal dos últimos 37 anos. E não poderia ser de outro modo porque está comprometido com um programa, o memorando da Troika, que é essencialmente liberal.
Todos os membros do novo governo, sem excepção, têm o perfil adequado para os cargos que vão desempenhar e, nesse sentido, formam uma equipa de excelência.
O único obstáculo que antevejo é que parecem faltar, por enquanto, objectivos de longo prazo que permitam nortear a acção governativa. É necessário definir o futuro papel do Estado na sociedade, a dimensão do “Estado Social”, o espaço para as organizações privadas de solidariedade social, etc.
Sem esta visão, o virtuosismo tecnocrático torna-se impotente e a governação pode tornar-se impossível. Vamos ver!
O tiro de partida está dado.
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Joaquim
em
09:24
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debtocracy
A crise vista pela esquerda grega.
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Joaquim
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09:00
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17 Junho 2011
para a tomada de posse...
"Juro, por minha honra,cumprir com lealdade o programa da Troika".
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Joaquim
em
19:26
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16 Junho 2011
ser reaccionário é viver do passado e comprometer o futuro
O Futuro
Aos Domingos, iremos ao jardim.
Entediados, em grupos familiares,
Aos pares,
Dando-nos ares
De pessoas invulgares,
Aos Domingos iremos ao jardim.
Diremos nos encontros casuais
Com outros clãs iguais,
Banalidades rituais
Fundamentais.
Autómatos afins,
Misto de serafins
Sociais
E de standardizados mandarins,
Teremos preconceitos e pruridos,
Produtos recebidos na herança
De certos caracteres adquiridos.
Falaremos do tempo,
Do que foi, do que já houve...
E sendo já então
Por tradição
E formação
Antiburgueses
- Solidamente antiburgueses-,
Inquietos falaremos
Da tormenta que passa
E seus desvarios.
Seremos aos domingos, no jardim,
Reaccionários
Reinaldo Ferreira
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Joaquim
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10:00
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15 Junho 2011
agora é oficial
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Joaquim
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10:38
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Parc de la Ciutadella
Ver entrevista com portuguesa indignada, logo no 1ª minuto.
Seria útil que o governo avisasse os portugueses para que não se envolvam em manifestações políticas no estrangeiro.
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Joaquim
em
07:00
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14 Junho 2011
deitadas no Rossio
"As pessoas que têm estado connosco, mas que não têm penetrado, que se deitem connosco".
Ver vídeo aos 30 seg.
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Joaquim
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07:32
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13 Junho 2011
mentes inquietas
45.000 portugueses concorreram a 15 vagas para a Casa dos Segredos.
Dá que pensar, mais do que o número de candidatos ao Mestrado Integrado em Medicina da Universidade de Aveiro. Isto, num País que tem excesso de médicos.
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Joaquim
em
19:38
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the comedy of the year
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Joaquim
em
16:19
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democracia verdadeira já
Notícias que nunca iremos ler:
Movimento Democracia Verdadeira Já organiza maratona pela "justiça social" e pela "democracia verdadeira".
Movimento Democracia Verdadeira Já organiza desafio amigável de futebol pela "justiça social" e pela "democracia verdadeira".
Notícias que iremos ler:
Deitados pela "justiça social" e pela "democracia verdadeira".
Sentados pela "justiça social" e pela "democracia verdadeira".
Acampados pela "justiça social" e pela "democracia verdadeira".
Despidos pela "justiça social" e pela "democracia verdadeira".
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Joaquim
em
09:06
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na horizontal
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Joaquim
em
06:48
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até os cubanos
"Los gastos en la esfera social deben estar en consonancia con las posibilidades reales, y ello impone suprimir aquellos de que es posible prescindir, pueden tratarse de actividades beneficiosas y hasta loables, pero simplemente no están al alcance de la economía".
Raul Castro
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Joaquim
em
06:40
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o papel do BE
Com a queda do BE, quem é que vai agora conter a juventude mais impulsiva?
MRS, ontem na TVI
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Joaquim
em
06:39
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12 Junho 2011
o sobrolho
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Pedro Arroja
em
19:33
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O Jornal das Moças
Publicada por
Pedro Arroja
em
17:52
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a crise da social-democracia
Esto puede ser consecuencia de la dificultad de los Gobiernos de izquierda para diferenciar su respuesta a la crisis de las recetas conservadoras. El intento de Gordon Brown de aplicar estímulos keynesianos, imitado aquí por Zapatero con su plan de obras municipales, no solo no produjo resultados apreciables sobre el empleo sino que tuvo a posteriori efectos electorales favorables a la derecha (que enarbolaba la bandera de la austeridad). A su vez, esa dificultad de diferenciación ha provocado un desdibujamiento de la identidad de izquierda, con efectos en una mayor abstención electoral (ejemplo: España), y un reforzamiento del tópico de que la derecha gestiona mejor la salida de la crisis (y la izquierda, la redistribución posterior).
En todo caso, la experiencia de los últimos 20 años demuestra que los partidos socialdemócratas que adaptaron sus políticas a las nuevas realidades (en materias como la fiscalidad, las reformas de los mercados, incluyendo el laboral, y la racionalización del Estado de bienestar) tuvieron mejores resultados, sociales y electorales que los que no lo hicieron.
El País
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Joaquim
em
07:38
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11 Junho 2011
Os Ingleses
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Pedro Arroja
em
18:21
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Le Portugais
Publicada por
Joaquim
em
18:00
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10 Junho 2011
PhD
Então Sócrates vais para Paris estudar filosofia... É assim mesmo, aposto que esse interesse pela filosofia deve ter surgido quando se apercebeu que aquelas letrinhas, PhD, que alguns amigalhaços colocam depois do nome, significam Philosophiæ Doctor.
Assim, se estudar filosofia, Sócrates poderá passar a usar:
Eng. José Sócrates PhD
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Joaquim
em
19:15
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o perigo da agricultura biológica
Some say the case raises questions about the future of organic growing methods.
"Bean sprouts are very frequently the cause of outbreaks on both sides of the Atlantic. They're very difficult to grow hygienically and you have to be so careful not to contaminate them," said Paul Hunter, a professor of public health at Britain's University of East Anglia.
"And organic farms, with all that they entail in terms of not using ordinary chemicals and non-organic fertilizers, carry an extra risk."
Hunter said he personally bought organic fruits and vegetables, but steered clear of organic raw salad foods "for precisely that reason."
The original source of the contamination in Germany is highly likely to be manure, farm slurry or feces of some sort, since the Shiga toxin-producing Escherichia coli or STEC found in this outbreak are known to be able to lurk in cattle guts. Ler Mais...
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Joaquim
em
17:58
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confusionismo
However, he credited China's embrace of market economics for breaking communism's grip over the world's most populous country and forcing the ruling Communist Party to "represent all sorts of classes."
Capitalism "brought a lot of positive to China. Millions of people's living standards improved," he said.
The Dalai Lama, 74, giving a series of lectures at the Radio City Music Hall in central Manhattan until Sunday, struck a strikingly optimistic note in general, saying that he believed the world is becoming a kinder, more unified place.
Telegraph
PS: Interessante como o pensamento do Dalai Lama parece primário e até contraditório. Ler Mais...
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Joaquim
em
17:18
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falar para o galinheiro
"Durão Barroso fez mal em se demitir do governo português para ir para a Comissão Europeia, porque ganhava mais".
Mário Soares
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Joaquim
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06:41
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09 Junho 2011
citações com piada
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Joaquim
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20:16
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2 notícias 2
Submarinos: Justiça investiga contas suspeitas na Suíça
Equipas formadas para as negociações
Quando a esquerda submerge os submarinos emergem.
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Joaquim
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07:17
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o arcebispo vermelho
Openly questioning the democratic legitimacy of the Coalition, the Archbishop dismisses the Prime Minister’s “Big Society” as a “painfully stale” slogan, and claims that it is “not enough” for ministers to blame Britain’s economic and social problems on the last Labour government.
The comments come in an article he has written as guest editor of this week’s New Statesman magazine.
PS: As posições de Rowan Williams, para quem não o conhece, correspondem às do BE em Portugal. Ler Mais...
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Joaquim
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08 Junho 2011
um partido inválido
Portugal não vai poder contar com o PS durante largos anos. Em primeiro lugar porque, na oposição, vai ter de subscrever as políticas da Troika. Em segundo lugar porque não se vê qualquer reflexão, ou debate, sobre os últimos seis anos, nem qualquer estratégia para o futuro.
A intelligentsia socialista continua ferrada numa lógica de protagonismos que se sobrepõe a quaisquer princípios.
A pressa com que pretendem eleger um novo líder, no momento que o País atravessa, revela um défice intelectual maior do que o défice que nos deixaram. É uma táctica reles que serve apenas o principal interesse do ex-líder, que é sair de cena o mais sorrateiramente possível, como se nada tivesse acontecido.
Os líderes políticos são muitas vezes acusados de dizerem exactamente o oposto do que pensam. O “adoro-vos” é isto mesmo, o que o chefe queria dizer é: cozam-se!
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16:12
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07 Junho 2011
o psi factor
O taxista que me trouxe, esta tarde, da Boavista para Matosinhos era doido varrido. Todo o trajecto protestou contra as corridas de automóveis do Rui Rio, que era um desperdício de recursos, que se gastava dinheiro quando o País estava de tanga, que era tudo corrupção...
Eu fui atalhando que era um espectáculo para a populaça, que as elites se piravam para as quintas do Minho e que tal e coisa...
Mas o homem estava possesso e não desarmava, digo, “desarmaba”...
Pensando bem, até que os testes psicológicos aos taxistas não são uma má ideia. E porque não, também, aos jornalistas, aos bancários, aos médicos, aos líderes partidários... seria muito útil.
A Troika precisava de testes psicológicos por acreditar que somos capazes de cumprir o memorando e a Ana Gomes também, por confundir o PP com o DSK.
Fico apenas com uma dúvida, quem vai fazer testes psicológicos aos psicólogos? Depois de um dia inteiro a ouvir taxistas, vão precisar. Ai isso é que vão!
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19:48
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para quando testes aos políticos?
Todos os taxistas vão mesmo ter de fazer testes psicológicos, até janeiro do próximo ano, depois do Provedor de Justiça ter considerado que a lei que o determina não é inconstitucional, segundo representantes desta profissão.
A decisão do Provedor de Justiça surgiu após a Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) ter solicitado um parecer com o objetivo de requerer ao Tribunal Constitucional a apreciação da constitucionalidade da lei que obriga todos os motoristas a submeterem-se a testes psicológicos.
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19:26
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colaboracionistas
Quem continuar a dar cobertura, nos meios de comunicação social, a Ana Gomes, deve ser considerado co-responsável moral da campanha de difamação que ela desencadeou contra Paulo Portas.
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Joaquim
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16:05
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sem papas na língua
Belmiro de Azevedo criticou duramente o trabalho de José Sócrates, acusando-o de "não ser um primeiro-ministro" mas sim o "chefe de um grupo de empregados".
Questionado sobre o ministério com pior desempenho durante o mandato de José Sócrates, Belmiro de Azevedo foi peremptório: "Todos. Porque só havia um ministro: José Sócrates". "Até o Teixeira dos Santos ultrapassou e ignorou", acusou Belmiro de Azevedo.
Para o empresário "não há exemplo de alguém ter feito tanta coisa tão mal feita em tão pouco tempo. Ele [José Sócrates] vai para o Guinness", afirmou.
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11:50
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06 Junho 2011
um desastre
"This investigation has been a disaster," Michael Osterholm, director of the Center for Infectious Disease Research and Policy at the University of Minnesota, told The Associated Press.
"This kind of wishy-washy response is incompetent," he said, slamming German authorities for casting suspicion on cucumbers and sprouts without firm data.
But the European Union's Health Commissioner defended German investigators, saying they were under extreme pressure as the crisis kept unfolding.
"We have to understand that people in certain situations do have a responsibility to inform their citizens as soon as possible of any danger that could exist to them," John Dalli said in Brussels.
German Agriculture Minister Ilse Aigner on Monday reiterated the warning against eating sprouts, as well as tomatoes, cucumbers and lettuce.
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Joaquim
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19:17
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o seu a seu dono
É útil, neste momento, relembrarmos a figura do ex-presidente e o impacto que as suas decisões tiveram no pesadelo que vivemos. Ler Mais...
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08:46
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até que enfim
A imprensa internacional veicula boas notícias sobre Portugal:
Portugal election: Socialists admit defeat
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Joaquim
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08:05
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quem gosta de miséria é intelectual
O povo odeia a miséria
Sócrates provocou a miséria do País
Logo, o povo odeia Sócrates
O ódio a Sócrates não vem das elites, as elites apenas desprezam o homúnculo. O ódio a Sócrates está no coração da populaça.
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Joaquim
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08:00
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05 Junho 2011
03 Junho 2011
organic-government conservatism
What we believe in is people-driven, choice-filled, dynamic, flexible, equal-opportunity self-government. We should call it organic government. Want to know what your government is going to look like 20 years from now? Ask your children. They will say it will look a lot less like General Motors and a lot more like MySpace. The Internet is an education for us all, a place where people self-organize and govern themselves with maximum freedom. In its reflection, we can see more than the future of technology and communications; we can see the promise of democracy.
Conservatives believe that we govern our society more often, and better, through the private sector than through the public sector. We govern our lives in our churches, communities, bowling leagues, and neighborhoods. We govern our most altruistic impulses through charities. The PTA governs. The Chamber of Commerce governs. Facebook governs. The Invisible Hand governs.
A CHOICE, NOT AN ECHOING VOID
Conservatives need to abandon the old debate in which we ask voters to choose between big government in Washington or nothing. We will not do well in the political marketplace if our sales pitch is “we have zero to sell,” or if, with no product of our own, Republicans remain faux Democrats, selling lower-calorie versions of liberal failure. We need a new dynamic in which we offer a choice between old, lazy, big government in Washington and new, energetic, private-sector self-government in the real world.
Sure, conservatives believe we should have a department of education, bigger and better than ever. But instead of its being a big bureaucracy in Washington, we believe the department of education should be found at the end of every American driveway. Even Marion Barry, the former mayor of Washington, supports school vouchers in D.C., saluting “moms, dads, aunts, uncles, and other guardians in my community” who are “working to make the right choices for their children.” That is our kind of government.
In his victory speech after the North Carolina primary, Barack Obama echoed Bill Clinton by saying, “Government can’t solve all our problems — and we don’t expect it to” (at which point the applause in his Democratic audience noticeably dimmed). He went on to say, “That’s how we’ve always changed this country — not from the top down, but from the bottom up.” O.K., Senator Obama, where do you want the education money? Do you want in the hands of parents, bringing change from the bottom up? Or in the hands of education bureaucrats and trickle-down government in Washington?
That is Barack Obama’s opportunity, as it is ours. If Obama seizes it, wins the election, and transforms Washington — moving government to the thriving, innovative, problem-solving private sector from the decaying, old, industrial public sector — he and his party can snatch the future and govern America for the next 25 years. Conservatives may want to get there first.
Conservatives do have solutions. Our answer is not “no government”; our answer is a government that is more natural. Choice and diversity, if entrusted to people, require — and create — economic freedom. Conservatives need to learn the language of the environmental and civil-rights movements, not only because it is more marketable, but also because it more accurately reflects the organic liberty and self-government we cherish.
Our theme, our brand, our identity? How about this: Republicans are the not the party of a decaying, old, static, industrial-age, top-down government in Washington. We are the communications-age party of genuinely democratic, dynamic government — of, for, and by real people. We want to get money and power out of Washington and into the hands of the people — not because we want no government, but because we believe people who live in liberty create the best government when they are trusted to govern themselves. Ours is a purpose-driven populism, determined to change Washington, because if we do that, Americans can achieve anything in the world.
Fellow conservatives, let’s learn to say it: We need more government, lots of it, but we need the kind that actually works: Bottom-up self-government by a mature people. And we need that government in our hands — because it is not natural, efficient, or beneficial to leave something so powerful in the hands of anyone else.
Um texto de Alex Castellanos, citado aqui.
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Joaquim
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06:41
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