31 Março 2011
alto que não há dinheiro outra vez!
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Ricardo Arroja
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alto que não deve faltar dinheiro!
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Ricardo Arroja
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deslealdade
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Ricardo Arroja
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certificados do tesouro
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Ricardo Arroja
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Cavaco: Does he have what it takes?
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Joaquim
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homens
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Pedro Arroja
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nada
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Pedro Arroja
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13:57
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cozido à portuguesa
Mexia: Aumento de capital do BCP é "operação muito interessante".
Sendo o BCP um accionista da EDP, não há aqui algo de incestuoso? Porque é que o BCP não vende a sua participação na EDP e aumenta o capital com o montante da receita?
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Joaquim
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10:03
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juros
Como é que um possível recurso ao FMI se repercutiria sobre os juros praticados nos empréstimos à habitação? Em particular sobre os spreads.
A minha resposta intuitiva é que permitiria manter spreads mais baixos. Outras opiniões?
Eis um bom tema para a imprensa económica debater.
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Joaquim
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08:15
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défices
Banco de España: el Gobierno incumplirá su objetivo de déficit público en 2011 y 2012.
Uma independência que dá confiança.
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Joaquim
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07:25
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Homenagem
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Ricardo Arroja
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30 Março 2011
avante camaradas
90% das empresas do "off-shore" da Madeira não tem qualquer trabalhador.
Um excelente título para o Avante, um péssimo título para o Jornal de Negócios.
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Joaquim
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18:23
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estratégia política III
Uma narrativa política ganhadora, para Portugal, deve começar por enaltecer as qualidades dos portugueses. Nós somos capazes e temos todas as qualidades para o sucesso. Somos inovadores e determinados.
a) Sublinhar o sucesso dos emigrantes portugueses no estrangeiro.
b) Acrescentar que o mesmo só não sucede cá porque somos mal governados.
Não entrar no jogo políticos dos ex’s. Os portugueses deram-se mal com o Eng. e não interessa discutir de quem é a culpa.
a) Não responder taco a taco aos incumbentes.
b) Abandonar a conversa do “quem é o problema e quem é a solução”.
c) Optar por falar deles como representando o passado e dos conquistadores como representando o futuro.
d) Aos ataques responder com um “coitado”, está desesperado (apela ao sentimento do coitadinho).
Garantir confiança e segurança.
a) Não podemos continuar a mudar de políticas como quem muda de camisa.
b) Precisamos de estabilidade e de tranquilidade.
O discurso liberal é tóxico. Não é conveniente afirmar que a recuperação depende do sector privado. Uma sociedade feminina não saberia por onde começar. A recuperação depende do Estado, de um Estado que tenha autoridade para orientar e disciplinar o sector privado.
a) O papel do Estado é indispensável na defesa dos mais fracos.
b) Os socialistas só se aproveitaram do Estado, mas o Estado tem de estar ao serviço de todos.
Comigo vai ser diferente.
a) Não vamos ser governados do estrangeiro, quem manda sou eu.
b) Medidas simbólicas da mudança.
A “piquena” está no papo!
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Joaquim
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15:09
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"Eu sou o caminho, a verdade e a vida"
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Pedro Arroja
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12:51
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estratégia política II
A rapariga anda deprimida, com a autoestima pelas ruas da amargura. O seu comparsa, metaforicamente o Eng., não lhe dá sossego, nem segurança nenhuma. É um falso e não cumpriu com nada do que prometeu. É abusador e arrogante, castiga-a e ainda a ameaça. Arranja outro e vais ver o que te espera...
O que deve fazer um conquistador?
Em primeiro lugar deve adular a “piquena”. Fazê-la sentir-se especial.
- Tu és uma mulher espetacular. Tens um potencial fantástico, podias ser uma modelo internacional...
Em segundo lugar deve exibir confiança e falar com autoridade. Nunca deve entrar em conflito direto com o ex. No caso de este se comportar como um garnisé de Barcelos deve ignorá-lo.
- O teu ex sabe que já te perdeu e está desesperado. Tu mereces melhor.
- Coitado... dá-lhe um desconto.
Em terceiro lugar deve levantar um pouco do véu sobre o futuro. O conquistador vai fazê-la feliz. Não confundir com felicidade económica, o conquistador vai “puxá-la” e deixá-la revelar as suas qualidades. Mas ele é que sabe o caminho, não é ela. Este passo é necessária porque a "piquena" está escaldada.
No próximo post vou converter esta abordagem numa narrativa política alternativa.
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Joaquim
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12:39
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quem te avisa teu amigo é
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Ricardo Arroja
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09:15
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estratégia política
Usurpando os instrumentos de análise cultural que o PA tão generosamente nos tem disponibilizado aqui no PC, gostaria de recorrer a uma metáfora que nos permita construir uma narrativa política de sucesso para os próximos anos.
Portugal é uma figura de mulher, um País com uma cultura dominada por valores femininos. E é uma mulher que foi enganada e maltratada por um homem, Sócrates.
Sócrates foi um nubente que prometeu à rapariga o paraíso na terra e que só lhe deu problemas e aflições. Não soube ser “homem”, não soube mandar de modo sereno e confiante.
A rapariga sabe que ele não é o homem da vida dela, mas está traumatizada e tem medo de que os que lhe andam a arrastar a asa ainda sejam piores.
Ora o que deve fazer o candidato que quer roubar o coração desta “piquena”?
Fiquem a pensar que eu logo dou a resposta.
Analisado o problema deste modo é possível extrapolar as linhas mestras de uma narrativa política alternativa.
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Joaquim
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08:04
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a irrelevância
A irrelevância do País fica demonstrada quando os nossos políticos dirimem no estrangeiro os problemas nacionais. O artigo de hoje de PPC no WSJ, demonstra este facto. Se o futuro de Portugal se decidisse entre portas não haveria necessidade destas missivas.
Quanto ao artigo em si, aliás muitíssimo bem redigido, podemos concluir que é insuficiente para acalmar os mercados. PPC fica-se por generalidades e termina oferecendo uma garantia pessoal de que tudo fará para que Portugal honre os seus compromissos internacionais.
Se conhecesse melhor a cultura protestante, PPC teria posto menos ênfase em si próprio e poderia ter avançado com alguns objectivos económicos concretos. Se conhecesse melhor a cultura protestante, PPC saberia de cor o que pensam aqueles tipos:
- In God we trust, all others must bring data!
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Joaquim
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07:45
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patinho
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Pedro Arroja
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00:02
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29 Março 2011
um homem de saias
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Pedro Arroja
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18:10
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reformulação fiscal
Ora, indo ao cerne da questão, o que os investigadores do Banco de Portugal propõem é o seguinte: aumentar 2 pontos percentuais ao IVA, reduzindo, em contrapartida, 4 pontos percentuais às Contribuições Sociais pagas pela entidade patronal. De acordo com as simulações daqueles técnicos, essa reformulação fiscal teria um impacto neutro no saldo orçamental e, por conseguinte, sobre o stock de dívida pública. Ao mesmo tempo, também não teria impacto sobre as exportações, sendo que, pelo contrário, seriam penalizadas as importações através do agravamento dos preços de consumo final. Em suma, a proposta, a ser implementada, conduziria, na prática, a uma desvalorização cambial real, à qual estaria ainda associada uma provável melhoria no número de horas trabalhadas, no emprego e, em última instância, uma melhoria dos salários.
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Ricardo Arroja
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17:10
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onde é que isto vai parar
A saga dos juros 7...8...9... faz-me lembrar uma anedota. O médico aproxima-se da cama de um doente e diz-lhe:
- Meu amigo, restam-lhe 10...
- Dez anos? Sr. Doutor.
- Restam-lhe 10...
- Dez meses? Dez semanas? Dez dias? Dez horas?
O médico vai acenando que não.
- Restam-lhe 10..
- Dez minutos?
Responde o médico:
- ...9,...8,...7,...
É só alterar a ordem, o fim é certo.
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Joaquim
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15:46
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laugh
They laugh at us. Meanwhile ...
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Pedro Arroja
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15:44
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Eclético...mas não tanto! (III)
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Ricardo Arroja
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14:42
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Eclético...mas não tanto! (II)
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Ricardo Arroja
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11:07
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stalemate
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Ricardo Arroja
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10:32
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lendo na imprensa
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Ricardo Arroja
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09:02
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neocon
William Kristol Ler Mais...
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Joaquim
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07:42
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28 Março 2011
so clever
Portugal - do not worry about them. They discovered the route to India, Brazil and they had colonies in Africa until very recently. All this because they are really good at making other people working for them. Now the new colony is the EU. Soon, the EU and the FMI will start financing this great country. And they will be there laughing when the EU will be gone. They are so smart that they are acting like they don't want the bailout. But they want it, yes, but they want the big ticket. And they are already sucking the milk out of their new cow, Angola. Americans, you should be worried about yourselves and not about this small but great country that was the only one Julius Ceasar and Napoleon were never able to conquer. This guys are specialists at this game, because they have no other resources, and that's why nature made them so clever. (Comentário à mesma notícia)
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Pedro Arroja
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22:17
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uma pergunta
O que é que deve fazer um indivíduo quando a sua colectividade decide, por maioria, arruinar-se? Parto do princípio que o referido indivíduo pretende continuar a buscar a sua felicidade e a assegurar as condições de sobrevivência dos seus.
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Joaquim
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18:44
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Portugal: figura de mulher
The only woman who I ever went out with that was Portugese had the WORST financial sense I ever saw. She was all spend, spend, spend beyond your means, dont worry about how much everything costs, have the appearance of wealth instead of actual wealth, have big weddings you canot afford and was 50 years old and BROKE despite having made a good salary for years. She expected the man she married to be a financial bailout for her and her family. Therefore this situation in Portugal does not surprise me. (Coyote Ford, na caixa de comentários a esta notícia)
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Pedro Arroja
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17:28
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socialista neoliberal
O que é um socialista? Em Portugal um socialista é um indivíduo que está incrito no Partido Socialista. Trata-se de uma designação formal sem qualquer conteúdo ideológico. Do mesmo modo que qualquer português é um católico, pelo simples facto de ter um BI tuga. Se não se interessar pela doutrina católica torna-se então um católico não-praticante, mas não deixa de ser católico.
Nos partidos políticos existem facções que permitem aos "sócios" identificarem-se com diversas tribos que se insultam umas às outras. O "neoliberal" é um insulto como qualquer outro e até mais moderno que muitos outros. É provável que os "neoliberais", por seu turno, chamem "trogloditas" aos restantes e suspeito até que, em privado, serão capazes de recorrer a calão mais vernáculo.
A designação correcta de um militante socialista como José Sócrates deveria ser - socialista não-praticante. Mas é muito natural que as tribos socialistas inimigas lhe queiram chamar "neoliberal" e é natural que os verdadeiros neoliberais lhe chamem troglodita.
É a vida.
Via Insurgente.
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Joaquim
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11:12
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27 Março 2011
uma liberdade feminina
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Pedro Arroja
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21:50
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Eclético...mas não tanto!
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Ricardo Arroja
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12:22
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dizer mal de Portugal no estrangeiro
The Portuguese now live in a climate of decaying politics and growing disregard for the rules of democracy. Not only did half the voters abstain in the presidential elections in January, a serious flaw in the registration system also meant that thousands who wanted to vote couldn't. No single politician has claimed responsibility for this. This month the press revealed the payment of € 72,000 in extra fees to a minister's wife against the advice of the civil service. Again, no one resigned.
Now the more obvious historical parallel is not the golden era, but 1890, when Portugal became the first European country to go bankrupt. As every Portuguese citizen knows, the political turmoil that followed only came to an end in 1926, with a military coup and the rise of António de Oliveira Salazar's far-right party.
Via The Guardian
Dizer mal de Portugal é o vício mais português que há. Normalmente é um vício que os portugueses satisfazem em Portugal, nos cafés, nas cervejarias ou no trabalho. JMF não escapa a esta praga, mas vai um passo à frente. Diz mal de Portugal no The Guardian, para deleite dos bifes.
Num artigo que faz jus ao pensamento tipicamente tuga, JMF faz um retrato do País que daria um excelente guião para um filme do Manuel de Oliveira. Com um vilão chamado Sócrates e referências inevitáveis aos nossos 800 anos de história. JMF fala de D. Sebastião, de Pessoa, de Salazar, do Brasil, etc. Uma salgalhada dos diabos que vai impressionar, com certeza, os arautos da pseudocultura que constituem o cliente tipo do The Guardian.
Para delírio da populaça, JMF torna-se até condescendente com esse outro vício tuga que é a tendência para o excesso. Nem a política portuguesa está em decomposição, nem há violações criminosas do sistema democrático. A abstenção eleitoral é um fenómeno normal nas democracias estáveis e a pequena corrupção, de que JMF fala, ocorre em todo o lado. Basta pensar nas trafulhices dos deputados ingleses...
Infelizmente, os bifes que vão ler este artigo não conhecem suficientemente bem a cultura portuguesa para lhe dar o devido desconto. Vão tomá-lo à letra e essa não seria, certamente, a intenção do JMF.
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Joaquim
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10:41
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enfim
Leiam a notícia no Telegraph e comparem com o que se passa em Portugal. Ler Mais...
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Joaquim
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10:00
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26 Março 2011
um postal de Manuel Pinho
Manuel Pinho, hoje no Expresso. Ler Mais...
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Joaquim
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14:37
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valores femininos
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Pedro Arroja
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11:06
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best-seller de Felícia Cabrita
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Joaquim
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11:00
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interessante
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Joaquim
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10:08
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25 Março 2011
Um País cheio de Portugueses
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Ricardo Arroja
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15:13
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declarações delirantes de José Sócrates
Todos os meus colaboradores usam este computador.
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Joaquim
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13:48
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o sporting não necessita de bailout
Quase tão convincente como José Sócrates. Obrigado Ricardo, aparece sempre alguma coisa que nos anima.
Via cachimbo de magritte
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Joaquim
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13:41
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multidões em delírio
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Ricardo Arroja
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13:16
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BBB
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Ricardo Arroja
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10:51
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"Pobre rectângulo"
Caros leitores, não me interpretem mal: este Governo não merece a permanência no cargo. E este Primeiro-Ministro menos ainda. Mas, francamente, é uma decepção que uma democracia como a nossa, que se diz madura, não seja capaz de dialogar, substituir quem agiu clandestinamente e, assim, evitar um suicídio colectivo desta natureza. Enfim, estamos prestes a voltar ao século XIX, a 1891, quando, pela última vez, o Estado português declarou bancarrota. É triste e é algo de que nenhum patriota se deve orgulhar. Mas, por outro lado, tentemos ver o lado positivo da coisa: com uma intervenção externa à vista, talvez, através dos observadores externos que implementarão e avaliarão os termos dessa mesma ajuda, se consiga devolver alguma moralidade ao sistema, perseguindo e eliminando as despesas sem nexo e encapotadas que persistem em existir na máquina do Estado e no aparelho político partidário que o assiste. Talvez, assim, se consiga devolver a esperança numa verdadeira ética política, hoje quase inexistente, sem a qual, não dando o exemplo, nenhum Estado pode exigir sacrifícios seja lá a quem for.
Entretanto, como também aqui tenho insistido, o País deve preparar um plano B. A injecção de liquidez, que, directa ou indirectamente, os nossos parceiros nos irão conceder, será um mero balão de oxigénio, temporário, se nada de muito mais se fizer. Ora, se queremos viver no seio de uma Europa aberta, em concorrência com o resto do mundo, teremos de nos tornar mais europeus e menos portugueses – no que isso tem de fácil e, sobretudo, no que isso tem de difícil –, podendo assim beneficiar de alguma simpatia quando chegar a hora de alguém ter de nos perdoar parte da nossa dívida. Este é o plano B1. A alternativa é o B2 e consiste em permanecermos bem portugueses – no que isso tem de bom e, sobretudo, no que isso tem de mau –, à deriva, isolados neste pequeno e, cada vez mais pobre, rectângulo.", edição de 25/03 (jornal "Vida Económica").
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Ricardo Arroja
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09:15
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república das bananas
Krugman chama "República das Bananas" aos países que não conseguem planear a médio e a longo prazo e que não têm a confiança dos mercados. Refere-se à Grécia, à Irlanda e a Portugal. Simpático este tipo.
But couldn’t America still end up like Greece? Yes, of course. If investors decide that we’re a banana republic whose politicians can’t or won’t come to grips with long-term problems, they will indeed stop buying our debt. But that’s not a prospect that hinges, one way or another, on whether we punish ourselves with short-run spending cuts.
NYT
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Joaquim
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07:06
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24 Março 2011
2 notícias 2
Fitch corta 'rating' após chumbo do PEC e demissão de Sócrates. Diário Económico.
Fitch considera que disputa política não constitui risco para rating. Público.
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Joaquim
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17:06
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é do Pai
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Pedro Arroja
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14:38
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déjà vu
PPC acaba de apresentar um PEC V, em Bruxelas, algumas medidas para combater o défice. São propostas informais que podem vir a ser negociadas com os restantes partidos da oposição.
Onde é que eu já vi este filme?
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Joaquim
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12:45
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um alarve
A Europa, bem na lógica neoliberal, considera que os países pobres são pobres por culpa própria e não porque foram empobrecidos num sistema de relações sistémicas que lhes foram desfavoráveis.
Boaventura Sousa Santos, hoje no Público.
PS: A culpa é dos outros. Reforçar o locus externo dos portugueses é um verdadeiro atentado cultural.
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Joaquim
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09:39
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estupefacto
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Ricardo Arroja
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09:29
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alerta
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Ricardo Arroja
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09:22
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23 Março 2011
reality show
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Joaquim
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21:30
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uma união esfrangalhada
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Ricardo Arroja
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19:09
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indigno (II)
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Ricardo Arroja
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16:30
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indigno
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Ricardo Arroja
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16:00
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cobardia
PS não avança com resolução de apoio ao PEC.
PS: Não têm votos para apoiar o PEC!
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Joaquim
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14:41
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agarrado ao poder
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Ricardo Arroja
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10:08
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Como resolver a crise política.
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Ricardo Arroja
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09:16
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equilíbrio
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Joaquim
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07:39
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2 notícias 2
A situação em Portugal é "melhor do que se esperava" e que o governo de Lisboa vai "na direção certa", prevendo que os líderes da zona euro irão "carimbar" o esforço de Portugal.
"Os ministros das Finanças perceberam que as expectativas de Portugal saíram goradas", afirma fonte conhecedora das negociações. O governo português pretendia que o FEEF abrisse linhas de crédito para ajudar os países em dificuldades sem a intervenção do FMI. "Esse objectivo falhou. A partir daí, o resgate financeiro de Portugal seria apenas uma questão de tempo", diz a mesma fonte.
Sócrates apresentou em Bruxelas medidas virtuais e trouxe de Bruxelas um apoio virtual. Não há memória histórica de uma situação tão ridícula.
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Joaquim
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07:29
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incompetentes
Afinal, o défice do ano passado - o primeiro do longo caminho de consolidação orçamental a que a economia portuguesa está obrigada - poderá superar os 8%, mesmo depois de incorporado o Fundo de Pensões da PT.
PS: O FMI não vem aí por causa da crise política, o FMI vem aí porque o governo é incompetente.
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Joaquim
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07:14
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4 notícias 4
Fitch considera que disputa política não constitui risco para contas de Portugal.
A Comissão Europeia já está à espera que "chegue de Lisboa uma carta a formalizar o pedido de ajuda financeira, com ou sem crise política.
Pinto Balsemão: "Estamos em democracia e as eleições são um processo normal".
Pedro Santos Guerreiro: "Estas eleições são um crime".
PS: Seria preferível que os jornais económicos não derrapassem para o tablóide. Para a saúde mental dos seus leitores.
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Joaquim
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07:05
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22 Março 2011
o capitalismo acabou com a vida em Marte
Hugo Chávez Frías, dijo que “no sería extraño que en Marte haya habido civilización, pero a lo mejor llegó el capitalismo, llegó el imperialismo y acabó con el planeta”.
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Joaquim
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19:29
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atirar poeira para os olhos
Depósitos das famílias atingem máximos de 1989.
A realidade: depósitos das famílias caíram ao nível de há 22 anos.
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Joaquim
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13:56
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a ética da democracia
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Ricardo Arroja
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09:10
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where is Belém?
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Ricardo Arroja
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08:34
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tão amigos
FT Ler Mais...
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Joaquim
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07:54
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21 Março 2011
o papel da filosofia
Os filósofos têm interpretado o mundo de muitas maneiras, mas o importante é mesmo mudá-lo. Esta citação, como sabem, é o epitáfio inscrito no túmulo de Karl Marx.
É útil recordar estas palavras do velho magano quando José Gil nos recomenda uma atitude expectante porque "não dispomos de informação suficiente". Pois não dispomos nem nunca disporemos porque tal é a condição humana, temos de decidir com base em informação satisficiente, temos de correr riscos e de escolher os nossos aliados. Ora os filósofos podem ajudar-nos nessa tarefa ou juntarem-se ao coro das velhas "com a cabeça entre as orelhas"...
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Joaquim
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21:02
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magistratura activa?! lol.
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Ricardo Arroja
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15:16
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uma filosofia efeminada
Se numa sociedade católica predominam os valores femininos, então os filósofos devem ser os arautos dessa tendência porque procuram racionalizar o sentimento geral.
De facto, quem ler hoje a entrevista de José Gil ao Público pode facilmente comprovar esta asserção:
1) O filósofo não poupa palavras - tagarela como o mulherio.
2) O filósofo teme a bancarrota - as mulheres valorizam a segurança acima de tudo.
3) O filósofo não se compromete sem que primeiro se perceba o que vai acontecer - as mulheres são avessas ao risco.
4) O filósofo considera que era preciso desculpar o primeiro-ministro - esta é maternal.
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Joaquim
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11:18
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dono da bola
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Ricardo Arroja
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10:23
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constituição
O melhor era até que o Presidente se casasse com uma das irmãs ou primas, para manter o pedigree. Ramsés II era casado com uma das suas irmãs e com três das suas filhas. Ler Mais...
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Joaquim
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07:37
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20 Março 2011
pregar aos peixes
Há 2 anos, eu sugeri um conjunto de medidas que, em parte, vão agora a ser adoptadas. Gostaria de destacar três das mais importantes:
1) Usar um método de capitação para o financiamento da saúde - Deixei aqui esta sugestão em 8 de Março de 2009.
2) Cortar nos medicamentos - Medida que eu sempre defendi, por razões de saúde pública, ecológicas e também pelos custos, 5 de Fevereiro de 2009. Eu propunha um corte de 300 M€, agora é necessário um corte de 700 M€.
3) Redimensionar o SNS - Medida a que chamo retomar a visão fundadora.
Os portugueses têm razão par estarem zangados. Perdemos dois anos a olhar para o balão.
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Joaquim
em
17:33
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receita para a saúde
Health sector reform (do mesmo documento)
The Government has initiated a comprehensive reform package to improve efficiency and to reduce significantly the costs of the health care sector. The government will implement the measures announced in mid-December 2010, including:
increases in co-payments, prioritisation or exclusion of services, reinforcing primary care provision and a move to per capita payment, specialising and concentrating hospital care, centralised procurement for medicines and diagnostic tests for National Health Service (NHS) patients, salary reductions and the streamlining of NHS administrative structures. Reducing overall expenditure on pharmaceuticals has become a priority through reductions in prices and reimbursement of medicines, faster availability of generics, prescriptions by active element, prescription guidelines and forthcoming e-prescription. Authorities expect the package to yield savings worth € 700 million in 2011, of which 100 million is part of the 2011 additional consolidation package. The government is committed to attain further cost savings of € 200 million in 2012 by cutting operational costs by 10 percent.
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Joaquim
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17:12
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o pai do B.
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Pedro Arroja
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17:10
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Promoting domestic savings and reducing households’ indebtedness
Texto do documento apresentado pelo governo à UE:
... we will contribute to the recovery of the private sector savings rate by implementing a comprehensive set of measures.
These measures, resulting from joint technical work by the Ministry of Finance and Banco de Portugal, will involve (i) promoting financial education and literacy, including by bringing together all the involved public and private entities and by ensuring coherence between the individual initiatives in this area; (ii) facilitating savings decisions, including by encouraging households’ automatic savings; (iii) upgrading the attractiveness and promoting the access to the existing financial savings products and the supply of new ones; and (iv) incentivizing households’ and financial institutions towards prudent management of indebtedness, thus also contributing to financial stability.
These measures will be approved by the end of March 2011.
Nota: Se a populaça tivesse qualquer grau de literacia financeira não estávamos no estado em que estamos. Por outro lado, se o governo não fosse da populaça sabia que ninguém tem dinheiro para poupar.
Publicada por
Joaquim
em
17:04
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o coitadinho
"Uma encíclica sobre Maria, um ano mariano, não encontram em geral grande entusiasmo no catolicismo alemão. Teme-se uma deterioração do clima ecuménico; antevê-se o perigo de uma piedade demasiado emocional ..."
(Cf. "Maria: Primeira Igreja", op. cit., p. 33).
Publicada por
Pedro Arroja
em
13:26
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o convidado
Publicada por
Pedro Arroja
em
13:00
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