Num artigo de ontem, no Expresso, Nicolau Santos desfere um ataque violento ao João Lobo Antunes a propósito do seu recente livro Egas Moniz – Uma biografia. Nicolau Santos argumenta que o autor publicou esta biografia para branquear a figura de Egas Moniz, essencialmente por motivos pessoais.
Penso que a agressão do Nicolau Santos ao João Lobo Antunes não pode deixar de estar relacionada com o facto de este ser o mandatário nacional da candidatura de Cavaco Silva à Presidência da República e, portanto, atribuí a diatribe à “porca da política”.
Já em relação às considerações do Nicolau sobre o Prof. Egas Moniz, gostaria de sublinhar que este, ao contrário do que é afirmado, não é nenhum Josef Mengele. Egas Moniz foi um médico ímpar e um cientista de excelência.
É profundamente injusto e ignorante abordar as complicações de algumas das descobertas de Egas Moniz sem referir os seus enormes benefícios. Seria como condenar a descoberta da penicilina devido à ocorrência de reações alérgicas fatais ou criticar a introdução da anestesia por causa dos efeitos tóxicos do clorofórmio.
No site oficial da Fundação Nobel, Bengt Jansson, num artigo de 1998, explica o mérito de Egas Moniz e as razões pelas quais lhe foi atribuído o prémio Nobel. Nada mais é necessário acrescentar.
É uma pena que o jornalismo português tenha descido tão baixo.
31 Dezembro 2010
o jornalismo da populaça
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Joaquim
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08:25
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a receita de César
Sócrates cria "excepção aos cortes salariais" para trabalhadores da Segurança Social. A receita de Carlos César chegou ao continente. Aos amigos dão-se promoções retroactivas, aos outros aplicam-se os cortes.
Venha o FMI.
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Joaquim
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08:00
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30 Dezembro 2010
them's us
Lady Perry, a former chief inspector of schools in England, uses an anecdote from her time as a young teacher in Canada to explain the concept of the Big Society. It was half-time in a curling match, and she was chatting with fellow players in the hamlet of Grand Coulee. The thaw had arrived after another harsh winter, turning the dirt track to Regina into an impassable quagmire.
In her typically British way, she exclaimed that it was disgraceful they were cut off every year. “We should press for them to build us a proper road.” After a brief pause, one of the locals said: “Pauline, who’s them?” She replied that she didn’t really know, but presumed the provincial or local government should take action. After another pause, a team mate said: “Pauline, round here if we want a road, we build it. Them’s us.”
Via FT
PS: Uma história deliciosa.
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Joaquim
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21:17
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+ protestantismo
The Vatican will establish a new authority to combat money laundering as the tiny state seeks the blessing of international regulators who have refused to include it on lists of countries compliant with international norms.
In a papal document to be published on Thursday, the Vatican will promise to adhere to European rules targeting money laundering. The decree, or motu proprio, will apply to all government bodies at the Holy See including the Vatican Bank, also known as the Institute for Religious Works (IOR).
Via FT
PS: Ver também este post do PA. Será que a modernização da Igreja Católica passa por alguma "protestantização"?
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Joaquim
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20:59
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Canuto
- Que se saiba como é oco e fátuo o poder dos reis e que nenhum verdadeiramente merece esse título, só Ele a quem o céu, a Terra e os mares obedecem.
Canuto colocou então a sua coroa num crucifixo e nunca mais a usou. Ler Mais...
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09:04
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29 Dezembro 2010
desportajar, desdoutorar, descasar
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Joaquim
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21:40
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des
Há dias, uma piquena confidenciou-me, com lágrimas nos olhos, que se sentia muito vulnerável porque tinha acabado de passar por um descasamento.
Ofereci-lhe de imediato o meu ombro... eu sou assim, não gosto de ver ninguém sofrer.
Agora leio que outra piquena, que não conheço, foi desdoutorada e pronto, em vez de pensar no crime de plágio que lhe é alegadamente atribuído, culpo a universidade que a acolheu e doutorou.
Definitivamente não gosto do “des”, é uma espécie de desreligião.
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Joaquim
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19:55
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a economia e a ética... (na perspectiva da irracionalidade)
Mais uma tese de doutoramento da UM
Abstract:
A epistemologia positivista assentou num grande equívoco: acreditava poder atingir a verdade a partir de pressupostos bem delineados que faziam com que se pudesse não só inferir a ciência como, também, em fazer a separação entre ciência e não ciência. A ciência estava dentro de fronteiras entre as quais tudo era explicado por leis universais, válidas no tempo e no espaço. A não ciência era formada por questões de gosto e por realidades abstractas, juizos de valor e pela ética. O equívoco vivia de uma forma simbiótica num pretenso mundo de certezas. As ciências sociais em geral (como a ciência económica em particular) cedo fizeram uma aproximação ao positivismo, cuja metodologia e epistemologia estenderam um tapete às novas ciências sociais emergentes. A economia positiva viria a criar uma espécie de «caixa preta» onde tudo se explica a partir de pressupostos aceites e eticamente neutros. Continuava o equívoco pelas ciências sociais. Este equívoco gerado tornou-se visível na adopção de um racionalismo instrumentalizado que faz rapidamente a melhor afectação dos meios mais adequados aos fins a atingir. Tecnicamente eficiente, o instrumentalismo criou um «homo oeconomicus» abstracto, que acaba por nem ser homem nem ser económico: é uma criação abstacta tal como se tornou a ciência moderna. O paradigma homocêntrico que a modernidade criara, mas que o positivismo, paradoxalmente, desnaturalizou é, agora, desconstruído e reconstruído num novo paradigma a partir de outros vectores (também irracionais) que são transversais ao estar no mundo real, ao esforço de busca da verdade, mas agora voltado para o bem-estar do ser humano que tem de ser livre para poder ser responsável e, responsavelmente, poder realizar o que mais valoriza. A liberdade para ser e para agir exige a presença da responsabilidade “ad intra” e “ad extra”: “ad intra” porque ontologicamente fundante e “ad extra” porque constitutiva da justiça e da equidade. Nesta perspectiva, só um espírito de comunidade será capaz de criar o ambiente de realização e felicidade que volatilize os “gaps” que separam o ter e o ser, tornando prioritário o ser humano em todas as suas dimensões. Num ambiente de relações informais, o exercício da liberdade assume ser o exercício legítimo do humanismo solidário no qual cada homem se realiza não só como indivíduo, mas, essencialmente, na sua relação com os outros. Afinal, o racionalismo económico eficiente (que, também, não deixou de criar os seus próprios desperdícios) acaba por ter de aceitar que o bem-estar é muito mais do que «uma fuga para a frentre»: a recuperação do que foi ficando para trás, sobretudo quando é humano, é essencial a todo o progresso de base humana e social.
PS: Cada vez tenho mais pena da rapariga desdoutorada.
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19:10
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contributos para a (des)educação de adultos
Esta notícia levou-me a consultar algumas teses de doutoramento da UM. A tarefa foi muito fácil porque a Biblioteca da UM faz o favor de as disponibilizar em formato digital.
O material disponível é tanto e tão precioso que é um risco destacarmos um único trabalho. Não resisti, porém, a incluir aqui o abstracto de uma tese de doutoramento apresentada na UM em 2008. A originalidade é tal que a sua divulgação também serve como garantia de que o plágio, na UM, é forçosamente uma raridade.
Abstract:
Este trabalho, intitulado A Racionalidade Comunicativa: contributos para a educação de adultos, é a dissertação de Doutoramento em Educação, área de especialização em Filosofia da Educação, de ____________________. É constituído por um índice, indicações preliminares, seis capítulos, sendo o primeiro preambular, uma conclusão e bibliografia. Nas indicações preliminares justificam-se os objectivos da investigação; explica-se a metodologia usada; e indica-se a forma de organização do trabalho. No capítulo preambular problematizamos a tendência para um tipo de cogitação incorporado na vivência contemporânea, fixado na crença de que a uma acumulação de conhecimento correspondem níveis mais elevados de desenvolvimento. As abordagens críticas associam esta visão fragmentada do conhecimento aos efeitos do processo de racionalização crescente na nossa sociedade moderna. Não havendo uma uniformidade de perspectivas, delas se demarcam três posições que consideramos relevantes para a explicação deste mesmo processo: a de Max Weber, a dos teóricos críticos da segunda geração da Escola de Frankfurt e a de Jurgen Habermas, que expomos respectivamente ao longo dos segundo, terceiro e quarto capítulos. No quinto capítulo centramos a nossa atenção na proposta habermasiana sobre a consensualidade dialógica, própria da racionalidade comunicativa, que consideramos de grande valor na educação de adultos. Aludimos aqui também ao facto de Habermas se referir às narrativas como o lugar onde é projectada a atmosfera vivenciada no ‘mundo da vida’. No sexto capítulo trazemos à colação a exigência de auto-questionamento e de reflexão crítica no processo que envolve a educação de adultos; desenvolvemos a ideia de interesse emancipatório e da sua relação intrínseca com o autoconhecimento, sublinhando a valia que para ele podem assumir as narrativas breves. Na conclusão elencam-se, capítulo a capítulo, as principais ilações retiradas do trabalho desenvolvido de acordo com os objectivos da investigação previamente demarcados. Algumas das citações foram vertidas para Língua Portuguesa, de forma a uniformizar o trabalho. A bibliografia, tanto a citada como a consultada, segue a elementar ordem alfabética.
PS: Reparem na originalidade de um capítulo de "indicações preliminares", seguido de outro de natureza "preambular" e da inclusão de uma bibliografia que segue a "elementar ordem alfabética". Trata-se de um esforço de racionalidade que projecta a atmosfera vivenciada no "mundo da vida" e que traz à colação a exigência de auto-questionamento e de reflexão crítica.
Tenho pena da rapariga desdoutorada.
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Joaquim
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12:12
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UM é forte com os fracos
A verdadeira notícia não é que uma aluna copiou. A verdadeira notícia é que a Universidade do Minho não demonstrou capacidade para avaliar as teses dos seus doutorandos.
Os professores não acompanharam o desenvolvimento da tese desta aluna, não estavam familiarizados com a matéria e não conheciam a bibliografia respectiva.
Obviamente, os supervisores deviam demitir-se, assim como o responsável pelo departamento e a UM deveria proceder a uma auditoria das teses de doutoramento apresentadas nos últimos anos.
A marca UM ficou desvalorizada. E a decisão de anular o doutoramento à aluna, sem medidas adicionais, acaba por ser contraproducente. Ler Mais...
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Joaquim
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07:41
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28 Dezembro 2010
uma doutrina revolucionária
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Joaquim
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14:58
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cuidado com as mnsgs
A minha mulher não gostou de uma mensagem que recebi da Optimus com o seguinte texto:
93: Casa dos segredos no seu telemóvel: acompanhe todas as emocoes dos ultimos dias. Clique aqui: http://l.optimus.pt/UltimosDias
Ninguém lhe tira da ideia que é 1 mnsg enkriptd d1 mula.
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Joaquim
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14:34
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o poder da religião
"O que o Vaticano quer da China é poder. Não diz respeito à verdadeira essência da fé católica", afirmou o Global Times, publicação em língua inglesa do grupo Diário do povo, órgão central do Partido Comunista Chinês (PCC).
Na sua tradicional mensagem de Natal, o Papa criticou a China pelas "limitações impostas à liberdade religiosa". O Papa "quer ser o senhor dos católicos do mundo inteiro", mas "o mundo está a mudar" e "o Vaticano não tem poder para controlar a direcção e a velocidade das mudanças", disse o jornal.
Nos últimos anos, as relações entre Pequim e a Santa Sé "melhoraram", mas "enquanto o Vaticano mantiver relações diplomáticas com Taiwan e insistir no direito de nomear os bispos na China, será difícil assegurar uma melhoria permanente", referiu o Global Times. "A pretensão do Vaticano de que a identidade religiosa transcende tudo é irrealista e até prejudicial para um país com varias etnias e religiões", proclamou o Global Times.
Artigo citado n'O Insurgente.
PS: Voltarei a este tema que me parece extraordinário para reflexão.
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Joaquim
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09:18
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27 Dezembro 2010
ricos blindados
A propósito dos blindados que não chegam, por que razão se contratou um intermediário para a sua aquisição?!? Não se poderia ter posto alguém do Ministério da Administração Interna ou da PSP a tratar do assunto? Enfim, mais uma estória que ninguém compreende e que demonstra a falta de accountability deste pobre regime...
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Ricardo Arroja
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20:16
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seria melhor para todos
“Portugal no necesita financiar su deuda pública hasta finales de año, pero no debería apurar ese margen para acudir al paraguas de rescate europeo. Seria mejor para todos”, afirma el economista jefe de Deutche Bank, Thomas Mayer en una entrevista al Frankfurter Allgemeine.
PS: Cada dia que passa as medidas para estancar o défice tornam-se mais difíceis. A cegueira de José Sócrates trouxe-nos os cortes salariais e, a continuar, vai trazer-nos despedimentos na função pública.
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13:52
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26 Dezembro 2010
uma perspectiva diferente
- Greece has one of the lowest total debt to GDP ratios amongst OECD nations. Yes, that's right, lowest; because even though government debt is very high at 127% of GDP (end of 2009 and going higher, probably to 140% by the end of 2012) private debt (i.e. corporate plus household) comes to only 108% of GDP, making for a total debt to GDP ratio of only 235%. That's lower than Switzerland (313%), Canada (259%) or, gasp!, ever-so-self-righteous Germany itself (285%).
- Greece has a very large, but very real, "shadow" economy due to widespread tax-evasion and corruption. The IMF estimates it at 27% of GDP, by far the highest of any OECD nation (average is estimated at 11%). This means that officially reported Greek debt/GDP ratios are grossly overstated.
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Joaquim
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21:16
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E Agora?
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Ricardo Arroja
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19:00
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25 Dezembro 2010
outro socialista
His comments were echoed by other Church leaders, who expressed concern that the impact of the financial crisis was being unfairly distributed and fear a rise in social unrest. Ler Mais...
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Joaquim
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21:09
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coisas que necessitam de equilíbrio
O principal desafio que se coloca aos portugueses, para superar a crise atual, não é só combater os nossos defeitos. Minimizar os defeitos é importante mas é tão óbvio que não se torna necessário sublinhá-lo.
O principal desafio é encontrar o ponto de equilíbrio correto para as nossas qualidades. Em excesso, ou fora de contexto, todas as qualidades parecem ter um potencial maléfico. Só que por serem qualidades não merecem a nossa atenção e passam facilmente despercebidas enquanto factores da crise.
A tolerância, a inocência e a desvalorização dos bens materiais, por exemplo, caem no capítulo das qualidades que se podem tornar perniciosas se não forem geridas com equilíbrio.
Para superarmos a crise atual, penso que devemos começar por prestar mais atenção às nossas qualidades.
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Joaquim
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13:40
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um retrato
El discurso del rey Juan Carlos… en cifras.
"Los parados son nuestra prioridad". En España hay 4,57 millones de parados, un 19,8% de la población activa, según la EPA del tercer trimestre. En el último año (de septiembre de 2009 al mismo mes de 2010) se han quedado sin empleo 451.000 personas.
"La sociedad no puede dejar que tantos jóvenes carezcan de trabajo". La tasa de paro juvenil es del 41,7% y duplica a la media de la Unión Europea. Solo Estonia tiene niveles similares.
"Pienso en quienes han tenido que cerrar comercios". En los últimos dos años se han cerrado 30.000 tiendas y se han perdido 90.000 empleos, según datos de la Confederación Española de Comercio.
"Los sacrificios asumidos por los asalariados...". El coste laboral medio por trabajador y mes (2.421 euros) cayó por primera vez en 10 años en gran parte por el estancamiento de los salarios.
"Los autónomos...". Hasta noviembre, se quedaron en paro 51.591 trabajadores por cuenta propia, según el Régimen Especial de Trabajadores Autónomos.
"Los pensionistas...". La congelación de pensiones contributivas para 2011 decretada por el Gobierno afectará a 5,6 millones de pensionistas.
"Los funcionarios...". Los funcionarios vieron rebajados sus sueldos un 5% desde junio y los verán congelados durante 2011.
"Volver a situar a la economía en el pelotón de cabeza". Brasil desbancó a España como octava economía (FMI).
"Sin un crecimiento adecuado no crearemos empleo". La previsión de crecimiento oficial para 2011 es del 1,3% del PIB, muy superior al que estiman organismos como el FMI o la Comisión Europea. El Ejecutivo ya ha reconocido que hasta la segunda mitad de 2011 no habrá un incremento de empleo, que será mínimo (0,3% en el conjunto del año).
"Máxima atención a los excluidos y marginados". Ocho millones de españoles padecen pobreza (Cáritas). El número de hogares con todos sus miembros en paro es de 1.292.300 (EPA). Y uno de cada cuatro niños (24,1%) está en riesgo de pobreza relativa (Unicef).
Discurso de Juan Carlos, via El País.
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Joaquim
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09:38
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24 Dezembro 2010
públicos e privados
Nos últimos anos temos vindo a assistir ao desaparecimento progressivo da fronteira entre o Estado e a chamada sociedade civil. O Estado passou a desenvolver a sua ação através de múltiplas entidades privadas e muitas entidades privadas passaram a depender inteiramente do Estado.
Na área financeira, por exemplo, esta miscigenação é muito clara. O Estado regulamenta toda a atividade dos bancos, desenvolve a sua estratégia macroeconómica através dos bancos e assume o papel de avalista final.
Nas áreas da educação e da saúde o Estado assume-se como empresário, mas também desenvolve parcerias com os privados e com entidades sociais, como as Misericórdias, num novelo que parece impossível de destrinçar.
O resultado desta mistura é dramático. Destrói a administração pública pela contaminação com princípios de gestão privada e destrói o sector privado que passa a estar dependente da influência, da política e da burocracia.
Parece-me muito importante pôr um ponto final nesta mixórdia que só beneficia os agentes políticos e os empresários de segunda categoria e que prejudica, e muito, o País.
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Joaquim
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18:31
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Nochebuena II
1. DECOMISO DEL VEHÍCULO
Esta es, sin lugar a dudas, la medida que genera más controversia. Según el nuevo Código Penal, aquellos conductores que cometan una infracción por exceso de velocidad, conducir bajo los efectos del alcohol o sin carné, se quedarán sin su coche de manera definitiva por considerarse éste "instrumento del delito"
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Joaquim
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08:01
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Nochebuena I
El día de Nochebuena traerá este año un regalo envenenado a los millones de empresas que operan en España y a sus trabajadores. La reforma del Código Penal, que entra en vigor el próximo día 24 de diciembre, introduce multas y penas de prisión de seis meses a cuatro años para el delito de corrupción entre particulares, con lo que cualquiera que conceda o acepte regalos que pretendan comprar voluntades u obtener cualquier beneficio en la compra o venta de mercancías puede incurrir en delito.
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Joaquim
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07:59
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23 Dezembro 2010
causas, tribos & sexo
Claro que continuamos a ter de prestar contas a Deus pelos nossos actos, continuamos ligados à Pátria e todos temos uma família, mas para as Panteras a realidade não conta. Vivemos noutro paradigma e pronto. A fantasia, nos contos de fadas, transforma-se em realidade.
O novo paradigma, para as Panteras Rosa são as pessoas. Mas as pessoas sofreram alguma metamorfose? Pergunto eu. Claro que não. Só que em vez de erguerem os olhos para o céu as Panteras baixaram o olhar para o chão. Substituíram Deus por Causas, a Pátria por Tribos e a Família pelo Sexo. O novo paradigma não são as pessoas, o novo paradigma é:
Causas, Tribos e Sexo.
As causas atraem grupos de pessoas que formam tribos e se fornicam umas às outras. Grande paradigma! Ler Mais...
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Joaquim
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09:51
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22 Dezembro 2010
elementary my dear Watson
O Governo decidiu que o salário mínimo vai subir 10 euros em Janeiro para os 485 euros. Mas o Executivo comprometeu-se a aumentar o valor para os 500 euros ao longo do próximo ano.
Governo não espera estar em funções até ao final de 2011 e pretende deixar o terreno armadilhado para quem se seguir.
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Joaquim
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17:52
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a real elite (II)
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Ricardo Arroja
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14:33
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a real elite
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Ricardo Arroja
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11:45
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as políticas socialistas
Para 2010, prevêem um crescimento de 13%, para 450 milhões de euros. "Foi um ano muito bom para a Mercedes-Benz. Esta foi a nossa recompensa depois de mais um ano de grandes mudanças e de reforço da marca", explica Carsten Oder.
A marca alemã prevê fechar este ano com mais de 8.500 carros vendidos no mercado português, o que significa um aumento da quota de mercado para 4,2%. "O objectivo traçado com a casa-mãe foi vender 7.300 carros este ano em Portugal, mas vamos vender mais. Portanto, ultrapassámos o nosso objectivo", defende o executivo.
PS: Os socialistas apregoam a igualdade, mas o resultado é o que se vê. Ler Mais...
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11:41
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21 Dezembro 2010
quando crescer é encolher
Olhando para o lado da despesa, a nota afirma que “no período de Janeiro a Novembro, a despesa pública registou um crescimento de 2,6 por cento, que traduz uma redução de 0,2 pontos percentuais face ao mês anterior” e sublinha que “o grau de execução da despesa situou-se em 89,1 por cento, inferior em 1,7 pontos percentuais à média do perfil intra-anual de execução da despesa nos quatro anos precedentes, continuando a revelar sinais seguros de que o objectivo orçamental para 2010 será cumprido”.
Via Público
PS: A vermelho a realidade e a verde o spin.
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07:41
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20 Dezembro 2010
execução orçamental
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Ricardo Arroja
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23:22
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o arquitecto e a obra
Architect of the single currency dies.
Morreu o arquitecto e resta saber se a sua obra prima não terá já ultrapassado o prazo de validade.
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Joaquim
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07:44
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19 Dezembro 2010
mudar de vida
- Ou mudamos de estratégia ou caímos no abismo.
- É necessário mais espaço para a iniciativa privada e menos para o Estado.
- Temos de enterrar concepções insustentáveis do socialismo.
- Não podemos confundir a igualdade com o igualitarismo.
Declarações de
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Joaquim
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10:40
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18 Dezembro 2010
mal educadas sexuais
A Suécia tem educação sexual nas escolas desde 1956, contudo (a avaliar por estas histórias) as suecas são umas mal educadas sexuais. Aqui está um bom argumento para acabar com a educação sexual.
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Joaquim
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13:32
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como resolver o défice da saúde
Só há duas maneiras possíveis de acabar com o défice da saúde. Ou cortar nos cuidados aos doentes ou cortar no próprio Ministério da Saúde.
Na segunda opção, o MS poderia ser extinto e o financiamento passar a ser feito directamente às unidades prestadoras de serviços de saúde, por um método de capitação. As questões de saúde pública seriam confiadas a uma Direcção Geral.
A primeira opção deixo à imaginação e cuidado dos socialistas. Eles é que têm estômago para essas coisas.
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Joaquim
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12:57
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2.000 M€
A situação financeira do Serviço Nacional de Saúde (SNS) pode, afinal, ser ainda mais grave do que o próprio ministro das Finanças admitiu em Outubro passado.
Mais do que os 500 milhões de derrapagem em relação ao que foi orçamentado para 2011 e que Teixeira dos Santos descobriu, as contas provisórias do final do ano feitas pelo próprio Ministério da Saúde apontam para um défice acumulado que pode chegar aos dois mil milhões de euros.
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Joaquim
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12:46
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5 medidas credíveis 5
Gostaria de sugerir ao governo 5 medidas simples para resolver, de vez, o problema do défice e da dívida soberana portuguesa.
- Acabar com o Ministério da Saúde - O MF financiaria directamente as unidades de saúde por um método de capitação.
- Acabar com o Ministério da Educação - O MF financiaria directamente as escolas.
- Acabar com o Ministério da Ciência, da Tecnologia e Ensino Superior.
- Acabar com o Ministério da Economia - Por inutilidade.
- Acabar com o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social.
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10:30
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desvario total
O Governo já tem um plano B caso as 50 medidas que foram apresentadas esta semana não acalmem os mercados.
B, C, D, E, F...
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Joaquim
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08:53
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17 Dezembro 2010
EUA 150 - UE 0
ESTE ANO FALIRAM NOS EUA CERCA DE 150 BANCOS (ver lista aqui). NA UE PENSO QUE NÃO FALIU NENHUM.
SÃO 150 A 0.
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Joaquim
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20:10
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Body Browsing - mais uma inovação da Google
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Joaquim
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10:13
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a legitimidade do Estado
Os Estados estão a perder legitimidade? Seria uma grande presunção da minha parte responder genericamente a esta pergunta, pese embora a existência de elementos que apontam nesse sentido. O Estado português, com certeza, tem hoje menos legitimidade do que tinha há 20 anos.
Quando me refiro à legitimidade do Estado, não estou a invocar os aspectos formais do funcionamento da coisa pública. Pelo menos, no Ocidente, todos os governos atuais resultaram dos formalismos políticos adequados. Refiro-me, isso sim, ao reconhecimento, por parte dos governados, da autoridade dos governantes para os liderarem.
Ora, neste capítulo, estamos conversados. A população portuguesa já não reconhece aos governantes qualquer autoridade. Considera-os alienados do Bem Comum, vassalos de interesses particulares, incompetentes e, nalguns casos, corruptos.
Esta falta de legitimidade limita a ação governativa e, em desespero, leva a que cada um trate da sua vidinha. O capital foge, a informalidade cresce, os ajuste de contas banalizam-se, não se investe, não se contrata ninguém, não se confia em ninguém, enfim – é o descalabro social.
Na minha opinião, vai ser muito difícil recuperar a legitimidade perdida. Serão necessários novos líderes e um novo regime político.
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Joaquim
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07:04
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16 Dezembro 2010
don't ask don't tell
- Os EUA devem um pedido de desculpas a Portugal.
Foi por uma boa causa, estais desculpados. Ler Mais...
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Joaquim
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15:49
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vectores do anarquismo individualista moderno
1. Perda da legitimidade do Estado.
2. Egoísmo.
3. Hedonismo.
4. Ignorância.
5. Desestruturação da família.
6. Libertinagem sexual.
7. Feminismo.
8. Ateísmo.
9. Emocionalismo (substituição do pensamento racional por emoções).
10. Fim do socialismo.
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Joaquim
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09:44
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trabalhar malandros
Via DN
PS: Uma vez que há dezenas de milhares de desempregados com cursos superiores, a construção civil portuguesa vai poder contar com a força de trabalho mais educada do mundo. Presumo que a produtividade de assentar tijolos vai explodir. Ler Mais...
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06:49
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palha
Se as 50 medidas do governo (aqui muito bem dissecadas pelo João Miranda) fossem respostas a um teste de economia, o examinador devia considerá-las, no calão académico, PALHA.
Ler Mais...
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Joaquim
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06:21
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15 Dezembro 2010
50 medidas 50
Medidas do governo podem contribuir para reforçar tendências anarquistas da sociedade portuguesa. Digo eu.
Ler Mais...
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Joaquim
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23:03
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o erro de Assange
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17:00
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A
Os anarquistas são contra qualquer forma de governo coercivo, qualquer forma de governo que seja imposto aos cidadãos pela força, incluindo as formas democráticas de governo que não contemplem direitos de secessão ou de “opting out” (nenhuma o faz).
Sem tentar analisar as mil e uma nuances do anarquismo que vão do anarco-sindicalismo ao anarco-capitalismo, gostaria de me focar apenas na aversão dos anarquistas ao Estado para sustentar a tese de que esta característica tem tendência a desenvolver-se à medida que os indivíduos adquirem maior autonomia económica e social.
Uma pessoa capaz de ganhar a vida pelos seu próprios meios, capaz de se governar a si próprio e à sua família, sente que não precisa tanto do Estado e até que estaria muito melhor sem a intromissão constante do Estado na sua vida.
Numa determinada sociedade, meia dúzia de indivíduos com essas características constituem um bando de lunáticos. Uma percentagem significativa da população, porém, constitui uma corrente anárquica com capacidade para influenciar o curso dos acontecimentos. É possível que esse efeito de massa já se esteja a fazer sentir nos países mais ricos e que o apoio à Wikileaks traduza este fenómeno.
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Joaquim
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16:20
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informal
É possível que o governo conservador da Suécia não resista a esta fuga de informação. Vão rolar cabeças e não vai ser (para já) a do Assange. Não dava para acreditar que o interesse da justiça sueca pelo líder do Wikileaks se devia apenas a umas quecas suecas mal aviadas.
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Joaquim
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10:14
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FMI
Portugal não necessita de recorrer ao FMI porque o FMI "re-corre" a Portugal e o primeiro-ministro está disposto a fazer "o trabalho sujo" desta organização internacional.
É uma situação política inédita, penso eu.
PS: Link para um estudo do FMI sobre crescimento na zona do Euro (PDF).
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Joaquim
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09:53
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federalismo?
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Ricardo Arroja
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08:57
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se hay gobierno yo soy contra
A desilusão com a esquerda e a extrema-esquerda é certamente uma das causas deste fenómeno. Os jovens aspiram à liberdade e constatam que ela não está no socialismo nem no comunismo.
Em Portugal, a juventude vai demorar mais tempo a anarquizar-se devido à influência da cultura católica que, como o PA tem realçado, é uma cultura de autoridade e a anarquia é anti-autoridade. Mas a moda vai chegar, nós adoramos estrangeirismos.
Nos próximos posts irei tentar demonstrar que esta ascensão da anarquia é um desenvolvimento social lógico e até benéfico. Irá destruir o que resta da esquerda Estalinista e Maoísta, as franjas colectivistas dos partidos socialistas e sociais-democratas e abrirá caminho ao Estado mínimo.
Como libertário, este resultado agrada-me. Ler Mais...
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Joaquim
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07:38
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13 Dezembro 2010
os jornalistas portugueses são suaves
...the WikiLeaks founder now in custody in London awaiting extradition to Sweden on faintly mysterious charges of sexual assault, look both weak and repellent.
The Economist
Não estive nas camas em que ele se meteu na Suécia, mas não vejo motivos para não achar que os tribunais ingleses e suecos são capazes de julgar o caso com equilíbrio no quadro das respectivas legislações.
JMF, no Blasfémias
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Joaquim
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18:42
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os jornalistas são suaves
As fugas de informação do Wikileaks demonstraram, para quem andasse distraído, que o jornalismo português não vale um tostão furado. Os portugueses devem deixar de gastar dinheiro com este jornalismo suave manso que não passa de lixo.
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Joaquim
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18:30
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o erro de Santos
Cable:
On February 5, Millennium
Executive Board Chairman Carlos Santos Ferreira discussed the
proposal with Poleconoff and its possible benefit to the USG.
While he claimed that the costs could outweigh the benefits
to Millennium, Ferreira is willing to establish a
relationship with Iran to help the USG track Iranian assets
and financial activities. Millennium has consulted with the
Bank of Portugal and senior government officials, and would
like our views on its proposed relationship with Iran and
Washington's interest in tracking Iranian accounts in
Portugal.
O erro:
Santos Ferreira pensa que os accionistas do BCP são beneméritos, dispostos a sacrificarem-se pelas causas do USG.
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Joaquim
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15:01
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Ferreira, Santos Ferreira
O risco financeiro associado ao negócio bancário não é exatamente o mesmo da espionagem. Se os acionistas do BCP soubessem que o banco pretendia ser uma central de informações, por certo teriam exigido uma remuneração adicional para o capital investido.
É que a possibilidade de serem apanhados com a boca na botija, por assim dizer, é grande (como se constata) e as consequências não podem deixar de ser bastante onerosas.
Se o Banco de Portugal teve conhecimento prévio desta situação, estamos perante um escândalo de grandes dimensões. Jardim Gonçalves parece um santo, quando comparado com Santos Ferreira.
Como é que o atual presidente do BCP se terá apresentado a Mahmoud Ahmadinejad? Deixem-me adivinhar:
- Ferreira, Santos Ferreira.
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Joaquim
em
10:17
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+ transparência
Diplomacia dos EUA retrata Sócrates como um político carismático, com sentido de Estado, e Cavaco Silva como um ressabiado que só está preocupado com a sua imagem.
Sócrates procedeu bem ao autorizar os voos da CIA, com os presos de Guantánamo. Mentir ao Parlamento, contudo, não teria sido necessário. O Mister devia ter driblado as perguntas sobre este assunto.
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Joaquim
em
07:08
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o mister
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Joaquim
em
07:00
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12 Dezembro 2010
democratizar a informação
The state has not been “in control” of information for hundreds of years, probably not since Gutenberg invented the printing press and produced his Bible, which helped make the Protestant Reformation possible.
PS: Mais um a falar da reforma, a propósito do Wikileaks.
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Joaquim
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19:03
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Wikileaks
1. Precisamos de mais transparência? Sim, sem qualquer dúvida.
2. A Wikileaks pode ser um meio para uma sociedade mais transparente? Sim.
3. A divulgação das fugas do Departamento de Estado dos EUA são legítimas? Com certeza que sim.
4. Têm interesse publico? Sim e sim.
5. As motivações do Assange são importantes? São importantes, mas esse é outro assunto que não deve prejudicar a divulgação das fugas.
6. A transparência total é possível, como pretende Assange? Não, o segredo de Estado tem de ser preservado, mas apenas temporariamente e nalguns assuntos específicos – na guerra, por exemplo.
7. O que é o jornalismo científico? É uma treta sem pés nem cabeça.
8. As fugas do Wikileaks beneficiam ou prejudicam a liberdade individual? De um modo geral beneficiam, mas há áreas em que podem prejudicar.
9. A populaça tem capacidade para analisar a informação “em bruto”? Não, de modo algum. Esse é o trabalho dos jornalistas e mais tarde dos historiadores.
10. O Wikileaks aumenta o poder dos jornalistas? Não, diminui porque deixam de ser eles apenas a decidir o que é notícia.
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Joaquim
em
09:49
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a liberdade de saber
O efeito das fugas é a sociedade ficar a saber os segredos do poder. Este, ao guerrear a sociedade com extorsão (impostos), leis e regras esmagadoras da actividade económica e da vida em geral da comunidade ou ainda a actividade policial que aplica cegamente os ataques do poder político, não pode esperar que a sociedade coopere (ou pelo menos, não toda a sociedade). É expectável que haja pelo menos uma parte desta que não aceite ser tratada como súbdita, meramente útil a pagar impostos e a respeitar tudo aquilo que os seus pretensos representantes aprovam. Neste sentido, é expectável que não haja respeito pelo que o estado considera confidencial.
Filipe Abrantes, n'O Insurgente
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Joaquim
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09:17
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11 Dezembro 2010
com o pêlo do mesmo cão
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Joaquim
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21:45
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o valor da verdade
Costuma dizer-se que a primeira vítima da guerra é a verdade. Basta pensarmos na propaganda que rodeou a guerra do Iraque, por exemplo, para compreendermos esta máxima.
Em guerra, os Estados mentem ou distorcem a verdade por razões tácticas e porque os fins justificam os meios. Tudo deve ser feito pela vitória. A derrota constitui uma ameaça existencial intolerável para qualquer povo. É por isso mesmo que Sun Tzu afirmou, há mais de 2.500 anos, que a guerra é um assunto extremamente sério. O mais sério de todos, digo eu, porque é um assunto de vida ou de morte. É por isso que em guerra, todos os direitos podem ser suspensos e impera a lei marcial.
A liberdade de expressão e a liberdade de imprensa ficam diminuídas ou suspensas durante a guerra. As fugas de informação transformam-se em crime de traição e os responsáveis podem ser executados.
A ideia de Julien Assange, de que o Estado deve expor aos cidadãos toda a verdade sobre as guerras em que se envolve ou pode vir a envolver, é absolutamente contrária à própria natureza dos conflitos armados e conduziria ao enfraquecimento e à derrota dos que aceitassem este princípio.
Em ultima análise conduziria à perda total da liberdade.
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Joaquim
em
20:08
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seraglio
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Joaquim
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10:01
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Alcorão
PS: Uma sugestão para as interpretações literais dos textos religiosos. Ler Mais...
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Joaquim
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09:01
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10 Dezembro 2010
ler é maçada
No Jugular, JPC disserta sobre os desígnios de Deus, para regozijo da populaça.
Não se refere, porém, ao Deus dos filósofos e dos Doutores da Igreja. Refere-se ao Deus de Dawkins, ao Deus dos brutos. Um interesse que o qualifica e que simultaneamente o desqualifica.
Tomás de Aquino, em pleno Séc. XIII, já tinha explicado que o homem, pela sua natureza finita, não pode conhecer a infinitude divina. Apenas pode inferir da existência de Deus, em especial pela impossibilidade da criação ex nihilo. Porquê o mundo? Porque não nada?
O literalismo bíblico, que JPC tão grotescamente parodia, não passa de uma doença infantil da ignorância atrevida.
“Ler é maçada, estudar é nada” – “let’s party”.
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Joaquim
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22:26
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bem negociado
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Ricardo Arroja
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15:36
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reprogramação
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Joaquim
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09:26
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falta de médicos (II)
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Ricardo Arroja
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08:59
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falta de médicos
Ricardo,
Penso que esta notícia encerra a questão da falta de médicos.
Portugal está entre os países da Europa que não tem falta de médicos, conclui a OCDE. O País está mesmo acima da média europeia. De acordo com o relatório "Health at a Glance 2010", publicado esta semana pela OCDE, existem 3,7 médicos por cada mil habitantes, um número acima da média europeia (3,3 médicos por milhar de habitantes), e que tem mesmo vindo a crescer. O mesmo estudo diz ainda que metade dosclínicos são médicos de clínica geral. A falta de médicos em Portugal tem sido, contudo, apontada pelo Governo como um dos maiores problemas do sector.
PS: A má distribuição dos médicos resulta da ausência de mecanismos de mercado. É, por assim dizer, uma falência do planeamento central.
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Joaquim
em
07:14
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o bom comunista
Como é que podemos melhorar o sistema de saúde?
1. Reestruturando o SNS.
2. Reprogramando os portugueses.
Creio, sinceramente, que a primeira hipótese é mais realista.
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Joaquim
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06:55
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CS recupera da Gripe A
Novo contrato para a saúde:
1. Para evitar os efeitos nocivos de cortes cegos, CS propõe respostas automatizadas e uma reprogramação cultural (neuronal?) dos agentes da saúde.
2. Um OE que todos percebam porque o atual é incompreensível, até pelos técnicos superiores.
3. “Se não adoptarmos um novo contrato vamos acabar com um sistema de saúde similar ao do Burundi da América”.
4. Os pobres não têm o acesso devido ao SNS, apesar deste ser gratuito.
5. Para poupar deveríamos estender as PPP ao sector social (como disse?)
6. Os portugueses devem subscrever um novo contrato para a saúde (e comportarem-se tão responsavelmente como os finlandeses, digo eu).
PS: CS que nos salvou da roleta russa da Gripe A, propõe-se agora salvar-nos da catástrofe da americanização do sistema de saúde.
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Joaquim
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06:31
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09 Dezembro 2010
reforma máxima: 1.700 euros
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Ricardo Arroja
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17:55
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$ocialismo & $ocial-democracia, S.A.
Há quem olhe para um bairro da lata e só veja miséria e há quem olhe para o mesmo bairro e veja potes de ouro.
Não sei quem é o autor desta frase que resume uma grande verdade. O socialismo, a grande fábrica da miséria em Portugal, só sobrevive porque muita gente vê potes de ouro no meio da pobreza. Sugiro que passemos a escrever socialismo e social-democracia com cifrões - $ocialismo, $ocial-democracia. É mais coerente com a realidade.
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Joaquim
em
07:36
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(in)flexível
A vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD, Paula Teixeira da Cruz, considerou numa entrevista à SIC que o Código do Trabalho não necessita de alterações porque já é suficientemente flexível.
A Heritage Foundation não partilha a mesma opinião:
Portugal’s overall economic freedom remains limited by high government spending, low fiscal freedom, and a rigid labor market... The labor market is highly regulated.
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Joaquim
em
07:25
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status quo
Pedro Santos Guerreiro, no JN, defende o status quo:
Portugal precisa de exportar mais. Para isso, precisa de ser mais competitivo. Como? FMI, BCE e Comissão Europeia têm a resposta na ponta da língua: despedimento individual. Afinal governar a economia é simples. Excepto num ponto: não é o que as empresas querem. Trocavam isso por energia mais barata.
PS: PSG refere-se às empresas instaladas, às que lhe subsidiam o jornal. Não compreende o obstáculo que o Código do Trabalho constitui para as micro-empresas que funcionam num escritório de 50 M2 ou numa garagem. Nem compreende o drama dos jovens desempregados.
Enfim, cada um faz o seu papel.
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Joaquim
em
07:16
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Confúsio
O ministro Vieira da Silva recusou-se a admitir a possibilidade de o Código de Trabalho ser revisto a breve prazo, alegando que as novas leis laborais revelam-se adequadas na resposta à crise e combate ao desemprego.
Vieira da Silva, Abril de 2009
O ministro da Economia afirmou hoje que o Governo quer discutir o custo das indemnizações pagas aos trabalhadores despedidos.
Vieira da Silva, Dezembro de 2010
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Joaquim
em
07:03
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08 Dezembro 2010
Jeróooooonnniiimooooo
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Ricardo Arroja
em
17:39
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reformistas
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Joaquim
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15:20
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EBJ - evidence-based journalism
WikiLeaks coined a new type of journalism: scientific journalism. We work with other media outlets to bring people the news, but also to prove it is true. Scientific journalism allows you to read a news story, then to click online to see the original document it is based on. That way you can judge for yourself: Is the story true? Did the journalist report it accurately?
Artigo de Julien Assange
Depois de terem confiado a cada indivíduo a interpretação da palavra de Deus, como o PA tanto tem sublinhado, os protestantes propõem-se agora confiar a cada indivíduo a interpretação dos "factos" subjacentes às notícias e a sua respectiva validação.
Esta abordagem só pode conduzir à aniquilação da verdade, como a interpretação individual da palavra de Deus conduziu ao ateísmo.
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Joaquim
em
14:50
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alelos curtos vistas curtas
Finalmente a ciência conseguiu descobrir o gene da promiscuidade sexual, o DRD4. Os alelos (variantes) mais longos do DRD4 estão associados a comportamentos sexualmente permissivos em 50% dos casos.
As pessoas que carregam o pesado fardo de transportar um par destes alelos são mais aventureiras, correm mais riscos e divertem-se mais a fazê-lo.
Foram eles que nos tiraram de África, com o seu gosto pelo risco. Foram eles que nos deram um mundo novo e é justo que se regalem, depois de um dia de labuta, com uns flashes de dopamina. Disse depois, mas também pode ser antes ou durante ou quando lhes passar pela cabeça. E que se reproduzam para que a prevalência dos alelos longos supere a dos alelos curtos.
Alelos curtos vistas curtas.
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Joaquim
em
09:27
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os socialista são o pesadelo dos pobres
Acresce ainda que, por força dos grandes números, a maior parte dos sonhos dos socialistas nunca poderia ser financiada pelos ricos, pelo simples facto de não serem tantos e tão ricos. Quem poderia financiar uma educação “gratuita” para todos? Os ricos? Não, o dinheiro tem de provir dos pobres, da populaça.
Para realizarem os seus sonhos, os socialistas dependem assim de um sistema de vasos comunicantes que estabeleça uma ligação direta do bolso dos pobres para os cofres do Estado. Os biliões sugados desse modo são depois gastos em projetos mirabolantes de que, em teoria, todos beneficiariam.
Os pobres, contudo, pouco ou nada beneficiam porque deixam de ter recursos para o essencial e raramente usufruem das grandezas e luxos que os socialistas congeminam. O TGV, por exemplo. Poucos pobres o irão usar, mas uma coisa é certa, todos o irão pagar. É por isso que quando os socialistas sonham, os pobres têm pesadelos. Ler Mais...
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Joaquim
em
07:56
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$ da electricidade a 27
A electricidade é 20% mais cara em Portugal do que em Espanha para pequenos consumos. Tendo em conta a diferença de rendimentos, podemos afirmar que os portugueses de menores recursos estão a ser esfolados vivos para financiarem a visão energética dos socialistas. Ler Mais...
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Joaquim
em
07:13
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a cegueira do governo II
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Joaquim
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06:39
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07 Dezembro 2010
Cimeira do Tintol

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Ricardo Arroja
em
19:48
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uma velha meretriz
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Joaquim
em
16:55
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dia d
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Ricardo Arroja
em
15:01
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