30 Setembro 2010
meta: PIIGS sem socialismo até 31-12-2013
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Joaquim
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10:17
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austeridade
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Ricardo Arroja
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09:30
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a educação compensa?
Compensa alguma coisa, mas o governo está a esforçar-se para que compense cada vez menos. O corte de 10% no salário dos quadros superiores da função pública revela que Sócrates dá pouco valor à educação e à formação profissional. Penso que esta atitude seria previsível numa pessoa que nunca passou muito tempo a queimar as pestanas.
PS: Acresce que, na função pública, os trabalhadores mais bem remunerados são os mais indiferenciados.
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Joaquim
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07:43
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baratas tontas
As medidas atabalhoadas que Sócrates anunciou ontem não são de esquerda nem de direita, são estúpidas.
São medidas cegas, avulsas, tomadas à última da hora e em cima do joelho. Consistem apenas em apresentar à classe média (a populaça foi poupada) a factura de 6 anos de desgoverno.
Paguem e não bufem!
Um governo liberal teria diminuido a presença do Estado na economia, atempadamente. Teria implementado reformas estruturais na saúde e na educação. Teria efectuado uma verdadeira reforma da segurança social, sem prejudicar expectativas legítimas. Teria reformado e simplificado o sistema fiscal. Enfim, teria governado.
O que o PS fez ontem foi garantir-nos dez anos de miséria, em cima dos últimos dez.
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Joaquim
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07:18
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sem governo
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Joaquim
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06:45
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29 Setembro 2010
ordemlivre.org
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rui a.
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16:38
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matar o pai
Simbolicamente, Freud diz-nos que é preciso matar o pai. Ler Mais...
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07:57
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um problema redondo
Esta tendência gera um aumento da despesa superior ao aumento da receita, determinando nova tentativa de colmatar o défice através dos impostos.
Só há uma maneira de estancar este fluxo: cortar no estado social e aliviar a carga fiscal. Ler Mais...
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07:06
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aumenta procura dos serviços públicos
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07:04
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28 Setembro 2010
só os atrasados é que ainda não perceberam
... os direitos dos cidadãos inscritos na Constituição Portuguesa "não são compatíveis" com o período de crise económica que o país atravessa.
..."Vamos à Constituição e vemos que o cidadão português tem todos os direitos e mais alguns. Tem direito à saúde e educação de graça, à habitação", disse António Barreto, considerando que estes direitos "não são compatíveis" com o actual estado das finanças públicas.
António Barreto
PS: Eu acrescentaria ainda que foi a prossecução desses direitos (chamados secundários) que está na origem da nossa actual crise.
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17:51
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umas réguadas
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Ricardo Arroja
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16:56
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PS vai rebentar com o SNS
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Joaquim
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08:07
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exemplo de deduções fiscais na saúde
- Isentas de IVA, suportadas pelo contribuinte, pelo seu cônjuge e filhos;
- Isentas de IVA referentes a despesas com pais, tios ou sobrinhos que vivam com o contribuinte, e cujo rendimento seja inferior à retribuição mínima mensal garantida (RMMG) (em 2010: 475 x 14 = 6.650 EUR);
- Sujeitas à taxa reduzida de IVA, 5% no Continente ou 4% nas Regiões Autónomas, suportadas pelo contribuinte, pelo seu cônjuge e filhos;
- Sujeitas à taxa reduzida de IVA, 5% no Continente ou 4% nas Regiões Autónomas, referentes a despesas com pais, tios ou sobrinhos que vivam com o contribuinte, e cujo rendimento seja inferior à RMMG (em 2010: 475 x 14 = 6.650 EUR);
- Sujeitas à taxa normal de IVA, 20% no Continente ou 14% nas Regiões Autónomas, referentes a despesas do contribuinte, seu cônjuge e filhos, bem como seus pais, tios ou sobrinhos, que com ele vivam e cujo rendimento, dos familiares, seja inferior à RMMG (475 EUR). Além disso, estas despesas têm de ser justificadas por receita médica, e não podem ultrapassar 65 EUR, ou 2,5% das restantes despesas.
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Sempre que as despesas de saúde sejam comparticipadas por quaisquer entidades (como por exemplo, por companhias de seguros), só é dedutível ao IRS a parte não comparticipada. Neste caso, o valor a indicar na declaração é apenas o valor suportado pelo contribuinte e não comparticipado pela seguradora ou entidade responsável pela comparticipação.
No entanto, na sua declaração de IRS deverá indicar os custos suportados na sua totalidade, pois estes cálculos serão feitos pela Administração tributária.
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07:41
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27 Setembro 2010
Bagão Feliz
O Estado Social é uma conquista civilizacional.
...
Temos que saber enfrentar a nova realidade com uma nova moldura do contrato social que lhe está subjacente. Não apenas tornando-o mais eficiente e mais ético, reprimindo os abusos e os desperdícios, como igualmente promovendo uma mais sólida cultura de partilha de riscos.
Via DE
PS: Discurso do BE e de BF aproximam-se. Talvez por razões alfabetológicas, depois do E vem o F...
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10:42
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alternativas
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Ricardo Arroja
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09:21
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congelar salários
A consequência óbvia desta proposta do BE é o congelamento de salários. A verdadeira notícia, portanto, é esta:
BE PROPÕE CONGELAMENTO DE SALÁRIOS
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08:31
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congelar a despesa não chega
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06:47
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26 Setembro 2010
Vaclav Klaus para presidente da UE, JÁ
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17:08
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energia para a sustentabilidade
Podemos dormir tranquilos. A 387ª melhor universidade do mundo propõe-se atacar "Os desafios que se colocam hoje à sociedade humana".
Obviamente, não falta modéstia à UC.
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Joaquim
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10:12
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histeria académica
The earth is witnessing environmental change that is unique in its history (FALSO). Increased levels of greenhouse gases are warming the planet (FALSO - NÃO SE REGISTA QUALQUER AQUECIMENTO DESDE 1998); the extinction of species is occurring at an ever-faster rate (DUVIDOSO); holes in the ozone layer are exposing us to harmful radiation (DUVIDOSO). These are all the unintended consequences of human activity (COMPLETAMENTE FALSO). Rather than continue on this path, we must learn about these consequences to better manage our interaction with natural systems. Our new program emphasizes integrated thinking and learning so that our graduates will see beyond linear and fragmented approaches to coping with environmental problems.
Our goal is to cultivate a new profession that manages earth systems in ways that will ensure the long-term viability of life on our planet.
Columbia University - MPA in Environmental Science and Policy
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09:55
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25 Setembro 2010
relativizar posições
A maior parte das pessoas que têm acesso ao espaço público -- políticos, gestores, comentadores e jornalistas -- cai obviamente nos escalões de rendimento que mais são afectados pelo aumento dos encargos fiscais e pela redução dos subsídios fiscais às despesas com educação e saúde privadas.
Não admira por isso a aparência de plebiscito mediático contra tais medidas. Defendem colectivamente o interesse próprio. Nada de censurável nisso. Mas uma declaração de interesses ajudaria a relativizar as suas posições.
Vital Moreira
A maior parte dos políticos beneficia das medidas sociais que promovem através dos votos que “compram”.
Não admira por isso que endividem o País para se agarrarem ao poder. Uma declaração de interesses seria útil para relativizar as suas posições.
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19:40
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a espanha aqui tão perto
Madrid. (EFE).- El gasto de los ministerios se reducirá finalmente un 16% en los Presupuestos Generales del Estado, a excepción de áreas como educación o I+D+i, y el conjunto del gasto público se reducirá un 7,9%, según apuntó hoy en rueda de prensa la vicepresidenta segunda del Gobierno, Elena Salgado.
Um corte comparável, em Portugal, seria de 6.320 M€. Teixeira dos Santos não deve perguntar ao PSD onde vai cortar 4.500 M€. Deve perguntar à Elena Salgado.
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08:22
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24 Setembro 2010
o poder vai cair na rua
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11:28
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impostos que sobem (II)
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10:01
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para quango?
quango - a quasi nongovernmental organization; an organization that is financed by the government yet acts independently of the government.
...
DEFINIÇÃO
A semipublic administrative body outside the civil service but with financial support from and senior appointments made by the government.
O GOVERNO BRITÂNICO PROPÕE-SE ELIMINAR 177 QUANGOS. PARECE QUE NEM O BRITISH COUNCIL VAI ESCAPAR.
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07:16
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23 Setembro 2010
impostos que sobem
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Ricardo Arroja
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20:25
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ensino pós-graduado
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Ricardo Arroja
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19:14
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lançar a confusão
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Ricardo Arroja
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15:57
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power broken
A sua estratégia proteccionista e concentracionária parece, porém, ter-se esgotado com a presente crise económica.
A atitude suplicante de João Cordeiro e a surpresa da ANF com o corte unilateral no preço dos medicamentos, demonstram impotência e ainda que o sector não está preparado para o futuro. É a vida, "the power is broken". Ler Mais...
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09:45
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22 Setembro 2010
fungagá da bicharada III
E, no entanto, assim como Marx fez vir à luz, e analisou, o «feiticismo da
mercadoria» (Fetischismus der Ware), desmontando o complexo dinâmico de relações
que se alberga «sob um invólucro coisal» (unter dinglicher Hülle)17 dado na imediatez
positiva da representação — também não seria desajustado invocar e discernir o
feiticismo do escrito: patente como objecto alegadamente investido de uma aura de
auto-sustentação, mascarado no processo material em que se faz e dissimulado nos
horizontes (teóricos e práticos) em que cobra real estação e significado.
Revestido de independência ôntica na sua positividade de «coisa», tal como
qualquer outro produto cultural, o escrito, no mesmo movimento em que mostra e se
mostra, oculta igualmente a teia de relações e de trabalhos, de índole diversificada, que
o subtende.
José Barata Moura, obra citada no post anterior.
PS: JBM alcança discernimento de Marx (Groucho Marx?)
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09:51
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fungagá da bicharada II
§ 2. Do pensar.
O núcleo constituinte do filosofar como tarefa organiza-se em torno da actividade do pensar.
De dentro do real — e como ingrediência dele — pensamos, recortando na totalidade deveniente em que lateja focos e objectos de interesse, demandando inteligibilidade e saber, antecipando possibilidades e computando estratégias, operando um seu processamento apontado a uma apropriação re-flectida da concreção dinâmica do ser.
De dentro do real pensamos, sempre mediados, e intermediados, pela presença, próxima e remota, do outro e de outrem — no espaço-tempo material de uma convivialidade e de uma cultura onde as interacções (da comunhão e do diálogo ao conflito e à contradição) formam o elemento em que se geram e determinam conteúdos, posições, perguntas.
De dentro do real pensamos, sofrendo o peso e as vicissitudes do poder que sobre nós exerce, mas também intervindo nele pela des-coberta dos seus meandros, pela sondagem do seu teor, pelo surpreender dos leques de possíveis que adiante de si projecta — na unidade dialéctica de um processo que nasce de, acompanha e perspectiva práticas de transformação.
PS: Quem é o autor deste texto?
1. Zandinga
2. José Barata Moura
3. José de Pina
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09:41
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fungagá da bicharada
De 1998 a 2006, José Barata Moura foi reitor da Universidade de Lisboa, uma escola classificada entre as 401 e as 500 melhores universidades do mundo. O apoio que José Barata Moura vai dar a Francisco Lopes, candidato comunista às eleições presidenciais, se alcançar o mesmo destaque que deu à UL, vai seguramente garantir ao PCP uma presença honrosa.
Ler Mais...
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Joaquim
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07:32
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21 Setembro 2010
Execução orçamental de Setembro (II)
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Ricardo Arroja
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15:10
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20 Setembro 2010
Execução orçamental de Setembro
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Ricardo Arroja
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19:24
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voando sobre um ninho de cucos
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Ricardo Arroja
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17:48
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nem na URSS
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Joaquim
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17:28
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par ou ímpar
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Ricardo Arroja
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17:06
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tudo ao léu
Esta manifestação de transparência, contudo, não evitou que a direita nacionalista elegesse 20 deputados. Ler Mais...
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Joaquim
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12:43
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inglês técnico
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Ricardo Arroja
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10:14
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19 Setembro 2010
ouçam os especialistas...
Os sexos, relativos entre si, na sua profundidade, podem viver, na carne cheia de espírito e no espírito incarnado, a resistência a todas as tentativas técnicas ou pseudo-espirituais do pós-humano.
Bento Domingos, no Público
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18:27
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18 Setembro 2010
global climate disruption
President Obama’s Science Czar John Holdren is worried about global warming. Having noticed that there hasn’t actually been any global warming since 1998, he feels it ought to be called “global climate disruption” instead. That way whether it gets warmer or colder, wetter or drier, less climatically eventful or more climatically eventful, the result will be the same: it can all be put down to “global climate disruption.”
And that will be good, because it will give Holdren the excuse to introduce all the draconian measures he has long believed necessary if “global climate disruption” is to be averted: viz, state-enforced population control; a rewriting of the legal code so that trees are able to sue people; and the wholesale destruction of the US economy (“de-development” as he put it in the 1973 eco-fascist textbook he co-wrote Paul and Anne Ehrlich Human Ecology: Global Problems And Solutions).
Via Telegraph
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22:09
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Estado Sucial*
súcia
nome feminino
1. pejorativo grupo de pessoas desvalorizadas como marginais ou perigosas; grupo de pessoas consideradas de má nota, ralé
2. regionalismo malta, rancho
3. regionalismo pândega, patuscada
(Deriv. regr., de timbre burlesco, de sociedade)
Infopedia
* Estado Sucial: Designação pejorativa utilizada, nas caixas de comentários dos blogues, para identificar as políticas sociais defendidas por um grupo de pessoas, ligadas ao socialismo e à social-democracia, que beneficia directamente dessas mesmas políticas. Esse grupo, ou súcia, também etiquetado, na blogosfera, de sucialistas e suciais-democratas, defende o investimento público e o aumento da carga fiscal.
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09:19
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bailout
“A banca está numa situação em que tem, rapidamente, de aumentar a sua rentabilidade, sob pena de não ter investidores”, afirmou. António Sousa acrescentou ainda que “a rentabilidade da maior parte dos bancos portugueses no mercado nacional já é negativa”.
Via Público
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Joaquim
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08:55
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17 Setembro 2010
governar em cima do joelho II
Governo tira.
O cálculo dos gastos para aquele grupo dos 100% era de cerca de 40 milhões de euros, e subimos aos cem milhões (Setembro de 2010). Portanto, há aqui uma margem grande, acima do dobro.
PS: Comentários para quê?
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17:57
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governar em cima do joelho I
Governo dá...
Governo comparticipa a 100% medicamentos para pensionistas mais pobres (Abril de 2009). A medida deve ter um impacto de 35 milhões de euros no orçamento do Serviço Nacional de Saúde.
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Joaquim
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17:55
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Portugal não é a Grécia
Portugal não é a Grécia. Neste ponto tenho de dar razão a José Sócrates. Quando a Grécia faliu tinham acabado de ocorrer eleições e havia um novo governo, sem responsabilidades directas no período anterior. Se Portugal seguir a via da Grécia, o actual governo terá de ser substituído de imediato.
Ler Mais...
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Joaquim
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07:18
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Martinhal Beach Resort
PS: Este senhor estará a bater bem da bola? Ler Mais...
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Joaquim
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07:11
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16 Setembro 2010
desenfreadamente
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Ricardo Arroja
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20:58
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medidinhas
Tenho sérias dúvidas sobre as medidas que o MS vai implementar para diminuir a despesa com medicamentos. Em primeiro lugar porque um corte cego de 6% pode ser compensado, pelos agentes económicos, pela substituição de medicamentos mais baratos por medicamentos mais caros. Em segundo lugar porque a diminuição das comparticipações é suficientemente pequena para não alterar comportamentos.
Por fim, porque a cifra de 250 M€, apontada pelo DE, só pode estar incorrecta. Se os gastos anuais com medicamentos forem de 3.300 M€/ano, é evidente que não se podem poupar 250 M€ no último trimestre do ano e que, mesmo até ao final de 2011, é difícil atingir este valor.
Esperemos que Teixeira do Santos não aposte o compromisso do défice neste tipo de medidas.
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Joaquim
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16:29
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eureka
O governo descobriu, finalmente, como nos tornar competitivos. A fórmula é tão simples que parece um ovo de Colombo. Basta decretar um corte no custo dos factores de produção.
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Joaquim
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15:23
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novilíngua no Público
A crise não travou a escalada da dívida. O País está a falhar o combate a um dos seus mais graves problemas.
Editorial do Público (não assinado)
Malta, não é o País... é o José Sócrates e o Teixeira dos Santos.
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Joaquim
em
09:37
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15 Setembro 2010
ordemlivre.org
Liberdade e legalidade: o meu artigo hoje publicado no site da OrdemLivre.org
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rui a.
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13:42
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como "salvar" o Estado Social
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Joaquim
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10:24
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mundos paralelos
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Joaquim
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09:33
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The Roots of Obama's Rage
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Joaquim
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07:16
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14 Setembro 2010
a Terra não é afectada
Robert B. Laughlin, Prémio Nobel Ler Mais...
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Joaquim
em
10:56
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convicções
- Interpretamos determinada disposição, orientação, relevo ou até o cheiro, com determinado sentido. Há necessariamente uma componente de convicção não inteiramente objectivável. Esta convicção, em cada caso concreto, pesa mais. Ler Mais...
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Joaquim
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08:00
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in dubio pro victima
Depois das acusações feitas pelas defesas dos arguidos de que o colectivo teria uma condenação preconcebida, Ana Peres justifica-se: "A convicção do julgador não é arbitrária, mas é objectivada até onde pode ser. Isto porque neste processo pelo qual explicamos porque é que chegamos a determinada conclusão, interpretámos determinado gesto, modo de estar, ou de falar, com determinado sentido, há necessariamente uma componente de convicção não inteiramente objectivável." E assim concluiu: "Esta convicção, em cada caso concreto, pesou mais."
Via DN
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Joaquim
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07:42
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13 Setembro 2010
non-event
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Ricardo Arroja
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19:01
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carloscesar.blogspot
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Joaquim
em
18:45
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já perderam
Ao longo desse ano, José Serra e o PSDB tudo fizeram para dar a vitória ao PT. Em primeiro lugar, perderam-se num conflito interno entre Serra e Aécio sobre quem seria o candidato do partido, tirando força e autoridade ao que veio a ser indigitado. Depois, não souberam honrar a sua história e a herança de Fernando Henrique Cardoso, que se passeia agora pela media a dar entrevistas elogiosas do governo Lula e muito críticas para a campanha de Serra. Em terceiro lugar, em vez de apostarem numa campanha positiva, explicando aos eleitores o que pretendiam fazer (e não falta que fazer no Brasil pós-Lula), perderam-se com historietas sobre o passado de Dilma, quando é certo e sabido que aos eleitores o passado pouco importa e o que interessa é o futuro. Por último e mais grave do que tudo isto junto, desconsideraram as potencialidades eleitorais de Lula da Silva, um brilhantíssimo político, e deixaram-no sózinho no terreno, por mais de um ano, a promover a sua candidata. É muita asneira para um partido só!
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rui a.
em
16:39
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desfaçatez
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Ricardo Arroja
em
11:46
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12 Setembro 2010
Perfeitamente aceitável (*)
Regressando à peça do “Expresso”, o presidente do IAPMEI defendia-se das críticas da seguinte forma “num ano de forte crise como 2009, haver três casos entre 15 situações em que não foi possível evitar situações de insolvência é um resultado que se pode considerar perfeitamente aceitável”. Como?! Perfeitamente aceitável?! É que só pode ser uma brincadeira…Ora vejamos. Segundo a mesma fonte, em 2009, aquele instituto injectou trinta milhões de euros em projectos de reestruturação de empresas. Assim, se adicionarmos aos cinco milhões já citados, outro milhão numa outra empresa de construção em Leiria e mais dois milhões numa empresa têxtil do norte, conclui-se que mais de um quarto do volume injectado nestas empresas carentes foram – utilizando uma expressão do “Público” – derretidos.
Enfim, a mim parece-me razoável que organismos públicos como este entrem no capital de empresas economicamente viáveis, mas que, por razões conjunturais, revelem dificuldades de tesouraria. No entanto, já não entendo como é que se fazem injecções de capital em sociedades que, sublinho, passados poucos meses, se revelam insolventes. Com que então, não olharam para as demonstrações de resultados, balanços e balancetes? Não visitaram as fábricas? Não estudaram os sectores e os respectivos modelos de negócio? Não investigaram o passado, a credibilidade e a reputação dos directores, sócios e accionistas dessas empresas? Enfim, alguma coisa está muito mal nos serviços do IAPMEI, em especial na sua direcção, quando se afirma que tudo isto é “perfeitamente aceitável”. Hoje em dia, com a possibilidade de cruzar movimentos bancários, dívidas ao fisco e afins, não se entende como é que um organismo público – por certo, dotado de recursos financeiros que lhe permitem ter técnicos acima da média – se deixe envolver em situações pouco claras. Naturalmente, só há uma saída para esta confusão: a demissão da estrutura directiva do IAPMEI e a introdução de maior transparência nos seus processos de investimento.
Este episódio, e toda a rábula em redor do assunto, são evidência das consequências negativas que a falta de transparência pode produzir. Sobretudo, quando estamos a falar de dinheiros públicos. É que numa empresa privada, se os accionistas delapidarem os seus activos, isso é lá com eles. E se os seus gestores não estiverem a fazer um bom trabalho, isso também é lá com eles. Num organismo como o IAPMEI, já não sucede o mesmo: o dinheiro é de todos nós. Infelizmente, situações como aquelas, que nos são relatadas pela imprensa, escapam à generalidade dos contribuintes e mesmo aqueles, como eu, que se indignam com tais assuntos pouco ou nada podem fazer a não ser escrever uns textozitos como este. De resto, é esta sensação de impotência, esta ausência de imputabilidade, que conduz ao crescente afastamento e descrença que uma boa parte da população – em particular aqueles que já nem se dão ao trabalho de ir votar – manifesta em relação às instituições democráticas. Ora, o Estado tem de ser uma pessoa em quem se possa confiar. Só depois de dar o exemplo, é que poderá pedir sacrifícios aos outros e esperar que estes lhos concedam. E, então, todos beneficiarão: a vida pública e a economia.
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Ricardo Arroja
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09:20
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Stefani Joanne Angelina Germanotta
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Joaquim
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08:31
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11 Setembro 2010
2048
- Ó rapaz, já ouviste falar das torres gémeas? Uns arranha-céus que estavam aqui e que foram deitados abaixo em 2001.
- Não.
- Foi um ataque terrorista de uns muçulmanos...
- Ó pai, o que são muçulmanos? Ler Mais...
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Joaquim
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09:33
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10 Setembro 2010
the chariot of state is driving over the cliff
Those who prudently saved against the contingencies of this world, have subtly numbered themselves among "the rich." And, "tax the rich" is the received solution. For generations now, "progressive" politicians, imposing "progressive" tax systems, have been making an example of the prudent. The cultivation and manipulation of envy is at the heart of all political schemes for income redistribution, and parties of the Left have been building their client base upon it.
Hence the gradual division of every electorate between the Party of Entitlement, and the Party of Tax Cuts: the one to increase spending, the other to limit revenue, until the gap between income and expenditure has grown to oceanic proportions. In a pinch, the government pulls both ways at once, as poor hapless Obama is now doing because his Party of Entitlement is about to be mooshed in the U.S. midterm elections. In addition to more ruinous "stimulus" spending, he is now promising tax cuts (for everyone but "the rich").
There, as here, the chariot of state is driving over the cliff. In every Western polity of which I am aware, the entitlements are backed with the force of law, and cannot be withdrawn with anything like the ease with which a government can cut the police, the military, and essential public services -- even on paper. Thus, at the moment when fiscal catastrophe strikes, we find the government has already "downsized" the instruments of public order.
Artigo de David Warren
PS: Em Portugal, o espectro político ainda não está polarizado entre os defensores dos Direitos Adquiridos (Entitlements) e os do Choque Fiscal (Tax Cuts). Neste momento só temos dos primeiros, mas a realidade está a bater-nos à porta e o espaço político que se vai criar não vai ficar vazio. Ler Mais...
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Joaquim
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07:22
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09 Setembro 2010
ahahahahahah
É necessário um “esforço muito sério e significativo” na redução da despesa.
PS: Teixeira do Santos adopta discurso anarquista e ultraliberal de Passos Coelho.
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Joaquim
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16:23
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prostituição na política
Via Sol Ler Mais...
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Joaquim
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14:30
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08 Setembro 2010
o mistério da educação
A Ministra da Educação afirmou, numa entrevista à RTP sobre o encerramento de algumas escolas, que tem de “adequar a oferta à procura” (sic).
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Joaquim
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20:34
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CA se VAi COlaborando
CA se VAi COlaborando co'a cabeça entre as orelhas...
Ou em jeito de quadras populares:
Cá se vai colaborando,
Co'a cabeça entre as orelhas.
Só quem vai choramingando,
É o coro das velhas!
Rabugenta, eu? Não senhor.
Eu hei-de ir desta pra melhor,
Mas falo pelos que cá deixo.
Não é por mim que eu me queixo.
Ó Felisbela, ó Felismina
Ó Adelaide, ó Amelinha
Ó Maria Berta, ó Zulmirinha
Vamos cantar o coro das velhas?
Vamos todos pr'a sargeta,
Ai isso é que vamos...
Já não temos cheta,
Nem para cantarolarmos.
Cá se vai colaborando,
Co'a cabeça entre as orelhas.
Publicada por
Joaquim
em
11:06
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