30 Junho 2010
os craques da justiça
Não encontramos na Europa melhor
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Joaquim
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17:41
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Chavismo
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Ricardo Arroja
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15:55
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precisamos urgentemente de 750 M€
Mais um argumento a favor das portagens:
- Precisamos do dinheiro para indemnizar a Telefónica.
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Joaquim
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15:48
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o mundial e a cultura católica
- É preciso ver que vamos defrontar uma equipa de um ranking superior ao nosso.
Este comentário, que ouvi ontem, revela o peso que a cultura católica (ver posts do PA) ainda tem em Portugal. Apesar da equipa portuguesa ter vindo a subir no tal dito ranking, os nossos compatriotas sentem-se atrofiados por estas questões de estatuto e, quando confrontados com um adversário hierarquicamente superior, baixam as orelhas e metem o rabo entre as pernas. Não foi o que se passou?
Devíamos ter apelado ao Papa, à Virgem Maria ou até directamente a Deus, para que nos autorizassem a malhar na escumalha castelhana.
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Joaquim
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15:05
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Golden Share
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Ricardo Arroja
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12:54
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encolher o Estado
O nosso problema é político. É o de uma economia parasitária de um Estado sequestrado por uma minoria que não inova, não produz e não distribui. De um Estado e de um tecido empresarial onde os actores se confundem.
Oliveira, Daniel
Exactamente, vamos diminuir o Estado!
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Joaquim
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11:16
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sem surpresa
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rui a.
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05:08
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29 Junho 2010
a fallen star
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Ricardo Arroja
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23:48
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pequenas diferenças
Neste gráfico, que retirei do CC, falta um pequeno detalhe:
PIB/capita em relação à média da UE
Lisboa - 104,7%
Região Norte - 60,3% Ler Mais...
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Joaquim
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17:19
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o socialismo é amigo da pobreza
A principal consequência da introdução de portagens nas scuts é muito clara, os pobres ficarão mais pobres e os ricos ficarão mais ricos.
É o socialismo no seu melhor.
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Joaquim
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11:15
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pessoas de princípios
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Joaquim
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00:31
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28 Junho 2010
20 anos 20
O “estilo de vida gay” encurta a esperança de vida masculina em 20 anos, segundo múltiplos estudos científicos.
Passar às crianças a ideia de que ser gay é “normal”, não deixa de ser extraordinário, numa sociedade obcecada com os malefícios do tabaco, da obesidade, do sedentarismo, do colesterol, etc.
Qual é o pai ou a mãe que pode aceitar de bom grado que os filhos optem por um estilo de vida destes?
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Joaquim
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17:51
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uma ideia absurda
A ideia de que os estados estão a poupar é absurda. Mas, se estivessem, não viria daí nenhum mal ao mundo. A poupança não implica que os recursos deixam de ser utilizados ou que desaparecem. Pelo contrário. Implica que são redireccionados do consumo para o investimento. E não há crescimento económico sem investimento e sem a respectiva poupança.
Joãomiranda
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14:00
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27 Junho 2010
nem no tempo do KGB
Métodos da polícia belga sem precedentes, mesmo nas ditaduras comunistas. Em particular, a profanação dos túmulos de arcebispos na Catedral de St. Rombouts, em Mechlin, ultrapassou todos os limites do bom senso.
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Joaquim
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20:48
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crisis de liderazgo
La cumbre del G-8 confirma la crisis de liderazgo mundial
El resultado constata la pérdida de sentido de la reunión de las ocho primeras potencias mundiales y concluye sin acuerdos de trascendencia.
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Joaquim
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14:08
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cogito ergo sodom
A lavagem ao cérebro das criancinhas agora dá pelo nome de “lições de filosofia”. Enquanto a vera filosofia apenas ensina a colocar perguntas, a filosofia do Arraialito transmite certezas: somos todos iguais. O género que Deus nos deu não quer dizer nada, se queres saber quem és, não olhes para o escrito que tens entre as pernas, olha para o céu... para o arco-íris...
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Joaquim
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09:54
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26 Junho 2010
olha as greves na China, ahahahahah
Por muito boa vontade que tenha, não consigo compreender a notícia deste post. Os salários médios do sector têxtil, na China, são cerca de 30.00 €/mês. Mesmo que duplicassem, o sector manteria uma vantagem competitiva impressionante em relação à industria nacional.
Quanto ao aumento da procura induzido por melhores salários, como é que isso pode afectar a nossa indústria têxtil? As têxteis chinesas vão adaptar a oferta à procura até um novo ponto de equilíbrio, sem descontinuidades.
A realidade é exactamente oposta à que se defende nesta notícia. Se o têxteis chineses aumentarem ligeiramente de preço, os portugueses vão pagar mais por esses produtos, ficando com menos dinheiro no bolso para comprarem outros produtos nacionais, enquanto os têxteis nacionais nada beneficiam.
O único aspecto positivo das greves na China é que os nossos empresários se podem rir um bocado à custa dos chineses.
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16:41
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wishful thinking
A Associação Têxtil de Portugal (ATP) diz que as paralisações na China farão aumentar os custos de produção, aliviando a pressão sobre o preço das exportações portuguesas.
"Mais do que o aumento dos custos de produção, importa o aumento da capacidade de consumo, o que faz com que a China passe a exportar muito menos e a um preço superior", explicou João Costa, presidente da Associação de Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), comentando o aumento da agitação laboral na China.
O mesmo responsável avançou à "Lusa", que "se os trabalhadores chineses começarem a ter níveis salariais superiores, vai haver um aumento da capacidade de consumo, o que é uma notícia extraordinariamente positiva", pois "a partir daí muita produção que é colocada no mercado internacional e que pressiona fortemente o preço das nossas exportações acabará por ser fortemente aliviada".
"Mesmo que a subida dos salários não desencadeasse um aumento de custos [de produção], o aumento do consumo era suficiente, porque ao passarmos a ter um país (1.400 milhões de habitantes) com um consumo de jeito, há um alívio e uma melhoria substancial dos preços internacionais", acrescentou João Costa.
Via DE
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Joaquim
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16:20
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recursos escassos
O ex-presidente da República Mário Soares defendeu esta quinta-feira que todos os utilizadores de auto-estradas devem pagar portagem e que os sacrifícios exigidos em tempo de crise devem ser partilhados por toda a população do País, escreve a Lusa.
PS: Mário Soares revela profundo entendimento económico nesta sua opinião. Sem o cacau das portagens há menos recursos para outras "funções do Estado".
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10:19
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acusações muito graves
Filipe Pinhal, ex-presidente do Millennium BCP, quebra o silêncio. Num documento, a que o SOL teve acesso, anexo à sua defesa, o antigo gestor do maior banco privado do país garante que a instituição financeira foi «governamentalizada», num processo que envolveu apoios políticos e a comunicação social.
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Joaquim
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08:24
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25 Junho 2010
o estado policial europeu
Mais de oito mil pessoas foram detidas em quatro dias de operação conjunta entre 15 países europeus, incluindo Portugal, onde as forças de segurança detiveram 185 pessoas.
Na Operação Global Europeia participaram 256 700 agentes dos 15 países: Portugal, Bélgica, Bulgária, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Lituânia, Malta, Polónia e Roménia.
As forças policiais apreenderam ainda um total de 468 armas e verificaram milhões de passaportes e documentos de identificação, segundo fonte oficial.
Realizaram-se mais de 10 526 intercâmbios de informação entre as polícias dos diferentes países, bem como 500 contactos fronteiriços, que permitiram a detenção de suspeitos relacionados com o tráfico de droga e de pessoas, armas ou veículos.
PS: Com o fim do Estado Social Europeu nasce o Estado Policial Europeu. Pelos vistos (pelo controle dos passaportes) estamos a aplicar, na Europa, a lei do Arizona.
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11:38
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Carta Balnear por pontos
Edital para a época balnear 2010
Regime de multas e coimas aplicável nas praias:
Tipas com celulite - 10 pontos.
Varizes de grau III ou superior – 15 pontos
Pêlos nas virilhas – 20 pontos
Pneus na cintura - 25 pontos
Mamas descaídas ao léu – 30 pontos
Gordas com “fio dental” - 35 pontos
Anorécticas – 40 pontos
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09:58
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Carta Balnear
Regime sancionatório das infracções praticadas pelos utilizadores da orla costeira, no que respeita a sinalética e barreiras de protecção.
Não seria melhor obrigar os veraneantes a tirarem uma carta balnear (CB)? Talvez com um sistema de pontos e um chip obrigatório que alertasse as autoridades para a presença de infractores em zonas balneares interditas...
Ao que chegamos, nem na velhinha URSS o governo se atreveu a tanto.
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Joaquim
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09:44
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see U in court
José Sócrates foi de uma vulgaridade extrema em relação a MMG. Claro que a “jornalista” não merecia outra coisa, mas o estatuto de primeiro-ministro exigia-lhe mais recato.
Toda esta má língua, contudo, deve quedar-se por onde está. Não faz qualquer sentido o processo que MMG moveu contra José Sócrates, nem se compreende que a PGR aceite a queixa. Seria o mesmo que colocar uma mordaça no governo.
Infelizmente, José Sócrates já instaurou tantos processos por difamação que quase dá gozo vê-lo no banco a responder pelo mesmo. E é assim que se vai desmoronando a nossa sociedade.
Mais intolerância e menos confiança entre todos é a receita para o colapso.
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Joaquim
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07:24
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traição
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Joaquim
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06:46
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24 Junho 2010
os orfãos da esquerda no tapete
A primeira impressão com que fiquei é a de que o debate ideológico Esquerda - Direita morreu. A “Democracia Liberal e Capitalista” derrotou por KO todas as outras ideologias, é o Fim–da-História. A chamada esquerda sobrevive agora de ideias avulsas, como confessa a deputada Inês de Medeiros. Ideias mais ou menos fracturantes e mediáticas, mas sem conceitos aglutinadores.
A principal consequência deste estado de coisas é que, na ausência de debate, emergiu a agressão. Nos ditos blogues predominam os insultos, a difamação e um chorrilho de palavrões que não dignificam nenhum espaço público.
Compreendo, até certo ponto, esta orfandade ignorante e atrevida. De que é que nos poderiam falar estes "esquerdistas"? Do centralismo democrático? Kaput! Ditadura do proletariado? Kaput! Materialismo dialéctico? Kaput! Materialismo histórico? Kaput! Marxismo? Kaput! Maoismo? Kaput! Social-democracia? Kaput! Planeamento económico? Kaput! Estado Social? Kaput!
A única saída aparente é disparatar. Insultar os mensageiros e os porta-vozes da Democracia Liberal e Capitalista. Não vai mudar o mundo, mas sempre entretém o pessoal. Ler Mais...
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Joaquim
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14:43
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confusão total
As contas públicas portuguesas estão numa confusão total.
Ernst & Young
PS: Fatawa da CC condena E&Y
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Joaquim
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10:09
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banca e estado contra o povo
Estado come as empresas
Com recursos cada vez mais limitados, os bancos estão a optar por emprestar mais dinheiro ao Estado, em detrimento das empresas, mostram os dados do Banco de Portugal. Em Março e Abril o crédito concedido às Administrações Públicas subiu 138% e 170%, respectivamente.
“Os bancos estão a aplicar a pouca liquidez que têm, directa ou indirectamente, em títulos de dívida do Estado português, uma operação com menos risco”, aponta Paulo Soares Pinho, economista especializado em banca. Os bancos financiam o Estado e utilizam depois os títulos do Tesouro como garantia junto do Banco Central Europeu para receberem os empréstimos de que precisam.
De fora desta triangulação ficam as empresas, que são de longe os agentes da economia real mais afectados pelo fecho da torneira do crédito. A rarefacção de fundos traduz-se numa menor capacidade em avançar com novos projectos, em manter os que existem, o que conduz a menos empregos criados e a mais desemprego: em Abril, segundo a OCDE, Portugal registou uma taxa de 10,8% da população activa. Trata-se de um máximo histórico nacional e a quarta taxa mais elevada dos 30 países mais desenvolvidos do mundo.
Via ionline
PS: Já não estamos a caminho do socialismo, estamos a caminho do comunismo. O monstro destrói a economia.
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Joaquim
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07:40
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os frutos do socialismo
A economia portuguesa está perto de passar pela mais prolongada recessão dos últimos 50 anos. Depois de uma quebra abrupta do PIB no ano passado, a contracção pode prolongar-se até 2011, com o desemprego persistentemente acima dos 11% durante quatro anos a fio.
Esta é, pelo menos, a previsão da Ernst & Young, que ontem tornou públicas as suas projecções macroeconómicas. As estimativas da consultora, as mais recentes até agora, são as primeiras a levar em conta o impacto das medidas de austeridade que o Governo implementou ou planeia implementar, sendo, também por isso, as mais pessimistas.
Via JN
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Joaquim
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07:29
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nation building
Counterinsurgency, as defined by McChrystal's successor, Gen. David Petraeus, and tepidly embraced by Barack Obama for a year or so, does not just involve nation-building, it is nation-building.
This does not just require political acumen, it requires the wisdom of Aristotle, the leadership skills of George Washington and the analytic sophistication of Tocqueville. But, then, the grinding paradox of nation-building is this: No one with the aptitudes necessary for it would be rash or delusional enough to try it.
George Will
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Joaquim
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06:50
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23 Junho 2010
unwanted consequences
O governo sabe qual é o impacto no IRS, no IRC e no IVA, da cobrança de portagens nas scuts? E qual é o impacto no PIB das regiões? Ou a decisão foi tomada em cima do joelho...
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Joaquim
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09:08
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opinião dos profes s/ os caloiros
1. Sem hábitos de trabalho e sem espírito de sacrifício.
2. Cultura de facilitismo.
3. Conhecimentos superficiais.
4. Não sabem quanto é ½ + ½.
5. Contam pelos dedos.
6. Chegam infantilizados.
7. Há menos maturidade.
8. Entram com a preparação da antiga 4ª classe.
Via Público
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Joaquim
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06:12
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as origens da guerra
Via Current Biology Ler Mais...
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Joaquim
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06:00
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22 Junho 2010
últimas
A Via Verde não aceita carros de matrícula estrangeira porque o campo correspondente à matricula só aceita o formato das matrículas nacionais.
E esta?
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Joaquim
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18:00
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portagens são veneno
"O Governo está a tentar convencer o PSD a não se opor à cobrança de portagens nas SCUT a partir de 1 de Julho através dos dispositivos electrónicos de matrícula, noticiam o Diário de Notícias e o Diário Económico".
Via TSF
PS: Sócrates oferece cálice de veneno a líder do PSD. Ler Mais...
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Joaquim
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12:23
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cicuta económica para o Norte
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Joaquim
em
12:14
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Lisport
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Joaquim
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09:18
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stress tests
O Banco de Espanha estará a ludibriar os investidores? Já não digo nada...
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Joaquim
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08:38
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uma boa notícia
De acordo com o presidente da comissão instaladora, a decisão das três associações de fusão da componente institucional implicou “longas negociações”, tendo sido necessário “ultrapassar sucessivas dificuldades”, o que faz da CIP “um projecto onde só há ganhadores”.
A nova CIP resulta da decisão das três associações empresariais -- Associação Empresarial de Portugal (AEP), a Associação Industrial Portuguesa -- Confederação Empresarial (AIP-CE) e a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) -- de fundir as componentes institucionais e que “dedicará uma atenção muito especial às pequenas e médias empresas [PME]”.
“A economia nacional e as empresas portuguesas, que passam a contar com uma nova estrutura associativa mais forte, independente do poder político, que melhor defenderá os seus interesses, são igualmente ganhadores [bem como] a AEP, a AIP-CE e a CIP”, realçou João Gomes Esteves, em conferência da imprensa, nas instalações da AEP, em Matosinhos.
Via Público
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Joaquim
em
07:57
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21 Junho 2010
uma economia com bolhas é melhor do que uma lisa
Os mercados podem não ser perfeitos mas são a forma mais eficiente de garantir que os preços se aproximam dos valores mais correctos, do chamado ponto de equilíbrio que ajusta a procura à oferta. A alternativa aos mercados, pura e simplesmente não existe.
Carlos Tavares tem portanto razão e João Galamba está errado. Sempre que os preços são estabelecidos administrativamente, ou quando a especulação é proibida, o resultado é catastrófico, como estamos a assistir, em directo, na Venezuela e no Zimbabué. Carência de bens de primeira necessidade, fuga de capitais, inflação e o chamado mercado negro.
Há bolhas especulativas? Com certeza. Contudo, como João Galamba irá descobrir em breve, mais vale uma economia com bolhas especulativas do que uma economia lisa. Os mercados, até os mercados negros, são mais eficientes do que qualquer outra alternativa. E não é necessário ir à bruxa para descobrir isto, qualquer manual de economia é suficiente.
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Joaquim
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19:45
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um ataque selvagem
O diário do Vaticano "L'Osservatore Romano" atacou hoje o recém-falecido escritor português José Saramago num artigo em que o define como "populista e extremista" de ideologia antirreligiosa e marxista.
Um dia depois da morte do Nobel da Literatura 1998, o diário da Santa Sé publica um obituário intitulado "A (presumível) omnipotência do narrador", assinado por Claudio Toscani.
"Foi um homem e um intelectual de nenhuma admissão metafísica, ancorado até ao final numa confiança arbitrária no materialismo histórico, aliás marxismo", lê-se no artigo.
"Colocado lucidamente entre o joio no evangélico campo de trigo, declara-se sem sono pelo pensamento das cruzadas ou da Inquisição, esquecendo a memória do 'gulag', das purgas, dos genocídios, dos 'samizdat' culturais e religiosos", acrescenta.
O texto passa em revista a produção literária do escritor português, qualificando o romance "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" (1991) de "obra irreverente" que constitui um "desafio à memória do cristianismo".
"Relativamente à religião, atada como esteve sempre a sua mente por uma destabilizadora intenção de tornar banal o sagrado e por um materialismo libertário que quanto mais avançava nos anos mais se radicalizava, Saramago não se deixou nunca abandonar por uma incómoda simplicidade teológica", escreve Toscani.
"Um populista extremista como ele, que tomou a seu cargo o porquê do mal do mundo, deveria ter abordado em primeiro lugar o problema das erróneas estruturas humanas, das histórico-políticas às sócio-económicas, em vez de saltar para o plano metafísico", acrescenta.
O artigo afirma que Saramago não devia ter "culpado, sobretudo demasiado comodamente e longe de qualquer outra consideração, um Deus no qual nunca acreditou, através da sua omnipotência, da sua omnisciência, da sua omniclarividência".
PS: Vital Moreira considerou esta crítica um ataque selvagem. É de Cabo de Esquadra.
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Joaquim
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13:34
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a bridge to nowhere
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Joaquim
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12:26
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perdoa-me
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Ricardo Arroja
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08:59
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duas opiniões
Meanwhile, spare a tear for Mr. Zapatero. The European Central Bank is telling him the only sure route to economic growth is austerity. President Barack Obama will use the G-20 meeting later this week to argue that stimulus, not austerity, is the key to prosperity. Mr. Zapatero needs the ECB and its bail-out facility more, right now, than he needs Mr. Obama.
Via WSJ
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Joaquim
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07:40
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20 Junho 2010
coisas difíceis de entender
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Ricardo Arroja
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17:08
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funeral de Saramago
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Joaquim
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17:07
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a mania de ser inteligente
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Ricardo Arroja
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16:14
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bota-abaixo
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Joaquim
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09:49
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19 Junho 2010
o valor da eutanásia
Em 2009, a Holanda despachou 2.636 doentes por eutanásia. Um número surpreendente para quem pensasse que a eutanásia se destinava apenas a casos extraordinários.
O extraordinário, porém, tem uma capacidade "extraordinária" de se tornar “ordinário”. Especialmente quando a eutanásia passa a ser considerada como uma “forma extrema de cuidados paliativos”...
Quando os socialistas começarem a analisar os dados da Holanda, nesta época de cortes orçamentais (considerando que 90% das despesas de saúde ocorrem nos últimos 6 meses de vida), a eutanásia vai parecer uma solução catita para cortar nas despesas de saúde.
Eu sugiro aos camaradas que, para além de oferecerem a eutanásia à populaça, paguem também o funeral, aos cidadãos com menos de 100.000 € em activos líquidos.
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Joaquim
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10:20
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o ódio à condição humana
Um homem que despreze o engenho humano e as suas criações também é natural que odeie a liberdade. Ler Mais...
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Joaquim
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09:20
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18 Junho 2010
o Papa filósofo
On Aquinas, Philosophy and Theology
VATICAN CITY, JUNE 16, 2010
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Joaquim
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20:27
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Crónica de um Mundial
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Ricardo Arroja
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14:48
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stress tests
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Ricardo Arroja
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12:19
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Recursos naturais: a agenda chinesa
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Ricardo Arroja
em
11:54
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ética do trabalho?
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Ricardo Arroja
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11:17
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feriados a mais
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Ricardo Arroja
em
10:33
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sem dúvida
A partir de uma determinada carga tributária, o Estado passa de democrático a totalitário e é por esse motivo que é preciso impor--lhe limites.
Via DN
PS: O problema não é apenas o limite de cada imposto, mas a sua soma que, juntamente com os descontos para a segurança social, "come tudo". Em França há um limite global de 60%.
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Joaquim
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07:36
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17 Junho 2010
propaganda pura
CC sensível à propaganda do governo. Quantos beneficiários do RSI e do subsídio social de desemprego é que têm activos líquidos superiores a 100.000,00 €?
O PS anda a brincar com os pobres...
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Joaquim
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16:27
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os governos agravaram a crise
"I think that governments have become like a cancer, they have expanded in the financial system," Faber said.
"I think the biggest problem is too much intervention. Whatever the government touches is usually done worse than in the private sector," he said.
Markets usually give signals when something goes wrong but, if the government is to intervene, as is the case of the European Central Bank, the Federal Reserve and the Bank of England's bond buying, government intervention hides these signals, according to Faber.
"I think any government intervention has unintended consequences and is negative," he said. When there is intervention, "eventually the market will break the intervention and things will blow out."
Via CNBC
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Joaquim
em
16:15
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redundantes
Ninguém planeou o sistema capitalista global, ninguém o gere e ninguém o compreende verdadeiramente. Isto é uma ofensa para os intelectuais porque os torna redundantes.
Peter Saunders, citado por Matt Ridley
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Joaquim
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09:43
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Adam Smith meets Charles Darwin
Via First Order Goods Ler Mais...
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Joaquim
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07:02
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16 Junho 2010
it is my way or no way
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Joaquim
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14:24
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o PS levou-nos à bancarrota
Sem a UE estávamos na bancarrota.
Mário Soares
PS: Condenação clara da governação do PS.
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13:27
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dores de parto
Portugal também está a fazer a sua transição de um regime iliberal (de partidocracia corrupta) para um regime de capitalismo liberal - o chamado Fim-da-História.
A reforma laboral é um elemento essencial dessa transição.
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Joaquim
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11:47
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o Fim-da-História III
Flexibilizar despedimentos e mexer nas condições de atribuição do subsídio de desemprego são algumas das medidas que Bruxelas considera que Portugal tem de tomar para reformar o seu mercado de trabalho e criar condições para aumentar o potencial de crescimento da economia.
A recomendação surge no âmbito da análise às medidas de combate ao endividamento público em Portugal – que Bruxelas considerou ontem “não serem suficientes” para atingir o défice de 4,6% do PIB prometido para 2011 e a produzir uma inversão da tendência de agravamento da dívida pública.
Nela, a Comissão insiste na necessidade de acompanhar este processo de consolidação das contas do Estado de reformas estruturais para tentar resolver a mãe de todos os males: o fraco potencial de crescimento da economia portuguesa. “A implementação de reformas estruturais é capital para aumentar o potencial de crescimento do PIB”, escreve a Comissão, sugerindo que sejam postas em marcha “sem demora” as que possam ajudar a compensar o efeito de retracção que resultará de consolidação orçamental “considerável” que está em curso.
Via JN
PS: É muito irónico que vá ser o PS a conduzir estas reformas.
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Joaquim
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11:36
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Contribuições sociais
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Ricardo Arroja
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09:04
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liberdade laboral (Heritage)
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Joaquim
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07:49
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direitos dos trabalhadores
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Joaquim
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07:41
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15 Junho 2010
capitalismo e liberdade
...
Se quisesse fazer uma única alteração, seria substituir a dicotomia entre a liberdade económica e a liberdade política pela “tricotomia” entre a liberdade económica, a liberdade cívica e a liberdade política. Depois de eu ter completado o livro, Hong Kong (antes de reintegrar a China) convenceu-me de que enquanto a liberdade económica é uma condição fundamental para a liberdade cívica e a liberdade política, a liberdade política, apesar de desejável, não é uma condição necessária para a liberdade económica e cívica.
Nesta linha, uma insuficiência deste livro é o tratamento inadequado da liberdade política, que nalgumas condições promove a liberdade económica e cívica e noutras inibe a liberdade económica e cívica.
Milton Friedman, no prefácio do livro Capitalism and Freedom (2002).
Separar a liberdade política da liberdade cívica parece-me um artificialismo difícil de explicar. Mesmo assim, Friedman, talvez influenciado pela experiência chilena, parece estar convencido, em 2002, que o capitalismo pode ter sucesso em regimes autoritários.
Eu concordo com este ponto de vista, o que penso é que o chamado capitalismo iliberal é sempre transitório. No Chile foi.
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Joaquim
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12:18
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+ 1 zapaterada
O Governo espanhol está a preparar uma reformulação da Lei da Liberdade Religiosa que, se for aprovada, vai proibir a exibição de crucifixos em edifícios públicos.
De acordo com informações avançadas pelo jornal espanhol El País, a nova lei prevê a proibição de símbolos religiosos em todas as instituições públicas, salvo se os objectos em questão tiverem "valor histórico-artístico, arquitectónico ou cultural protegido pela legislação".
Via DN
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Joaquim
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07:34
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14 Junho 2010
o mercado dos fedelhos...
O namoro entre dois rapazes nos "Morangos" de Verão (AMP no Jugular) não se destina a educar a populaça, por favor...
Talvez seja é uma maneira de suavizar a resistência dos fedelhos aos propósitos contra-natura de alguns pederastas. E, já agora, se calhar também é esse o propósito da educação sexual nas escolas.
ahahahahah
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Joaquim
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15:37
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para acabar com a pobreza
The European Union as a whole differs from America even in the way it measures poverty. Ever since Lyndon Johnson declared “war on poverty” in 1964, it chose to define poverty in absolute rather than relative terms. Based on the European litmus test of “less than 60% of median income”, America has a high level of poverty: the existence of a very large prosperous middle class — a good thing, one would have thought — makes that almost a statistical inevitability.
Britain is quite like America in this respect — but Poland isn’t. So, on the official EU measurements there is “more poverty” in this country than in Poland. That is what happens when you misdescribe inequality as poverty. As Professor Saunders mordantly observes: “The people in Britain who get defined as poor actually enjoy a standard of living far higher than most Poles. Polish workers move to Britain in search of a higher standard of living, but, according to the EU, they make themselves poorer when they do so.”
That’s not unthinkable: it’s unbelievable.
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Joaquim
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07:50
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13 Junho 2010
o efeito recessivo
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Joaquim
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16:45
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estúpida
A Srª Angela Merkel é ..."estúpida".
Nicolau Santos, no Expresso
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Joaquim
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16:26
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a China a caminho do Fim-da-História
Las manifestaciones han afectado a miles de personas, y en general han sido pacíficas. Sin embargo, alrededor de 50 huelguistas de KOK resultaron heridos el miércoles en la provincia costera de Jiangsu, cuando las fuerzas de seguridad intentaron impedir que protestaran en la calle. Los trabajadores exigían compensaciones por las altas temperaturas, un seguro completo, ayudas para alojamiento y que trabajar los sábados sea voluntario. "Tenemos que trabajar a 40 ó 50 grados y se niegan a hacer nada para solucionarlo", se quejaba uno de los obreros al diario de Hong Kong South China Morning Post.
La mayoría de los paros han sido suspendidos después de negociar. No es el caso en Honda. El grupo japonés dijo ayer que dos de sus plantas de montaje en el sur de China han vuelto a funcionar, tras la paralización intermitente de las últimas semanas por huelgas en las filiales de transmisiones y de tubos de escape. Pero añadió que la protesta que mantienen los empleados de su subsidiaria Honda Lock en Guangdong, que produce cerraduras, no ha sido resuelta. Varios cientos de obreros de la empresa, que emplea a 1.500 personas, se concentraron ayer a las puertas de la factoría. Honda ha ofrecido un aumento de 100 yuanes (12 euros) al mes sobre un salario de unos 1.700 yuanes (206 euros), mientras los empleados piden un sueldo superior a 2.000 yuanes.
Los trabajadores de Honda Lock demandan también la creación de sindicatos independientes, algo tabú en este país, donde están prohibidos. Las asociaciones de defensa de los derechos laborales existentes en China están ligadas al Partido Comunista y actúan, normalmente, al servicio de los empresarios.
Via El País Ler Mais...
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Joaquim
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12:57
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nos ha mandado al carajo
En estos meses que quedan Zapatero debe hacer la tarea dura y asumir los deberes que le impone la UE, el FMI y los mercados. Deberes que él no ha sido capaz de hacer y que ahora hace contra su voluntad. Él ya no manda. Afortunadamente para España, Zapatero ya no gobierna, sino el Eurogrupo, la Comisión Europea… pero no Zapatero. Por ejemplo, ¿¡cuántas veces le hemos pedido la reforma laboral y nos ha mandado al carajo!? Lo que está haciendo no es por gusto.
Via Diário Digital
PS: Estas afirmações de Duran i Lleida (político catalão) encerram um erro tremendo, ninguém tem capacidade, nem legitimidade, para liderar um programa alheio. Está a acontecer o mesmo em Portugal.
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Joaquim
em
11:44
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a ameaça turca
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Joaquim
em
11:33
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11 Junho 2010
ponto cego
Margaret Wente
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Joaquim
em
09:50
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um país excepcional (II)
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Ricardo Arroja
em
08:56
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10 Junho 2010
os burocratas que paguem a crise!
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rui a.
em
21:12
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há vida
Alguém me saberá dizer qual é o signo da deputada Inês de Medeiros? É que eu adoro pequenas notas introdutórias.
PS: Com a morte do socialismo, os órfãos convenceram-se de que morreram as ideologias. Bem-vindos ao mundo simplex.
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Joaquim
em
15:53
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Obama tem razão
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Ricardo Arroja
em
11:02
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o pateta
Obama culpa a UE pelo comportamento da Turquia. Esta é a afirmação mais leviana e pateta que já ouvi. A Turquia está a perturbar a ordem no médio oriente porque Obama é percebido internacionalmente como um líder fraco.
Esta fraqueza dos EUA vai permitir a emergência de conflitos regionais que podem alastrar a todo o globo. A Turquia ou é admoestada ou pode ser a origem desse tipo de conflitos.
Em vez de sacudir a água do capote, Obama deve ameaçar a Turquia com a expulsão da Nato e enviar a marinha para a região para evitar uma escalada do conflito turco-israelita.
A Europa não pode continuar a confiar no "polícia americano".
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Joaquim
em
08:25
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09 Junho 2010
capitalismo iliberal II
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Joaquim
em
19:28
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déjà vu
Can there really be any parallel between the growth of Warsaw Pact nations in the 1950s and the spectacular Asian growth that now preoccupies policy intellectuals? At some levels, of course, the parallel is far-fetched: Singapore in the 1990s does not look much like the Soviet Union in the 1950s, and Singapore's Lee Kuan Yew bears little resemblance to the U.S.S.R.'s Nikita Khrushchev and less to Joseph Stalin. Yet the results of recent economic research into the sources of Pacific Rim growth give the few people who recall the great debate over Soviet growth a strong sense of déjà vu. Now, as then, the contrast between popular hype and realistic prospects, between conventional wisdom and hard numbers, remains so great that sensible economic analysis is not only widely ignored, but when it does get aired, it is usually dismissed as grossly implausible.
Popular enthusiasm about Asia's boom deserves to have some cold water thrown on it. Rapid Asian growth is less of a model for the West than many writers claim, and the future prospects for that growth are more limited than almost anyone now imagines. Any such assault on almost universally held beliefs must, of course, overcome a barrier of incredulity. This article began with a disguised account of the Soviet growth debate of 30 years ago to try to gain a hearing for the proposition that we may be revisiting an old error. We have been here before. The problem with this literary device, however, is that so few people now remember how impressive and terrifying the Soviet empire's economic performance once seemed. Before turning to Asian growth, then, it may be useful to review an important but largely forgotten piece of economic history.
Artigo de Paul Krugman, muito importante para compreender o sucesso do modelo de capitalismo iliberal chinês. Ver post anterior.
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Joaquim
em
17:09
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capitalismo iliberal
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Joaquim
em
16:41
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competição nas salas de aula
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Joaquim
em
12:36
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um país excepcional
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Ricardo Arroja
em
09:21
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neocolonialismo
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Joaquim
em
08:28
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custos políticos III
O Governo falou ontem a várias vozes - e com mensagens diferentes - no que toca à necessidade de aprofundar a reforma das leis laborais. A pressão que Bruxelas fez sobre Portugal, pela voz do comissário dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, colocou o ministro das Finanças na barricada dos que aceitam novas medidas neste campo, o da Presidência ao lado dos que estão "disponíveis" para aprofundar as já adoptadas, e os da Economia e do Trabalho na trincheira dos que as rejeitam.
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Joaquim
em
07:37
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custos políticos II
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Joaquim
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07:16
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08 Junho 2010
custos políticos
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Joaquim
em
17:14
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pois...
Com a crise económica actual, o governo deve reduzir rapidamente a despesa pública. No entanto, para poder agir de forma sensata, tem de conhecer muito bem a realidade do país, sabendo onde pode eliminar despesas inúteis e onde os cortes podem destruir instituições vitais.
Alberoni
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Joaquim
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12:00
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salve-se quem puder
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Ricardo Arroja
em
10:07
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elucidativo
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Joaquim
em
07:21
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