31 Maio 2010
receita para acabar com as crises
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Joaquim
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18:23
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das volk
De acordo com um comunicado emitido pelo gabinete da Presidência, Horst Koehler demitiu-se depois de ter sido alvo de criticas por declarações que proferiu sobre a presença alemã no Afeganistão.
Em causa estão declarações proferidas durante uma visita às tropas no Afeganistão, há cerca de duas semanas, onde o responsável disse que um país como a Alemanha, com grandes interesses comerciais no exterior deve saber que as intervenções militares são necessárias para manter os seus interesses comerciais.
Estas palavras causaram grande polémica, com as pessoas a questionarem se a Alemanha está no Afeganistão por questões de segurança nacional ou se por interesses comerciais.
Via JN
A populaça não suporta a verdade. Ler Mais...
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17:09
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drop the Euro
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30 Maio 2010
+ Rock in Rio
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Miley no "Rock in Rio"
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Joaquim
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17:13
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tudo se vende...
Só há uma coisa, por assim dizer, que nunca foi, nem prevejo que venha a ser, massificada e comercializada: o liberalismo.
Porquê? Porque o individualismo, que está no cerne do liberalismo, é contrário à uniformização e nenhum capitalista parece estar interessado em mercados de uma pessoa. Ler Mais...
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17:09
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be stupid*
A responsabilidade pela persistência da mutilação feminina nalgumas sociedades é ... "do neoliberalismo".
Oliveira, Daniel no Expresso
Claro que esta explicação não chega para compreendermos porque é que os imigrantes que residem em países socialistas, com um Estado Providência desenvolvido, continuam a fazer o mesmo. É de Cabo de Esquadra.
* Campanha da Diesel.
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29 Maio 2010
aviso à navegação
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22:36
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28 Maio 2010
caminhar para o fundo
E agora? “Sair do euro, precipitadamente, seria um erro manifesto”. Mas, acrescenta, “será igualmente um erro deixar continuar tudo na mesma”. E o que está a ser pensado, designadamente tornar mais pesadas as sanções para quem não cumprir o limite de 3% para o défice “é condenar os mais pequenos e menos eficientes a caminharem sempre mais para o fundo”.
O que é preciso, defende Freitas do Amaral, é precisamente o contrário e “a nossa diplomacia, juntamente com as de Espanha, Itália, Grécia e Irlanda (pelo menos), já deveriam estar a trabalhar afincadamente para evitar que a Alemanha – de novo com pretensões hegemónicas – consiga agravar as sanções” do Pacto de Estabilidade e Crescimento, que é feito de regras “rígidas e cegas”.
Amaral, Freitas no JN
PS: Amaral sugere que o sucesso económico dos PIGS depende do endividamento excessivo. É de Cabo de Esquadra.
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06:19
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27 Maio 2010
Conclusão
A generalização da ADSE a toda a população permitiria poupar cerca de 1.800 M€. Esta poupança resulta do baixo custo de administrar a ADSE quando comparado com o custo de administrar o SNS.
Ao contrário do Dr. Mendes Ribeiro, eu não sou defensor de um regime de pagador único e quando me refiro à ADSE estou a pensar em seguros públicos e privados com a mesma cobertura da ADSE.
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Joaquim
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07:26
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794.78 em 2009
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Joaquim
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07:07
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26 Maio 2010
medidas para a saúde
Nunca fui um defensor do SNS, penso, contudo, que no momento de crise que o País atravessa, o SNS pode continuar a constituir a fundação indispensável ao sistema de saúde.
Para que tal aconteça é porém indispensável que o custo do SNS se reduza em cerca de 2% do PIB. Um desafio enorme, mas exequível.
Como? Como é possível um corte desses, quando as carências da população ainda são tantas?
A resposta é linear: É possível uma redução tão drástica porque o desperdício é extraordinário.
Que fazer?
1.A primeira medida é reduzir a despesa com medicamentos, para níveis idênticos aos dos nossos parceiros da OCDE. O consumo exagerado de medicamentos é nocivo para a saúde da população e para o ambiente. Podemos reduzir imediatamente 10% dos gastos com medicamentos e contemplar mais reduções futuras com medidas de racionalização.
2.A segunda medida é terminar com os contratos programa e com o chamado financiamento por acto médico. O MS deve adoptar um financiamento por capitação e deixar às unidades do SNS a administração dos recursos disponíveis, de acordo com as necessidades das respectivas populações.
3.A terceira e última medida urgente, é a liberalização do acesso à ADSE. Um sistema de “managed care” de excelência que permitiria ao sector público arrecadar mais receita (1,5% dos vencimentos) e gastar menos.
Algumas destas medidas já estão a ser implementadas, mas de modo insuficiente. O MS planeou cortes na despesa com medicamentos, mas reduzidos. Já adoptou o método de financiamento por capitação, mas em poucas unidades. Por fim, permitiu o alargamento da ADSE aos trabalhadores contratados pela função pública.
É urgente aprofundar estas medidas, enquanto podemos ser nós a fazê-lo. Se as directivas vierem de fora serão cegas e destruirão o que ainda sobra do SNS.
Haja saúde!
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12:29
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partilhar o governo
Questionado pelos jornalistas sobre qual a primeira medida que tomaria para combater a crise, caso fosse eleito, Nobre respondeu de pronto: “Chamaria os dois principais partidos, talvez três, para que fizessem uma coligação.” Indagado sobre qual seria o terceiro partido, o candidato emendou a mão e esclareceu que “chamaria todos”, tentando uma coligação “o mais alargada possível”. “Em todos os outros países da Europa é perfeitamente normal as coligações”, afirmou, até porque, acrescentou, "num futuro próximo vai ser difícil haver governos de maioria absoluta”.
Via Público
PS: O meu ilustre colega, Dr. Fernando Nobre, não propõe um governo. Propõe uma conferência clínica.
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07:08
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25 Maio 2010
putamadre
Na minha busca de pérolas de Cabo de Esquadra, deparei com um fenómeno curioso que penso revelar algo sobre a esquerda blogosférica portuguesa. O recurso constante, nos posts, aos palavrões e à grosseria.
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22:35
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porque precisa o liberalismo do conservadorismo
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rui a.
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17:01
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aos partidos
Financial crises can spur reform. Last year as developed economies focused on Keynesian changes in demand, Asia-Pacific economies were advancing reforms – especially in services – to generate higher growth. As developed economies focused on financial regulation and a broader reregulatory movement, Asians were considering how deregulation might foster innovation and jobs.
Developing countries have understood that a sustainable recovery depends on reviving the private sector. Businesses will invest if the policy environment enables them to turn a profit. More governments implemented regulatory reforms to make it easier to do business in 2009 than in any year since 2004, with nearly 300 reforms registered worldwide. Most occurred in developing economies.
In “sustainable growth challenge, part one”, it is not about unmitigated austerity, but finding sustainable paths to prosperity. The EU and developed countries elsewhere need more than fiscal stringency, especially if achieved by piling on more taxes. They need to seize opportunities from growth in developing countries to avoid their own lost decade. There is a broader lesson: in 2008, the crisis was US-led; in 2010, it is European. For both the US and Europe, it is developing countries that point to the way ahead. It is time we took note.
By Robert Zoellick Ler Mais...
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14:49
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vamos ser sérios
ANF; APIFARMA; SIM; OM; SEP; OE; PS; PSD; ENSP; Drª Ana Jorge.
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Joaquim
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13:07
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palavras-chave
Plano; Guia; Despacho; Casa; Comitivas; Partilhar; Grande Central; Tentar; Luz Verde; Mais Barato; Tiras de Glicémia; Genéricos; Tutela; Auditorias.
PS: Palavras-chave para descodificar as 10 medidas do MS para salvar o SNS.
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12:58
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mais problemas
Se a minha leitura da estratégia do BCE estiver correcta, Trichet está a transferir, massivamente, recursos do sector privado para o sector público. Qual será o resultado?
Mais falências, mais desemprego, menor crescimento económico. Mais sarilho!
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06:11
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incompetentes
With a combined €2,400bn in outstanding government debt of Portugal, Greece, Spain, Italy and Ireland – the peripheral eurozone economies – investors say the ECB may have to buy up to €600bn.
This would raise question marks over the central bank’s ability to “sterilise” these purchases – draining an equivalent amount of money from the system by taking deposits from commercial banks, which the ECB is doing on a weekly basis.
By sterilising the bond purchases the ECB hopes to ensure the policy remains neutral in terms of impact on the money supply and the bank’s monetary policy. It wants to avoid so-called “quantitative easing” - expanding the money supply and thus stoking inflation, as some of the ECB’s more hawkish members fear.
Via FT
PS: Obviamente, esta política do BCE vai precipitar uma recessão a nível da zona Euro, contribuindo para o fim da União.
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06:02
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24 Maio 2010
a mãe de todas as reformas
Um mercado de trabalho "disfuncional", "bolha no imobiliário", "enorme défice orçamental", "sector privado endividado", "fraca competitividade" e um sector bancário com "bolsas de fragilidade": estes são alguns exemplos da longa lista de problemas identificados em Espanha. Resolvê-los exigirá reformas de "grande envergadura", e a prioridade deve ser dada ao mercado de trabalho.
“O mercado de trabalho não está a funcionar”, sentencia o Fundo, que diz que o Governo de José Luiz Zapatero tem agora, com a crise, uma “oportunidade histórica” para avançar com uma reforma integral que ponha termo ao dualismo crescente na sociedade espanhola, entre os têm contratos de trabalho “blindados” e os que não saem da precariedade.
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21:42
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"una posición patriótica"
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rui a.
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20:09
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greve de oposição
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16:23
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assim é melhor
Basta fazer "copy" do título da notícia que pretendemos ler e "paste" na Google e voilá. É só seguir o link.
Funciona às mil no FT e no WSJ. Ler Mais...
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11:20
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«a paixão pela educação»
Um post sobre as origens do nosso modelo educativo, no Revolução Francesa.
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09:10
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23 Maio 2010
Estados Unidos da Europa
Os boches já falam abertamente dos EUE. Este artigo do Gabor Steingart, do Handelsblatt, é completamente esclarecedor.
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08:41
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sem comentários
"Neste momento, a Europa e a zona Euro enfrentam três grandes desafios: a sustentabilidade das suas finanças, o crescimento económico e a governação económica a nível comunitário", afirmou Teixeira dos Santos.
"Vivemos a última década muito convencidos que o euro era o guarda-chuva protector, o que foi confirmado pelos bons resultados que a Zona Euro teve, mas o guarda-chuva não resistiu ao efeito da crise", admitiu o ministro das Finanças.
"O eclodir da crise financeira veio pôr a nu a fragilidade da política orçamental", o que levou a "uma inversão completa", passando da tónica na recuperação económica para um "esforço de contenção para reduzir o défice".
O ministro admitiu que "a crise tem apontado as fragilidades da construção do euro", o que, acrescentou, faz da "criação de um mecanismo de estabilização ao nível do euro um passo fundamental".
O ministro realçou que "tudo mudou. Houve uma inversão da prioridade e agora o que se diz é consolidação já e em força", disse, justificando "a necessidade de enveredar por medidas de aumento de impostos".
Via Público
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08:17
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22 Maio 2010
jacobinos
Michel Vovelle, catedrático de História da Revolução Francesa na Sorbonne e Director do Instituto da História da Revolução Francesa, publicou, em 1999, um livro interessante sobre o seu tema de eleição intitulado «Les jacobins: de Robespierre à Chevènement». Verdadeiramente, o livro não começa em Robespierre e é aí que ganha verdadeiro interesse. Para quem julga que o jacobinismo começa e termina com o Incorruptível e quiser prescindir de obras de maior fôlego, este livro é um auxiliar necessário.
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22:37
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12,6%
Total government expenditures, including consumption and transfer payments, are low. In the most recent year, government spending equaled 12.6 percent of GDP. Macau consistently runs fiscal surpluses, allowing it to respond easily to the global financial crisis with some adjustment assistance in the form of cash subsidies, tax relief, health care vouchers, and increases in public works investment.
Via Heritage
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Joaquim
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21:32
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impostos em Macau
IRS de Macau - 2 a 15%.
IRC - 3 a 12 %.
PS: Só por curiosidade, desemprego 3,1%.
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21:27
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capitalismo português
Although the Portuguese colonial government claimed to have
followed the free-market approach, it intervened in Macao's economy
quite extensively through business licensing, immigration controls,
partnerships with private businesses in economic development, ties
with European countries, and a variety of economic regulations.
PS: É o capitalismo português.
Documento PDF
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Joaquim
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21:14
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em Macau... funciona
As prescribed by the Macau Basic Law, the government follows the principle of keeping expenditure within the limits of revenues in drawing up its budget, and strive to achieve a fiscal balance, avoid deficits and keep the budget commensurate with the growth rate of its gross domestic product. All the financial revenues of the Macau Special Administrative Region shall be managed and controlled by the Region itself and shall not be handed over to the Central People's Government. The Central People's Government shall not levy any taxes in the Macau Special Administrative Region.
Via Wiki
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Joaquim
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21:06
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Macau
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Joaquim
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21:03
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deixem-no conduzir
O primeiro a falar já frequentou uma escola de condução, mas não tem experiência profissional. Conferencia com o condutor por uns minutos e regressa dizendo:
- Estou disposto a caucionar o condutor. Não seria este o meu trajecto, mas a situação é critica e tenho de colaborar. Peço desculpa a todos que embarcaram comigo.
O segundo a manifestar-se já foi maquinista, mas está reformado. Elogia a postura do primeiro e pede estabilidade.
- A situação deste comboio é crítica. Espero que não descarrilemos antes de embater na parede. Ler Mais...
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Joaquim
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09:02
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It's Germany, dumm
Ground zero of Europe's debt-currency-banking crisis isn't in Greece, or Portugal, or Ireland or even Spain. It's in Germany.
So says Martin Wolf, the estimable economics columnist of the Financial Times, who this week offered this wonderfully concise, if somewhat mischievous, description of how the vaunted German economic machine really works:
At one end is a powerful and highly efficient industrial export engine that generates a large trade surplus with the rest of the world, including most other countries in the eurozone. Instead of spending this new export wealth on a higher standard of living, however, parsimonious Germans prefer to save it, handing it over to thinly capitalized German banks that have proved equally efficient in destroying said wealth by investing it in risky securities issued, not coincidentally, by trading partners that need the capital to finance their trade deficits with Germany. To prevent the collapse of those banks, German taxpayers are dragooned into using what remains of their hard-earned savings either to bail out their hapless banks or their profligate trading partners.
Via WP
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Joaquim
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08:21
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intemporal
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rui a.
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01:35
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21 Maio 2010
estabilidade
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rui a.
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22:54
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citaçao oportuna
Aqueles que não se conseguem disciplinar a si próprios depressa encontrarão alguém que o faça por eles.
Nietzsche
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Joaquim
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20:17
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abaixo com os partidos
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Ricardo Arroja
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15:32
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medicina veterinária
... a nossa raça ibérica também tem mulheres estonteantes, muito bonitas.
Fernando Nobre, em entrevista ao Sol.
PS: Esta vai já para o "de Cabo de Esquadra". Mulheres de raça ibérica? Fónix!
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Joaquim
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09:06
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The Naked Truth About the Shorts
Did you, company CEO, stretch the truth a little with your earnings forecast? Is your stock taking a beating?
Did you, bank CEO, load up on too many mortgage bonds, Greek debt or make a bad deal? Is the market losing confidence in your story?
Well, I'm here to tell you you're not at fault. It's those despicable short sellers, of course.
Via WSJ
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Joaquim
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07:13
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20 Maio 2010
15 dias
A ideia de impor limites à dívida pública e ao défice, na Constituição, foi mal vista por quase todos os partidos. O PSD considera-a uma medida socialista e o PS considera-a uma medida ultraliberal.
O Presidente Sarkozy, contudo, pensa que é uma proposta excelente e vai aplicá-la em França.
Dentro de uns quinze dias, vamos assistir a uma mudança de opinião. A UE vai acabar por impor este tipo de medidas aos países do Euro e nós vamos aceitá-las.
Quinze dias é uma eternidade, nos tempos que correm.
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Joaquim
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19:08
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divórcios
Taxa de divórcio entre gays - 50% superior à dos casais tradicionais.
Taxa de divórcio entre lésbicas - 167% superior à dos casais tradicionais.
É caso para pensar há qualquer coisa que está a mais ou que falta qualquer coisa...
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Joaquim
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07:59
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2 novos blogues 2
Dois novos blogues. O Salazar e o de Cabo de Esquadra.
O Salazar leva o nome daquela espátula que serve para rapar o fundo dos tachos. Aliás, nem é bem um blogue, é mais um quadro virtual onde qualquer um pode deixar ideias para diminuir a despesa pública.
Este espaço parece-me necessário porque não há muitas ideias a serem discutidas com o propósito referido. Apesar de ser cada vez mais claro que vão ser necessários cortes na despesa do estado e que há um perigo, como se viu no caso da Grécia, desses cortes virem a ser implementados de forma cega.
Qualquer contributo pode ser enviado para diminuiradespesa@gmail.com .
O de Cabo de Esquadra é um arquivo pessoal de pérolas da esquerda portuguesa. A campeã mundial da esquerda matarruana e caceteira. Deixo-o aberto a quem goste de uma boa gargalhada.
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Joaquim
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06:12
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19 Maio 2010
consequências muito previsíveis
Ms Lagarde said France did not envisage following Germany in imposing a ban on the short-selling of eurozone sovereign debt or sovereign credit default swaps for two reasons: first, there was not much trade in these instruments (beyond French government debt) on French exchanges; second, a ban could reduce liquidity in eurozone sovereign debt markets for governments with economic and fiscal problems.
Via FT
PS: As medidas anunciadas pela Alemanha vão dificultar o financiamento da dívida pública portuguesa. Obviamente, é isso que os boches pretendem, para entalar os países do sul. Com o aumento das dificuldades, a Alemanha pode ditar as suas condições.
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Joaquim
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16:26
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«jacobinos»
Novo post no Revolução Francesa.
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rui a.
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10:26
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alemães cortam a luz
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Joaquim
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08:06
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We've Come To Take OUR Government Back
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Joaquim
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07:21
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18 Maio 2010
ditadura
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rui a.
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22:56
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silogismos
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rui a.
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20:12
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30%
80 % da riqueza, em Portugal, é produzida por 20% da população. É o princípio dos muitos triviais e dos poucos vitais, de Juran. Mais conhecido por princípio de Pareto.
Se seguíssemos o conselho deste homúnculo e diminuíssemos todos os salários em 30%, os poucos vitais davam às de Vila-Diogo e os muitos triviais continuavam a não conseguir competir com os chinocas.
Que nóbeis sugestões nos daria então o mongo-múnculo? + 30% ?
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Joaquim
em
18:22
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quero, mas não posso
Durante o seu mandato, o Presidente fez umas três intervenções públicas de que me lembre. A primeira foi sobre os poderes presidenciais, a segunda foi sobre espionagem e a terceira, ainda fresca, foi sobre impotência. A impotência do Presidente para travar “o fim do casamento heterossexual”.
Será possível estabelecer um fio condutor entre estas intervenções? Penso que sim.
Cavaco está a dizer-nos que a sua magistratura tem poucos poderes, tão poucos que ele tem de os guardar zelosa e recatadamente, não vá o diabo tecê-las.
Cavaco está também a dizer-nos que não contemos com ele para nos ajudar a sair da crise. O Presidente gostaria, mas não pode.
Esperemos, pelo menos, que reze por nós, como pediu ao Papa para fazer.
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Joaquim
em
12:47
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rotativismo
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rui a.
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02:30
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regresso em conformidade
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rui a.
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02:16
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17 Maio 2010
trabalho comunitário
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Ricardo Arroja
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18:55
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Um circo
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Ricardo Arroja
em
08:56
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euroesclerose
Euro-stagnation is nothing new. It’s deeply rooted and longstanding. Indeed, since 1970 it has not been the U.S. that has faded before the onslaught from the East, but the core 15 nations of the European Union. Over that 40-year period the EU-15’s share of world GDP has plummeted from roughly 37 percent to under 28 percent; the American chunk, roughly 27 percent, has stayed remarkably even. Basically Asia, and particularly China and India’s gain, largely has been at Europe’s expense, not our's.
...
A culture that believes in itself, not only to have children, but also start businesses and innovate will overcome one, however theoretically well managed, that does not. This is the fundamental problem of Europe as whole, although it does not apply equally to every individual country in the union.
...
The aptly named PIGS (Portugal, Italy, Greece and Spain) make clear that you can not enjoy a Scandinavian welfare state with a Mexican-style economy. You have to earn the right to six weeks of vacation and Porsche-level health-care plans.
...
This contrasts with the productive, disciplined countries of the north—roughly today’s version of the Medieval Hanseatic League—who continue to export goods and services enough to sustain their expansive, and generally less corrupt, welfare states. Essentially you have the sunny, good food and times countries—an arc from Portugal to Spain—and the gloomier places like Scandinavia, the Netherlands and Germany.
A secular kind of Protestant ethic is alive and well in post-Christian Europe. In some countries like Sweden and Denmark, blond and red-haired baby-making is making a modest comeback, lifting the future prospects for these countries. As for the Mediterranean crowd, get used to African or Arab chefs cooking your pasta. It might not be too bad, as long as the weather holds up.
Joel Kotkin
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Joaquim
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06:27
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16 Maio 2010
o trilema político
No fundo, a crise é mais uma manifestação daquilo a que eu chamo "o trilema político da economia mundial": globalização económica, democracia política e estado-nação, são mutuamente inconciliáveis. Só podemos ter dois em simultâneo.
Tese de Dani Rodrik. Hoje também no Público.
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Joaquim
em
15:44
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gnostocracia
Gnostocracy, like all systems of government, works much better in theory than in practice. In theory, having the smartest, wisest and most qualified experts make all the decisions means that most of the decisions will be the best that can be made. In some ways gnostocracy comes closest to the proposals Plato made in his famous Republic, when he calls for the rule of ‘philosopher kings’.
...
In practice it has only five little flaws. Gnostocrats even at their best are prone to mistakes because scientific knowledge is by its nature evolving; the social sciences and the science of extremely complicated systems (think economics) most vital to politics like economics are the most error prone and the least capable of achieving accurate knowledge; political choices involve matters of morals and personal preference which cannot be decided by scientific procedures; no process of selection can be designed which promotes only ‘good’ and ‘honest’ gnostocrats to power and keeps out the charlatans, and the frauds; and finally as a group scientists have interests other than pure science and knowledge (such as promoting gnostocracy thereby gaining power and wealth for themselves).
Walter Russel Mead
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Joaquim
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10:55
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a bruna vai longe
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Joaquim
em
10:34
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ataque especulativo contra a PT
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Joaquim
em
09:51
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15 Maio 2010
ahahahahah
May 15 (Bloomberg) -- Greece is considering taking legal action against U.S. investment banks that might have contributed to the country’s debt crisis, Prime Minister George Papandreou said.
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Joaquim
em
20:23
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emergências graves
(Competência para prática de actos próprios)
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Joaquim
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19:04
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rezai por nós
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Joaquim
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11:05
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14 Maio 2010
bocas dos santos
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Joaquim
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07:44
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fundamentals
Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens foram criados iguais, foram dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade.
Que a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade. Na realidade, a prudência recomenda que não se mudem os governos instituídos há muito tempo por motivos leves e passageiros; e, assim sendo, toda experiência tem mostrado que os homens estão mais dispostos a sofrer, enquanto os males são suportáveis, do que a se desagravar, abolindo as formas a que se acostumaram. Mas quando uma longa série de abusos e usurpações, perseguindo invariavelmente o mesmo objeto, indica o desígnio de reduzi-los ao despotismo absoluto, assistem-lhes o direito, bem como o dever, de abolir tais governos e instituir novos-Guardas para sua futura segurança.
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Joaquim
em
07:14
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13 Maio 2010
democracia falida
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Ricardo Arroja
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18:40
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diga quem souber
José:
- Estamos prontos para "enr____" outra vez os tugas.
Pedro:
- Muito bem, mas só se for com "vas____".
PS: Dedico este post ao José Vilhena, deixando à imaginação dos leitores o preenchimento dos espaços.
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Joaquim
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14:57
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assim não
O maior partido da oposição não pode ser a muleta do governo. O PSD não é o partido liberal-democrata britânico e PPC não deve fazer o papel do Nick Clegg.
O PP, aqui ao lado, apresenta-se como uma verdadeira alternativa ao PSOE e Rajoy não tem papas na língua a criticar Zapatero.
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Joaquim
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14:50
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S
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Joaquim
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07:10
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12 Maio 2010
la suicida política socialista
La fortaleza de las presiones sobre nuestro iluso presidente ha debido ser colosal, pues éste ha abjurado ni más ni menos que del socialismo, que ahí es poco. La política del acuerdo a cualquier precio ha sido barrida de un plumazo. La sólida alianza con los sindicatos se ha quebrado dramáticamente. El discurso de que es posible una política económica alternativa a la liberal ha naufragado. La pretensión de un Estado de Bienestar al estilo del ogro filantrópico del que hablaba Octavio Paz ha sucumbido.
Hoy hemos asistido en el Congreso de los Diputados al haraquiri más cruento jamás visto en los últimos tiempos. Zapatero se ha inmolado. Se ha quemado a lo bonzo, y se ha llevado con él, envuelta en llamas, la suicida política socialista que ha conducido al país durante los últimos seis años hacia el colapso. Será extraordinario contemplar cómo asimila el contundente e irreversible fracaso del progresismo, que ha erosionado con una destreza implacable y una rapidez insólita el fenomenal edificio heredado.
Miguel Ángel Belloso
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Joaquim
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21:15
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is she gay
O Sr. Andrew Sullivan, um escroque que se faz passar por intelectual, anda numa nova cruzada. Pretende que o Presidente Obama esclareça publicamente se as sua candidata para o Supremo Tribunal de Justiça, Elena Kagan, é ou não lésbica.
Eis o que eu penso sobre o assunto. A orientação sexual de uma personalidade que se candidata a um cargo destes deve ser pública, no sentido em que os órgãos de comunicação social têm todo o direito (e até o dever, nalguns casos) de escrutinar e divulgar os aspectos públicos do comportamento dessa pessoa.
Ninguém tem o direito, contudo, de exigir que alguém revele ou assuma comportamentos que foram sempre privados.
O Sr. AS revela novamente o seu mau carácter ao exigir que Obama se pronuncie sobre a orientação sexual da sua candidata ao Supremo. Nada que me surpreenda.
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Joaquim
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21:09
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um pouco mais do mesmo
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Ricardo Arroja
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20:47
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copo meio vazio (II)
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Ricardo Arroja
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15:38
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Copo meio vazio
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Ricardo Arroja
em
15:33
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anular os aumentos
Zapatero vai diminuir os salários dos funcionários públicos em 5%. Sócrates também, cortando no 13º mês ou de qualquer outro modo equivalente.
A oposição deve exigir-lhe, em primeiro lugar, que anule o aumento de 3% que o governo concedeu antes das eleições. Só depois é que deve aceitar negociar outros cortes salariais que se venham a revelar necessários.
Sócrates deve ser responsabilizado, politicamente, pelas medidas erradas que tomou.
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Joaquim
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10:30
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a missão dos portugueses III
O Papa Bento XVI, na homilia que ontem proferiu, em Lisboa, falou da identidade cultural e religiosa dos portugueses. Foi simpático, nos tempos que correm, separar a vertente cultural da religiosa, mas, em boa verdade, estamos a falar de duas faces da mesma moeda.
A identidade religiosa dos portugueses, católicos e missionários, é um dos elementos mais destacados da nossa cultura, como a língua, os valores e as tradições que partilhamos.
Sem esse vínculo cultural ao catolicismo (não estou a falar de fé), os portugueses deixam de fazer parte “da família”. Deixam de fazer parte do circulo íntimo da nossa cultura. Ficam desligados da comunidade, como párias culturais. Portugueses apenas na certidão de nascimento. Pouco para dar um contributo positivo à sociedade.
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Joaquim
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07:10
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a missão dos portugueses II
Hoje, participando na edificação da Comunidade Europeia, levai o contributo da vossa identidade cultural e religiosa.
Papa Bento XVI
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Joaquim
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06:30
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11 Maio 2010
a missão dos portugueses
De Lisboa, “partiram em grande número gerações e gerações de cristãos”. “Glorioso é o lugar conquistado por Portugal entre as nações pelo serviço prestado à dilatação da fé: nas cinco partes do mundo, há Igrejas locais que tiveram origem na missionação portuguesa”, acrescentou.
Papa Bento XVI
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Joaquim
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22:36
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a qualified lesbian
PS: A madame é agora a favorita de Obama para o Supremo Tribunal. Ler Mais...
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Joaquim
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17:31
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o domínio do poder
A política não é um domínio racional, a política é o domínio do poder e da força. Muitas decisões políticas irracionais impõem-se apenas porque ganham no processo de contagem de espingardas.
Quem tiver qualquer dúvida sobre esta premissa que acompanhe o sórdido processo de nomeação do próximo primeiro-ministro do RU.
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Joaquim
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16:44
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até um cego vê
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Joaquim
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12:39
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liquidez ou solvência
O grande problema dos PIIGS não é de liquidez, é um problema de solvência. O BCE resolveu temporariamente o problema da liquidez, mas a questão da solvência permanece inalterada.
Uma explicação detalhada de Wolfgang Münchau, hoje no FT
The same applies here. We know now that Greece, Portugal and Spain will always be able to refinance their government debt, but the long-term solvency position of the Spanish state remains unchanged. The private sector is massively indebted. The prices of assets that serve as collateral are still falling. The Spanish government, as guarantor of the banking sector, will be lumbered with rising debts at a time of stagnating economic growth. We should remember that solvency is not primarily related to financial markets’ willingness to lend. That’s liquidity. You are solvent when you can stabilise your debt as a proportion of income. Southern Europe’s solvency position is thus unaffected by the billions.
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Joaquim
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09:07
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o efeito bola de neve
A crise europeia cresce como uma bola de neve. Começou na Grécia e estendeu-se a Portugal e Espanha. Num segundo tempo afectou o Euro e, neste momento, ameaça a integridade da União Europeia.
Parece evidente que as instituições europeias perderam toda a independência, se é que algum dia a tiveram. Em particular, o Sr. Trichet parece uma edição reciclada do Sr. Constâncio, mas às ordens do Eliseu. Um cenário que retira qualquer credibilidade ao Euro.
Portugal deve preparar-se para o fim da UE. Desde ontem, esta é uma possibilidade que tem de ser contemplada e para o qual nos temos de preparar. Ler Mais...
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Joaquim
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08:47
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