Se precisássemos de um marco para assinalar o “início da presidência Obama”, deveríamos tomar como referência Port-au-Prince, no dia 12 de Janeiro de 2010, às 16:53.
Nesse dia, aproximadamente a essa hora, Obama accionou todos os meios de que só uma super-potência dispõe para socorrer o Haiti. Em poucas horas, o porta-aviões USS Carl Vinson chegou a Port-au-Prince e iniciou-se o processo de salvamento.
Foi um exercício de poder demonstrativo e “consciencializador” da influência do EUA para o Bem. Para um presidente maçarico, pode ter sido um evento transformador. Um marco.
31 Janeiro 2010
um marco
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Joaquim
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17:22
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hardball I
Obama ameaça a China e arma países vizinhos do Irão.
PS: Começou a presidência Obama.
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Joaquim
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10:07
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endividamento
Comparar a situação orçamental portuguesa com a dos outros países europeus é um exercício muito arriscado. Desde logo porque o endividamento do País expresso em percentagem do PIB não tem em linha de conta os valores reais que estão em causa. Mesmo quando nos comparamos com os gregos, não podemos esquecer que o PIB/capita (PPP) deles, 30.600,00€, é muito superior ao nosso, 22.200,00€. Isso confere-lhes uma capacidade de endividamento maior.
Esta perspectiva é fundamental. A capacidade de endividamento é directamente proporcional à riqueza que produzimos. De igual modo, um país mais rico tem mais capacidade de cortar na despesa e equilibrar as suas contas.
É a vida.
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Joaquim
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09:42
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30 Janeiro 2010
let's party
O comércio do chá está associado a muitos movimentos de resistência e de revolta. A destruição de um carregamento de chá que ocorreu em Boston , a 16 de Dezembro de 1773, é um dos momentos mais representativos da sublevação popular contra a extorsão fiscal. Foi a chamada “Boston Tea Party”.
O chamado “Tea Party movement”, nos EUA, adquiriu protagonismo, na luta contra o estatismo de Obama e foi importante na eleição de Scott Brown, no Massachusetts.
Portugal teve um lugar de destaque no comércio do chá e bem faríamos se nos começássemos a reunir para beber chá e exigir mais responsabilidade fiscal ao governo.
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Joaquim
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13:12
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tea parties
Catarina de Bragança levou para Inglaterra o hábito de beber chá, em 1662.
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10:50
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Rania
Fala bem inglês e ainda por cima é um garanhão.
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Joaquim
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08:29
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29 Janeiro 2010
Plan de Acción Inmediata
Será credível que o nosso governo não tivesse conhecimento de que Zapatero ia anunciar hoje um plano de redução da despesa pública de 50.000 milhões de Euros, até 2013. Com início imediato.
Enquanto, em Portugal, a despesa continua a aumentar em 2010.
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Joaquim
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17:55
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inglês técnico
O inglês técnico do primeiro-ministro grego é de primeira categoria.
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Joaquim
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11:57
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50.000 M€
Espanha equaciona cortes de 50.000 Milhões de Euros, até 2013.
Portugal decepciona mercados.
PS: Zapatero vai anunciar hoje medidas drásticas de combate ao défice. Se a redução da despesa se iniciar já este ano, vamos ficar mal no retrato.
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Joaquim
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11:09
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exagero
As notícias da minha morte foram muito exageradas.
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Joaquim
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07:27
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a falência do socialismo
O socialismo democrático, ou social-democracia, viveu do crédito fácil. Não só em Portugal mas por toda a Europa. Com o colapso financeiro de 2008, as condições de acesso ao crédito mudaram radicalmente e o socialismo faliu.
Em 2010 Portugal vai pedir emprestado para prestações sociais e para juros, alguém no seu perfeito juízo pensa que isto pode continuar?
Neste post, o Ricardo lança-nos um desafio, onde cortar? No estado social, claro está.
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Joaquim
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07:22
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28 Janeiro 2010
pouco prudente
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Ricardo Arroja
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19:58
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social-democracia
Social-democracia (1945 - 2008). Rest in pieces!
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Joaquim
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16:08
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expectante
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Ricardo Arroja
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14:20
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mau sinal
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Ricardo Arroja
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12:26
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crescimento & desemprego
O crescimento e o desemprego não podem ser as prioridades do OE. Assumir essas prioridades apenas serve para justificar o esbulho, a corrupção e o compadrio.
Parecem objectivos louváveis e é por isso os partidos os usam para ofuscar a realidade. O Estado não tem capacidade para promover directamente o crescimento económico, nem para diminuir o desemprego. O que pode e deve fazer é criar as condições para que o sector privado invista e crie empregos.
Ora o OE 2010 faz exactamente o contrário. Consome recursos que vão faltar aos privados e desse modo contribui para a tal morte lenta, de que fala o FMI. Morte lenta que virá associada a mais desemprego.
Penso que posso afirmar, sem margem para dúvidas, que qualquer OE que eleja o crescimento e o desemprego como objectivos prioritários acabará fazendo exactamente o contrário.
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Joaquim
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10:28
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27 Janeiro 2010
Onde reduzir?
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Ricardo Arroja
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20:55
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universidades de topo
Portugal tem possibilidade de desenvolver uma ou duas universidades que se batam pelos lugares de topo no ranking Europeu. Temos um trunfo importante que é ter cidades como Lisboa que são simpáticas, com clima ameno, vida animada, e boas ligações internacionais. Mas, para concorrer com as melhores da Europa, vamos precisar de recursos substanciais para melhorar instalaçõeses e para contratar e reter os melhores professores. Há muito a fazer...
Primeiro, temos que largar o modelo Soviético de planeamento central das universidades. Há 30 anos que deixámos de tabelar o preço da bica mas continuamos a fixar o salário dos professores. Se continuarmos assim, as universidades de topo Europeias vão atrair os melhores professores nacionais como aconteceu no mundo de futebol com os clubes do top Europeu a recrutar os nossos melhores jogadores.
Além disso, temos um ministério que decide centralmente quantas vagas cada universidade tem, que alunos deve admitir, quantos professores pode recrutar, quais os critérios para o fazer, etc. Pensem o que seria um sistema semelhante para o Benfica ou o Porto, com o governo a tabelar salários e a determinar regras para a contratação de jogadores... Temos que dar verdadeira autonomia às universidades e deixá-las decidir como melhor aplicar os seus recursos para concorrer internacionalmente.
Se queremos subsidiar o ensino superior, devemos financiar as universidades por aluno que as escolha. Vai haver universidades melhores que atraem mais alunos, crescem e ficam mais fortes para suster a concorrência internacional. E vai haver universidades mais fracas que não atraem ninguém e que devem desaparecer. A política actual de dividir os recursos de forma solidária entre as universidades para sustentar as piores vai levar-nos à ruína. Não é obviamente possível ter uma universidade internacionalmente competitiva em cada capital de distrito. Se teimarmos em distribuir os nossos parcos recursos por um grande número de instituições de má qualidade, vamos perder definitivamente a oportunidade de ter um pequeno número de boas escolas internacionais.
Artigo de Pedro Santa Clara, no Público
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Joaquim
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15:11
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portaram-se mal
PSD e CDS portaram-se muito mal.
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Joaquim
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10:04
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afinal, pior era possível
Aí está! Um orçamento de vacas gordas. Aumenta a despesa corrente primária, a despesa total e aumenta também a carga fiscal.
Défice de 2010 nunca será inferior a 8,9% e poderá atingir os 10% do PIB. Basta para isso que as receitas fiscais de 2010 sejam idênticas às de 2009 (cenário realista) e/ou que as privatizações não corram tão bem, por afectarem empresas com forte representação sindical.
Enfim.
Ver mais dados aqui.
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Joaquim
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09:39
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Brainstorming
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Ricardo Arroja
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08:52
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26 Janeiro 2010
O melhor da noite
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Ricardo Arroja
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23:43
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E agora, Carlos?
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Ricardo Arroja
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19:18
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não há greves justas, nem injustas
Porque o conceito de justo e injusto não tem qualquer sentido económico.
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17:15
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Greve dos enfermeiros é justa
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Ricardo Arroja
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16:10
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jamón ibérico
Os germanos alimentam-se dos PIGS.
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15:20
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desorçamentar
A desorçamentação está na ordem do dia. Os governos praticam-na, as empresas também, e até os particulares desorçamentam o que podem, escondendo de um lado o que pedem noutro. Anda meio mundo a enganar outro meio.
A UE fomenta a desorçamentação e criou até novas formas de desorçamentar. Os grandes países exportadores da UE, por exemplo, podem camuflar os seus problemas económicos através de encomendas chorudas dos pequenos países. Comboios, aviões, navios, submarinos, centrais nucleares, software, serviços financeiros, etc.
Sem estas encomendas, os grandes teriam mais dificuldades e as suas receitas fiscais sofreriam as consequências, agravando os seus próprios défices. Assim, os défices sobram para os PIGS. É como se os grandes desorçamentassem os custos da crise económica.
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13:29
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O ministro/político
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Ricardo Arroja
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09:46
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thinking out of the box
Apoiado.
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Ricardo Arroja
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09:34
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partir pedra
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Ricardo Arroja
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08:51
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guru do ISEG
Guru do ISEG faz o diagnóstico da economia portuguesa e mundial para o i. I conclui que a especulação não vai acabar i que as crises vão continuar a existir.
O guru afirmou ainda que a derrapagem orçamental se ficou a dever à evasão fiscal, uma explicação sui generis.
Em conclusão, o guru do ISEG, confidenciou ao i que "os alemães se vão ver gregos".
Via i
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07:37
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corrupção mundial na saúde
Em declarações à Lusa, Sakellarides acusou este médico alemão de "corroer a legitimidade da Organização Mundial de Saúde".
"Eu queria ver o que dizia a mesma pessoa se o país dele não se preparasse para o pior e isso acontecesse", referiu ainda, acusando o Wodarg de "ganhar notoriedade à custa destes processos de mau gosto".
"A opinião pública pensa que a montanha pariu um rato, mas nós não nos podemos pôr do lado da montanha, não é intelectualmente honesto", garante Sakellarides, sublinhando que as autoridades "não se enganaram".
Via Público
De facto, as autoridades da OMS não se enganaram. Alteraram a definição de pandemia, no dia 11 de Junho de 2009, para nos enganarem. Segundo o Presidente da Comissão de Saúde do Conselho da Europa, a OMS é uma organização corrupta.
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07:10
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25 Janeiro 2010
pravda
O OE nos jornais "económicos"
DE:
Medidas de apoio à família
Combate ao desemprego
Investimentos em transportes
Crescimento e controlo do défice
Aumento dos impostos para a banca
Aposta nas receitas fiscais
JN:
Se o Governo tiver de aumentar impostos para reduzir o défice qual o que escolher?
Quais as áreas em que o Governo deve aumentar mais a despesa por causa da crise?
Quais os ministérios que devem ter maior aumento de despesa de funcionamento?
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Joaquim
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19:08
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that dirty little secret
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Ricardo Arroja
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17:55
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Davos
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Ricardo Arroja
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17:26
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Desigual
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Ricardo Arroja
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16:43
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empresários ao poder
O fim do crédito fácil está a complicar as finanças de muitos países. As agências de “rating”, tão criticadas pela sua leviandade, estão agora a analisar, à lupa, as contas dos estados soberanos, como se fossem “relatórios de contas” de sociedades anónimas cotadas em bolsa. O resultado não é bonito.
Muitos países endividaram-se demasiado e poderão estar insolventes. Destes, os que têm moeda própria podem desvalorizá-la. Os que alienaram a sua política monetária a terceiros, como Portugal, só têm um recurso: o “downsizing” do estado.
Neste novo paradigma, torna-se necessário que os governantes tenham grande experiência empresarial, porque lhes estão a pedir respostas empresariais.
A eleição de Sebastián Piñera, no Chile, já reflecte este novo paradigma. Estou convencido de que, entre nós, também irão surgir empresários de sucesso a candidatarem-se a primeiro-ministro. É uma necessidade dos tempos que correm.
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Joaquim
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12:30
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Externalidades positivas
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Ricardo Arroja
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10:44
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dogging
A civilização é uma camada muito fina de verniz. Estala com facilidade.
Via ionline.
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09:55
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24 Janeiro 2010
empresários de sucesso... no Chile
Es casi un milagro que en un país latinoamericano haya ganado la Presidencia de la República en elecciones libres un empresario como Piñera cuyo patrimonio se calcula en más de 1.000 millones de dólares. Nada es tan típico del subdesarrollo como la satanización del empresario, considerándolo un explotador, corruptor y enemigo de los pobres. Un indicio de lo avanzado que está Chile sobre el resto del continente es que los electores chilenos parecen haber comprendido que un empresario privado, si tiene éxito en buena ley, es decir, en un régimen de legalidad y libre competencia -no gracias a tráficos mercantilistas ni privilegios monopólicos- es fuente de creación de empleo y de riqueza y que sus éxitos revierten sobre el conjunto de la sociedad.
El día que nos despedimos en Santiago, tres días antes de la elección, pregunté a Sebastián Piñera cuál querría que fuera su mejor contribución en el gobierno si ganaba las elecciones. "Dar un impulso decisivo a nuestro plan de ocho años, para crecer a un promedio de 6% anual, algo perfectamente realizable. Si lo conseguimos, la renta per cápita, que es ahora de 14.000 dólares se habrá incrementado a 24.000. Habremos alcanzado a Portugal". Chile habrá dejado entonces el subdesarrollo y será el primer país de América Latina en incorporarse al primer mundo.
Por Vargas Llosa, no El País.
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Joaquim
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21:09
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ratings
Os investidores confiam menos na Grécia e em Portugal do que na Microsoft (AAA) ou na Exxon Mobile (AAA).
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Joaquim
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14:43
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muito simples
Como é que o Pombal terminou com o fundamentalismo religioso? Muito simples, uma pira no Rossio e um cadafalso na Praça do Comércio.
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Joaquim
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14:14
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22 Janeiro 2010
Bluff à CNBC?
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Ricardo Arroja
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23:09
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utopia
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Ricardo Arroja
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22:27
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conforme a tradição
Quem se surpreende com a candidatura “rebelde” de Manuel Alegre à Presidência da República e a considera uma deslealdade contra o seu partido, surpreende-se e avalia-a mal. Na tradição socialista portuguesa, os candidatos ganhadores anteciparam-se sempre à decisão oficial do partido, avançando até muitas vezes contra ela. Foi assim com Mario Soares em 1985, quando arrancou com fortes resistências dentro do PS, sobretudo do sector mais próximo de Eanes, que via a candidatura motivada por ressentimentos pessoais em relação ao presidente cessante, não acreditava no seu êxito (as primeiras sondagens davam-lhe pouco mais de 6%) e pretendia que o partido apoiasse uma candidatura mais “abrangente” à esquerda, nomeadamente a de Salgado Zenha. Foi assim com Jorge Sampaio em 1995, que avançou sózinho sem o apoio da direcção do partido, onde os soaristas, que não lhe perdoavam os tempos do secretariado, pretendiam que fosse Jaime Gama o candidato. E é agora assim com Alegre, pela segunda vez consecutiva. Só que, desta vez, será muito difícil o partido negar-lhe apoio formal, sobretudo depois do que sucedeu nas eleições anteriores. Daqui a ganhá-las já a conversa é outra.
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rui a.
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20:26
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o país dos brandos costumes
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rui a.
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15:12
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Communist Party vs Google Inc.
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Ricardo Arroja
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14:09
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uma tradição
«Era um desses homens que possuem tantas facetas e tanta profundidade sob cada faceta, que se tornam insondáveis no momento da acção e só vêm a ser compreendidos muito tempo depois dos acontecimentos», escreveu Balzac sobre Joseph Fouché, uma das figuras mais impressionantes da Revolução Francesa, que a atravessou e lhe sobreviveu, tendo sido, segundo muitos historiadores, o primeiro responsável pela queda de Robespierre, pela queda do Directório, e pela ascensão e queda do Consulado e de Bonaparte.Fouché iniciou a Revolução com uma participação discreta e relativamente moderada, mais próximo da burguesia girondina do que do radicalismo jacobino. Na votação sobre o destino de Luís XVI levada a cabo na Convenção no fim do seu julgamento, Fouché anunciara, na véspera, que votaria contra a pena de morte. No dia seguinte, a votação foi feita por declaração pública de cada um dos deputados por imposição de Marat e Robespierre. Fouché mudou de ideias à última hora...
O reconhecimento pelo seu fervor regicida levou-o até Lion, nomeado pelo Comité de Salvação Pública, como seu representante em missão, juntamente com Collot d’Herbois, um inqualificável facínora. As instruções eram claras: castigar e lançar o terror na cidade que se atrevera a resistir à «liberdade», e para a qual a Convenção determinara a mudança de nome para Ville-Affranchie e a divisa «Lion lutou contra a liberdade; Lion não existe mais». As instruções foram cumpridas a preceito e os dois mandatários da Revolução chacinaram multidões com requintes de crueldade, e sem o vestígio do menor escrúpulo ou hesitação moral. Sobre as façanhas de ambos cometidas nessa cidade, disse, a certo passo, Collot: «Nós fuzilamos duzentos criminosos de uma só vez. E vêm dizer-nos agora que isso foi um crime! Quem não é capaz de ver que esse foi um acto de misericórdia? Quando se guilhotinam vinte culpados, o último a ser executado morre vinte vezes, mas os duzentos que fuzilamos morreram todos ao mesmo tempo».
Regressado a Paris em Abril de 94 por ordem do Comité que o nomeara, Fouché, que não se apercebera, por ter estado muito tempo ausente da cidade, do crescimento político de Robespierre, hostilizou-o de forma que este considerou grave e irremediável. A partir desse momento, Robespierre moveu-lhe uma perseguição implacável, que acabaria fatalmente no cadafalso, não lhe fosse Fouché muito superior em inteligência e falta de escrúpulos. No meio de mil e uma peripécias, entre as quais a mais notável foi fazer-se eleger presidente dos jacobinos à revelia de Robespierre (lugar que ocupo, de resto, por pouco tempo), Fouché foi o principal obreiro do golpe de 9 Thermidor. Ele intrigou na sombra, junto dos deputados da Convenção, dizendo a todos e a cada um deles que estavam na próxima lista de proscritos e condenados de Robespierre. O Incorruptível tentou apanhá-lo e levá-lo a julgamento, mas Fouché não saiu da sombra. Num ataque de cólera durante um discurso aos jacobinos, Robespierre vociferou: «Vil impostor! Conspirador desprezível! Exijo que Fouché seja chamado a julgamento aqui». De nada lhe valeu: dois meses depois era a sua cabeça a cair na guilhotina, às competentes mãos de Sanson.
A cabeça de Fouché continuou solidamente assente sobre os ombros, por muitos e bons anos. Remetendo-se a uma discreta mas muito influente existência durante o Directório, seria um dos obreiros do 18 Brumário e do Consulado Napoleónico. Feito Duque de Otranto e Ministro das Polícias, Fouché montou uma temível rede de informação e espionagem que o tornou temido em toda a França, mesmo até pelo Imperador, que nunca confiou inteiramente nele. Tentando, certa vez, diminuí-lo, Napoleão pergunto-lhe publicamente se ele votara pela morte de Luís XVI. A resposta não se fez esperar: «É verdade, Senhor. Foi esse o primeiro serviço que prestei a Vossa Magestade».
Mas foi Fouché quem sobreviveu a Napoleão e que presidiu à Comission Executive e ao governo provisório de França que negociariam, em fins de Junho de 1815, a segunda abdicação do Imperador e o regresso de Luís XVIII ao poder. Luís XVIII não lhe perdoou o passado regicida, e baniu-o de França no ano seguinte. Em 1820, morre em Trieste, com a respeitável idade, pelo menos para um revolucionário, de 61 anos.
Durante a sua vida, Fouché atravessou incólume pelo menos quatro regimes políticos, que influenciou determinantemente, e foi decisivo na ascensão e queda dos seus protagonistas. Mas mais do que isso: com excepção de Luís XVIII, os governos temeram-no e respeitaram-no. E deram-lhe poder e dinheiro. Muito dinheiro e muito poder.
Consta que, muitos anos mais tarde, António Oliveira Salazar costumava dizer, sobre alguns dos seus adversários a quem fazia ministros, que «os inimigos querem-se por perto». Marcelo, seu sucessor, aplicou a mesma receita com Costa Gomes e Spínola, mas não foi tão bem sucedido. O regime de Abril recebeu e integrou muitos dos quadros do regime deposto, alguns dos quais, não se fazendo rogados, atingiram posições cimeiras na política e no governo. A tradição, em política, não se deve desprezar.
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rui a.
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10:30
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Em queda livre
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Ricardo Arroja
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09:31
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Sector Empresarial do Estado
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Ricardo Arroja
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09:16
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há 1 limite
We know in Britain that there is a limit to how much the public will tolerate profligate expenditure. Gordon Brown passed that threshold and will be punished at the ballot box, with his legacy in tatters. If Barack Obama wants to escape that fate, he needs to ditch his policies - and soon.
Via Telegraph
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Joaquim
em
06:25
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fruto da época?
1750 a 1777, Governo do Pombal.
1776, Declaração da Independência dos EUA.
1789 a 1799, Revolução Francesa
1789, A “Bill of Rights” é submetida ao Congresso.
1793 a 1794, Reino do Terror (Robespierre).
Tom Paine, 1737 a 1809
Thomas Jefferson, 1743 a 1826
PS: O pensamento do Séc. XVIII
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Joaquim
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06:18
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21 Janeiro 2010
a tirania de Pombal
A tirania de Pombal, igual à de Robespierre, no ciúme, na crueldade, e universalidade, ultrapassando-a em intensidade e duração, é rigorosamente e desapaixonadamente registada pelo nosso historiador.
The Dublin Review, 1855
PS: Tradução do inglês.
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Joaquim
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19:27
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coitadinho, era doente
O Marquês foi um déspota. Afirmar que era paranóico ou que tinha uma personalidade com "traços paranóicos" é tentar branquear a história. O Stone anda a fazer o mesmo com o Hitler.
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Joaquim
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18:43
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251 anos
No dia 13 de Janeiro, completaram-se 251 anos sobre a bárbara execução dos Távoras, ordenada pelo maior cabrão da história de Portugal, O Marquês de Pombal.
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Joaquim
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18:37
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da conciliação
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rui a.
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14:55
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da vã glória de mandar
Se subsistissem ainda dúvidas sobre os procedimentos “democráticos” na vida interna dos nossos partidos políticos, elas derrocariam com esta iniciativa de algumas das mais poderosas distritais do PSD que surge para evitar a realização do congresso extraordinário proposto por Pedro Santana Lopes. Não que os congressos partidários sejam fóruns de transparência democrática absoluta, mas obrigam, pelo menos, a alguma exposição pública e mediática, a mais trabalho de cacicagem e a uma certa parcimónia de métodos. O que está aqui em causa não é a urgência reclamada de eleger um novo líder, que, quando muito, o congresso adiaria por alguns poucos dias, mas o receio que os donos do aparelho têm de ver fugir um processo esconso que controlam e cujos resultados têm já por adquiridos, com o eventual surgimento em congresso de um candidato (Marcelo Rebelo de Sousa?) que esteja fora do seu baralho e lhes possa estragar as contas. No meio disto, não deixa de ser irónica a circunstância de ter sido Pedro Santana Lopes o principal responsável pela eleição directa dos líderes do PSD, agora praticamente impedido de promover um congresso para o qual reuniu as necessárias subscrições exigidas pelos estatutos. Em política, como em tudo na vida, a glória é sempre vã e passageira. Pedro Passos Coelho que pense nisso.
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rui a.
em
14:20
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à portuguesa
Na manhã daquele dia, Robespierre sofrera uma derrota amarga na Convenção: parte da Montanha hostilizara-o e negara-lhe o apoio habitual. No cerne da questão, o temor sentido por quase todos (e que Fouché, sobre quem escreverei por um destes dias, se dedicara a atiçar) de poderem figurar na próxima lista para o patíbulo que Rosbespierre e Saint-Just estavam a preparar. Nessa manhã, lendo um discurso que não mostrara a ninguém, o chefe jacobino cometeu um erro que lhe seria fatal: não nomeou os seus inimigos, tendo ficado por acusações gerais, sem destinatários concretos. Consequentemente, todos os convencionais recearam figurar nessa lista, como Fouché lhes garantira nas horas dos dias anteriores.
No dia seguinte, a 9 Thermidor (27 de Julho), Robespierre perderia o seu poder na Convenção, perante a qual tentou falar por onze vezes e por onze vezes foi eficazmente silenciado pelos seus adversários. Preso, acabou por conseguir refugiar-se no Hôtel de Ville, a Câmara Municipal de Paris, numa sala ironicamente baptizada de Sala Egalité, onde aguardava o auxílio de François Hanriot, que chefiava a Guarda Nacional. Só que Hanriot apreciava mais as virtudes do álcool às virtudes da disciplina militar, e, após ter esboçado uma resistência incapaz (durante a qual vociferou que guilhotinaria as cabeças dos «trezentos criminosos com assento na Convenção»), deixou-se também surpreender pelos gendarmes de Barras, que irromperam na Sala Egalité. Entre eles o soldado Merda, que terá acertado um tiro nos maxilares de Robespierre, prostrando-o e quebrando-lhe os derradeiros e já muito frágeis ímpetos de resistência. Todos os presentes foram presos, com excepção de Hanriot, que se precipitou pela janela e veio a cair sobre um monte de esterco (provavelmente influenciado pelo gendarme que visara Robespierre...) donde o retiraram no dia seguinte, ainda adormecido e a ressacar, directamente para a guilhotina na companhia dos outros jacobinos depostos.
A 11 Thermidor, um dia após a morte de Robespierre e nem três dias completos sobre o se último e aplaudido discurso perante os jacobinos, o mesmo Clube dos Jacobinos de Paris lavrava uma acta da reunião do dia, da qual vale a pena ler algumas passagens sobre o chefe deposto e já morto:
«Porque o celerado que, em conluio com os seus covardes cúmplices, colocou a República a dois dedos da sua perdição não foi desmascarado antes? (...) É porque a máscara de que ele estava coberto era quase impenetrável; (...) Quem podia despertar a suspeita? Acreditava-se que esse monstro fosse inacessível à sede do outro e o seu despotismo era olhado como a autoridade de um republicano sincero. A máscara caiu, Catalina não existe mais.»
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rui a.
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10:00
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para o boneco
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Ricardo Arroja
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08:28
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Sebastián Piñera
Carta abierta a Sebastián Piñera
20/1/2010
Alvaro Vargas Llosa
Washington, DC—Tu elección como Presidente de Chile—me permito seguir tuteándote con afecto hasta el 11 de marzo en que asumirás el mando —está reverberando más allá de tu país.
Como algunos amigos hemos tenido oportunidad de ponderar contigo recientemente, el enemigo tradicional de América Latina ha sido lo que tu compatriota, el historiador Claudio Véliz, llamó en un libro seminal “la tradición centralista”, aludiendo a la concentración de poder. Ese legado autoritario acabó cristalizando en la radicalización de la izquierda con el terrorismo revolucionario y la radicalización de la derecha con el terrorismo de Estado.
Tu país fue emblemático en ese envilecimiento; a ello se debe que el progreso de Chile lo haya convertido luego en un “país modelo”. La gente alaba su democracia y la reducción de su pobreza. Pero ambos son hijos de un fenómeno más esencial: la paulatina limpieza moral de la izquierda y la derecha. Los gobiernos de los últimos veinte años renunciaron a la ideología de Salvador Allende, que condujo al régimen de asesinos de Augusto Pinochet. Menos obvio —porque se encontraba en la oposición— fue el abrazo definitivo de la derecha al Estado de Derecho. Tu triunfo, con tantos votos de una joven generación de chilenos que ha superado los paradigmas de Allende-Pinochet, ha pasado esa página.
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Joaquim
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06:13
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um duelo filosófico
Durante dois mil anos, a história ocidental foi o reflexo de um duelo filosófico. Os duelantes são Platão e Aristóteles.
Ayn Rand
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Joaquim
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06:01
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o rei filósofo
In Plato's ideal society, philosopher kings and elite Guardians shepherded the rabble to force them to do the "right" thing.
To prevent the unwashed from doing anything stupid, the all-powerful, all-wise Guardians often had to tell a few "noble" lies. And, of course, these caretakers themselves were exempt from most rules they made for others.
We are now seeing such thinking in the Obama administration and among its supporters.
A technocracy - many Ivy-League-educated and without much experience outside academia and government - pushes legislation most people do not want but is nevertheless judged to be good for them.
...
There is, however, one difference between Plato's thinking and the Obama administration's agenda. Plato at least assumed that philosopher kings were fantasy ideas and his utopia unachievable.
Our president and his modern-day Guardians in contrast haven't quite figured that out yet. Perhaps after this week's election in Massachusetts they will.
By Victor Davis Hanson
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Joaquim
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05:47
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20 Janeiro 2010
Léxico
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Ricardo Arroja
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22:10
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ética republicana
A convicção de que uma determinada forma de organização política ou de regime político pode comportar uma valoração ética superior aos demais gerou, no caso da República, a ideia da existência de uma “ética republicana”.A origem da coisa reside na Revolução Francesa e nós, em Portugal, rapidamente a incorporamos desde, pelo menos, a Revolução de 1820, verdadeiramente portadora dos valores da república nascida em França, como bem notou recentemente o historiador Rui Ramos. Durante o nosso século XIX, sobretudo no último quartel, ao longo da I República e no regime instaurado no 25 de Abril, a República foi divinizada como portadora de uma ética que se contrapunha à natureza dissoluta e injusta da monarquia.
A Revolução Francesa operou uma ruptura com o Ancien Régime vigente em França e esse corte com o passado visava essencialmente o valor da igualdade política. Na verdade, o regime deposto em 1789 e nos anos que se lhe seguiram caracterizava-se pela estratificação social e pelo privilégio. De todo em todo, a igualdade política era bem maior em França antes de 79 do que se possa supor, como bem notou Tocqueville: a burguesia ascendera já à alta administração pública local e central e mesmo ao governo do reino. Só isto poderia, de resto, explicar que a burguesia pudesse ter imposto sistematicamente a sua vontade ao rei e aos outros estados da nação francesa, o que sucedeu imediatamente na reunião dês Estados Gerais, na qual o clero se encontrava profundamente dividido e a própria nobreza não estava unida.
Os privilégios mantidos ainda pela nobreza e pelo clero na França do Ancien Régime consistiam essencialmente em benefícios fiscais e em direitos de tributação herdados dos tempos medievais. Ao longo dos anos, os monarcas franceses esvaziaram o poder público e político dessas duas ordens sociais, abriram espaço à burguesia emergente, mas mantiveram-lhe esses privilégios de casta para os manterem sossegados e fieis. Nessa medida, a monarquia francesa dos Bourbon cometeu o erro de dar poder a quem era obrigado a sustentar economicamente o país e as demais ordens sociais. Nota também Tocqueville que o processo foi exactamente o inverso do que foi seguido pela monarquia inglesa, onde desde muito cedo vigorou o princípio da igualdade fiscal, sendo concedidos benefícios apenas a quem deles necessitava por carência económica e não por razão hereditária.
Assim, a Revolução de 1789 começou por ser um movimento de protesto da burguesia, reivindicador de igualdade social e fiscal, menos do que de igualdade política. Nessa altura ainda e, pelo menos, até 92, ano da deposição de Luís XVI, a República não era o fim comum da Revolução e dos revolucionários, sendo-o somente de uma minoria agrupada em torno da Montanha, e, mesmo esta – muito dividida – não pensava uniformemente nesta matéria. A Planície e a Gironda não se incomodavam por aí além com a criação de um regime de monarquia constitucional, que, de resto, chegaram a conceber na Constituição de 91.
A República foi a bandeira de uma minoria revolucionária jacobina, defendida por uma verdadeira “vanguarda sans-coulote” (embora quase todos pertencessem à burguesia e fossem juristas e advogados), nomeadamente por Robespierre, Danton, Marat, Couthon, Collot d’Herbois, Sain-Just, entre outros, que radicalizaram a Revolução a partir de 92 e instauraram a República em Setembro desse ano.
A inspiração valorativa do novo regime era colhida na leitura enviesada e romântica da história da República Romana. Aí perscrutavam-se elevados valores morais de honradez pessoal e de amor à pátria e à igualdade. Imaginavam-se heroísmos e sacrifícios notáveis dos republicanos virtuosos em defesa da liberdade e da comunidade. Pretendia-se uma sociedade politicamente assexuada e fraterna, onde aos inimigos só caberia um destino: a morte. É nesse contexto que Maximilien Robespierre, o Incorruptível e o máximo expoente da virtude republicana, sobe ao poder absoluto em 93 e instaura o Grande Terror, que vigoraria em França sensivelmente por um ano.
O legado da I República Francesa é, pois, um rio de sangue vertido por um regime despótico e completamente distanciado e avesso a qualquer ideia de liberdade e de igualdade. Mesmo nos plano dos princípios, a ideologia republicana destes tempos é profundamente anti-democrática. Os direitos individuais viram-se completamente negados, mesmo no direito mais elementar de defesa perante uma acusação pública de crime contra a República. A partir de 22 de Prairial do ano II da Revolução (10 de Junho de 94, segundo o novo calendário revolucionário), com a chamada “lei dos suspeitos”, o direito à defesa de um acusado perante o Tribunal Revolucionário passou a ser inexistente e qualquer cidadão podia ser levado a essa corte por qualquer denuncia feita por um “bom” cidadão. O caminho era sabido: julgamento de manhã, acusação antes do almoço, patíbulo ao fim da tarde.
Quando a política se impôs à alucinação ideológica e revolucionária, os montanheses responsáveis pelo Terror foram depostos e, por sua vez, guilhotinados (10 Thermidor, 28 de Julho de 1994). No dia anterior quando são depostos e aprisionados por uma facção da Convenção chefiada por Barras e Fouché, Saint-Just, o virtuoso “Anjo da Morte” do Comité de Salvação Pública, terá olhado para uma Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão afixada na sala do Comité e dito que aquele era o único legado que deixavam. Foi escasso, e não chega para valorar um regime acima dos demais, sobretudo quando o exemplo dado no exercício do poder contraditou cada um dos seus artigos.
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rui a.
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16:10
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are U REDy
Portugal é quase um espelho político dos EUA. O Obama é um socialista num país conservador e o Sócrates é um “centrista” num país socialista.
A vitória de Scott Brown é uma revolta popular contra a interferência do Estado na vida dos cidadãos, contra os estímulos económicos, contra um plano nacional de saúde, contra um aumento de impostos e contra as negociatas políticas.
Em Portugal, uma revolta popular seria a favor das nacionalizações, de um aumento de impostos para os ricos (onde estão?), de um aumento do salário mínimo nacional e de um tecto salarial máximo (aí de 6 vezes o salário mínimo).
É por isso que somos o único país Europeu com tantos comunistas no Parlamento.
Um futuro "Scott Brown português" só teria uma coisa em comum com o Senador do Massachusetts: o vermelho!
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Joaquim
em
11:50
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presente envenenado
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Ricardo Arroja
em
09:39
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Scott Brown
O novo Senador Republicano, dos EUA, Scott Brown.
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Joaquim
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06:33
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19 Janeiro 2010
o manifesto da conciliação
Cansados do Terror que dominava a França jacobina desde 93, alguns jacobinos mais sensatos propuseram o fim do regime odioso que enchera as prisões e os patíbulos de inocentes. Entre os proponentes, George Jacques Danton, uma das figuras mais carismáticas da Revolução, líder da Comuna Insurrecional de 92 que depôs Luís XVI, responsável (como o próprio reconheceria arrependido) pela perseguição e morte dos chefes girondinos, e Camille Desmoulins, que liderara a Tomada da Bastilha em 89, e dirigia o jornal Le Vieux Cordelier, onde se escrevia em favor da tolerância e contra os excessos da Revolução. Alguns meses mais tarde, a 5 de Abril de 94, seriam ambos guilhotinados, juntamente com mais alguns espíritos reconciliadores aos quais Maximilien Robespierre achou pouca graça e oportunidade. A Revolução tinha as suas regras e entre elas não estava a da conciliação.Assim, só pode estranhar-se a falta da cultura histórica de alguns dos dirigentes do passoscoelhismo, revelada nesta inusitada e patusca proposta de um “Manifesto da Conciliação”, a cargo dessas duas etéreas figuras que são Marco António Costa e Carlos Carreiras, o primeiro, líder da Comuna Insurrecional do Porto, e o segundo, chefe da Comuna Insurrecional de Lisboa. Ora, no PSD os líderes nunca foram amados, mas temidos. E na revolução que o partido terá que atravessar para se recompor e voltar a ambicionar o poder, só o Terror poderá cimentar as relações entre quem se odeia há tantos e longos anos. O espírito da conciliação não é para aquele partido, menos ainda servirá de táctica para a subida ao poder seja de quem for.
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rui a.
em
19:38
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O Congresso do PSD (II)
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Ricardo Arroja
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18:26
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o congresso do psd

O Congresso do PSD não servirá para discutir ideias, programas ou projectos para o país, nem nenhuma dessas coisas de que os partidos não se interessam e os políticos não querem saber. Será – ou não - apenas e só um ritual de afirmação e dominância de alguém que se espera venha a chefiar a agremiação, e que pacifique e domine os bandos que há muitos anos saqueiam o património laranja. Se os feudos em que o partido está dividido e os baronetes que os dominam se atemorizarem com o novo chefe e o aceitarem por temor ou prudência, como sucedeu, em tempos, com Sá Carneiro, Cavaco e até com Barroso, o PSD voltará a existir. Se não aparecer ninguém capaz de domesticar a trupe e os incontáveis vândalos que a compõem, o PSD arrisca a extinção.
Entretanto, esperar que isto se faça sem exposição pública e mediática, fabricando um “líder” numa eleição sombria, manietada pelos caciques e pelo aparelho, com os "eleitores" arregimentados em secções de bombeiros voluntários, é inverter a ordem natural das coisas e fazer sentar o aparelho em cima do novo “líder”, em vez do inverso, como é desejável.
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rui a.
em
17:51
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